Linux WWW COMOFAZER <author>por Mr. Poet, <tt> <htmlurl url="mailto:poet@linuxports.com" name="poet@linuxports.com"></tt> <date>v0.85, 21 de agosto de 1999 <p> Tradutor para língua portuguesa: Alceu Rodrigues de Freitas Junior <htmlurl url="mailto:victorcreed@xoommail.com" name="victorcreed@xoommail.com"> <date> 06 de janeiro de 2000 <p> <abstract> Este documento contêm informações sobre configurar serviços da World Wide Web sobre o Linux (tanto para clientes e servidores). Este manual não possui a intenção de passar informações detalhadas mas servir como uma "visão geral" sobre o assunto e uma boa referência para informações adicionais. </abstract> <toc> <!-- Seção introdutória ================================================= --> <sect>Introdução <p> Muitas pessoas estão experimentando o Linux porque procuram por um sistema operacional realmente bom quando o assunto é <em>navegar na Internet</em>. Também há institutos, universidades, meios não lucrativos e pequenos negócios cujos os quais querem criar sites na Internet com pequenos orçamentos. Aí é que entra o WWW-COMO FAZER. Este documento explica como configurar clientes e servidores para a maior área da Internet - <em>A World Wide Web</em>. Todos os preços descritos neste documento estão fixados em dólares americanos. Este documento assume que você está rodando Linux numa plataforma Intel. Instruções e disponibilidade de produtos podem variar de plataforma para plataforma. Existem muitos links para downloading de software neste documento. Sempre que possível use um espelho para baixar arquivos mais rapidamente e manter um tráfego mais baixo no servidor principal. <sect1>Direitos autorais <p> Este documento é Copyright (c) 1999 de Mr. Poet Este documento é Copyright (c) 1997 de Wayne Leister. O autor original deste documento foi Peter Dreuw.(Todas as versões anteriores à 0.8) Este COMO FAZER é de livre uso; você pode redistribuir ela e/ou modificá-la sobre os termos da GNU General Public License como publicação da Free Software Foundation; ou a versão 2 da licença, ou (na sua opinião)qualquer versão futura. Este documento é distribuído na esperança que será útil, mas sem qualquer garantia; sem mesmo uma garantia para uso comercial ou aptidão para qualquer fim particular. Veja a GNU General Public License para maiores detalhes. Você pode obter uma cópia da GNU General Public License escrevendo para Free Software Foundation, Inc., 675 Mass Ave, Cambridge, MA 02139, USA. As marcas registradas aqui mencionadas são de posse de seus respectivos donos. <!-- Inserir novo Copyright --> <sect1>Comentários <p> Qualquer comentário é bem-vindo. Eu não tenho a intenção de me declarar como um perito no assunto. Algumas destas informações foram retiradas de web sites mal escritos; existe a possibilidade de haver erros e omissões. Mas tenha certeza de possuir a última versão antes de mandar correções; O documento pode ser corrigido na próxima versão (veja na próxima seção onde onde conseguir a última versão). Mande os comentários para: <htmlurl url="mailto:poet@linuxports.com" name="poet@linuxports.com">. <sect1>Novas versões deste documento <p> Novas versões deste documento sempre estão disponíveis nos portais Linux <htmlurl url="http://www.linuxports.com/howto/www" name="Website">. <!-- WWW = CLIENT SECTION =========================================== --> <sect>Configurando o software WWW para máquinas clientes (Antigo) <p> <quote>Por favor note que a seção seguinte está bem desatualizada e sua última atualização foi em 1997. Esta seção está sendo guardada apenas para fins históricos. A grande maioria das distribuições do Linux vem com o Netscape e Lynx. Estes dois são os browsers mais populares para este sistema operacional. Se você não possui estes browsers instalados atualmente por favor vá para as respectivas seções sobre informações de download.</quote> Este capítulo é dedicado para configuração de navegadores para Internet. Por favor sinta-se a vontade para contatar-me se seu browser favorito não está sendo mencionado aqui. Nesta versão somente poucos navegadores tiveram sua própria seção, mas eu tentei incluir todos eles (tudo que pude achar) em uma seção geral. No futuro se estes navegadores merecerem ter sua própria seção, eles a terão. A seção geral foi feita para que você se decida qual navegador usar, e dar informações básicas sobre cada navegador. A seção detalhada foi criada para ajudar você a instalar, configurar e manter seu navegador funcionando. Entretanto eu uso o Lynx quando não tenho paciência de rodar um monstro como o X-windows/Netscape. <sect1>Visão Geral <p> <descrip> <tag><ref id="netscape" name="Navigator/Communicator"></tag> Netscape Navigator é o único navegador para Linux mencionado aqui, pois é capaz de lidar com facilidades avançadas de HTML. Algumas destas facilidades são frames, Java, Javascript, atualização automáticas e camadas. Também é capaz de lidar com notícias e capacidade de e-mail. Mas isto torna-se uma faca de dois gumes; ele usa grandes quantidades de ciclos da CPU e de memória. Também cria um cache separado para cada usuário gastando espaço de disco. Netscape é atualmente um software livre e pode ser baixado de: <htmlurl url="ftp://ftp.netscape.com" name="ftp.netscape.com=>. <tag><ref id="lynx" name="Lynx"></tag> Lynx é um dos menores navegadores Ele é o rei dos navegadores baseados em texto. É de graça e o código fonte está disponível sobre a licença geral GNU. Como já dito, ele é baseado em texto, mas possui facilidades especiais. O Lynx agora suporta tabelas, cores (via curses) e frames. <quote>Nota sobre o suporte do Lynx para frames: O suporte para frames do Lynx é limitado, ele irá encontrar os frames e mostrar o título dos mesmos para o usuário selecionar como links. Como os títulos de frames normalmente são muito pouco descritivos para simplificar a codificação, isto pode vir a se tornar um tanto confuso. </quote> <tag/Kfm/ Kfm é parte do K Desktop Environment (KDE). O KDE é um sistema que roda acima do X-windows. Ele permite a você muitas funções como "arrastar e puxar", sons, uma lixeira e um ambiente unificado. Kfm é o K File Manager (K Gerenciador de Arquivos) mas é também um navegador. Ele é bem prático como navegador e suporta frames, tabelas, ftp, downloads, visualizar o conteúdo de arquivos tar, etc. A versão atual do KDE é 1.1.1 com a 1.1.2 próxima de ser lançada. O Kfm pode ser usado sem o KDE mas você ainda irá necessitar das bibliotecas que vem com o KDE. Para maiores informações sobre o KDE e Kfm visite a página do KDE em <url url="http://www.kde.org">. <tag><ref id="emacs" name="Emacs"></tag> Emacs é um daqueles programas que fazem tudo. É um processador de textos, leitor de notícias, leitor de e-mails e navegador de Internet. Ele inicialmente possui uma curva íngreme de aprendizagem, pois você tem que aprender quais as funções de cada uma das teclas. A versão para X-Windows é mais fácil pois boa parte das funções estão nos menus. Outro inconveniente é que ele é praticamente todo baseado em texto (ele pode mostrar gráficos se você estiver rodando a versão para X-windows). Emacs também é de uso livre, e o código fonte está disponível sobre a licença pública GNU. <tag/NCSA Mosaic/ Mosaic é um navegador para X-windows desenvolvido pela National Center for Supercomputing Applications (NCSA) na Universidade de Illinois. NCSA gastou quatro anos neste projeto e agora está envolvida em outros. Atualmente, Mosaic não é mais suportado. Entretanto, uma vez que o código é livre para uso não-comercial ele poderia ser um projeto interessante para alguém que queira desenvolver um novo browser. <tag/Amaya/ Amaya é o conceito de browser para X-windows concept browser do W3C. Além de suportar todas os padrões do HTML 3.2, ele também suporta algumas das facilidades do HTML 4.0. Ele suporta tabelas, formulários, mapas de imagens clientes, suporta publishing, gifs, jpegs, e gráficos png. É ao mesmo tempo um browser e uma uma ferramenta de desenvolvimento de páginas. A última versão pública foi a 1.0 beta. A versão 1.1 beta está em testes interno e deverá ser liberada logo. Para maiores informações visite o site do Amaya em: <url url="http://www.w3.org/Amaya/">. Ele pode ser baixado de: <url url="ftp://ftp.w3.org/pub/Amaya-LINUX-ELF-1.0b.tar.gz">. <tag/Qweb/ Qweb é outro navegador baseado no X-windows. Ele suporta tabelas, formulários e servidores de mapa de imagens. A última versão é a 1.3. Para maiores informações visite o website do Qweb em <url url="http://sunsite.auc.dk/qweb/"> O código fonte está disponível em <url url="http://sunsite.auc.dk/qweb/qweb-1.3.tar.gz"> Os binários estão disponíveis em formato RPM da Red Hat em <url url="http://sunsite.auc.dk/qweb/qweb-1.3-1.i386.rpm"> </descrip> É recomendação deste autor que usuários de navegadores tenham como prefêrencia de uso ao Netscape 4.x, Lynx ou Netscape 5.x Alpha. Eles são os únicos atualmente disponíveis para Linux que suportam a maioria das facilidades. Pessoalmente eu sugiro o Netscape5.x Alpha, mesmo porque o software Alpha é bastante estável e as implementações quanto aos padrões tornam ela melhor que a versão 4.x. <!-- Lynx =================================== --> <sect>Lynx<label id="lynx"> <p> Lynx é um dos menores (por volta 600Kb executáveis) e mais rápido que os outros navegadores disponíveis. Ele não consome muita banda ou nem recursos do sistema assim como só lida com telas com formato texto. Ele pode ser exibido em qualquer console, terminal ou xterm. Você não necessitará de nenhum <em>sistema X Windows</em> ou memória adicional no sistema para rodar este pequeno navegador. <sect1>Onde conseguir <p> A maioria das distribuições tem o Lynx incluído nas mesmas. Conseqüentemente eu não irei aborrecer você com detalhes de compilação e instalação do Lynx. A última versão disponível é a 2.8.2 e pode ser copiada de <url url="http://www.slcc.edu/lynx/fote/"> ou de praticamente qualquer servidor FTP com software para Linux como o <htmlurl url="ftp://sunsite.unc.edu/pub/Linux/apps/www/browsers/" name="ftp://sunsite.unc.edu under /pub/Linux/apps/www/broswers/"> ou site espelho. Para maiores sobre Lynx tente estes endereços: <descrip> <tag/Links de Lynx/ <url url="http://www.crl.com/~up/lynx.html"> <tag/Páginas de Lynx/ <url url="http://lynx.browser.org"> <tag/Páginas de ajuda de Lynx/ <url url="http://www.crl.com/~subir/lynx/lynx_help/lynx_help_main.html"> (as mesmas páginas você consegue do Lynx --help e digitando ? no Lynx) </descrip> Nota: As páginas de ajuda do Lynx formam mudadas recentemente. Se você tiver uma versão antiga do Lynx, você precisará mudar seu arquivo lynx.cfg (no /usr/lib) para apontar para o novo endereço (acima). A facilidade mais especial do Lynx, na minha opinião, em comparação a todos os outros navegadores é a capacidade de operar em modo de recuperação por lote. Uma pessoa pode escrever um script shell cujo o qual recupera um documento, arquivo ou qualquer outra coisa parecida via <em/http/, <em/FTP/, <em/gopher/, <em/WAIS/, <em/NNTP/ or <em>file://</em> - url's e salvá-los no disco. Além disso, uma pessoa poderia preencher formulários HTML no modo de lote simplesmente redirecionando a entrada padrão e usando a opção <em/-post_data/ . Para maiores facilidades especiais do Lynx dê uma olhada no arquivos de ajuda e nas páginas de manuais. Se você usa alguma facilidade especial do Lynx que você gostaria de ver adicionada neste documento, por favor me avise. <!-- Emacs W3 ================================= --> <sect>Emacs-W3<label id="emacs"> <p> Há mutios diferentes "sabores" do Emacs. Os dois mais populares são GNU Emacs e o XEmacs. GNU Emacs é disponibilizado pela Free Software Foundation, e é o Emacs original. Ele é principalmente baseado em terminais de texto, mas ele roda no X-Windows. XEmacs (formalmente Lucid Emacs) e a versão que roda apenas no X-Windows. Ele tem muitas facilidades especiais relacionadas com o X-Windows (melhores menus, etc). <sect1>Onde conseguir <p> A maioria das distribuições incluem o GNU Emacs. A versão mais recente do Emas GNU é 19.34. Parece que ele não possui um site na web. O site FTP fica em <url url="ftp://ftp.gnu.ai.mit.edu/pub/gnu/">. A última versão do XEmacs é a 20.2. O site FTP do XEmas fica em <url url="ftp://ftp.xemacs.org/pub/xemacs">. Para maiores informações sobre o XEmacs vá ver sua página em <url url="http://www.xemacs.org">. Ambosm estão disponíveis nos arquivos Linux em <htmlurl url="ftp://sunsite.unc.edu/pub/Linux/apps/editors/emacs/" name="ftp://sunsite.unc.edu under /pub/Linux/apps/editors/emacs/"> Se voê tem o GNU Emacs ou XEmacs instalado, você provavelmente tem o W3 browser rodando. O modo W3 do Emacs é o mais completo navegador em facilidades escrito no sistema Emacs Lisp. Ele praticamente lida só com texto, mas pode mostrar gráficos também - pelo menos - se você estiver rodando o Emacs no X-window. Para obter o XEmacs no mode W3, vá para da aplicação e selecione navegar pela rede. Eu não uso o Emacs, então se alguém explicar como passar para o modo W3 eu irei adicionar isto ao documento. A maioria destas infomações foram obtidas do autor original. Se alguma informação estiver incorreta, por favor me avise. Também me avise se você achar que qualquer coisa deva ser adicionada aqui sobre o Emacs. <!