Onde os Sonhos se Realizam
Onde os sonhos se realizam ~ by giiu
capitulo 1

Como de costume, toda sexta feira elas seis se encontravam em frente ao pizza park, como nem todas moravam ou estudavam por ali, as que estudavam mais perto ficavam esperando at� 13:30 at� todas chegarem, mais essa sexta feira era especial, e elas n�o eram seis, pela primeira vez estavam l� todas as sete meninas reunidas prontas para fazer um ritual diferente de ir no cinema ali perto, sem uma delas pois era a �nica que estudava de tarde mais hoje tinha matado a aula, pois tinha algo mais importante para fazer. Assim que todas chegaram, elas pegaram um �nibus e foram direto pro shopping. Elas ainda tinham que comprar muita coisa, arrumar as malas, pois no dia seguinte, �s nove horas da manh� elas estariam pegando um v�o com uma excurs�o para a Disney, elas optaram por ir no meio do ano, para n�o perder o ver�o brasileiro, da parte de umas � claro, mais tamb�m porque como diria a �� alta temporada, mais chance de encontrar o amor da minha vida andando por l�. Elas nem acreditavam, estariam indo pro mundo onde os sonhos se realizam em menos de 24 horas. Compraram tudo o que podiam, e cada uma foi para sua casa, menos que foi para a casa de j� que ela morava muito longe e sua m�e s� poderia vim para esse lado da cidade na manh� do dia seguinte.
As coisas da menina j� estavam desde a semana anterior mais ou menos prontas num canto do quarto de , as meninas colocaram tudo o que faltava em cada uma das malas e apenas dizia que ela j� tinha ido para a Disney e que esse dinheiro que ela tava gastando na viagem ela poderia estar indo para uma viagem para Inglaterra. E teimava em responder:
- v� se n�o enche, uma viajem para Europa � muito mais cara do que essa que vamos fazer, e alias, eu n�o sei, alguma coisa me diz, que n�o � apenas o fato de irmos todas juntas, eu to com a sensa��o de que alguma coisa vai acontecer l�, eu tive um sonho muito estranho ontem, com uma pessoa que me parecia familiar mais n�o sei quem era...
- E o que ela tem a ver? Pensa uma coisa, � s� um sonho � rebateu
- Eu sei que era um sonho, mais foi muito real sabe, eu senti como se realmente ele estivesse ali, e al�m do mais dizem que as almas das pessoas podem se encontrar nos sonhos. � respondia meio que voando nos pensamentos
- Voc� e essas suas filosofias de banheiro.
fingiu que n�o escutou o que sua amiga lhe respondeu, como ela poderia chamar suas filosofias de filosofias de banheiro, filosofia de banheiro para ela s�o as que o Pedro Bial sempre faz em dia de elimina��o no Big Brother Brasil.
Capitulo 2

- Oi genteeem ! � gritou logo quando viu e chegarem
- Ei � Respondeu cheia de sono.
- Essa � a , e � chegou com uma filmadora e a cada nome dando um close na cara das meninas.
- Ai n�o a essa hora da manh� ? Valeu � reclamou
- Pelo menos temos certeza que essa chata vai registrar todos os nossos momentos � disse .
- Espero que voc� me filme quando eu conhecer o . � N�o era preciso nem virar nem reconhecer a voz para saber exatamente quem tinha falado isso.
- E essa � a anta da � disse filmando a garota que acabava de chegar.
- To falando serio � bom essa bosta ta ligada em mim no dia que eu conhece o . � continuava viajando quando levou um tapa na cabe�a de :
- Acorda pra vida .
- Bom dia pra voc� tamb�m � dizia filmando a garota.
- Cad� a poia da que n�o chega � perguntou
- E ali vem Atrasada � dizia filmando em dire��o a porta.
E chegou uma menina quase chorando de emo��o.
- , � melhor voc� chorar quando pisarmos na Disney e n�o no aeroporto � mais chique.� falava .
- PESSOAL DA MAGIC PARTY DISNEY WORLD O AVI�O J� VAI SAIR, TODOS PARA A SALA DE EMBARGUE AGORA � berrava uma mulher de mais ou menos uns 40 anos com o cabelo preto amarrado em um coque. (n.a.:fingi que existe essa MPDW)
Todas as meninas deram tchau pros pais que estavam chorando. continuava filmando cada movimento das meninas at� que a aeromo�a pediu para ela parar que o avi�o ia decolar. com o sono que tava j� havia adormecido.
Capitulo 3

