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razões para opor-se à fluoretação
por: Dr. Paul Connett, Ph.D
6 de março, 2001
Dr. Paul Connett
Professor de Quimica
Universidade de St. Lawrence, NY 13617
315-229-5853 - [email protected]
com assistência de :
Michael Connett
Webmaster
Fluoride Action Network
http://www.fluoridealert.org
50
razões para opor-se a fluoretação
1
- o fluoreto não é um nutriente essencial. Nenhuma
doença jamais foi
ligada a uma deficiência de fluoreto. Os seres humanos podem
haver
dentes perfeitamente bons sem o flúor.
2 -
a fluoretação não é necessária.
Muitos países da Europa não são
fluoretados e experimentaram o mesmo declínio em cárie
dental
como nos
EUA (veja os dados da O.M.S. em níveis de cárie dental na
Europa, EUA,
Nova Zelândia e Austrália no Apêndice
1).
3
- o papel da fluoretação no declínio da
cárie
dental está em sérias
dúvidas. A maior pesquisa jamais conduzida nos EUA (mais de
39,000
crianças de 84 comunidades) pelo Instituto Nacional de Pesquisas
Dentais mostrou uma pequena diferença em cáries dentais
entre crianças
de comunidades fluoretadas e não fluoretadas. (Hileman, 1989 e Yiamouyiannis,
1990). Segundo as estatísticas do NIDR, o estudo encontrou uma
diferença média de somente 0,6 DMFS (Superfícies
Obturadas, Ausentes e
Cariadas) nos dentes permanentes de crianças com idade de 5 a 17
anos
residentes em áreas fluoretadas ou não.(Brunelle e
Carlos, 1990). Esta
diferença é menos que uma superfície dental!
Existem 128
superfícies
dentais na boca das crianças.
4 - onde a fluoretação foi descontinuada,
em comunidades do Canadá, antiga Alemanha Oriental, Cuba e
Finlândia, a
cárie dental não aumentou mas realmente diminuiu (Maupone
et al., 2000
e seppa et al, 2000).
5 - uma das primeiras
experiências que ajudou a lançar a
fluoretação aconteceu em Newburgh,
NY, em Kingston, NY com a comunidade de controle. Após 10 anos
deste
processo (que era metodologicamente incorrecto), se observou que houve
uma grande diminuição da cárie dental nas
comunidades fluoretadas
comparado com as comunidades não fluoretadas. Todavia, quando as
crianças foram reexaminaqdas nestas duas cidades em 1995 (50
anos após
o inicio do processo) praticamente não havia diferença em
cáries
dentais nas duas comunidades. Se qualquer coisa, os dentes na
não
fluoretada Kingston eram levemente melhores (Kumar e Green 1998).
6 - uma pesquisa actual (por exemplo: Diesendorf,
1986; colquhoun,
1997, e de Liefde, 1998) mostra que o índice de cáries
começava a
diminuir antes que a fluoretação fosse introduzida e
continuou a
diminuir mesmo após que seus benefícios foram
maximizados. Muitos
outros factores influiram na cárie dental. Estudos na
Índia
(teotia e
Teotia, 1994) e Tucson, Arizona (Steelink, 1992) mostraram que a
cárie
dental realmente aumenta com o aumento da concentração de
fluoreto na
água.
7 - guiando os dental pesquisadores
(Levine, 1976; Fejerskov, Thylstrup e Larsen, 1981; Carlos, 1983;
Featherstone, 1987,1999,2000; Margous Moreno, 1990; Clark, 1993; Burt,
1994; Shellis e Duckworth, 1994 e Limeback, 1999,2000), e os centros
para controle e prevenção de doenças (CDC,1999)
então reconhecem que o
mecanismo dos benefícios do flúor é principalmente
TÓPICO e NÃO SISTÊMICO.
Assim, você não tem que engolir o flúor para
proteger os dentes.
Como
os benefícios do flúor (se existem) são
tópicos, e
os riscos são
sistêmicos, faz mais sentido, para aqueles que querem tomar os
riscos,
levar o flúor directamente ao dente na forma de creme dental.
Desde que engolir o flúor é desnecessário,
não
existe razão para forçar
às pessoas (contra as suas vontades) a beber o flúor em
seu
suprimento
d'água (todas as referências para “tópico versus
beneficios
sistêmicos“
são relacionados com um grupo na respectiva secção)
8
- o programa de fluoretação dos EUA não conseguiu
alcançar um de seus
objectivos chave, isto é, abaixar o índice de
cáries dental enquanto
minimizando a fluorese dental (descoloração do esmalte e
alteração da
sua coloração). A meta dos prévios promotores da
fluoretação era
limitar a fluorose dental (na sua forma mais suave) a 10% das
crianças
(NRC, 1993, pp 6-7). O percentual de crianças com a fluorose
dental em
áreas de fluoretação optimal subiu de OITO
VEZES, este objectivo. (Williams, 1990; Lalumandier, 1995; Heller,
1997 e Morgan, 1998). O York
Review
estima que mais de 48% das crianças em áreas de
fluoretação optimal
teve fluorose dental em todas as formas e mais de 12,5% em
médias ou
severas formas (McDonagh, 2000).