-- Netscape Navigator/Communicator ======================= --> <sect>Netscape Navigator/Communicator<label id="netscape"> <p> <sect1>Diferentes versões e opções. <p> Netscape Navigator é o rei dos navegadores Web. Netscape Navigator pode fazer quase tudo. Por outro lado, ele é o programa mais faminto por memória e recursos o sistema que eu já vi. Há três versões diferentes do programa: Netscape Navigator incluí um navegador, netcaster (push client) e um programa básico de e-mail. Netscape Communicator incluí um navegador, um editor html, um programa avançado de e-mail, um leitor de notícias, netcaster (push client), e um utilitário de conferência em grupo. Netscape Communicator Pro incluí tudo que o Communicator tem mais um calendário, emulação de terminal IBM, e facilidades para administração remota (administradores podem atualizar milhares de cópias do Netscape de sua mesa). Adicionalmente as três versões a duas opções de instalação que você deve escolher. A primeira é a instalação completa ou instalação básica. A instalação completa incluí tudo. A instalação básica instala os componentes necessários para você começar a usar o programa. Você pode copiar os componentes opcionais a medida que você for precisando dos mesmos (como suporte a multimídia e o netcaster). Estes componentes podem ser instalados pelo utilitário Netscape smart updatee (após ter instalado o Netscape vá para help->software update). No momento em que este documento estava sendo escrito a instalação completa para Linux não estava disponível. A segunda opção é importar e exportar. Se você está nos Estados Unidos e/ou no Canadá você tem a opção de selecionar a opção de importar. Isto lhe dá uma forte encriptação de 128 bits para transações seguras (SSL). A opção de exportar tem apenas encriptação de 40 bits, e é a única versão permitida fora dos Estados Unidos e Canadá. A última versão do Netscape Navigator/Communicator/ Communicator Pro é a 4.6.1. Há mais duas diferentes versões para Linux. Uma é para os kernels da série 1.2 e a outra para os novos da versão 2.x . Se você não tem pelo menos a versão 2.0 de kernel, eu sugiro a você fazer um upgrade. Há muitas melhorias neste novo kernel. Versões beta também estão disponíveis. De você tentar uma versão beta, ela normalmente expiram em um mês aproximadamente! Você também pode tentar o Alpha 5.0 no projeto do Mozilla localizado em <htmlurl url="www.mozilla.org" name="www.mozilla.org">. Na minha opinião pessoal, é altamente recomendável o uso desta versão: o novo Netscape é um dos melhores navegadores que eu tenha visto ultimamente. Ele é extremamente flexível e estável, ainda que seja uma versão alpha. <sect1>Onde pegar <p> A melhor maneira de obter o Netscape é navegar pelo seu web site em <url url="http://www.netscape.com/download/">. O site possui um menu para guiar você através das seções. Quando for perguntado pela versão do Linux, ela está se referindo à do kernel (a maioria das pessoas devem estar usando a 2.0 agora) Se você não tem certeza da versão do seu kernel você pode rodar "cat /proc/version". Navegando pelo site na Internet é o único jeito de pegar as versões importantes. Se você quiser usar a versão "exportar"você pode baixar ela diretamente dos servidores FTP do Netscape. Esses servidores também estão mais atualizados. Por exemplo, a primeira vez que escrevi este documento, o site http ainda não possuía a versão não-beta 4.03 para Linux ainda, mas o site FTP já. Aqui seguem alguns links para a opção exportar para as versões Linux 2.0 e 2.2: Netscape Navigator 4.6.1 está em <url url="ftp://ftp.netscape.com/pub/communicator/4.6/shipping/english/unix/linux20/navigator_standalone/navigator-v403-export.x86-unknown-linux2.0.tar.gz"> Netscape Communicator 4.6.1 para Linux 2.0 (kernel) está em <url url="ftp://ftp.netscape.com/pub/communicator/4.6/shipping/english/unix/linux20/base_install/communicator-v403-export.x86-unknown-linux2.0.tar.gz"> Estas urls irão mudar conforme novas versões apareçam. Se estes links quebrarem, você pode achar os mesmo procurando pelo site FTP. <url url="ftp://ftp.netscape.com/pub/communicator/">. Estes servidores estão com tráfego muito alto às vezes. Seria melhor esperar por um período fora de horas de pico ou selecione um site espelho. Esteja preparado para esperar, estes arquivos são grandes. O Navigator é quase 8Mb, e a base de instalação do Communicator é 10Mb. <sect1>Instalando <p> Esta seção explica como instalar a versão 4 do Netscape Navigator, Communicator e Communicator Pro. Primeiro decompacte o arquivo num diretório temporário. Então rode o <tt/ns-install/ script (type <tt>./ns-install</tt>). Então crie um link simbólico do <tt>/usr/local/netscape/netscape</tt> binário para <tt>/usr/local/bin/netscape</tt> (type <tt>ln -s /usr/local/netscape/netscape /usr/local/bin/netscape</tt>). Finalmente configure a variável de ambiente do sistema <tt>$MOZILLA_HOME</tt> para <tt>/usr/local/netscape</tt> aí então o Netscape pode encontrar seus arquivos. Se você estiver usando bash como seu shell edite o seu <tt>/etc/profile</tt> e adicione estas linhas. <tscreen><verb> MOZILLA_HOME="/usr/local/netscape" export MOZILLA_HOME </verb></tscreen> Depois de você o ter instalado o programa pode automaticamente se atualizar com o smart update. Apenas rode o Netscape como root e vá para help->software updates. Se você tem apenas a base de instalação, você pode também instalar os componentes do Netscape de lá. Note: Isto não irá remover nenhuma versão antiga do Netscape, você deve automaticamente removê-las apagando o binário Netscape e os arquivos das classes do Java (para a versão 3). <!-- WWW - SEÇÃO DO SERVIDOR ======================================== --> <sect>Configurando os sistemas de servidores WWW <p> Esta seção contêm informações de diferentes pacotes de programas para servidores HTTP e ferramentas adicionais para os mesmos como scripts para linguagens como programas CGI, etc. CGI programs, etc. Há mais de uma dúzia de servidores web mas eu apenas descrevo aqui os que são totalemente funcionais. Como alguns destes são produtos comerciais, eu não tenho nenhuma maneira de testar eles. Muito das informações organizadas aqui foram retiradas de vários sites da Internet. Se houver algo incorreto ou faltando por favor me avise. Para uma descrição técnica dos mecanismos da http, dê uma olhada nos documentos RFC mencionados no capítulo "Para maiores informações" deste COMO FAZER. Eu prefiro usar o servidor Apache. Ele possui quase todas as funções que você precisaria e é de graça! Eu admito que esta seção está concentrada principalmente no que se refere ao Apache. Eu decidi concentrar meus esforços nessa seção para este servidor e ao invés de usá-la para todos os outros servidores web. Eu talvez venha a incluir documentação sobre esses servidores no futuro. <!-- Visão geral=============================== --> <sect1>Visão Geral <p> <descrip> <tag/Cern httpd/ Este é o primeiro servidor web. Ele foi desenvolvido pelo Laboratório Europeu para Física de Partículas (CERN). CERN httpd não está mais sendo utilizado O servidor http CERN é conhecido por possuir bugs sérios, de ser muito lento e faminto por recursos de hardware. A última versão foi 3.0. Para maiores informações visite a página do CERN httpd em <url url="http://www.w3.org/Daemon/Status.html">. Ele está disponível para cópia em <url url="ftp://sunsite.unc.edu/pub/Linux/apps/www/servers/httpd-3.0.term.tpz"> (não, isto não é um typo, a extensão é atualmente .tpz no site; provavelmente deveria ser .tgz). <tag/NCSA HTTPd/ O servidor NCSA HTTPd é o pai do Apache (o desenvolvimento se dividiu em dois diferentes servidores). Consequentemente os arquivos de configuração são muito parecidos. O servidor NCSA HTTPd é uso livre e o código fonte está disponível. Este servidor não está descrito neste documento, apesar que ler a documentação da seção do Apache pode lhe fornecer alguma ajuda. O servidor NCSA já foi uma vez popular, mas a maioria das pessoas estão trocando ele pelo Apache. Apache é uma mão na roda como substituto para o servidor NCSA (mesmos arquivos de configuração) é corrige muitos atalhos do servidor NCSA. O NCSA conta como 4.9% (e caindo) de todos os servidores http.(fonte: Setembro de 1997 <url url="http://www.netcraft.com/survey/" name="Netcraft survey">). A última versão é a 1.5.2a. Para maiores informações veja a página do NCSA em: <url url="http://hoohoo.ncsa.uiuc.edu">. <tag><ref id="apache" name="Apache"></tag> Apache é o rei de todos os servidores http O Apache e seu código fonte são livres. O Apache é modular e consequentemente é fácil e de configurar e de adicionar facilidades. O Apache é muito flexível e possui muitas, mas muitas facilidades. O Apache e seu derivados contam como 55% de todos os domínios da web. Há mais de 3.928.112 servidores Apache em operação (fonte: Agosto de 1999 <url url="http://www.netcraft.com/survey/" name="Netcraft survey">). No Apache oficial não está incluído o SSL, mas há dois derivados dele que resolvem esta falha. Stronghold é um produto comercial que é baseado no Apache. based on Apache. No varejo ele custa $995; uma versão econômica está disponível por $495 (baseado em uma versão antiga do Apache). Stronghold é o número dois em segurança atrás do Netscape (fonte: <url url="http://www.c2.net/products/stronghold" name="C2 net"> and <url url="http://www.netcraft.com/survey/" name="Netcraft survey">). Para maiores informações visite a página do Stronghold em: <url url="http://www.c2.net/products/stronghold/">. Ele foi desenvolvido fora dos Estados Unidos, então está disponível com 128 bit SSL para qualquer lugar. Apache-SSL é uma implementação livre do SSL, mas não é para uso comercial nos EUA (RSA tem as patente nos EUA da tecnologia SSL). Ele pode ser usado para fins não-comerciais nos EUA se você ligá-lo a biblioteca livre RSAREF. Para maiores informações visite o website em: <url url="http://www.algroup.co.uk/Apache-SSL/">. <tag/Netscape Fast Track Server/ Fast Track foi desenvolvido pela Netscape, mas a versão para Linux é disponibilizada pela Caldera. A página da Caldera descreve o Fast Track para o OpenLinux. Eu não tenho certeza se ele roda apenas no OpenLinux da Caldera ou se qualquer distribuição do Linux irá servir (me mande um e-mail se você tiver a resposta). O servidor Netscape conta como 6.11% (e SUBINDO!) de todos os servidores (fonte: Agosto 1999 <url url="http://www.netcraft.com/survey/">). O preço dele é de $295. Ele também é incluído com a distribuição padrão do OpenLinux pela Caldera cuja a qual é vendida por $399 ($199.50 para fins eduacionais). A página na Internet conta com uma boa interface de administração e uma configuração de 10 minutos. O servidor tem suporte para SSS de 40 bits. Para obter a versão 128 bits completa você precisa do servidor Netscape Enterprise. Infelizmente ela não está disponivel para Linux. :( A última versão disponível para Linux é a 2.0 (Versão 3 está em beta, mas não está disponível para Linux ainda). Para comprar uma cópia vá para o site da Caldera em: <url url="http://www.caldera.com/products/netscape/netscape.html"> Para maiores informações vá para a página do Fast Track page em: <url url="http://www.netscape.com/comprod/server_central/product/fast_track/"> <tag/WN/ WN tem muitas facilidades que o tornam atrativo. Primeiro porque ele é menor que os servidores CERN, NCSA HTTPd e Apache. Ele também possui muitas facilidades internas que talvez tivessem que ser criadas à partir de GCI. Por exemplo sites de busca e servidores avançados estão incluídos. Ele pode também descomprimir/comprimir arquivos na memória com sua facilidade de filtro. Ele também possui a habilidade de recuperar apenas parte de um arquivo com sua facilidade de alcance. Está liberado dentro da licença pública da GNU. A versão atual é 2.08. Para maiores informações veja o site do WN em: <url url="http://hopf.math.nwu.edu/">. <tag/AOLserver/ AOLserver é um servidor feito pela America Online. Eu admito que fiquei surpreso pelas facilidades deste servidor vindo da AOL. Em adição as facilidades b Para maiores informações visite o AOLserver em: <url url="http://www.aolserver.com/server/"> <tag/CL-HTTP/ CL-HTTP é uma sigla para Common Lisp Hypermedia Server. Se você é um programador Lisp este servidor é para você. Você pode escrever seus scripts Lisp CGI. Ele possui uma função web configurável. Ele também suporta todos os padrões de facilidades para servidores. CL-HTTP é uso livre e seu código fonte está disponível. Para maiores informações visite o website CL-HTTP website em: <url url="http://www.ai.mit.edu/projects/iiip/doc/cl-http/home-page.html"> </descrip> Se você possuir um propósito comercial (um web site de uma companhia, ou ISP), a melhor recomendação que posso lhe dar é que você use o Apache. Eu também tenho ouvido que o Netscape Server é fácil de configurar. Se você tem um uso interno você pode ser um pouco mais flexível. Mas a menos que um deles tenha uma facilidade que você tem que usar... Esta é apenas uma lista parcial de todos os servidores disponívies. Para informações mais completas visite a Netcraft em: <url url="http://www.netcraft.com/survey/servers.html"> or Web Compare at <url url="http://webcompare.internet.com">. <!