14-PIADAS DE 261 a 280
261-
Descobrindo a razão da vaca louca
Uma apresentadora de televisão foi à Londres entrevistar um fazendeiro sobre a doença da Vaca ouca.
Chegando lá, pegou um fazendeiro já meio revoltado:
- Segundo o senhor, qual a razão principal dos animais pegarem a doença da Vaca Louca?
O fazendeiro olhou para a moça e respondeu:
- Você sabia que o touro tem relações sexuais com a vaca somente uma vez por ano?
A repórter, embaraçada, disse:
- Bem, eu não sabia... Acho a informação interessante... Mas o que isso tem a ver com a minha pergunta?
- A senhora sabia que as vacas são ordenhadas quatro vezes por dia?
- Novamente eu agradeço a informação... Mas vamos diretamente à minha pergunta, por favor?
- Senhorita, eu estou tentando explicar o seguinte:
- imagine só se eu ficasse brincando com seus seios por alguns minutos, quatro vezes por dia, e só trepasse com você uma vez por ano... Você também não ficaria louca?
262-
Última confissão
De um dia para o outro, Josevaldo fica muito mal do estômago, mas muito mal mesmo e, com a certeza de que está nas últimas, diz à mulher:
- Querida, estou muito mal, acho que de hoje eu não passo, então tenho que lhe fazer uma confissão...
- Não precisa, meu bem...
- Precisa sim! Não irei tranqüilo se não dizer... Eu tenho um caso com a...
- Com a Vilma, minha amiga! completa a mulher.
- Eu sei de tudo, meu amor! Fique tranqüilo...
- Você sabe? pergunta o marido, surpreso.
- Claro! Por que você acha que coloquei veneno na sopa que te dei ontem à noite?
263-
A freira e o piloto
A jovem freira viajava de avião pela primeira vez e pediu pra conhecer a cabine e comando. Chegando lá, o piloto, que tinha a maior fama de tarado, pediu discretamente para que o co-piloto saísse da cabine, para que ele tentasse algo.
Papo vai, papo vem, o piloto coloca a mão da freirinha no manche.
- Vamos dar uma trepadinha nas alturas? sugeriu ele à mulher.
Os tapas que ele levou foram ouvidos em todo avião.
Então a viagem seguiu, o co-piloto ficou tirando o maior sarro do amigo, quando de repente a turbina direita pifa. Segundos depois a esquerda. E o trem de pouso.
- Apertem os cintos! gritou o piloto no auto-falante. - Este avião vai cair!
Então a freira correu para a cabine e disse, aflita:
- Piloto, piloto! Será que ainda dá tempo daquela trepadinha?
264-
Elogiando o defunto
Velório na igreja, caixão fechado, família reunida. E o padre começa a prestar a última homenagem ao falecido:
- O finado era um excelente cristão... Ia à igreja todos os domingos, era muito fervoroso...
- Era também um pai exemplar! Nunca deixava faltar nada para seus filhos...
- E, acima de tudo, um ótimo marido... Sempre cumpria com as suas obrigações, cuidava bem de sua esposa, era fiel, chegava em casa na hora certa...
- Seu padre! Interrompe a viúva. - Desculpe atrapalhar, mas... Eu gostaria que abrissem o caixão! Não é possível que o senhor esteja falando do meu marido!
265-
Que porcaria é essa?
Três freiras, que moravam juntas no mesmo prédio, estão descendo o elevador quando vêem uma gosma esbranquiçada sobre o tapete.
Um das freiras enfia o dedo na gosma e leva-o à boca:
- Como eu tinha imaginado... é esperma!
Curiosa, a outra freira, repete o gesto:
- E já está aqui há mais de duas horas!
Em seguida, a terceira com ares de entendida conclui:
- E não é de ninguém aqui do prédio!
266-
Estrago de toco
O gaúcho vai ao médico com o rabo todo estourado.
- Sabe o que é, doutor? Ele começa a se explicar.Ontem de manhã eu fui apanhar uma goiaba de uma árvore, escorreguei e caí sentado bem em cima de um toco.