estava em p�, n�o estava vendo nada, s� pode sentir, que tinha algu�m com os bra�os em volta dela, com um cheiro que a deixava sem ar, ela tentou abrir os olhos para ver quem tinha aquele cheiro t�o bom mais n�o conseguia abrir os olhos, o ar estava t�o doce. Depois do que lhe pareceu uns dez minutos ali parada ela ent�o resolveu ter coragem para abrir os olhos, olhou o famoso Castelo da Cinderela e olhou resolveu olhar para a pessoa ao seu lado. Ela n�o sabia exatamente quem era, ela sabia, mais seu rosto estava meio emba�ado ela ia perguntar seu nome quando escutou algu�m batendo nela, fechou o olho e abriu, j� estava no avi�o novamente, tinha acordado ela para o almo�o no avi�o que ia ser servido em breve. A vontade de era de matar .Mal ela sabia que em outro lugar do planeta, uma pessoa havia tido o mesmo sonho que ela.
- Pai, vamos para a Disney. � dizia um garoto
- Por que voc� quer ir para l� ? Voc�s est�o de f�rias ! � dizia o Pai.
- N�o sei, um sonho que eu tive, ele era t�o real, e algo me diz que eu tenho que ir para l� �respondeu
- Cara voc� � maluco � respondeu seu irm�o mais novo.
- Claro que eu tenho que ser maluco sou seu irm�o Frankie � rebateu
- O ta certo, estamos de f�rias, vamos aproveitar, vamos para a Disney � respondeu
- Voc�s que sabem crian�as, falem com sua m�e � finalizou o pai.
- MANH�, eu quero ir pra Disney com meus irm�os agora. � berrou o pequeno Frankie
- An?
- � Denise eles querem ir para a Disney o seu filho resolveu que quer ir e agora todos querem.
- Ele tamb�m � seu filho . V�o fazer as malas vou v� se consigo um hotel � foi a simples resposta de Denise.
realmente ficou com um pouco de medo, mais sabia que aquele sonho era real, e que ele TINHA que encontrar aquela garota, ele mal se lembrava do nome ou do rosto dela, mas lembrava muito bem da sua doce voz, ela vinha sonhando com ela a seis meses, e ele sabia que ele finalmente ia saber quem era a doce garotinha do seus sonhos.
Capitulo 4

- Pronto agora pode chorar � dizia
que n�o conseguia tirar o sonho que teve dentro do avi�o da cabe�a at� aquele momento, que ela n�o pensava em mais nada, a n�o ser comprar um bando de coisas. Fazia gestos com as m�os meio que contando quantas coisas ela TINHA que comprar.
- Ai meu deus � vem furac�o � estava encarando j� conhecia a amiga muito bem para saber o que ela estava pensando.
- Ah n�o, � vem a mulherzinha feia outra vez
- Meninas, o Sr. Maracangalha � quem vai guiar esse grupo dentro do parque � e apresentou um velho barbudo que parecia o papai Noel grisalho.
- Feliz Natal senhor � brincava que logo em seguida levou um tap�o de
- Vamos para a Montanha Russa. � disse o bom velhinho
Todas as meninas o seguiram, reclamava porque ela n�o poderia comprar a orelha do mickey dourada que ela queria desde que viu praticamente TODOS os artistas que ela gostava usando a droga da orelha e ela tinha prometido comprar assim que chega-se na Disney. As meninas sentaram todas juntas, ficou sozinha at� que um garoto sentou do seu lado, e estava falando com duas pessoas atr�s deles, imediatamente se virou, ser� que era mesmo quem ela tava pensando, se virou ligeiramente e l� estava, e Jonas e do seu lado Jonas,.
- Cara eu te odeio � dizia quase que chorando
- Porque ? eu te amo � e ria da situa��o da amiga, o irm�o do amor da vida de estava sentando ao lado de e nem ela podia acreditar nisso. Ent�o se virou para , nessa hora a menina sentiu como se conhece-se aquele garoto, n�o da tv, mais sim, ela n�o sabia exatamente da onde.
- ? � acabava de reconhecer a garota que ele sonhava a tanto tempo por sua voz, ele n�o conseguia acreditar e os outros dois irm�os faziam cara de quem n�o ta entendendo nada. e que estavam na frente olhavam desesperadas como assim Jonas sabia o nome da sua amiga e ainda por cima, o nome inteiro.
Capitulo 5