-- Apache httpd ============================= --> <sect>Apache<label id="apache"> <p> A versão atual do Apache é 1.3.9. A página principal do Apache está em: <url url="http://www.apache.org/">. Outra boa fonte de informação é o Apacheweek em: <url url="http://www.apacheweek.com/">. A documentação do Apache é boa, então eu não vou em detalhes de configuração do mesmo. A documentação está no website e está incluída com o código-fonte (em formato HTML). Também há arquivos texto incluídos com o código-fonte, mas a versão HTML é melhor. A documentação deveria ter melhorado muito uma vez que o Projeto de Documentação do Apache foi implantado. Agora mesmo a maioria dos documentos estão sendo escritos pelos desenvolvedores. Que isso não sirva de descrédito aos desenvolvedores, mas eles são um pouco complicados se você não conhece a terminologia. <sect1>Onde obter <p> O Apache está incluído nas distribuições do Red Hat, Slackware, e OpenLinux. Apesar deles talvez não serem a última versão els são binários de alta confiabilidade. As más notícias é que você terá que conviver com as escolhas de seus diretórios (que são completamente diferentes dos padrões do Apache). O código-fonte está disponível em: <url url="http://www.apache.org/dist/"> Os binários para o Apache estão também estão disponíveis no mesmo local. Você também pode obter esses binários no Sunsite em: <url url="ftp://sunsite.unc.edu/pub/Linux/apps/www/servers/">. E para aqueles que estão rodando o Red Hat a última versão binária em arquivo RPM pode ser facilmente encontrada no diretório contrib em: <url url="ftp://ftp.redhat.com/pub/contrib/i386/"> Se seu servidor for usado para fins comerciais, é altamente recomendável que você obtenha o código fonte do site do Apache e compile ele você mesmo. A outra opção é usar o binário que vem com as maiores distribuições. Por exemplo as distribuições do Slackware, Red Hat, ou OpenLinux. A razão principal disto é a segurança. Um binário desconhecido pode ter um back door para hackers, ou um patch instável que possa travar seus sistema. Isto também garante que você tenha mais controle sobre os módulos que você está compilando e permite você configurar o padrão dos diretórios. Não é tão difícil assim compilar o Apache, e além do mais você não é um usuário real de Linux até que você compile seus próprios programas ;) <sect1>Compilando e Instalando <p> Primeiro descompacte o arquivo com o comando tar para um diretório temporário. Depois mudo para o diretório src. Então edite o arquivo de configuração se você quiser incluir qualquer módulo especial. A maioria dos módulos já estão incluídos Não é necessário mudar as regras ou qualquer coisa relacionada ao makefile para o Linux. Depois rode o script de configuração do shell (<tt>./Configure</tt>). Certifique-se que ele diz a platforma Linux e o gcc como compilador. Em seguida você pode querer editar o arquivo httpd.h para mudar os diretórios padrão. O padrão para o diretório home (onde os arquivos de configuração são guardados) é o <tt>/usr/local/etc/httpd/</tt>, mas talvez você queira apenas mudá-lo para <tt>/etc/httpd/</tt>. E o diretório root (onde as páginas HTML são disponibilizadas) padrão do servidor é <tt>/usr/local/etc/httpd/htdocs/</tt>, mas eu prefiro o diretório <tt>/home/httpd/html</tt> (o padrão da Red Hat para o Apache). Se você quiser usar o su-exec (veja as facilidades especiais guiaixo) talvez você queira mudar o diretório também. O diretório root do servidor também pode ser alterado pelo arquivo de configuração. Mas também é bom compilá-lo junto com todo o resto, apenas se por um acaso o Apache não conseguir achar ou ler o arquivo de configuração. Todo o mais pode ser alterado pelos arquivos de configuração. Finalmente rode make para compilar o Apache. Se você encontrar problemas com a inclusão de arquivos que estão faltando, cheque as seguintes coisas. Certifique-se que você tem o kernel headers (arquivos inclusos) instalados para a sua versão de kernel. Certifique-se que você também tem os links simbólicos nos lugares: <tscreen><verb> /usr/include/linux deveria ser um link para /usr/src/linux/include/linux /usr/include/asm deveria ser um link para /usr/src/linux/include/asm /usr/src/linux deveria ser um link para o diretório fonte do Linux (ex.linux-2.0.30) </verb></tscreen> Links podem ser feitos com <tt>ln -s</tt>, ele funciona da mesma forma que o comando cp exceto que cria um link (<tt>ln -s source-dir destination-link</tt>) Quando o comando make tiver acguiado deverá haver um executável chamado httpd no diretório. Este arquivo precisa ser movido para o diretório bin. <tt>/usr/sbin</tt> ou <tt>/usr/local/sbin</tt> seriam boas escolhas. Copie os subdiretórios de configuração (conf), logs, e ícones da fonte para o diretório home do servidor. Após isso renomeie os 3 arquviso no subdiretório conf para obter a extensão a <tt>-dist</tt> (exemplo <tt>httpd.conf-dist</tt> torna-se <tt/httpd.conf/). Há muitos programas de suporte que estão incluídos com o Apache. Eles estão no diretório <tt>/support/ e precisam ser compilaos e instalados separadamente. A maioria deles você pode obter usando o makefile naquele diretório (cujo o qual é construído quando você roda o <tt/Configure/ script). Você não precisará de nenhum deles para rodar o Apache, mas alguns deles tornam as tarefas do administrador mais fácil. <sect1>Configurando <p> Agora você deve ter 4 arquivos no seu <tt/conf/ subdiretório (sob o diretório home do seu servidor). O <tt/httpd.conf/ configura o daemon do servidor (númeor da porta, usuário, etc). O <tt/srm.conf/ configura o documento árvore do root, especialmente manuseadores, etc. O <tt/access.conf/ configura a base para acessos. Finalmente o <tt/mime.types/ informa ao servidor qual o mime type que será enviando ao navegador para cada extensão. Os arquivos de configuração se auto-descrevem muito bem (repleto de comentários), comments), contanto que você entenda a linguagem. Você deverá ler todos minuciosamente antes de botar o seu servidor para trabalhar. Cada item de configuração está descrito na documentação do Apache. O arquivo <tt/mime.types/ não é realmente um arquivo de configuração. Ele é usado para o servidor traduzir as extensões de arquivo em mime-types para enviar ao navegador. A maioria dos mime-types mais comuns já estão neste arquivo. A maioria das pessoas não devem editar este arquivo. A medida que o tempo for passando, mais mime types serão adicionados para suportar novos programas. A melhor coisa a fazer é obter um novo arquivo de mime-types (e talvez uma nova versão do servidor) quando for necessário. Sempre se lembre de que quando você mudar os arquivos de configuração você deve reiniciar o Apache ou enviar um sinal SIGHUP com o <tt/kill/ para as mudanças passarem a ter efeito. Tenha certeza de mandar o sinal para o processo-pai e não para nenhum dos processos-filhos. O processo-pai normalmente tem o número de id mais baixo. O id do processo-pai também está no arquivo <tt/httpd.pid/ no diretório de log. Se acidentalmente mandar o sinal para um processo-filho o mesmo será cancelado e o processo-pai irá reiniciá-lo. Eu não irei explicar cada passo de configuração do Apache. Ao invés disso eu irei lidar com as edições específicas, escolhas a serem feitas e facilidades especiais. Eu recomendo que todos os usuários leiam todas as dicas de segurança da documentação do Apache. Ela também está disponível no site do Apache em: <url url="http://www.apache.org/docs/mics/security_tips.html">. <sect1>Hospedar websites virtuais <p> Hospedagem virtual é quando um computador tem mais de um nome de domínio. A maneira antiga de fazer isso era cada host virtual ter seu próprio endereço IP. A nova maneira usa apenas um endereço IP, mas não funciona bem corretamente com navegadores que não suportam HTTP 1.1. Minha recomendação para negócios é usar o IP para cada hospedagem virtual até que a maioria das pessoas possuam navegadores que suportem HTTP 1.1 (espere um ano ou dois para isso). Isto também dá uma ilusão de hospedagem virtual mais completa. Ambos os métodos podem dar a você capacidade de correio virtual (alguém pode confirmar isto?), e somente a hospedagem virtual baseada em IP permite a você também ter seu FTP virtual. Se for para um clube ou página pessoal, você poderia considerar compartilhar um IP para hospedagem virtual. Provavelmente será mais barato que a hospedagem baseada em IP e você estará salvando preciosos endereços IP. Você também pode misturar e/ou combinar os hosts virtuais por IP e IP compartilhado em um só servidor. Para maiores informações sobre hospedagem virtual visite o Apacheweek em: <urlurl="http://www.apacheweek.com/features/vhost">. <sect2>Hospedagem virtual baseada em IP <p> Neste método cada host virtual host tem seu próprio endereço IP. Determinando o endereço IP para qual a requisição foi feita, o Apache e outros programas dizer a qual domínio servir. Isto é um desperdício enorme da faixa de numeração IP. Pegue como exemplo os servidores ondem meu domínio virtual está guardado. Eles possuem mais de 35.000 contas virtuais, o que significa 35.000 endereços IP. Eu ainda acredito pela última conta que eles tem menos de 50 servidores rodando. Configurando isto é um processo de duas partes. A primeira é configurar o Linux para aceitar mais de um endereço IP. A segunda é configurar o Apache para servir como um host virtual. O primeiro passo de configuração do Linux para aceitar múltiplos endereços IP é criar um novo kernel. Isto funciona melhor com kernels da série 2.0 (ou maior). Você precisa incluir suport para IP networking e IP aliasing. Se você precisar de ajuda para compilar o kernel veja o <url name="kernel howto" url="http://sunsite.unc.edu/LDP/HOWTO/Kernel-HOWTO.html">. No próximo ítem você precisa configurar a interface para inicialização. Se você estiver usando a distribuição da Red Hat então isto pode ser feito pelo Painel de Controle. Inicie o X-windows como root e você verá um painel de controle. Então dê um clique duplo na configuração de rede (network configuration). Depois vá para o painel de interfaces e selecione a sua placa de rede. Então clique alias na base da tela. Preencha as informações e clique done. Isto precisará ser feito para cada host virtual/endereço IP. Se você estiver usando outras distribuições talvez você tenha que fazer isso manualmente. (NT: o Linuxconf também permite realizar essas configurações.) Você pode apenas por os comandos no arquivo <tt/rc.local/ em <tt>/etc/rc.d</tt> (realmente eles deveriam ir para a parte de rede). Você precisa ter um comando <tt/ifconfig/ e <tt/route/ para cada dispositivo. Os endereços configurados como atalhos são dados como subdispositivos do principal. Por exemplo eth0 teria como atalhos eth0:0, eth0:1, eth0:2, etc. Aqui está um exemplo de um dispositivo como atalho: <tscreen><verb> ifconfig eth0:0 192.168.1.57 route add -host 192.168.1.57 dev eth0:0 </verb></tscreen> Você pode adicionar um endereço de broadcast e uma máscara de rede para o comando ifconfig. Se você tiver um monte de atalhos você pode querer criar um loop para torná-los mais fáceis. Para maiores informações veja o <url name="IP alias mini howto" url="http://sunsite.unc.edu/LDP/HOWTO/mini/IP-Alias.html">. Então você precisa configurar seu servidor de nomes de domínio (DNS) para servir estes novos domínios. Se você não tem seu próprio domínio, você precisa contatar a <url name="Internic" url="http://www.internic.net"> para registrar os nomes de domínio. NT: para o Brasil aponte seu browser para <url name="Fapesp" url="http://www.fapesp.br"> Veja o DNS-COMO FAZER para informações de como configurar seu DNS. Finalmente você tem que configurar o Apache para servidor de domínio virtual corretamente. Isto está no arquivo de configuração <tt/httpd.conf/ próximo do fim. Eles lhe dão um exemplo para prosseguir. Todos os comandos específicos para o host virtual são colocados entre as tags de ordem <tt/virtualhost/ . Você pode por praticamente qualquer comando ali. Usualmente você configura diferentes documentos para o root, diretório do script e arquivos de logs. Você pode ter quase um número ilimitado de hosts virtuais adicionando mais tags de ordem <tt/virtualhost/ . Em casos