Texto extraído do
site:
http://www.umaoutravisao.com.br/fluorabsurd.html
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OS ABSURDOS DA FLUORETAÇÃO DAS ÁGUAS
Paul Connet, PhD, professor de Química.
St.Lawrence University, NY/USA.
A fluoretação das águas é um fenômeno
tipicamente norte-americano.
Inicia lá nos tempos em que o asbesto (nt.: amianto,
entre nós) era a base de nossas tubulações, o chumbo era
acrescentado à gasolina, os PCB’s (nt.: askarel, nome
mais comum) enchiam nossos transformadores elétricos e o DDT era
tido como “seguro e efetivo”. E de tal forma este veneno era “seguro”
que os agentes sanitários nem tonteavam quando aplicavam em nossas
crianças, sentadas em sala de aula ou nas mesas rústicas dos pic-nics
escolares. E um por um estes químicos foram sendo,
progressivamente, banidos.
Só
a fluoretação permanece incólume.
Por mais de cinqüenta anos, os encarregados públicos
governamentais,
presunçosa e entusiasticamente, clamam de que a fluoretação é “segura e
efetiva”. Entretanto, eles são tão superficiais que nem se sentem
preparados para defender esta prática em quaisquer debates públicos
abertos. Hoje são tantos os argumentos contra este método que este
confronto poderia virar uma catástrofe. Simplificando as coisas, só
isto já ajuda a separar ética de argumentos científicos.
Para aqueles que estão conectados com os fatos éticos, a questão
da
fluoretação torna-se muito simples de resolver. Ela é completamente
não-ética. Pessoas serem forçadas a tomar uma determinada medicação sem
terem tido a mínima chance de dar seu “consentimento consciente”, já
esclarece tudo.
A má notícia para todos é que argumentos éticos não têm muita
influência em Washington, DC, a não ser se os políticos se
conscientizem que são milhões as pessoas que olham para eles. Já a boa
nova é de que os argumentos éticos estão apoiados em sólidos argumentos
do senso comum e de pesquisas científicas que demonstram
convincentemente de que a fluoretação não é “segura e efetiva” e nem
tampouco necessária. A seguir, sumariei os argumentos em diversas
categorias:
A fluoretação é antiética
porque:
1.
Viola o direito individual de só se ser
medicado com consentimento consciente.
2.
A municipalidade não pode controlar a dose
para cada paciente;
3.
A municipalidade não consegue acompanhar a
resposta individual de cada munícipe;
4.
Ignora o fato de que algumas pessoas são
mais vulneráveis do que outros aos efeitos tóxicos do flúor.
5.
Viola o Código de Nuremberg com relação a
experimentos feitos em humanos.
Como declarado pelo
recente ganhador do Prêmio Nobel da Medicina (2000), Dr. Arvid
Carlsson: “Estou efetivamente convencido de que a fluoretação da água,
num futuro não muito distante, será remetida às páginas da história da
medicina ... A fluoretação da água vai contra os princípios básicos da
farmacoterapia que sai do receituário esteriotipado da medicação do
tipo – uma cápsula três vezes ao dia – muito mais para uma terapia
individualizada onde se coaduna dosagem e seleção do fármaco. Já a
adição de drogas à água potável significa exatamente o contrário desta
visão terapêutica individualizada.”
Já o Dr.Peter
Mansfield, médico inglês e assessor do Conselho Superior do atual
governo no processo de revisão do processo de fluoretação, afirma:
“Nenhum médico em seu juízo perfeito, prescreverá a uma pessoa que
jamais encontrou e que nem conhece seu histórico médico, uma substância
que está destinada a criar condições de alterações orgânicas com a
seguinte receita: ‘utilize na quantidade que quiser e será para o resto
de sua vida tendo em vista de que algumas crianças sofrem cáries
dentárias’. Isto é uma postura absurda.”
A fluoretação é desnecessária
porque
1.
As crianças podem ter dentes perfeitamente
sadios sem serem expostas ao flúor;
2.
Seus promotores (Centers of Disease
Control/CDC-USA-Centros de Controle de Doenças/EUA – 2001) admitem que
os benéficos são pela aplicação tópica e não sistêmica. Assim,
introduzir flúor nas pastas de dente, como está hoje disponível em todo
o planeta, é uma ação muito mais racional de aplicar flúor a um órgão
específico (dentes) enquanto minimiza a exposição ao restante do
organismo;
3.
A maioria dos povos na Europa ocidental
rejeitou a fluoretação da água e alcançou igual, ou talvez maior,
sucesso do que os norte-americanos no manejo dos problemas dentários;
4.
Se quantidades de flúor fossem necessárias
para se ter dentes fortes poder-se-ia esperar encontrá-lo no leite
materno, no entanto seu nível é de 0,01 ppm, ou seja, 100 vezes menor
do que o presente no mesmo volume de água fluoretada;
5.