O doutor o examina e conclui:
- Isso não é estrago de toco não, isso foi é pica!
- Báh tchê! O doutor tá me estranhando? Eu não lhe disse? Foi um toco!
- Não senhor! Eu conheço bem! O senhor leva esse remédio... ele é ótimo para curar estrago de pica.
- Que é isso, doutor? O senhor me dê um remédio pra estrago de toco!
- Tá bom! Eu vou te dar remédio pra toco, mas se for pica você pode morrer!
- Então, está bem, doutor! Eu não vou ficar mais discutindo com o senhor, dá logo esse remédio pra pica, mesmo! Mas que foi toco, foi toco!
267-
A fodelança da cachorrada
O veterinário atende o telefone no meio da madrugada e ouve uma voz aflita do outro lado da linha:
- Doutor, é a minha cachorrinha! Começa a senhora com a respiração ofegante. Um vira-lata entrou no meu quintal e subiu em cima dela. Como eu faço para separá-los?
- A senhora faz o seguinte, explicou o veterinário sem disfarçar o mau humor.
- Coloque-os perto do aparelho telefônico, vai até o orelhão mais próximo e disca para a sua casa. Quando ouvirem o telefone tocar, eles irão se separar!
- O
- Bem, pelo menos comigo funcionou!
268-
Intestino pontual
Um homem foi ao médico acompanhado pela esposa.
- Doutor, diz ele. - Estou com um problema muito sério! Todos os dias eu urino às 6 da manhã e evacuo às 7 horas pontualmente!
- Eu não vejo problema nenhum, diz o médico. Aliás, isso significa que o seu organismo está muito bem regulado.
- O problema doutor, intervém a esposa. É que ele só acorda às oito!
269-
O louco que foi curado
No hospício, o médico estava conferindo se alguns dos loucos estavam curados:
- Olá, seu Jorge... Como vai o Totó?
- Que Totó, doutor? Isso aqui não é um cachorro... É uma caixinha de fósforo!
- Que maravilha! vibrou o médico. O senhor pode ir embora... Está curado!
Já na rua, depois de sair do manicômio, o louco diz para a caixinha:
- Muito bem, Totó! Enganamos ele!
270-
Acidente de trabalho
O caminhoneiro estava pelas estradas do Rio Grande do Sul, quando encostou o caminhão pra fazer xixi.
Estava satisfazendo sua necessidade e foi picado por uma abelha, fazendo o seu pau inchar.
O caminhoneiro, muito aflito, correu para a farmácia mais próxima, abriu a calça, mostrando o exagerado instrumento, e perguntou:
- O que o senhor poderia fazer por mim?
- Casa, comida, roupa lavada e mil Reais por mês...
271-
Procura-se esposa
E tem aquela daquele solteirão, cansado de viver sozinho, que colocou um anúncio na seção de classificados do jornal de maior circulação da cidade:
"Procura-se uma Esposa", era o título.
Durante a semana, ele recebeu mais de uma centena de cartas. Mas, para a sua decepção, eram todas de homens e diziam a mesma coisa:
"Pode ficar com a minha".
272-
A luz milagrosa
Dois loucos estão num quarto escuro do hospício, brincando com uma lanterna. Um deles aponta a luz para o teto e diz:
- Aposto que você não consegue subir até o teto, se agarrando na luz!
- Você acha que eu sou trouxa, é? Se eu fizer isso, quando eu estiver na metade, você desliga a lanterna e eu me esborracho no chão!
273-
Prova oral
Dia de prova oral. A professora, novata, começa a fazer as perguntas e é supervisionada pelo diretor. Chega a vez de Joãozinho:
- O que Dom Pedro disse quando proclamou a república?
Logo depois de fazer a pergunta, a professora derruba o lápis no chão e se abaixa para pegá-lo. O diretor fica abismado com a visão do decote da professora e faz um comentário bem masculino.
E então, Joãozinho? Torna a professora. - O que Dom Pedro disse?
- Peitinhos maravilhosos!
- O quê? Gritou a professora, indignada, Não é nada disso! Vai ficar com zero!