raros talvez você precise rodar servidores separados se a ordem é necessária para cada host virtual, mas não é permitida nas tags do host virtual. Isto é feito usando a diretiva "bindaddress". Cada servidor irá ter um nome e arquivo de configuração diferentes. Cada servidor responde somente para um endereço IP, especificado pela diretiva "bindaddress". Isto é um incrível desperdício de recursos dos sistema. <sect2>Hospedagem Virtual por compartilhamento de IP<p> Este é um novo modo de hospedagem virtual. Ela usa um único endereço IP, desse modo conservando o endereço IP para máquinas reais (não as virtuais). No exemplo usado acima aqueles 30.000 hosts virtuais irão usar apenas 50 endereços IP (um para cada máquina). Isto é feito usando o novo protocolo HTTP 1.1. O navegador informa ao servidor qual o site que ele deseja quando ele envia a requisição. O problema é os navegadores que não suportam HTTP 1.1 irá obter as páginas principais dos servidores, cujo o qual poderia estar configurado para prover um menu de hosts virtuais disponíveis. Isto arruína toda a ilusão de hospedagem virtual. A ilusão que você tem do seu próprio servidor. A configuração é muito mais simples que a hospedagem baseada em IP. Você ainda precisa obter seu domínio da Internic e configurar seu DNS. Agora os pontos do DNS vão para o mesmo endereço IP que o do domínio original. Então o Apache é configurado da mesma forma que antes. Desde de que você está usando o mesmo endereço IP nas tags de virtualhost, já é definido que você quer usar hospedagem virtual por compartilhamento de IP. Há uma série de acertos usados para navegadores velhos. Eu irei explicar o melhor deles. Primeiro você precisa criar suas páginas principais como um host virtual (tanto o baseado em IP ou por compartilhamento de IP). Isso libera a página principal e uma lista de links para todos os seus hosts virtuais. Depois você precisa fazer uma porta dos fundos para os navegadores antigos entrarem. Isto é feito usando a ordem <tt/ServerPath/ para cada host virtual dentro da ordem <tt/virtualhost/ . Por exemplo, adicionando <tt>PathdoServidor /meusite/</tt> para www.meusite.com navegadores antigos poderam acessar o site por www.meusite.com/meusite/. Então você põe a página default no servidor principal que educadamente pede a eles para usarem um navegador mais atualizado e lista links para todas as portas dos fundos de todos os sites que você hospeda na sua máquina. Quando um navegador antigo acessa o site ele será enviado para a página principal, e obterá o link para a página correta. Novos navegadores nunca verão a página principal e irão diretamente para os hosts virtuais. Você deve se lembrar de manter todos seus links relativos com os websites, porque a páginas serão acessadas por duas url's diferentes (www.meusite.com e www.meusite.com/meusite/). Espero que eu não tenha feito você se perder, mas isso não é uma tarefa fácil. Talvez você deva considerar a hospedagem baseada em IP de qualquer maneira. Um retrguialho muito similar está explicado também no site do Apache em: <url url="http://www.apache.org/manual/host.html">. Se alguém tiver uma grande fonte de informação sobre hospedagem por compartilhamento de IP, eu gostaria de ser informado. Seria bom saber qual a percentagem de navegadores que suportam HTTP 1.1 e ter uma lista dos mesmos (incluindo a versão) que suportem esse protocolo. <sect1>Scripts CGI <p> Há duas maneiras de dar aos seus usuáris a capacidade de usar scripts CGI. A primeira é fazer com que tudo termine em um <tt/.cgi/ script CGI. A segunda é criar diretórios de scripts (normalmente chamados de <tt/cgi-bin/). Você também pode usar ambos os métodos. Para funcionar em qualquer um dos métodos os scripts CGI precisam ser executáveis (<tt/chmod 711/). Dando aos seus usuários acesso à scripts você estará criando um grande risoc de segurança. Certifique-se de fazer as suas tarefas administrativas para minizar os riscos de segurança. Eu prefiro usar o primeiro método, especialmente para criação de scripts complexos. Isso permite você colocar scripts em qualquer diretório. Eu gosto de por meus scripts com as páginas de web cuja as quais eles trguialham junto. Para sites com muitos scripts isso fica muito melhor do que ter um diretório cheio de scripts. Isto é fácil de configurar. Primeiro remova o comentário do manipulador <tt/.cgi/ no fim do arquivo <tt/srm.conf/ . Então certifique-se que todos os diretórios tem a <tt/ opção ExecCGI/ ou <tt/All/ no arquivo <tt/access.conf . Criar diretórios de scripts é considerado mais seguro. Para criar um diretório de script você usa a ordem de atalho de script (ScriptAlias) no arquivo <tt/srm.conf. O primeiro argumento é o alias e o segundo é o diretório atual. Por exemplo <tt>ScriptAlias /cgi-bin/ /usr/httpd/cgi-bin/</tt> tornaria capaz o <tt>/usr/httpd/cgi-bin</tt> capaz de executar scripts. Este diretório seria usado quando alguém solicitar pelo diretório <tt>/cgi-bin/</tt>. Por razões de segurança você deveria também mudar as propriedades do diretório para <tt>Options none, AllowOveride none</tt> no <tt/access.conf/ (apenas tire o # do exemplo que está lá). Também não crie subdiretórios dos seus scripts dos diretórios nos diretórios da sua web page. Por exemplo se você está hospedando páginas de <tt>/home/httpd/html/</tt>, não crie o diretório de script <tt>/home/httpd/html/cgi-bin</tt>; Ao invés disso, faça-o como <tt>/home/httpd/cgi-bin</tt>. Se você quiser que seus usuários tenham seus próprios diretórios de scripts você pode usar múltiplos comandos <tt/ScriptAlias/ . Hosts virtuais devem ter o comando <tt/ScriptAlias/ dentro das tags de diretrizes <tt/virtualhost/ . Alguém conhece um jeito simples de permitir todos os usuários de ter um diretório cgi-bin sem comandos individuais de Scrip/tAlias ? <sect1>Diretórios Web dos usuários <p> Há duas maneiras de lidar com diretórios web dos diretórios. O primeiro é ter um subdiretório sob o diretório home do usuário (normalmente <tt/public_html/). O segundo é ter uma árvore de diretórios completamente diferente para os diretórios web. Com os dois métodos tenha certeza de configurar as opções de acesso para esses diretórios no aquivo <tt/access.conf/ . O primeiro método já está configurado no Apache por padrão. Sempre que é feita uma requisição para <tt>/~beto/</tt> ela irá procurar pelo diretório <tt/public_html/ dentro do diretório home de beto. Você pode alterar esse diretório com a diretiva <tt/UserDir/ no arquivo <tt/srm.conf/ . Este diretório precisa ter as permissões para leitura e execução (lx). Este método cria um risco de segurança porque para o Apache acessar esse diretório, o diretório home do usuário necessariamente deve ter permissões para execução. O segundo método é fácil de configurar. Você precisa apenas mudar a diretiva <tt>UserDir</tt> no arquivo <tt>srm.conf</tt>. Ele possui muitos formatos direfentes; talvez seja melhor você consultar a documentação do Apache para maiores esclarecimentos. Se você quiser que cade usuário tenha seu próprio diretório sob <tt>/home/httpd/</tt>, você deveria usar <tt>UserDir /home/httpd</tt>. Então quando a requisição foi feita para <tt>/~beto/</tt> ela seria "traduzida" para <tt>/home/httpd/beto/</tt>. Ou se você quiser ter um subdiretório sobre o diretório de beto você deveria usar <tt>UserDir /home/httpd/*/html</tt>. Isto seria traduzido para <tt>/home/httpd/beto/html/</tt> e deveria permitir você a ter um diretório de script também (por exemplo <tt>/home/httpd/beto/cgi-bin/</tt>). <sect1>Modo daemon vs. Modo inetd <p> Há duas maneiras em que o Apache pode ser rodado. Uma é como um daemon que está sempre rodando (o Apache chama isso de standalone). A segunda maneira é usar o inetd super-server. O modo daemon é muito mais superior do que o modo inetd. O Apache é configurado por padrão para usar o modo daemon. A única razão para usar o modo inetd é para aplicações com de pouco uso, como testes internos de scripts, Intranets de pequenas empresas, etc. O modo inetd irá salvar mais memória porque o apacha será carregado conforme necessário. Somente o daemon do inetd ficará remanescente na memória. Se você não usa o Apache com freqüência talvez você queira guardar ele no modo daemon iniciar ele apenas quando necessário. Então você pode "matar" ele quando você terminar (tenha certeza de matar o processo pai e não um dos processos filhos). Para configurar o modo inetd você tem que editar alguns arquivos. O primeiro é o <tt>/etc/services</tt> veja se http já está lá. Se não estiver então adicione: <tscreen><verb> http 80/tcp </verb></tscreen> Bem depois de 79 (finger) seria um bom lugar. Então você precisa editar o arquivo <tt>/etc/inetd.conf</tt> e adicionar a linha para o Apache: <tscreen><verb> http stream tcp nowait root /usr/sbin/httpd httpd </verb></tscreen> Tenha certeza de alterar o path se você tiver o Apache numa localização diferente. E o segundo httpd não é um typo; o daemon inet requisita isso. Se você não estiver usando atualmente o daemon inet, você deve comentar todo o resto das linhas do arquivo então você não ativará os outros serviços (FTP,finger, telnet, e muitas outras coisas que normalmente se roda deste daemon). Se você já estiver rodando o daemon inet (<tt/inetd/), então você só precisa enviar o sinal SIGHUP (via kill; veja o man page do kill para maiores informações) ou reinicie o computador para as mudanças terem efeito. Se você não estiver rodando o <tt>inetd</tt> então você pode iniciar ele manualmente. Você deve adicioná-lo nos seu arquivo init para que ele seja carregado no boot ( o arquivo <tt/rc.local/ talvez seja uma boa escolha). <sect1>Permitindo a inserção e remoção de comandos <p> As novas ferramentes de publucação na web suporta este método de upload de páginas port http (ao invés de FTP). Alguns desses produtos nem suportam mais FTP! O Apache suporta isto, mas existe a necessidade de um script para lidar com as requisições. Este script poderia ser um grande buraco na segurança, portanto tenha certeza do que você está fazendo antes de tentar escrever ou instalar um. Se alguém souber de um script que funcione por favor me avise que eu irei inserir o endereço aqui. Para maiores informações vá ao artigo do Apacheweek's em: <url url="http://www.apacheweek.com/features/put">. <sect1>Autentificação de usuários/Controle de acesso <p> Esta é uma de minhas facilidades favoritas. Ela permite que você proteja com senha um diretório ou arquivo sem usar scripts CGI. Ela permite que você negue ou garanta acesso baseado no endereço IP ou no nome de domínio do cliente. Esta é uma grande facilidade por manter intrusos das suas caixas de mensagens e livros de visitantes (você obtêm o IP ou o nome de domínio dos arquivos de log). Para permitir a autentificação do usuário o diretório precisa ter <tt>AllowOverrides AuthConfig</tt> configurado no arquivo <tt/access.conf/ . Para permitir controle de acesso (por domínio ou endereço IP) AllowOverridades Limit precisa estar configurado para aquele diretório. Configurar o diretório envolve colocar um arquivo <tt/.htaccess/ dentro do diretório. Para autentificação de usuário é normalmente usado um arquivo <tt/.htpasswd/ e opcionalmente o arquivo <tt/.htgroup/ Estes arquivos podem ser dividos entre múltiplos arquivos <tt/.htaccess/ se você desejar. Por razões de segurnaça eu recomendo que todos usem estas diretivas no arquivo access.conf: <tscreen><verb> <files ~ "/\.ht"> order deny,allow deny from all </files> </verb></tscreen> Se você não é o administrador do sistema você também pode por no seu arquivo .htaccess se AllowOverride Limit está configurado no seu diretório. Esta diretiva irá prevenir que pessoas olhem dentro dos seus arquivos de controle de acesso (.htaccess, .htpasswd, etc). Há muitas opções e tipos de arquivos diferentes que podem ser usados como controle de acesso. Portanto está fora do alcance deste documento descrever esses arquivos. Para maiores informações de como configurar a facilidade de Autentificação de usuário veja o Apacheweek em <url url="http://www.apacheweek.com/features/userauth"> ou as páginas do NCSA em: <url url="http://hoohoo.ncsa.uiuc.edu/docs-1.5/tutorials/user.html">. <sect1>su-exec <p> A facilidade do su-exec roda scripts CGI como se fosse o usuário-dono. Normalmente ele roda como o usuário do servidor web (normalmente ninguém). Isto permite que usuários acessem seus próprios arquivos em scripts CGI sem criá-los com permissão de escrita a todos (um buraco na segurança). Mas se você não tomar cuidado você pode criar um buraco ainda maior na segurança usando o código su-exec. O código su-exec faz verificações de segurança antes de executar os scripts, mas se você configurá-los de forma errada você terá um buraco na segurança. O código su-exec não é para amadores. Não o use se você não souber o que está fazendo. Você pode terminar boquiaberto com um furo na segunrança onde seus usuários podem