9 - a
fluorose dental significa que a criança recebeu uma overdose de
fluoreto. Enquanto o mecanismo pelo qual o esmalte é danificado
não é
definitivamente conhecido, a fluorose parece que pode ser um resultado
da inibição de enzimas no crescimento dos dentes
(DanBesten, 1999), ou
através da interferência do fluoreto com a glândula
tireóide.
10
- o nível de fluoreto colocado na água (1ppm) é
100 vezes mais alto que
o normalmente encontrado no leite materno (0,01 ppm) (Instituto de
Medicina, 1997). Não existem benefícios, somente riscos
para crianças
que ingerem este elevado nível de fluoreto numa idade tão
precoce.
(esta é uma idade onde a susceptibilidade às toxinas
ambientais é
particularmente alto).
11 - o fluoreto é um
veneno cumulativo. Somente 50% do fluoreto que nós ingerimos a
cada dia
é excretada através dos rins, o restante se acumula em
nossos ossos, na
hipófise e outros tecidos. Se os rins são danificados, o
acumulo do
fluoreto pode aumentar.
12 - o fluoreto é
biologicamente activo mesmo em baixas concentrações. Ele
interfere com
os ligamentos de hidrogênio que é o centro da estrutura e
funções das
proteínas e ácidos nucléicos. Assim, o fluoreto
tem o potencial de
perturbar o processo vital no organismo.
13 -
o fluoreto inibe as enzimas em testes de laboratório
(Waldbott,1978),
nas bactérias da cavidade oral (Featherstone, 2000), no
crescimento dos
dentes (Denbesten, 1999), nos ossos (Krook e Minor, 1998) e em outros
tecidos (Luke, 1998).
14 - o fluoreto
mostrou ser mutagênico, provoca danos cromossômicos e
interfere com as
enzimas envolvidas no reparo do DNA, numa variedade de insecto, cultura
de tecidos e em estudos animais (DHSS, 1991, Mihashi e Tsutsui, 1996).
15
- o fluoreto administrado em altas doses em animais disseminou a
destruição no sistema reprodutivo - tornando o esperma
não funcional e
aumentando o índice de infertilidade (Chinov et al, 1995; Kumar
e
Susheela, 1994; Chinoy e Narayana, 1994; Chinoy e Sequeira, 1989). Num
recente estudo dos EUA foi encontrado um aumento da taxa de
infertilidade entre mulheres que vivem em áreas com 3 ou mais
ppm de
fluoreto na água. Segundo este último estudo, o qual foi
publicado no
jornal de toxicologia e saúde ambiental, “muitas regiões
mostraram uma
associação de diminuição da TFR (indice
total de fertilidade) com o
aumento do nível de fluoreto“ (freni, 1994).
16
- o fluoreto forma complexos com um grande número de metais, aos
quais
se incluem metais que são necessários no corpo (como
cálcio e magnésio)
e metais (como chumbo e alumínio) que são tóxicos
para o
nosso corpo.
Isto pode causar uma variedade de problemas. Por exemplo, o fluoreto
interfere com enzimas onde o magnésio é um importante
co-factor, e pode
ajudar o aumento de alumínio nos tecidos onde o alumínio
contrariamente
não iria.
17 - em ratos que foram alimentados
por um ano com 1 ppm de fluoreto na água bi-destilada e
deionizada,
usando fluoreto de sódio ou fluoreto de alumínio, tiveram
mudanças
morfológicas nos rins e cérebro e tiveram um aumento no
nível de
alumínio presente em seus cérebros (Varner et al, 1998).
O
alumínio no
cérebro é associado com o mal de Alzheimer.
18
- o fluoreto e o complexo do fluoreto de alumínio interagem com
a
G-proteína e assim tem o potencial de interferir com muitos
hormônios e
alguns sinais neuroquimicos (Struneka e Patocka, 1999).
19 -
o fluoreto de alumínio foi recentemente nominado pela Agencia de
Proteção Ambiental (EPA) e pelo Instituto Nacional de
Ciências e Saúde
Ambiental (NIHES) para testes pelo Programa Nacional de Toxicologia.