- Pô, diretor! exclama Joãozinho. Se não sabe, não sopra.
274-
Lá vem o marido
O casal de amantes está no meio de uma daquelas transas incríveis, quando de repente alguém bate na porta.
- É o meu marido! grita a mulher, desesperada, Vamos, pule a janela! Rápido!
- Mas, querida! contesta o amante. Nós estamos no 13º andar!
- Roberto, pelo amor de Deus! Isso é hora de falar em superstição?
275-
Contribuições pratriotas
O sujeito está viajando de carro para Goiânia quando o trânsito pára e a situação não muda por alguns minutos. Ele desce do carro pra esticar um pouco as pernas e, de repente, uma mulher aparece correndo, ofegante. Curioso, o homem pergunta:
- Moça... O que tá acontecendo?
- Uns seqüestradores pegaram o Lula como refém e estão pedindo mil reais pra soltá-lo! Se ninguém der o dinheiro eles vão jogar gasolina nele e atear fogo! Então nós estamos passando de carro em carro para pedir donativos.
- E quanto vocês já conseguiram? perguntou ele, aflito.
- Ahhh... Até agora uns vinte litros!
276-
Queixa de esposa
A mulher se queixava, quase em prantos, à sua empregada:
- Oh, Maria, acho que meu marido está me enganando com a secretária!
- Não acredito! A senhora está dizendo isso pra me deixar com ciúmes.
277-
Respeito ao enterro
O sujeito estava no boteco tomando umas cachaças, jogando uma partida de dominó com mais três
amigos, quando vê um enterro passando pela rua.
Mais que depressa ele interrompe o jogo, levanta-se, vai até a porta, tira o chapéu e fica observando o cortejo, durante vários minutos, em silêncio, com semblante visivelmente entristecido.
Quando o féretro termina de passar, ele recoloca o chapéu na cabeça e volta a sentar-se.
- Esse foi o gesto mais comovente que eu já vi em toda a minha vida! comenta um dos amigos. Acho que todos deviam seguir o seu exemplo.
- Bem, depois de quinze anos de casado, acho que era o mínimo que eu poderia fazer!
278-
Os dominados
Tumulto na porta do céu. De repente, São Pedro grita:
- Pessoal, vamos organizar esta bagunça! Quero que vocês formem duas filas, os homens que sempre foram dominados por suas mulheres fiquem aqui, e aqueles que nunca foram dominados por suas
mulheres fiquem ali.
Alguns minutos depois, existia uma fila enorme no local dos dominados e somente um sujeito mirradinho no local dos que nunca foram dominados.
- Muito bem! Continuou São Pedro, enfático. Vocês deveriam ter vergonha! Deus criou vocês à Sua imagem e semelhança e vocês deixaram-se dominar. Mas felizmente, nem tudo está perdido, temos pelo menos um aqui que honrou os desígnios do Senhor. E virando-se para o
sujeito. Meu amigo, diga para os outros, o que você fez para merecer este lugar!
- Eu não sei, foi a minha mulher que me mandou ficar aqui!
279-
A estranha no ninho
A tartaruguinha faz um grande esforço e começa a subir numa árvore.
Depois de horas de muito esforço, ela consegue alcançar um galho bem baixo, mas escorrega e despenca no chão.
Mas ela não desiste. Depois de se recuperar, se arrasta até a árvore e faz mais uma tentativa.
Depois de subir uns três centímetros, pá! Cai no chão, onde fica agitando aspatinhas, desesperada.
Enquanto isso, no topo da árvore um casal de pombos conversa:
- Querido, diz a fêmea, com os olhos cheios de lágrimas. Será que não está na hora de contarmos que ela é adotada?
280-
Quero ser caçador
Dois gêmeos conversam no útero da mãe:
- E aí, o que você vai ser quando crescer?
- Ah... Eu vou ser médico!
- Pô, maneiro!
- E você?
- Eu vou ser caçador!
- Caçador?
- É...
- Mas por que uma profissão tão diferente se nós somos gêmeos?
- Eu até gosto de medicina, mas eu quero matar essa cobra que vem aqui todo dia me cutucar!