ganhar acesso equivalente ao root do seus sistema. Não modifique o código por nenhuma razão. Tenha certezade ler toda a documentação cuidadosamente. O código su-exec é difícil de configurar para um propósito para manter os amadores fora (tudo precisa ser feito manualmente, sem make file, sem nenhum script de instalação). O código su-exec reside no diretório do fonte <tt/support/ . Primeiro você precisa editar o arquivo <tt/suexec.h/ do seu sistema. Então você precisa compilar o código su-exec com este comando: <tscreen><verb> gcc suexec.c -o suexec </verb></tscreen> Então copie o executável do suexec para o diretório apropriado. O default do Apache default é <tt>/usr/local/etc/httpd/sbin/</tt>. Isto pode ser alterado editando <tt/httpd.h/ fonte do Apache e recompilando o mesmo. O Apache irá olhar apenas neste diretório, ele não irá procurar pelo path. Depois o arquivo precisa ser mudado para pertencer ao root (<tt/chown root suexec/) e o bit do suid precisa ser configurado (<tt/chmod 4711 suexec/). Finalmente reinicie o Apache, e ele deverá mostrar uma mensagem no console que o su-exec está sendo usado. Os scripts CGI devem ser configurados como executáveis. Eles irão ser executados automaticamente como se fossem o dono do script GCI. Se você definiu o SUID set user id) bit nos scripts CGI eles não irão rodar. Se o diretório ou arquivo tem permissões de escrita para todos ou para o grupo o script não será executado. Scripts possuídos pelos usuários do sistema não serão executados (root, bin, etc.). Para outras condições de segurança é necessário checar a documentação do su-exec. Se você estiver tendo problemas verifique o arquivo de log su-exec chamado de <tt/cgi.log/. O su-exec não funciona se você estiver rodando o Apache pelo inetd, ele só funciona no modo daemon. Isso será arrumado na próxima versão pois não haverá mais o modo inetd. Se você gosta de mexer com código fonte, você pode editar o http_main.c. Se você quiser se livrar da linha onde o Apache anuncia que ele está usando o anúncio do su-exec (Ele erroneamente imprime isso na frente da saída de tudo). Certifique-se e leia a documentação do Apache sobre o su-exec. Ela está incluída com o fonte e está disponível no websire do Apache em: <url url="http://www.apache.org/docs/suexec.html"> <sect1>Mapas de imagens <p> O Apache tem a habilidade de lidar com serviços de mapas de imagens. Mapas de imagens são imagens nas páginas web que levam usuários para diferentes localizações dependendo da posição onde estes clicam na figura. Para habilitar o Mapa de imagens certifique-se que o módulo imagemap está instalado (é um dos módulos padrão). Depois você precisa descomentar o a linha <tt/.map/ no final do arquivo <tt/srm.conf/ . Agora todos os arquivos terminados em <tt/.map/ serão arquivos de mapa de imagem. Arquivos de mapa de imagem diferem áreas diferentes para separar os links. O Apache usa arquivos de mapas no formato padrão do NCSA. Aqui está um exemplo de um arquivo de mapa numa página web: <tscreen><verb> <a href="/map/mapfile.map"> <img src="picture.gif" ISMAP> </a> </verb></tscreen> Neste exemplo <tt/mapfile.map/ é o arquivo de mapa, e <tt/picture.gif/ é a imagem onde que deverá ser clicada. Há muitos programas que podem gerar arquivos de mapa compatíveis com o NCSA ou você pode criá-los por você mesmo. Para informações mais detalhadas de mapas de imagens e arquivos de mapa veja a facilidade no Apacheweek em: <url url="http://www.apacheweek.com/features/imagemaps">. <sect1>SSI/XSSI <p> Server Side Includes (SSI) adiciona conteúdo dinâmico ao contrário das páginas web estáticas. Os includes (inclusões) estão imbutidos nas páginas web como comentários. O servidor web então analiza essas inclusões e passa os resultados para o web server. O SSI pode adicionar cabeçários e rodapés para os documentos, adiciona a data de quando foi a última vez que o documento foi atualizado, executar um comando de sistema ou um script CGI. Com o novo eXtended Server Side Includes (XSSI) você pode fazer muito mais. XSSI adiciona variáveis e condições de controle de fluxo (if, else, etc). É praticamente como ter uma linguagem de programação para se trguialhar com. Analisando todos os arquivos html para comandos SSI seria um desperdício dos recursos do sistema. Portanto você precisa distinguir arquivos html normais daqueles que contêm comandos SSI. Isto é normalmente feito alterando-se a extensão dos arquivos que contêm comandos SSI. Normalmente é utilizada a extensão <tt/.shtml/ . Para habilitar o SSI/XSSI primeiro se certifique que os módulos de inclusões (includes) estão instalados. Então edite o arquivo <tt/srm.conf/ e descomente as diretivas <tt/AddType/ e <tt/AddHandler/ para os arquivos <tt/.shtml/ . Finalmente configure <tt/Options Includes/ para todos os diretórios onde você quer rodar os arquivos SSI/XSSI. Isto é feito no arquivo <tt/access.conf/ . Agora todos os arquivos com a extensão <tt/.shtml/ serão analizados pelos comandos SSI/XSSI. Outro método de habilitar as inclusões é usar a diretiva <tt/XBitHack/ . Se você habilitar isso, ela irá verificar se o arquivo é executável pelo usuário. Se for e o <tt/Options Includes/ está naquele diretório, então ele será tratado como se fosse um arquivo SSI. Isto só funciona it is treated as an SSI file. Isto somente funciona para arquivos com os mime type texto/html (<tt/.html .htm/ files). Este não é o método preferido. Existe um risco de segurança quando se permite o SSI para executar comandos de sistema e scripts CGI. Portanto é possível desabilitar esta facilidade com a opção <tt/Option IncludesNOEXEC/ ao invés de Option Includes no arquivo <tt/access.conf/ . Todos os outros comandos continuaram funcionando. Para maiores informações veja a documentação dos mod_includes do Apache que vêem junto com o fonte. Ela está disponível também no website em: <url url="http://www.apache.org/docs/mod/mod_include.html">. Para maiores informações sobre implementação do SSI/XSSI veja o Apacheweek feature em: <url url="http://www.apacheweek.com/features/ssi">. Para maiores informações sobre comandos SSI veja a documentação do NCSA em: <url url="http://hoohoo.ncsa.uiuc.edu/docs/tutorials/includes.html">. Para maiores informações sobre comandos XSSI vá para: <url url="ftp://pageplus.com/pub/hsf/xssi/xssi-1.1.html">. <sect1>Sistemas de Módulos <p> O Apache pode ser extendido para suportar praticamente qualquer coisa com módulos. Já existem muitos módulos, mas somente os de interesse geral estão incluídos com o Apache. Para links dos módulos existentes vá para: Registro dos módulos do Apache em: <url url="http://www.zyzzyva.com/module_registry/">. Informações sobre programação de módulos: <url url="http://www.zyzzyva.com/module_registry/reference/"> <!-- Adendos para Web Server ======================= --> <sect>Adendos para Web Servers <p> Lamento, mas essa seção ainda não foi escrita. Logo você verá aqui: mSQL, PHP/FI, cgiwrap, Fast-cgi, extensões do MS frontpage, e outras informações <!-- WWW = Perguntar frequentes == SEÇÃO ======================================== --> <sect>Seção de Intranet <p> <p> Em termos simples, a <BF>Intranet</BF> é o termo descritivo sendo usado para implementação de tecnologias da Internet na organização da corporação, ao invés de conexão externa para a Internet. Esta implementação é feita de tal maneira que seja, de maneira transparente, um modo de distribuir a imensa quantidade de informações que uma corporação para cada desktop individual com o mínimo custo, tempo e esforço. Este documento tenta explicar em termos simples como configurar uma Intranet usando ferramentas cuja as quais estão prontamente disponíveis e são geralmente de custo baixo ou de livre uso. <p> Este documento assume que você já sabe como configurar o TCP/IP no seu servidor Linux e conectá-lo fisicamente a sua LAN usando uma placa de rede Ethernet. Ele também assume que você tenha um conhecimento básico de Netware, WinNT e sistemas Mac. A configuração do servidor Netware está sendo apresentado aqui usando-se a versão 3.1x como base. Você também pode usar o INETCFG para alcançar o mesmo resultado. A discussão quanto às máquinas clientes será relacionada com o Windows 3.1x, Windows for Workgroups e Win95, WinNT e o Apple PowerMac. <P> Eu estou usando os endereços privados de rede (RFC-1918) 172.16.0.0 e 172.17.0.0 somente como examplos. Você pode escolher endereços mais adequados a sua configuração. <quote><verb> Servidor Servidor Servidor Linux Netware WFWG/WinNT 172.16.0.1 172.16.0.2 172.16.0.3 | | | 172.16.0.0 ------+-----+-----+--------+--+-------------- | | 172.16.0.254 W/S 1 Roteador 172.16.0.5 | 172.17.0.254 | ----------+-------+-------- 172.17.0.0 | W/S 2 172.17.0.5 </verb></quote> <sect1>Pré-requisitos <p> Você precisará dos seguintes softwares antes de tentar a instalação. <itemize> <item>o software do servidor HTTP pode ser baixado do OneStep NCSA HTTPd Downloader em: <htmlurl url="http://hoohoo.ncsa.uiuc.edu/docs/setup/OneStep.html" name="http://hoohoo.ncsa.uiuc.edu/docs/setup/OneStep.html">. <item>O cliente Novell Netware está disponível em: <htmlurl url="HTTP://support.novell.com/" name="HTTP://support.novell.com/"> (Os arquivos TCP/IP estão incluídos com o cliente). <item>O cliente TCP/IP da Microsoft está disponível em: <htmlurl url="HTTP://www.microsoft.com/" name="HTTP://www.microsoft.com/"> <item>O cliente Apple MacTCP está disponível em: <htmlurl url="HTTP://www.apple.com/" name="HTTP://www.apple.com/"> <item>WWW Browsers como Netscape em: <htmlurl url="HTTP://home.netscape.com/" name="HTTP://home.netscape.com/"> ou MS Internet Explorer em: <htmlurl url="HTTP://www.microsoft.com/" name="HTTP://www.microsoft.com/"> ou ainda NCSA Mosaic em: <htmlurl url="http://www.ncsa.uiuc.edu/SDG/Software/Mosaic/NCSAMosaicHome.html" name="http://www.ncsa.uiuc.edu/SDG/Software/Mosaic/NCSAMosaicHome.html"> </itemize> <sect1>Novas versões deste documento <p> Novas versões do COMO FAZER Servidor Linux de Intranet será periodicamente colocado em comp.os.linux.announce e comp.os.linux.help. Eles tambéms serão enviados para vários sites de FTP do Linux, incluindo sunsite.unc.edu. <p> A última versão deste documento está disponível no formato html em: <htmlurl url="http://www.linuxports.com/" name="http://www.linuxports.com/"> <sect1>Comentários e sugestões <p> Se você tem perguntar ou comentários sobre este documento, por favor sinta-se à vontade para enviar-me um e-mail para Mr. Poet, em <htmlurl url="mailto:poet@linuxports.com" name="poet@linuxports.com">. Sugestões, críticas e e-mails sempre são bem-vindos. Se você achar algum erro neste documento, por favor sinta-se a vontade de me avisar pois assim poderei corrigir o documento na próxima versão. <sect>Instale o serividor HTTP <p> Quando você baixa o servidor você tem duas opções: pegar o código-fonte e compilá-lo você mesmo, ou obter os binários pré-compilados. Os binários pré-compilados para a versão Linux (ELF) estão disponíveis na NCSA mas em versões desatualizadas. <sect1>Preparações antes do download <p> O servidor NCSA irá guiar você através de passos para as opções de configuração e para preparar os arquivos para você. Mas antes de você tentar fazer o download do HTTPd esteja preparado para responder as seguintes questões: <sect2>O sistema operacional <p> Primeiro você deve ser decidir se baixo o código-fonte ou a versão pré-compilada do software. Se seu sistema não aparecer no menu, então você terá que obter o código-fonte padrão, e compilá-lo você mesmo. <p> Para checar a versão do seu Linux vá para o prompt da sua máquina e digite: <tscreen><verb> linux:~$ uname -a </verb></tscreen> e você terá uma resposta similiar a isto: <tscreen><verb> linux:~$ uname -a Linux linux 2.0.29 #4 Tue Sep 13 04:05:51 CDT 1994 i586 linux:~$ </verb></tscreen> <p> A versão do Linux é 2.0.29. <p> Os parâmetros remanescentes podem ser especificados antes do download ou configurados moficando-se o arquivo <tt>srm.conf</tt> no diretório <tt>/usr/local/etc/httpd/conf</tt>. Os nomes dos das diretivas atuais que aparecem no arquivo <tt>httpd.conf</tt> são aqueles entre colchetes. A única excessão é a diretiva DocumentRoot que aparece no arquivo <tt>srm.conf</tt> <sect2>Tipo de processo (ServerType) <p> Isto especifica como sua máquina irá rodar o servidor HTTPd. O método preferido é "standalone". Isto faz com que o daemon do HTTP esteja rodando constantemente. Se você escolher carregar o HTTPd sob "inetd", o servidor binário será carregado na memória para cada requisição, o que pode tornar seu servidor mais lento. <sect2>Binding Port (Port) <p> Isto especifica a qual porta o da sua máquina o daemon HTTPd irá se unir e aguardar por requisições HTTP. Se você pode se logar como "root" use a configuração padrão (porta 80). Ou então escolha uma entre 1025 e 65535. <sect2>Identidade do usuário do servidor (User) <p> Este é o id do usuário que o servidor irá mudar quando