- E ent�o o que aconteceu ? O
Jonas sabia o seu nome. � As meninas j� estavam no hotel quando teve coragem para entrar no assuto.
- N�o sei, quando ele disse meu nome a parada come�ou a andar e eu fiquei surda e s� conseguia gritar, de felicidade por ele saber meu nome e por eu ta morrendo de medo � respondeu pensativa.
- E depois ? Ele n�o falou com voc� ? � perguntou desesperada
- Eu acho que ele me chamo, mais tava muito tonta e tudo que eu comi hoje tava voltando, ent�o tudo que eu pensava era em ir tomar coca cola !
- Coca Cola da c�ncer, e voc� com um Jonas falando com voc� o estomago revirando pensa em toma coca cola ? � disse indignada
- Alivia
- Dane-se que da c�ncer � bom ! � concordou
�trililin� (n.a.:fingi que o telefone toca assim)
- A-l� ? � tinha corrido para atender ao telefone � Quem quer falar com ela ? Ah sim ! � dizia com um sorriso babaca no rosto � � pra voc�
- Pra mim ?
- N�o falei seu nome ?
- Passa logo essa porra ! (n.a.:desculpe pelo palavreado)
- Quem � ? � perguntou curiosa para
- � o senhor Jonas ! � respondeu num tom de �orgulho�
- Oi ! � dizia ao atender o telefone
- Desculpe, sei que n�o tenho o direito te ligar para voc� j� que voc� nem sabe quem eu sou, e deve est� se perguntando como que descobri o hotel que estava, na verdade nem eu sei meu irm�o que descobriu, mais eu posso te explicar tudo se voc� aparecer aqui na janela. � dizia do outro lado da linha desligou o telefone e foi direto para a varanda, l� estava ele ao lado de um carro preto, com uma rosa vermelha na m�o.
- Desce aqui � dizia ele
- Eu n�o posso sair � respondeu a garota
- Pode sim ! � disse olhando para uma �rvore ao lado da varanda
- Ta zoando comigo, eu vou me estabacar !
- Eu te seguro � respondeu l� de baixo Ela entrou dentro do quarto e pegou um casaco de estima��o da faculdade de Yale que um amigo de sua m�e tinha mandado para ela alguns meses atr�s, e seguiu a id�ia da amiga.
- Agente livra a sua barra � falou antes da amiga descer da �rvore.
- Pra voc� ! � E entregou a rosa que estava na sua m�o.
- Obrigada, mas...
- Sei que soa maluco mais eu sonho com voc� tem um tempo, e alguma coisa me falou para vim para a Disney, e aqui estou eu reconhecendo a garota dos meus sonhos que nem sabia que existia somente pela voz.
- Isso � alguma pegadinha, aposta ? sei l� !
- Claro que n�o. Agora se permitir, gostaria de te apresentar a verdadeira Florida. � E fez uma reverencia.
- Porque n�o ?
E os dois seguiram em dire��o a porta do carro que ela viu da varanda, o cora��o dos dois batia acelerado, eles n�o conseguiam respirar direito. (n.a.: se estiver lendo com o nick fingi que dirige, e com o joe fingi que entraria no carro com ele no volante)
Capitulo 6