As crianças que são de comunidade sem
fluoretação já recebem doses assim chamadas “ótimas”, originárias de
outras fontes (Heller et al, 1997). E, de fato, muitas são até
superexpostas ao flúor.
A fluoretação é ineficaz
porque
1.
Os maiores pesquisadores dentais afirmam
que os benefícios da fluoretação são pela aplicação tópica e não
sistêmica (Fejerskov, 1981; Carlos, 1983; CDC, 1999, 2001; Locker,
1999; Featherstone, 2000);
2.
Os pesquisadores dentais mais destacados
afirmam também que a fluoretação é ineficaz para prevenir cáries e
fissuras dentais e que representam 85% dos problemas de dentes
apresentados por crianças (JADA, 1984; Gray, 1987; White, 1993;
Pinkham, 1999);
3.
Uma série de pesquisas demonstrou que os
problemas dentais caem rápido, se não vertiginosamente, em países
industrializados sem fluoretação do que naqueles que são flouretados
(Diesendorf, 1986; Colqhoun, 1994; World Health Organization, Online);
4.
A mais longa pesquisa conduzida nos USA,
demonstrou que havia somente uma diminuta diferença nos problemas
dentais entre crianças que viveram toda sua vida em comunidades com
fluoretação comparadas com aquelas em que não havia. A diferença não
teve significância clínica nem mostrou ser estatisticamente
significativa (Brunelle & Carlos, 1990);
5.
A pior situação de problemas dentais nos
USA ocorre nas periferias de suas grandes cidades, e a vasta maioria
delas recebeu fluoretação durante décadas;
6.
Quando a fluoretação foi suspensa na
Finlândia, na antiga Alemanha Oriental, Cuba e Canadá, os problemas
dentais não cresceram, mas diminuíram (Maupome et al, 2001; Kunzel e
Fischer, 1997; Kunzel et al, 2000; Seppa et al, 2000).
A fluoretação é insegura
porque
1. Ele se acumula em nossos
ossos e torna-os quebradiços e predispostos à fraturas. O peso das
evidências, vindas de pesquisas com animais, estudos clínicos e
epidemiológicos sobre este tema, é gigantesco. O tempo de vida de
exposição ao flúor contribuirá para maiores níveis de fraturas ósseas
na maturidade;
2. Acumula-se em nossa
glândula pineal, possivelmente diminuindo a produção de melatonina,
importantíssimo hormônio regulador de nossas funções orgânicas;
3. Agride o esmalte dos
dentes (fluorose dental) das crianças, em altos percentuais. Entre 30 e
50% das crianças têm fluorose dental, em pelo menos dois dentes, em
comunidades com ótimo serviço de fluoretação;
4. Há uma séria
preocupação, ainda não comprovada, de uma possível conexão entre a
fluoretação e a osteosarcoma em homens jovens (Cohen, 1992) assim como
com as epidemias atuais de atrite e hipotireoidismo;
5. Em pesquisas com
animais, o emprego de flúor a 01 ppm em água potável aumenta o
direcionamento de alumínio para o interior do cérebro (Varner et al,
1998);
6. Países que empregam de
03 ppm ou mais de flúor no fornecimento de água apresentam maiores
níveis de infertilidade (Freni, 1994);
7. Em estudos humanos, os
agentes da fluoretação mais comumente utilizados nos USA, não só
incrementam a presença do chumbo no sangue das crianças (Masters e
Coplan, 1999, 2000) como também estão associados ao aumento de seu
comportamento violento;
8. A margem de segurança
entre o assim chamado benefício terapêutico na redução dos problemas
dentais e muitos destes últimos pontos é ainda não existente ou muito
baixa tendo como parâmetro a precaução.
A fluoretação é injusta
porque
1.
O fornecimento atinge todas as residências,
mas é a população mais pobre a que não tem meios para evitá-la, caso
quisessem, porque não tem recursos para adquirir água de fontes
minerais ou dispor de capital para instalar algum caro equipamento para
removê-la;
2.
Os pobres são mais suscetíveis de sofrer
desnutrição, reconhecidamente uma realidade que torna as crianças mais
vulneráveis aos efeitos tóxicos do flúor (Massler e Schour, 1952;
Marier e Rose, 1977; ATSDR, 1993; Teotia e al, 1998);
3.
Muito raramente, se é que isto ocorre, os
governos se oferecem para apoiar aqueles que não dispõem de nenhum
recurso financeiro para tratarem de fluoroses tão severas que exigiriam
um dispendioso tratamento.
A fluoretação é ineficiente e com custo não efetivo
porque
1.
Somente uma pequena parte da água
fluoretada alcança seus objetivos. A maior parcela termina sendo
utilizada para limpeza de pratos e talheres, para a descarga dos vasos
sanitários ou para irrigar gramados e jardins;
2.