estiver respondendo requisições e atuando em arquivos. Esta questão precisa ser respondida somente se você estiver rodando o servidor como "standalone". Se você é um usuário sem permissões do root, apenas use o seu própiro nome de login. Se você é um adminitrador do sistema, você talvez queira criar um usuário especial para que então você defina as permissões dos arquivos. <sect2>Identidade do grupo usuário do servidor (Group) <p> Este é o id do grupo que o servidor irá mudar quando estiver respondendo requisições a atuando em arquivos. Isto é similar a Identidade do usuário do servidor e é aplicável se você estiver rodando o servidor fora da rede (standalone). <p> Se você não possuir permissões equivalentes ao root, apenas use o nome do seu grupo primário. Para descobrir que nome é esse digite <bf>groups</bf> no prompt do Linux. <sect2>Endereço do adminitrador do servidor (ServerAdmin) <p> Este é o e-mail que o usuário deve mandar uma mensagem quando estiver reportando um problema com o servidor. Você pode colocar seu endereço de e-mail pessoal. <sect2>Localização do diretório do servidor (ServerRoot) <p> Aqui é onde irá residir o servidor no seu sistema. Se você não possuir permissões root deixe o na sua localização recomendada <tt>/usr/local/etc/httpd</tt>. Se você não puder efetuar o login crie um subdiretório dentro do seu diretório home. Você pode determinar o nome do seu diretório home digitando o comando <bf>pwd</bf>. <sect2>Localização dos arquivos HTML (DocumentRoot) <p> Aqui é onde os arquivos HTML que serão acessados estarão localizados. A localização padrão é <tt>/usr/local/etc/httpd/htdocs</tt>. Você pode entretanto configurar ele para ser o diretório home do usuário especial que você definiu na Identidade do usuário do servidor ou um subdiretório no seu home se você não puder efetuar o login como root. <P> Quando em dúvida, use as configurações padrão. Agora que você tem as questões acima respondidas você pode fazer o download do HTTPd NCSA em: <htmlurl url="http://hoohoo.ncsa.uiuc.edu/docs/setup/OneStep.html" name="http://hoohoo.ncsa.uiuc.edu/docs/setup/OneStep.html">. Você deve ler a documentação do HTTPd em: <htmlurl url="http://hoohoo.ncsa.uiuc.edu/docs/" name="http://hoohoo.ncsa.uiuc.edu/docs/"> antes de tentar a instalação. Se você estiver planejando compilar o código então você precisa modificar os makefiles em cada uma dos três diretórios <tt>support, src, cgi-src</tt>. Se sua versão de Linux já é suportada então você apenas tem que digitar <bf>make linux</bf> no diretório mais alto (i.e. <tt>/usr/local/etc/httpd</tt>) <sect1>Compilando o HTTPd <p> Compilar é simples, você apenas digita <tt>make linux</tt> no prompt no diretório raiz do sistema. <bf>Note:</bf> Usuário do Linux Pre-ELF tem que descomentar <tt>#define NO_PASS</tt> no arquivo <tt>portability.h</tt> e configurar <tt>DBM_LIBS= -ldbm</tt> no <tt>Makefile</tt> antes de compilar o HTTPd. <sect>Testando o HTTPd <p> Depois de você ter instalado o HTTPd, efetue o login como root e inicio-o digitando <bf>httpd & </bf> (assumindo que você instalou ele como standalone). Você deve agora ser capaz de vê-lo na lista gerada pelo comando <bf>ps</bf>. O modo mais simples de testar o HTTPd é pelo Telnet. No prompt do Linux digite <tscreen><verb> linux:~$ telnet 172.16.0.1 80 </verb></tscreen> onde 80 é a porta padrão para o HTTP. Se você tiver configurado "Port" com algo diferente então digite outro número no lugar deste. Você deve obter uma resposta que se pareça com isso: <tscreen><verb> Trying 172.16.0.1... Connected to linux.mydomain. Escape character is '^]'. </verb></tscreen> Agora se você digitar qualquer caracter e pressionar ENTER você terá uma resposta similar a descrita guiaixo: <tscreen><verb> HTTP/1.0 400 Bad Request Date: Wed, 10 Jan 1996 10:24:37 GMT Server: NCSA/1.5 Content-type: text/html <HEAD><TITLE>400 Bad Request < /TITLE> < /HEAD> <BODY><H1>400 Bad Request < /H1> Your client sent a query that this server could not understand.<P> Reason: Invalid or unsupported method.<P> < /BODY> </verb></tscreen> <P> Agora você está pronto para conectar neste servidor usando um PC ou um navegador WWW. <sect>Conectando no servidor Linux <p> Por favor use como referência o esquema mostrado no capítulo <ref id="Intro" name="Introduction"> como o esquema de endereçamento a ser usado. A Workstation 1 (W/S1) está na rede 172.16.0.0 e pode acessar o Servidor Linux diretamente enquanto a Workstation 2 (W/S2) está na rede 172.17.0.0 e precisa usar o gateway (router) 172.17.0.254 para acessar o Linux. Esta informação sobre o gateway precisa ser providenciada enquanto se configura clientes somente na W/S2. Netware refere-se ao gateway como "ip_router". <p> Eu estou usando a W/S2 para ilustrar a configuração de um cliente. Para configurar a W/S1 apenas mude o endereço 172.17.0.5 para 172.16.0.5 e ignore todas as referências para o gateway/router. <p> Se você não possuir um router você pode pular para a próxima seção e proceder. <itemize> <item><ref id="SetupNW" name="Setup Netware Server"> se você estiver usando um servidor Netware. <item><ref id="MSClient" name="Setup MS Windows Client"> se você usa um cliente Microsoft. </itemize> <sect1>Configure o servidor Linux <p> <BF>Você pode pular esta seção se você não possui um router.</BF> <p> Você tem que configurar o servidor Linux para ele reconhecer o router além de permitir a Workstation 2 conectar o servidor Web. Para configurar o servidor Linux você deve efetuar o login como root. No prompt do servidor digite: <tscreen><verb> route add gw default 172.16.0.254 </verb></tscreen> Para usar este gateway toda vez que você reiniciar o servidor Linux edite o arquivo <tt>/etc/rc.d/rc.inet1</tt> e mude a linha que contem a definição do gateway para <tt>GATEWAY = "172.16.0.254"</tt>. Certifique-se que a linha sobre o router não está comentada. <p> ALT: Você pode adicionar roteadores para as redes do outro lado do roteador. Isto seria feito digitando-se: <tscreen><verb> route add -net 172.17.0.0 gw 172.16.0.254 </verb></tscreen> Para adicionar este roteador toda a vez que você reiniciar o Linux adicione este comando no seu arquivo <tt>/etc/rc.d/rc.local</tt>. <P> <sect1>Configurando o servidor Netware<label id="SetupNW"> <p> Para configurar o servidor Netware você deve ter permissões de Supervidor ou pelo menos permissões de operador de console. Se isto não for possível, peça ao seu administrador de rede que o ajude a condigurá-lo. No servidor habilite o tipo de frame para Ethernet_II na LAN digitando estes comandos ou incluindo eles no arquivo AUTOEXEC.ncf. <tscreen><verb> load NE2000 frame=Ethernet_II name=IPNET load TCPIP bind IP to IPNET addr=172.16.0.2 mask=FF.FF.FF.0 </verb></tscreen> <P> Talvez você tenha que especificar o número do slot ou da placa enquanto estiver carregando o driver NE2000 dependendo da configuração da sua máquina.(eg: load NE2000 slot=3 frame=.....) <sect1>Configurando o Cliente Netware<label id="NWClient"> <p> No PC que você tem a escolha entre o Windows 3.1, Windows For WorkGrous, Windows 95 ou Windows 98. Os procedimentos para instalação diferem entre o Windows 95 e as suas versões mais antigas se você estiver usando um clinte de 32 bits da Microsoft ou da Novell. Se você irá usar um cliente de 16 bits, o procedimento é o mesmo e você pode buscar referências nas instruções de instalação do Windows 3.x. Para instalar o Windows 95 clientes de 32 bits pule para <ref id="NWWin95" name="Instalação do Windows 95">. <sect2>Windows 3.x<label id="NWWin"> <p> Se você estiver usando o Windows 3.1 ou o Windows For WorkGrourps você pode instalar o cliente Netware (VLMs) e alguns arquivos adicionais que estão com o disquete que contêm o TCP/IP, chamado de <p> TCPIP.exe, VTCPIP.386, WINSOCK.dll and WLIBSOCK.dll <P> Note que o arquivo WINDSOCK.dll daqueles que vêem junto com o Windows 95 e o Trumpt. Instale o Netware Client com suporte para Windows. Copie o VTCPIP.386, WINSOCK.dll e WLIBSOCK.dll para o diretório de sistema e o TCPIP.exe para o diretório NWCLIENT. Agora modifique o arquivo STARTNET.bat no diretório NWCLIENT para <tscreen><verb> lsl ne2000 ---> seu driver da placa de rede c:\windows\odihlp.exe ---->se você estiver usando Windows For Workgroups ipxodi tcpip ---> adicione esta linha nwip ---> se você usa Netware/IP vlm </verb></tscreen> <P> Crie um subdiretório (digamos)<tt>\NET\TCP</tt> e copie os arquivos HOSTS, NETWORKS, PROTOCOLS e SERVICES do <tt>/etc</tt> no seu servidor Linux ou do diretório <tt>SYS:ETC</tt> do seu servidor Netware. Edite o arquivo HOSTS copiado e adicione a linha para seu servidor Linux. Isto irá permitir que você se refira ao servidor Linux como <tt>http://linux.mydomain/</tt> ao invés de <tt>http://172.16.0.1/</tt> no seu navegador WWW <tscreen><verb> 127.0.0.1 localhost 172.16.0.1 linux.mydomain </verb></tscreen> <p> Edite o arquivo NET.cfg no diretório NWCLIENT <tscreen><verb> Link Driver NE2000 port 300 int 3 MEM D0000 FRAME Ethernet_802.2 ; ---- adicione estas linhas ---- FRAME Ethernet_II Protocol TCPIP PATH TCP_CFG C:\NET\TCP ip_address 172.17.0.5 ip_netmask 255.255.255.0 ip_router 172.17.0.254 ---> adicione apenas o endereço de seu gateway ---> se você tiver que usar um para alcançar ---> o servidor HTTP Link Support MemPool 6192 ---> o mínimo é 1024. Tente valores diferentes Buffers 10 1580 ---> este ganho pode ser ajustado ;--------------------------------- ; Você talvez precise adicionar estas linhas se você está Netware/IP ; NWIP NWIP_DOMAIN_NAME mydomain NSQ_BROADCAST ON NWIP1_1 COMPATIBILITY OFF AUTORETRIES 1 AUTORETRY SECS 10 </verb></tscreen> Edite o arquivo SYSTEM.ini no diretório WINDOWS e adicione esta entrada para o VTCPIP.386 <tscreen><verb> [386Enh] ..... network=*vnetbios, vipx.386, vnetware.386, VTCPIP.386 ..... </verb></tscreen> <p> Reinicie o seu PC, rode o STARTNET.bat e agora você pode usar seu browser favorito para acessar páginas web. Você não necessita se efetuar o logon na rede Netware e você não tem que rodar TCPMAN (se você usar o Trumpet Winsock). <sect2>Windows 95<label id="NWWin95"> <p> Esta seção explica como instalar o cliente 32 bits do Windows 95. Primeiramente você deve instalar o seguinte: <tscreen><verb> Cliente para Redes Netware (da Microsoft ou Novell) Protocolo TCP/IP da Microsoft Adaptador de rede </verb></tscreen> <p> Para instalar estes ítens, clique em Meu Computador, Painel de Controle, Redes. Clique em adicionar. Você estará em uma janela que mostra Cliente, Adaptador, Protocolo e Serviço. Para instalar o Cliente para Redes Netware: <tscreen><verb> 1. Clique duas vezes em cliente; 2. Clique no Microsoft ou Novell; 3. Clique duas vezes em Redes Netware. </verb></tscreen> <p> Para instalar o protocolo TCP/IP <tscreen><verb> 1. Clique duas vezes em protocolo; 2. Clique em Microsoft; 3. Clique duas vezes em TPC/IP. </verb></tscreen> <p> O Windows 95 instalar vários outros protocolos automaticamente. Remova-os clicando neles e clicando no botão Remover. Tipicamente o Windows 95 instala o protocolo NetBeui da Microsoft e um protocolo compatível com o IPX/SPX. Você pode apagar o protocolo NetBEUI, mas você irá precisar do protocolo IPX/SPX se você deseja efetuar o login no servidor Netware. <p> Para configurar o TCP/IP clique em TCP/IP, clique em propriedades, clique na guia de endereço IP. <tscreen><verb> Entre seu endereço IP na caixa "Especifique seu endereço IP" como 172.17.0.5 Na caixa de Subnetnet Mask entre com 255.255.255.0 </verb></tscreen> selecione a guia de Gateway <tscreen><verb> Entre com o endereço do seu gateway (roteador) na caixa Novo gateway como 172.17.0.254 Clique no botão Adicionar. </verb></tscreen> O endereço do gateway agora deve aparecer na cixa dos gateways instalados. Agora clique em Ok. <p> Você deve receber uma mensagem para reiniciar. Faça-o. Agora você deve ser capaz de usar o browser para conectar no seu servidor HTTP. <sect1>Configurando o cliente Microsoft<label id="MSClient"> <p> Se você está usando o cliente Microsoft para acessar a rede, esta seção explica como instalar o TCP/IP para. <itemize> <item><ref id="MSWFWG" name="Windows for Workgroups (WFWG)"> <item><ref id="MSWin95" name="Windows 95"> <item><ref id="MSWinNT" name="Windows NT 4.0"> </itemize> <BF>Nota: </BF>Para habilitar você a se referir ao servidor Linux como <tt>http://linux.mydomain/</tt> ao invés de <tt>http://172.16.0.1/</tt> no browser WWW e todos os seus comandos da intranet você precisa editar o arquivo <tt>hosts</tt>. Você também pode adicionar mais entradas para cade um de seus outros hosts (Netware, Unix, WinNT) da mesma forma. A família Windows guarda o arquivo HOSTS no diretório <tt>\WINDOWS</tt> ou no <tt>\WINDOWS\SYSTEM</tt> dependendo da versão. Edite este arquivo e adicione um linha sobre o servidor Linux dessa forma: <tscreen><verb> 127.0.0.1 localhost 172.16.0.1 linux.mydomain 172.16.0.2 netware.mydomain 172.16.0.3 winNT.mydomain 172.16.0.5 ws_1 </verb></tscreen> <sect2>Windows for Workgroups<label id="MSWFWG"> <p> Esta seção explica como instalar um cliente de 32 bits no WFWG. Primeiramente você deve baixar os drivers do TCP/IP para Windows da Microsoft. A versão atual é a 3.11b e está disponível em <htmlurl url="ftp://ftp.microsoft.com" name="ftp://ftp.microsoft.com"> ou outros sites como <tt>tcp32b.exe</tt>. Certifique-se que você tem carregado o Win32s antes de tentar carregar o driver TCP/IP. <p> Tendo expandido os arquivos TCP/IP num diretório temporário (digamos <tt>C:\TEMP</tt>), cheque o seu diretório <tt>\WINDOWS\SYSTEM</tt> por cópias do <tt>OEMSETUP.INF</tt>. Se houver algum, renomei-os. Agora copie o arquivo <tt>OEMSETUP.INF</tt> do diretório TEMP para o diretório <tt>\WINDOWS\SYSTEM</tt>. Se você tiver qualquer pilha TCP/IP carregada em seu sistema, por favor remova-a antes de prosseguir. <p> Inicie Configuração de Rede ou Configuração do Windows/Mudar configurações de rede <tscreen><verb> Clique no botão de Redes. Clique em Instalação da Rede Microsoft Windows. Escolha suporte para redes adicionais (se for necessário). Clique em OK. </verb></tscreen> Deve ser aberta uma janela para você sobre Adaptador de de rede - selecione o apropriado. Se não for aberta nenhuma janela, então <tscreen><verb> Clique no botão de Adaptador de rede selecione a placa (digamos NE2000) clique OK Clique no botão de Protocolo selecione o protocolo MS TCP/IP-32 clique OK. </verb></tscreen> Será aberta uma janela sobre a pilha de protocolo TCP/IP. Você pode sempre reconfigurar esta isto selecionando com o mouse o protocolo TCP/IP indicado na caixa Placa de rede e clicando no botão de Configurar. <tscreen><verb> Na caixa de endereço IP entre com 172.17.0.5 Na caixa de Subnet Mask entre com 255.255.255.0 Entre com seu endereço do gateway (roteador) na caixa de gateway padrão como 172.17.0.254 </verb></tscreen> Clique OK. O computador vai lhe pedir que seja reinicializado. Faça-o. Agora você deve poder usar o browser para conectar no servidor HTTP. <sect2>Windows 95<label id="MSWin95"> <p> Esta seção explica como instalar um cliente de 32 bits do Windows 95. Primeiramente você deve instalar o seguinte: <tscreen><verb> Cliente para Redes Microsoft Protocolo Microsoft TCP/IP Adaptador de Rede </verb></tscreen> <p> Para instalar estes ítens, clique em Meu Computador, Painel de Controle, Redes. Clique em Adicionar. Você estará agora em um janela que mostra Cliente, Adaptador, Protocolo e Serviço. Para instalar o Cliente para Redes Microsoft: <tscreen><verb> 1. Clique duas vezes em Cliente 2. Clique em Microsoft 3. Clique duas vezes em Cliente para Redes Microsoft </verb></tscreen> <p> Para instalar o protocolo TCP/IP: <tscreen><verb> 1. Clique duas vezes em Protocolo 2. Clique em Microsoft 3. Clique duas vezes em TCP/IP </verb></tscreen> <p> O Windows 95 instala por padrão vários protocolos automaticamente. Remova-os clicando neles e no botão Remover. Tipicamenteo o Windows 95 instala o protocolo NetBeui da Microsoft. <p> Para condigurar o TCP/IP clique em TCP/IP, clique em Propriedades, clique na guia de Endereço IP. <tscreen><verb> Entre com o endereço IP na "Especifique um endereço IP" caixa como 172.17.0.5 Na Máscara de Subrede entre com 255.255.255.0 </verb></tscreen> Selecione a guia Gateway <tscreen><verb> Entre com o endereço do gateway (roteador) na caixa Novo gateway como 172.17.0.254 Clique no botão Adicionar </verb></tscreen> O endereço do gateway agora deveria aparecer na caixa dos gateways instalados. Agore clique OK. <p> Você deve receber uma mensagem para reiniciar. Faça-o. Você agora deve poder usar o browser para conectar no seu servidor HTTP. <sect2>Windows NT<label id="MSWinNT"> <p> Esta seção detalha como instalar o TCP/IP para Windows NT 4.0. Iniciar -> Painel de controle -> Redes <tscreen><verb> Selecione a guia de Adaptador. Clique Adicionar para adicionar um novo adaptador (se você não tiver um) </verb></tscreen> Deve ser aberta uma janela do adaptador de rede - selecione um apropriado. Para adicionar os protocolos: <tscreen><verb> Selecione a guia de Protocolos Clique em Adicionar Selecione o protocolo TCP/IP Clique OK </verb></tscreen> Será aberto para você uma janela para configurar a pilha de protocolo TCP/IP. Você pode sempre reconfigurá-lo selecionando protocolo TCP/IP e clicando no botão Propriedades. <tscreen><verb> Selecione a guia endereço IP Marque a caixa de verificação "Especificar o endereço IP" Na caixa de endereço IP entre com 172.17.0.5 Na caixa de Máscara de Subrede entre 255.255.255.0 Entre com o endereço de gateway (roteador) na caixa de Gateway Padrão como 172.17.0.254 </verb></tscreen> Clique em OK. O computador pedirá que seja reiniciado. Você pode usar qualquer browser para conectar no seu servidor HTTP. <sect1>Configurando o TCP/IP no Macintosh<label id="MacClient"> <p> Para você que usa Macintosh para acessar sua rede, esta seção explica como instalar o MacTCP para os PowerMacs. <BF>Nota: </BF>Para permitir que você se refira ao servidor Linux como <tt>http://linux.mydomain/</tt> ao invés de <tt>http://172.16.0.1/</tt> no navegador WWW e todos os comandos da sua intranet você precisa editar o arquivo <tt>hosts</tt>. O formato do arquivo hosts é diferente dos que são usados no Unix. O arquivo hosts do Mac é baseado no RFC-1035. Você pode adicionar mais entradas de seus outros hosts (Netware, Unix, WinNT) da mesma forma. O MacOS guarda o arquivo HOSTS na pasta <tt>Preferences</tt> sob a pasta <tt>System</tt>. Edite o arquivo e adicione uma linha para o servidor Linux dessa forma: <tscreen><verb> linux.mydomain A 172.16.0.1 netware.mydomain A 172.16.0.2 winNT.mydomain A 172.16.0.3 ws_1 A 172.16.0.5 </verb></tscreen> <sect2>MacTCP<label id="MacTCP"> <p> Esta seção explica como instalar o MacTCP. Primeiramente você deve baixar os arquivos do MacTCP da Apple ou instalá-los da o cd de Conexão com a Internet. Para configurar o MacTCP clique em Apple Menu/ Control Panels/ TCP/IP. Na tela mude a chave para "Connecte via:" para "Ethernet" <p> Mude a chave "Configure" para "Manually" <tscreen><verb> Na caixa de endereço IP entre com 172.17.0.5 Na caixa de Máscara de Subrede entre com 255.255.255.0 Entre com o endereço do gateway (roteador) na caixa de Router address como 172.17.0.254 </verb></tscreen> Clique em OK. Você deve agora poder usar o Browser para conectar no seu servidor HTTP. <sect>Configurando a Intranet <p> Uma Intranet não pode ser completa sem dividir os recursos em diferentes plataformas. Você Você precisará ter suporte para outros sistemas de arquivos, de forma que você possa acessar os dados disponíveis nela. Estes documento provêm intruções para conectar o Linux com os seguintes sistemas mais populares. <itemize> <item><ref id="NCPFS" name="NCP sistema de arquivos para Netware"> <item><ref id="SMBFS" name="SMB sistema de arquivo para Windows"> <item><ref id="NFS" name="NFS sistema de arquivos para Unix"> </itemize> <p> Estes sistemas de arquivos podem ser compilados no cerne (kernel) ou adicionados em módulos, dependendo da versão do Linux, Se você não é familiar a compilação de kernel, procure informações no Kernel COMO FAZER <htmlurl url="http://sunsite.unc.edu/mdw/HOWTO/Kernel-HOWTO.html" name="http://sunsite.unc.edu/mdw/HOWTO/Kernel-HOWTO.html"> e o Módulo COMO FAZER <htmlurl url="http://sunsite.unc.edu/mdw/HOWTO/Module-HOWTO.html" name="http://sunsite.unc.edu/mdw/HOWTO/Module-HOWTO.html"> para compilar o kernel com módulos. <p> <sect1>NCPFS<label id="NCPFS"> <p> Para compartilhar arquivos num servidor Netware você precisará de suporte para NCP (ncpfs). NCPFS trabalha com kernel versão 1.2.x e 1.3.71 ou maior. Ele não funciona com nenhum kernel mais anterior ao 1.3.x.. Ele não pode acessar a base de dados do NDS no Netware 4.x, mas pode fazer uso do bindery. Se você está usando o Netware 4.x você pode habilitar o suporte ao bindery para containers específicos usando o comando <tt>Configurar o Contexto do Binderyt</tt> no console como: <tscreen><verb> set Bindery Context = CORP.MYDOM;WEBUSER.MYDOM </verb></tscreen> No exemplo acima dois containers tem suporte a bindery habilitados. <p> Você precisa baixar os utilitários para o sistema de arquivos NCP usando a url <htmlurl url="ftp://sunsite.unc.edu/pub/Linux/system/filesystems/ncpfs/ncpfs.tgz" name="ftp://sunsite.unc.edu/pub/Linux/system/filesystems/ncpfs/ncpfs.tgz"> (atualmente ncpfs-2.0.10) da Sunsite. <p> <sect2>Instalação <p> Para instalar os utilitários do ncpfs, digite <tscreen><verb> zcat ncpfs.tgz | tar xvf - </verb></tscreen> para expandir os arquivos no seu próprio diretório. Neste caso você irá obter um diretório <tt>ncpfs-2.0.10</tt>. Mude seu diretório para este diretório ncpfs antes de proceder com a instalação. Leia o README e edite o Makefile se necessário. <p> A instalação do ncpfs depende da versão do kernel que você está usando. Para kernel 1.2, você deve simplesmente digitar "make". Digitando "make install" em seguida irá instalar os executáveis e os páginas de manual. <p> Se você usa o kernel 1.3.1 ou maior, você deve recompilar seu kernel. Com estes kernels a parte do kernel sobre o ncpfs já está incluída na árvore principal do fonte. Para checar se o kernel precisa ser recompilado digite <tscreen><verb> cat /proc/filesystems </verb></tscreen> Você deverá ver uma linha dizendo que o kernel conhece o ncpfs. <p> Se o ncpfs não está lá, você pode tanto recompilar o kernel como instalar o ncpfs como um módulo. Para recompilar o kernel você deve digitar "make config" e quando lhe for perguntado sobre <p> <tt>The IPX protocol (CONFIG_IPX) [N/y/?]</tt> <p> simplesmente responde "y". Provavelmente você não irá precisar da full internal net que se séra perguntado em seguida. Uma vez que o kernel está instalado com sucesso, reinicie e cheque o <tt>/proc/filesystems</tt> e se tudo está ok com a instalação dos utilitários do ncpfs. Mude de diretório para a localização dos arquivos que você baixou do ncpfs, e digite "make". Após a compilação ter terminado digite "make install" para instalar os vários utilitários e páginas de manual. <p> <sect2>Montando o NCPFS <p> To check the installation type <tscreen><verb> ipx_configure --auto_interface=on --auto_primary=on ....wait for 10 seconds and type slist </verb></tscreen> Você deve poder ver uma lista dos seus servidores Netware. Agora nós estamos prontos para compartilhar arquivos do mesmo. <p> Suponha que nós precisamos acessar arquivos html do diretório <tt>\home\htmldocs</tt> no volume VOL1: no servidor MYDOM_NW, eu recomendo que você crie um novo usuário (digamos) "EXPORT" com o password "EXP123" no servidor do qual você garante direitos de acesso para este diretório usando o SYSCON ou NWADMIN <p> Na máquina Linux crie um novo diretório <tt>/mnt/MYDOM_NW</tt>. Agora digite o comando <tscreen><verb> ncpmount -S MYDOM_NW -U EXPORT -P EXP123 /mnt/MYDOM_NW </verb></tscreen> para montar o sistema de arquivos do Netware. Digitando o comando <tscreen><verb> ls /mnt/MYDOM_NW/vol1/home/htmldocs </verb></tscreen> irá mostrar a você uma lista de todos os arquivos no <tt>MYDOM_NW/VOL1:\HOME\HTMLDOCS</tt> (usando o arquivo de notação do Netware). Se você tiver qualquer problema por favor leia o IPX COMO FAZER em <htmlurl url="http://sunsite.unc.edu/mdw/HOWTO/IPX-HOWTO.html" name="http://sunsite.unc.edu/mdw/HOWTO/IPX-HOWTO.html"> para maior compreensão do sistema IPX system. <sect1>SMBFS<label id="SMBFS"> <p> Para compartilhar arquivos com um servidor Windows você precisará de suporte para SMB (smbfs). <p> Você precisará fazer o download dos utilitários de <htmlurl url="ftp://sunsite.unc.edu/pub/Linux/system/filesystems/smbfs/smbfs.tgz" name="ftp://sunsite.unc.edu/pub/Linux/system/filesystems/smbfs/smbfs.tgz"> (atualmente smbfs-2.0.1) da Sunsite. <p> <sect2>Instalação <p> Para instalar os utilitáriso do smbfs, digite <tscreen><verb> zcat smbfs.tgz | tar xvf - </verb></tscreen> para expandir os arquivos no seu próprio diretório. Neste caso você irá obter um diretório <tt>smbfs-2.0.1</tt> Mude seu diretório para este diretório smbfs antes de prosseguir com a instalação. Leia o README e edite o Makefile se necessário <p> A instalação do ncpfs depende da versão do kernel que você está usando. Para kernel 1.2, você deve simplesmente digitar "make". Digitando "make install" em seguida irá instalar os executáveis e as páginas de manual. <p> Se você usa o kernel 2.0 ou maior, você deve recompilar seu kernel. Com estes kernels a parte do kernel sobre o ncpfs já está incluída na árvore principal do fonte. Para checar se o kernel precisa ser recompilado digite <tscreen><verb> cat /proc/filesystems </verb></tscreen> O sistema deve mostrar a você uma linha dizendo que ele reconhece o smbfs. <p> Se o smbfs não estiver lá, você pode tanto recompilar o kernel ou adicionar o smbfs como um módulo. Para recompilar o kernel você deve digitar "make config" e quando lhe for perguntado sobre adicionar