n�o sabia o que sentia ao certo, estava com medo mais estava gostando tanto daqueles dias que passava com , ele era t�o perfeito, mais ela sabia que aquilo tudo ia acabar, em alguns dias ela voltaria para o Brasil, ela n�o conseguia ficar realmente �-vontade perto de , ela tinha medo de que se apegasse mais do que j� estava e entrasse em depress�o quando voltasse para casa. O que seria dela sem Jonas ? Depois daquela experi�ncia ela n�o poderia se conformar com coisas pequenas da vida, ela estava saindo com .
- Fala com ele sobre isso ! � n�o entendia o que a amiga tinha.
- Claro que n�o, ele deve pensar que eu sou apenas mais um caso que ele tem assim como outras garotas, no maximo ele s� vai escrever uma musica, SE escrever � retrucou quase chorando.
- Cara sua est�pida, da pra ver no olho dele que ele gosta de voc� � dizia tentando ajudar.
- Eu bem que queria estar no seu lugar. � respondeu
- , aproveita n�o � todo mundo que vai ter essa chance � consolou enquando mexia na filmadora.
- N�o � f�cil, imagina em agosto chegar no col�gio, �o que voc� fez nas f�rias?� �fui pra Disney e me apaixonei por um cara de um bandinha de l� o que as pessoas v�o falar � respondeu com os olhos lacrimejando.
- Voc� nem liga para o que as pessoas pensam porque agora ligaria ? � falou
- Se eles falarem qualquer coisa v�o estar com inveja, na sua escola n�o tem aquela Yasmin que � apaixonada por eles ? Ent�o se ela descobrir vai ser HILARIO ! � dizia morrendo de rir. (n.a.:desculpe pessoas de nome yasmin, foi o primeiro que veio na cabe�a)
- Deixa, eu vou tomar banho. � e pegou uma roupa e a toalha e se dirigiu ao banheiro.
- Algu�m tem que falar com o sobre isso ! � disse e foi para a varanda, estava l� embaixo provavelmente esperando
- Eu falo. �disse que desceu pelo mesmo lugar que descia todas as noites.
- Cad� a ? � perguntou
- No Banho. Mais um pouco antes dela entrar no banheiro eu gravei isso sem ela perceber. � respondeu a menina entregando a filmadora.
viu que o jeito que ela falava, ele n�o tinha que entender a l�ngua delas pra ver que estava mal.
- Eu vou subir para ela n�o perceber, mais cuida bem dela.
- P� deixa.
- , o ta l� embaixo. � dizia
- Ta beleza. � respondeu correndo para se arrumar.
Capitulo 7

- Quando voc� volta pro Brasil ?
- Amanh�.
- J� ?
- Sim, amanh� � o 16� dia.
- Voc� vai voltar ?
- Provavelmente n�o e mesmo que ...
- Mesmo que ?
- Eu volte voc� vai esquecer de mim.
- Eu nunca vou esquecer de voc�.
- Isso n�o se passa de uma historia de ver�o.
- Isso � muito mais do que um historia de ver�o. Eu jamais vou esquecer esse momento, e j� que voc� n�o pode ficar e eu n�o posso ir junto, eu vou te esperar e um dia eu vou atr�s de voc�.
- O que isso quer dizer ?
- Quer dizer que eu te amo e voc� � a garota dos meus sonhos � e nesse momento envolveu em seus bra�os, eles estavam perto do castelo da Cinderela, e ent�o pode perceber, aquele era o sonhos que tinha tido a caminho da Disney, o garoto em seus sonhos era e ele tamb�m sonhava com ela durante todos esses meses, sentia as lagrimas ca�rem em seu rosto, estavam soltando fogos em todos os arredores do castelo, ela sentia os l�bios de encostarem nos seus, seu cheiro, seu calor, eram t�o doces e sinceros, a doce paix�o que eles sentiam, uma paix�o t�o inocente, t�o pura e que s� poderia acontecer ali na Disney e nunca mais iria se repetir.
- Puta merda gra�as a deus logo depois que voc� saiu a velha mandou todos se arrumarem que ir�amos vim ver a queima de fogos na nossa ultima noite, mais pelo visto, a sua ta melhor. Oi, . � disse puxando na dire��o da velha.
- Desculpa senhora �disse desesperada enquanto observava de longe.
- Desculpa por que ? � disse o sr. Maracangalha.
- Volte l� menina, isso nunca mais vai acontecer na sua vida aproveite. � disse a mulherzinha feia como diria a
- Serio ?
- Sim vai, � s� voltar com o grupo.
- Obrigada ! � e a menina saiu correndo em dire��o a que esperava com um sorriso. Ficaram ali at� a menina ter que voltar para o hotel para terminar de arrumar as coisas.
- Eu te amo Jonas. � e pode ler os l�bios da menina que j� estava dentro do avi�o que voltaria para o Brasil.
- Eu te amo muito mais. At� um dia. � respondeu o garoto.
As aulas come�aram em um novo semestre, e sempre que perguntavam o que ela tinha feito nas f�rias ela sempre respondia.
- Algo que s� a Disney poderia fazer.
Ningu�m entendia nada mais apenas ela e � claro suas amigas sabiam o que tinha acontecido naquele ver�o/inverno. fim
quem sabe...



Aan...eu sei que ta uma merda. Desculpe quem esperou at� eu terminar a fic, e obrigada pela paci�ncia de ler. Obrigada Babu pela sua filosofia de banheiro que nem � sua na verdade e a Mayra, Sabrinnah, Samira, Rebeca, J�lia H. por terem inspirado cada uma das personagens, a J�lia S. bem vinda as TQBs. E � claro aos Jonas por existirem. Xoxo, Giiu ;* ([email protected])

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