Seria totalmente proibitivo, em termos de
custos, a utilização do produto graduado farmaceuticamente, o fluoreto
de sódio (a substância que foi empregado para testes), como agente para
fluoretação no fornecimento público de água encanada. A fluoretação da
água é artificialmente barata. Isto porque, e a maioria da população
desconhece, o agente empregado para a fluoretação é um resíduo, impuro
e perigoso, originário da indústria de fertilizantes ao produzir o
adubo fosfato;
3.
Se foi considerado apropriado ingerirmos
flúor (ainda que seu maior benefício seja de forma tópica e não
sistêmica), uma forma mais segura e de custo efetivo seria providenciar
água fluoretada, engarrafada e disponível, gratuitamente, nas
prateleiras dos supermercados. Esta solução possibilitaria
controlar tanto a qualidade como a dose. Além do mais, não poria “goela
abaixo” daqueles que não querem consumi-la.
A fluoretação é promovida
de forma anti-científica porque
1.
Em 1950, o Serviço de Saúde Pública dos USA
endossou entusiasticamente a fluoretação antes mesmo de que uma simples
experimentação tivesse sido completada;
2.
Ainda que se tenha muito mais fontes
de flúor hoje do que se dispunha em 1945, a assim chamada “ótima
concentração” de 01 ppm permaneceu inalterada;
3.
O Serviço de Saúde Pública dos USA nunca se
sentiu obrigado a monitorar os níveis de flúor em nossos ossos mesmo
que soubesse, por anos, que 50% do que ingerimos a cada dia acumule-se
aí;
4.
Os responsáveis públicos que promovem a
fluoretação nunca se dispuseram a avaliar os níveis de fluorose dental
que as comunidades passaram a ter depois deste processo ainda que eles
saibam que este nível indica se a criança está tendo ou não uma
superdose;
5.
Nenhuma agência pública dos USA contestou a
pesquisa feita por Luke de que o flúor se acumula na glândula pineal,
mesmo após a publicação do Resumo, em 1994, de sua tese de Ph.D em
1997. Apresentou seu trabalho em uma conferência internacional da Society
for Fluoride Research, em 1998, tendo sua última publicação em 2001
na Caries Research;
6.
Os relatórios da CDC (Centers of Disease
Control dos USA) de 1999 e 2001, advogam a fluoretação, estando ambos
desatualizados em, pelo menos, seis anos em termos de pesquisas que a
questionam quanto à preocupação em relação à saúde.
A fluoretação é indefensável
em quaisquer debates públicos
Os proponentes da fluoretação das águas recusam-se
a defender esta prática em debates abertos porque sabem que perderão. A
vasta maioria dos responsáveis públicos pela saúde, em todos os USA e
em outros países que promovem a fluoretação, baseia-se em informações
de assessores sem fundamentação científica em vez de realizarem eles
mesmos consultas nas publicações científicas mais atualizadas.
Estas
informações, de segunda mão, produzem inconsistência em seus discursos
quando são desfiados a defenderem suas posições. Suas opiniões estão
mais baseadas na fé do que na razão.
Aqueles que estão com os cordéis destes marionetes
da saúde pública nas mãos, sabem destes fatos. Cinicamente contam com o
tempo e esperam que estes marionetes continuem tolas, recitando esta
longa ladainha de “autoridades” que sustentam a fluoretação em vez de
se engajarem nos fatos incontestáveis.
Como
Brian Martin tornou claro em seu livro “Scientific Knowledge in
Controversy: The Social Dynamics of the Fluoridation Debate” (1991) {O
Conhecimento Científico em Controvérsia: A dinâmica social do debate
sobre a fluoretação}, a promoção da fluoretação está fundada no
exercício do poder político e não em análises racionais. A questão a
responder então é : “porque o Serviço Público de Saúde escolhe exercer
seu poder desta forma ?”.
As motivações, especialmente aquelas que são
exercidas há muitas gerações de formadores de opinião, são sempre
difíceis de determinar. Entretanto, intencionalmente ou não, a
fluoretação serviu para nos desviar de uma série de fatos marcantes.
Desconectou-nos:
1.
A omissão de um dos países mais ricos do
mundo em prover cuidados dentais decentes para sua população pobre;
2.
A falência de 80% dos dentistas
norte-americanos que atendem as crianças pelo sistema “Medicaid”;
3.
O fracasso da comunidade de saúde pública
em combater o imenso super-consumo por nossas crianças, dos alimentos
açucarados, vai a tal ponto de fazermos vista grossa à indiscriminada
invasão de máquinas com refrigerantes nos prédios de nossas escolas.
Esta atitude parece estar mais associada à nossa crença como se o flúor
interrompe todos problemas dentais. Porque então se estressar
controlando esta farta ingestão de açúcares;
4.