suporte para o sistema de arquivos SMB simplesmente digite sim. Uma vez que o kernel estiver instalado com sucesso, reinicie a máquina, cheque o <tt>/proc/filesystems</tt> e se tudo está ok com a instalação dos utilitários smbfs. Mude de diretório para o local onde se localizam os arquivos do smbfs baixados e digite "make". Depois que a compilação tiver terminado digite "make install" para instalar vários utilitários e páginas de manual. <p> <sect2>Montando SMBFS <p> No nosso exemplo vamos assumir que o servidor WinNt é chamado de "MYDOM_NT" e está compartilhando o diretório <tt>C:\PUB\HTMLDOCS</tt> com o nome de compartilhamento 'HTMLDOCS' sem uma senha. Na máquina Linux cria um novo diretório <tt>/mnt/MYDOM_NT</tt>. Agora digite o comando <tscreen><verb> smbmount //MYDOM_NT/HTMLDOCS /mnt/MYDOM_NT -n </verb></tscreen> <p> para montar o sistema de arquivos SMB (windows share). Se isso não funcionar tente <tscreen><verb> smbmount //MYDOM_NT/COMMON /mnt/MYDOM_NT -n -I 172.16.0.3 </verb></tscreen> Digitar o comando <tscreen><verb> ls /mnt/MYDOM_NT </verb></tscreen> irá mostrar todos os arquivos no <tt>bsol;bsol;MYDOM_NT\PUB\HTMLDOCS</tt> (usando a notação de arquivos do Windows). <p> <sect1>NFS<label id="NFS"> <p> Primeiro você irá precisar de um kernel com o sistema de arquivos NFS compilado ou disponível como um módulo. <p> Suponha que você tenha um host Unix rodando NFS com o nome MYDOM_UNIX e um endereço IP igual a 172.16.0.4. Você pode checar os diretórios que estão sendo exportados (compartilhados) por este host digitando o comando <tscreen><verb> showmount -e 172.16.0.4 </verb></tscreen> Uma vez que nós sabemos sobre os diretórios exportados você pode montá-los digitando o comando mount apropriadamente. Eu recomendo que você crie um subdiretório sobre o '/mnt' (digamos) 'MYDOM_UNIX' e use o mesmo como ponto de montagem. <tscreen><verb> mount -o rsize=1024,wsize=1024 172.16.0.4:/pub/htmldocs /mnt/MYDOM_UNIX </verb></tscreen> O rsize e o wsize pode ser alterados de acordo com o ambiente. <p> Se você tiber algum problema por favor leia o NFS COMO FAZER em <htmlurl url="http://sunsite.unc.edu/mdw/HOWTO/NFS-HOWTO.html" name="http://sunsite.unc.edu/mdw/HOWTO/NFS-HOWTO.html"> for more insights into the NFS system. <p> <sect>Acessando a Web<label id="AccessHTML"> <p> Agora que nós configuramos o servidor HTTP, os clientes e o servidor Linux estão interconectados com os outros servidores, nós precisamos alguns pequenos ajustes no servidor Linux para podermos acessar estes sistemas de arquivos montados pelo navegador WWW. <sect1>Acessando os sistemas de arquivos montados <p> Para acessar os diretórios dos sistemas mnontados na suas páginas HTML você tem dois métodos: <itemize> <item>Crie um link no DocumentRoot (<tt>/usr/local/etc/httpd/htdocs</tt>) para se referir ao diretórios montado como <tscreen><verb> ln -s /mnt/MYDOM_NW/vol1/home/htmldocs netware or ln -s /mnt/MYDOM_NT winNT or ln -s /mnt/MYDOM_UNIX unix </verb></tscreen> <item>editar o arquivo <tt>srm.conf</tt> no seu diretório <tt>/usr/local/etc/httpd/conf</tt> e adicionar um novo alias. </itemize> <tscreen><verb> # Alias fakename realname Alias /icons/ /usr/local/etc/httpd/icons/ # alias for netware server Alias /netware/ /mnt/MYDOM_NW/vol1/home/htmldocs/ Alias /winNT/ /mnt/MYDOM_NT/ Alias /unix/ /mnt/MYDOM_UNIX </verb></tscreen> Por fim reinicie o seu HTTPd. Você pode acessar os documentos dos servidores Netware se referindo a eles como <tt>http://linux.mydomain/netware/index.htm</tt> para arquivos Netware e notações similares para os outros. <sect1>Conectando na Internet <p> Você pode finalmente conectar sua Intranet na Internet para acessar e-mail e todas as maravilhosas informações lá fora. Eu pretendo escreve uma nota breve de como fazer isto numa revisão futura. Explicações detalhadas podem ser encontradas no ISP Hookup COMO FAZER de <htmlurl url="http://sunsite.unc.edu/mdw/HOWTO/ISP-Hookup-HOWTO.html" name="http://sunsite.unc.edu/mdw/HOWTO/ISP-Hookup-HOWTO.html"> e o Diald mini COMO FAZER em <htmlurl url="http://sunsite.unc.edu/mdw/HOWTO/mini/Diald" name="http://sunsite.unc.edu/mdw/HOWTO/mini/Diald"> para configurar estas conexões. <sect1>Outros usos <p> O servidor HTTP pode ser usado em um escritório para prover acesso transparente de informações residindo em diferentes servidores, em várias localizações e diretórios. Os dados podem ser simples como documentos do Word ou planilhas da Lotus, ou base de dados complexas. <p> A aplicação desta tecnologia está sendo usada tipicamente da seguinte forma: <P> <itemize> <item>Publicando documentos da empresa<p> Estes documentos podem incluir notícias, relatórios anuais, mapas, facilidades da companhia, listas de preços, literatura de informação dos produtos e qualquer outro documento de valor para a corporação. <item>Acesso a diretórios localizáveis<p> Rápido acesso a listas de telefones da empresa e similares. Estes dados podem ser espelhados de um web site ou via scripts CGI, o servidor web pode servir como um gateway para pré-aplicações ou aplicações back-end. Isto significa que, usando os mesmos padrões de mecanismos de acesso, informação pode ser distribuída mais amplamente de forma mais simples. Isto significa que essa técnica pode ser usada como um a interface com RDBMS como ORACLE e SYBASE para gerar informações em tempo real. Aqui está uma lisra de links com exemplos de sites na web: <p> - Web Access - <htmlurl url="http://cscsun1.larc.nasa.gov/~beowulf/db/web_access.html" name="http://cscsun1.larc.nasa.gov/~beowulf/db/web_access.html"> - CGI gateways - <htmlurl url="HTTP://www.w3.org/hypertext/WWW/RDBGate/Overview.html" name="HTTP://www.w3.org/hypertext/WWW/RDBGate/Overview.html"> <item>Corporação/Departamento/Páginas individuais<p> Como a cultura muda dentro de organizações no ponto onde mesmo cada departamento se move em direção ao seus próprios objetivos, a tecnologia da Intranet provêm a mídia ideal para comunicar informaçòes atuais sobre o departamento ou individual. Mecanismos poderosos de busca provêm os meios para as pessoas acharem o grupo ou indivíduo cujo o qual tenha as respostas para suas contínuas perguntadas que aparecem no decorrer do dia-a-dia dos negócios. <item>Aplicações de grupo simples<p> Com o suporte a tabelas HTML, sites podem prover fichas de preenchimento, inventários e agendamentos simples. <item>Distribuição de software<p> Administradores podem usar a Intranet para entregar software e atualizações para os usuários através da rede. Isto pode ser feito com 'Java' que permite a criação e distribuição transparente de objetos em demanda ao invés de apenas dados e aplicações. Isto ainda é mais fácil ainda com as novas versões de Linux que já possuem suporte interno para Java. <item>Correio<p> Com o movimento para uso do Intranet, produtos de correio com padrões e métodos simples para anexar documentos, som, figuras e outros arquivos multimídia entre pessoas, o correio está sendo considerado como um simples método de comunicação. O correio eletrônico é essencialmente usado de indivíduo para indivíduom ou de um indivíduo para um pequeno grupo. Muitos utilitários estão disponíveis para a plataforma Linux para configurar sistemas de e-mail como <bf>sendmail, pop3d, imapd</bf>. <item>Interface para o usuário<p> A tecnologia da Intranet está se desenvolvendo tão rapidamente que as ferramentes disponíveis, especialmente HTML, podem ser usadas para mudar drasticamente a forma que interagimos com os sistemas. Com HTML você pode construir uma interface cuja a qual esteja limitada apenas a imaginação de seus criadores. A grande vantagem de usar tecnologias da Intranet para isto é pelo fato da interface poder ser tão simples. Clicando em um hyperlink de uma página, o HTML pode levar você para outra página, pode tocar uma campainha ou um alarme, rodar um programa enorme e qualquer outra coisa que o computador puder fazer. </itemize> <sect>Mais coisas à fazer <P> Aqui está uma lista de outras coisas interessantes para serem feitas no seu servidor Linux de Intranet. Todo o software mencionado abaixo é freeware ou shareware. <itemize> <item>Navegue no servidor Linux usando o Network Neighbourhood no Win95/ NT; Configure um servidor WINS como um servidor NBT. Cheque a páguina web do SAMBA em: <htmlurl url="http://lake.canberra.edu.au/pub/samba/samba.html" name="http://lake.canberra.edu.au/pub/samba/samba.html"> <item>Implemente um mecanismo de busca na usa Intranet. Conecte em://Dig at <htmlurl url="http://htdig.sdsu.edu/" name="http://htdig.sdsu.edu/"> <item>Use o CUSeeMe configurando um refletor local. Vá para a página em Cornell <htmlurl url="http://cu-seeme.cornell.edu/" name="http://cu-seeme.cornell.edu/"> <item>Configure conferência pela Web. Use o COW de <htmlurl url="http://thecity.sfsu.edu/COW/" name="http://thecity.sfsu.edu/COW/"> <item>Desdobre a base de sados SQL. Vá para a home page do mSQL em: <htmlurl url="http://Hughes.com.au/" name="http://Hughes.com.au/"> <item>Configure servidores FTP,Gopher,Finger,Bootp no servidor Netware. Pegue eles em: <htmlurl url="http://mft.ucs.ed.ac.uk/" name="http://mft.ucs.ed.ac.uk/"> <item>Emule um servidor Netware. Cheque os utilitários do NCP em: <htmlurl url="ftp://sunsite.unc.edu/pub/Linux/system/filesystems/ncpfs/" name="ftp://sunsite.unc.edu/pub/Linux/system/filesystems/ncpfs/"> </itemize> Se você achar outras coisas interessando para serem feitas com seu servidor Linux de Intranet, por favor sinta-se à vontade para me mandar um e-mail. <sect>Créditos e Direitos legais <p> <sect1>Agradecimentos <p> Obrigado ao pessoal da NCSA por me fornecer excelente documentaçào, David Anderson e todos os outros por usarem este COMO FAZER e por mandar seus comentários. Os detalhes sobre Netware/IP são cortesia de Romel Flores (rom@mnl.sequel.net). <p> <sect1>Informação sobre direitos autorais <P> Este documento é de direito autoral © 1999 {Poet} and LinuxPorts, e é distribuídos sobre os seguintes termos: <P> <itemize> <item>Documentos COMO FAZER do Linux podem ser reproduzidos no seu total ou parte de, em qualquer mídia física ou eletrônica, com tanto que este aviso sobre direitos autorais sejam mantidos em todas as cópias. Redistribuições comerciais são permitidas e enconrajadas; entretanto, o autor gostaria de ser notificado sobre tais distribuições. <item> Todas as traduções, trabalhos derivados ou trabalhos agregados que incorporem qualquer COMO FAZER do Linux devem ser cobertos por este aviso de direito autoral. Isto significa que, você não pode produzir um trabalho que seja derivado de um COMO FAZER e impor restrições adicinais na sua distribuição. Execessões a estas regras podem ser dadas sobre certas condições; por favor entre em contato com o coodernador do COMO FAZER do Linux neste endereço dado abaixo. <item> Se você tiver perguntas, por favor entre em contato com Tim Bynum, o coodernador do COMO FAZER do Linux, em: <htmlurl url="mailto:linux-howto@sunsite.unc.edu" name="linux-howto@sunsite.unc.edu"> Rode o comando finger para obter o número telefônico e o endereço para correspondência. </itemize> <P> </article> <!-- Para maiores informações SECTION ================================= --> <sect>Para maiores informações <p> <sect1>O'Reilly & Associates Books <p> Em minha humilde opinião O'Reilly & Associates fazem os melhores livros técnicos do planeta. Eles se focam principalment na Internet, Unix e programas referentes a esses tópicos. Eles começam devagar mostrando um monte de exemplos e quando você termina o livro você se torna um perito. Eu acho que você pode tornar-se um se você ler apenas metade do livro Ele também adicionam um poucoi de humor para contrabalancear com assuntos chatos. Eles tem grandes livros sobre HTML, PERL, Programação em CGI, Java, JavaScript, C/C++, Sendmail, Linux e muito mais. E os assuntos com atualizações rápidas (como HTML) são atualizados e revisados a cada 6 meses aproximandamente. Portanto visite o web site <url url="http://www.ora.com/" name="O'Reilly & Associates"> ou de uma olhada na sua loja local para maiores informações E lembre-se que se não diz O'Reilly & Associates na capa, alguém provavelmente escreveu sobre. <sect1>Requisições pela Internet por comentários (Request For Comments - RFC) <p> <itemize> <item>RFC1866 escrito por T. Berners-Lee e D. Connolly, "Hypertext Markup Language - 2.0", 11/03/1995 <item>RFC1867 escrito por E. Nebel e L. Masinter, "Form-based File Upload in HTML", 11/07/1995 <item>RFC1942 escrito por D. Raggett, "HTML Tables", 05/15/1996 <item>RFC1945 por T. Berners-Lee, R. Fielding, H. Nielsen, "Hypertext Transfer Protocol -- HTTP/1.0", 05/17/1996. <item>RFC1630 por T. Berners-Lee, "Universal Resource Identifiers in WWW: A Unifying Syntax for the Expression of Names and Addresses of Objects on the Network as used in the World-Wide Web", 06/09/1994 <item>RFC1959 por T. Howes, M. Smith, "An LDAP URL Format", 06/19/1996 </itemize> </article>