Para melhor compreens�o do tema veja abaixo alguns conceitos b�sicos : 

      Grupo: � definido como dois ou mais indiv�duos, interagindo e interdependentes, que se juntaram para atingir objetivos particulares. Os grupos podem ser formais ou informais. Iremos abordar os grupos no contexto organizacional, que se classificam como formais, com miss�es de trabalho designadas estabelecendo tarefas. Onde os comportamentos s�o estipulados pelas metas organizacionais e dirigidas em rala��o a elas. Os grupos tendem a retratar atrav�s da organiza��o a ambival�ncia do ser humano.

      Grupo de comando: � determinado pelo organograma da organiza��o, composto por subordinados que se reportam diretamente a um dado gerente.

      Grupos de tarefa: � determinado organizacionalmente, representam aqueles que trabalham juntos para completar uma tarefa de trabalho.

      Institui��o organizacional:  � vista como um grupo em funcionamento, tamb�m reproduz seus conflitos de valores, cren�as, colocando-se muitas vezes como ju�za, balizadora das permiss�o ou n�o-permiss�o, incluindo ou excluindo pessoas que se adaptam ou n�o a esse conjunto de normas.

      Atitude: Traz a necessidade de aprender conhecimentos e rever comportamentos para que o indiv�duo se sinta incluso no grupo dentro da organiza��o.

      Resist�ncia: O medo, as restri��es ao novo, ao diferente, ao desconhecido provocam barreiras e resist�ncia ao grupo.

      Conflito: � uma sa�da para manifesta��es mais prim�rias dos desejos e medos dos membros do grupo, interp�e nos est�gios de desenvolvimento do grupo a que eles pertencem.

      Inclus�o: Sentir-s considerado pelo outro, estabelecer limites de sua participa��o, desenhar o papel que pretende desempenhar no grupo.

      Afilia��o: Grupos podem preencher necessidades sociais. Essas intera��es no trabalho s�o as fontes principais de preenchimento de suas necessidades de afilia��o do grupo na organiza��o.

      Auto-estima: Grupos podem proporcionar �s pessoas sentimentos de valor pr�prio, onde a filia��o pode dar sensa��o crescente de valor aos membros do grupo.

      Seguran�a: Juntando-se a um grupo na as pessoas podem reduzir a inseguran�a de estar sozinho e se sentir mais � vontade para troca de experi�ncias.

      Controle: Interesse pelo procedimento que levam �s decis�es, a distribui��o do poder no grupo e controle das atividades dos outros.

      Afei��o: Busca da express�o e integra��o emocional atrav�s de manifesta��es abertas de hostilidade, ci�me, assim como apoio, abra�os. Testam-se os limites da rela��o e esbo�a-se a aceita��o pelas diferen�as pessoais.

      Depend�ncia: Os membros do grupo buscam rela��o de prote��o, elegem e identificam lideran�as que lhes proporcionem seguran�a. Tendem a expressar sentimentos de desamparo e de colocar na figura de autoridade a responsabilidade pelos acontecimentos, etc.

      Luta/fuga: Luta ( intera��es confrontativas, insistentes, relut�ncia a situa��es novas, etc.). Fuga ( manifesta��es te�ricas inoportunas, baixo envolvimento com os objetivos, generaliza��es, vis�o centrada no outro, etc. )

      Acasalamento/uni�o: Apoio �s id�ias dos outros, coopera��o, elei��o de situa��es, id�ias ou pessoa “salvadora” de eventuais dificuldades que o grupo esteja vivendo etc.

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