A omissão de se tratar adequadamente os
efeitos ecológicos e de saúde pública gerados pela poluição do flúor
originário da grande indústria. Apesar dos danos já causados, e que
permanece causando, por esta poluição, poucos são os ambientalistas que
consideram o flúor como efetivamente “poluente”;
5.
A omissão da U.S.EPA (nt.:
Environmental Protection Agency-Agência de Proteção Ambiental dos USA)
em desenvolver um Nível Máximo de Contaminação para o flúor na água e
que pudesse ser cientificamente aceito;
6.
A verdade é que mais e mais compostos
organofluorados estão sendo introduzidos no mercado na forma de
plásticos, fármacos e agrotóxicos. Apesar do fato de que alguns destes
compostos ofereçam mais ameaças tanto à nossa saúde como ao ambiente do
que seus parentes, os clorados e os compostos de bromo, as organizações
e agências governamentais que deveriam agir para limitar a disseminação
global destes outros produtos halogenados, parecem estar completamente
cegas para os perigos trazidos por estes compostos organofluorados.
Vale a ressalva de que são muitíssimo mais persistentes e lipossolúveis
do que os outros comparsas, acumulando-se tanto na cadeia
alimentar como em nossos tecidos adiposos.
Assim se a fluoretação não é efetiva e nem segura, sua
continuação serve como um véu para muitos interesses que sugam seus
lucros em cima da desinformação do público a respeito do flúor.
Infelizmente, as instituições públicas têm
colocado muita de sua credibilidade na defesa da fluoretação. Mas está
se tornando muito difícil a seus prepostos falarem, honesta e
abertamente, sobre este assunto. Como foi com a amálgama de mercúrio, é
muito complicado para instituições como a American Dental Association (nt.:
Associação Norte-americana de Odontologia) reconhecer os riscos
sobre a saúde já que isto poderá dar margens a ações de
responsabilidade tão logo declarem algo a respeito.
Mesmo
que ainda seja muito difícil, não se pode esquecer o que é essencial, a
proteção de milhões de pessoas a esta agressão desnecessária. O governo
norte-americano deve começar a agir e sair deste anacrônico, e
crescentemente absurdo, status quo em que se transformou este assunto.
Mas existem precedentes. Estão prontos a fazer o mesmo com a terapia de
reposição hormonal.
Mas arrancar-se qualquer ação honesta do governo
dos USA nesta área, será bem difícil. Efetivar mudanças é como fazer
uma ranhura numa madeira. A ciência pode fazer isto. No entanto nós
precisamos é do peso de uma massa crítica da população para podermos
exigir isto para o nosso dia-a-dia. Aí poder-se-á exigir esforços
consistentes no sentido de se educar a população norte-americana para
então contar com seu auxílio para exercermos pressões sobre nossos
representantes políticos.
Finalmente o que necessitamos é uma moratória
quanto à utilização do flúor na água (o que significaria somente se
fechar a torneira da fluoretação, por alguns meses) até haver um grande
encontro público para se ouvir os pontos chaves expressados pelo
testemunho de cientistas de ambos os lados. Com a questão da educação
estamos numa tal condição, a melhor do que qualquer outra anterior. A
maioria dos estudos fundamentais estão completamente disponíveis na
Internet (www.slweb.org/bibliografy.html)
assim como há entrevistas gravadas em vídeo cassete com muitos dos
cientistas e protagonistas cujos trabalhos são muitíssimo importantes
para a atual reavaliação desta questão (ver vídeos em
www.fluoridealert.org).
Com estas novas informações, mais e mais
comunidades estão rejeitando novas propostas de fluoretação a nível
local. A nível nacional, existem alguns passos prenhes de esperança,
como a contestação da EPA Headquarters Union (nt.:
União do Conselho Superior da EPA) posicionando-se contra a
fluoretação e o Sierra Club peticionando uma nova reavaliação desta
matéria. Entretanto, ainda há necessidade de colossal ação de outros
grupos nacionais envolvendo-se no sentido de tornar este um assunto
que, desesperadamente, precisa ser de interesse nacional.
Espero que os leitores deste site
(RedFlagsWeekly.com de 28.11.2002) que discordem do que disse aqui,
manifestem-se, refutando com seus argumentos. Se não puderem, espero
então que ultrapassem este barreira e cooperem para que se finalize
políticas, das mais tolas, que se impingiu ao cidadão norte-americano.
Este é o tempo de parar com esta loucura de fluoretar a água, sem mais
delongas. Não será nada fácil. A fluoretação representa um
poderosíssimo poder de um “sistema de crença” acalentado por grandes
interesses além de ser resguardo por poderes e influências
entrincheirados no âmago do governo.
Tradução livre de Luiz Jacques Saldanha, set.2003.
Co-tradução: Eduardo Cezimbra.