Segundo o EPA e NIHES, o fluoreto de alumínio actualmente tem
uma “alta
prioridade nas pesquisas da saúde“ devido a sua “conhecida
neurotoxicidade“ (BNA, 2000). Se o fluoreto é adicionado na
água a qual
contém alumínio, o complexo do fluoreto de
alumínio se
formará.
20
- a experimentação animal mostra que a
exposição ao fluoreto altera o
comportamento mental (Mullenix et al, 1995) em doses pre-natais os
ratos demonstraram um comportamento hiperactivo. Nas doses
pós-natais
se verificou uma hipoactividade (isto é, baixa actividade ou
sindrome
da “batata de sofá“).
21 - os estudos de
Jennifer Luke (1997) mostraram que o fluoreto acumula na glândula
hipófise humana a níveis muito elevados. Na sua tese de
Ph.D. Luke
também mostrou em estudos animais que o fluoreto reduz a
produção de
melatonina e leva a um precoce principio da puberdade.
22
- em três estudos da china mostraram um abaixamento do Q.I. em
crianças
associadas com a exposição ao fluoreto (Li et al, 1991)
indica que
mesmo em níveis moderados de exposição ao fluoreto
(e.g. 0,9 ppm na
água) pode exacerbar os defeitos neurológicos da
deficiencia de iodo,
que inclui diminuição do Q.I., e retardo mental. (segundo
o CDC,
desde 1970, a deficiencia de iodo foi quase quadruplicada nos EUA, com
quase 12% da população, até então,
deficiente de iodo.
23
- logo, no sec. 20, o fluoreto foi prescrito por um grande
número de
doutores europeus para reduzir a actividade da glândula
tireóide para
aqueles que sofriam do hipertireoidismo (tireóide muito activa)
(Merck
index, 1960, p.952; Waldbott, et al, 1978, p.163). com a
fluoretação da
água, nós forçamos as pessoas a beber uma
medicação tireóide-depressiva
que poderia servir a promover altos níveis de hipotireoidismo
(baixa
actividade da tireoide) na população, e todos os
problemas subsequentes
relatados dessa desordem. Tais problemas incluem a depressão,
fatiga,
ganho de peso, dores nos músculos e articulações,
aumento dos níveis de
colesterol e doenças cardíacas.
Convém
anotar que segundo o Dept. de Saúde e Serviços Humanos
(1991) a
exposição ao fluoreto em comunidades fluoretadas é
estimado de
aproximadamente 1,58 a 6,6 mg/dia, que é um índice que
realmente
sobrepõem a dose (2,3 - 4,5 mg/dia) mostrando uma
diminuição do
funcionamento da tireoide humana (galletti e Joyet, 1958).
Este é um facto notável, e certamente merece grande
atenção
considerando o desenfreado e crescente problema do hipotireoidismo nos
EUA. (em 1999 a segunda droga mais prescrita do ano foi Synthroid, que é um
hormonio substituto, droga usada para tratar uma baixa actividade da
tireoide).
24 - alguns dos primeiros sintomas da fluorose
esquelética,
uma doença dos ossos e articulações induzida pelo
fluoreto que atinge
milhões de pessoas na India, China e Africa,e imita os sintomas
das
artrites. Segundo uma revisão sobre a fluoretação
feita pelo “jornal da
Sociedade Americana de Quimica“, por que alguns dos sintomas clinicos
imita as artrites, as primeiras duas fases clinicas da fluorose
esquelética poderiam ser facilmente confundidas com outras
doenças. (Hileman,
1988).
Partes de alguns estudos foram feitos para determinar a extensão
desta
confusão de diagnóstico, e se a alta prevalencia de
artrite na América
(mais de 42 milhões de Americanos) é relacionada com a
nossa crescente
exposição ao fluoreto, que é altamente
plausível. As causas de muitas
formas de artrite (e.g.osteoartrites) são desconhecidas.
25
- em alguns estudos, quando altas doses de fluoreto foram usadas em
experiências no tratamento de pacientes com osteoporose num
esforço
para endurecer seus ossos e reduzir os índices de fracturas,
realmente
levou a um AUMENTO do número de fracturas nos quadrís
(Hedlund e
Gallagher, 1989; Riggs et al, 1990).
26 -
dezoito estudos (quatro não publicados, incluindo um abstracto)
desde
1990 examinaram a possível relação da
fluoretação e um aumento das
fracturas nos quadrís entre os idosos. Dez destes estudos
encontraram
uma associação, e em oito não. Um estudo encontrou
um aumento
relacionado às doses nas fracturas dos quadrís, quando a
concentração
do fluoreto subiu de
1 ppm para 8 ppm (Li et al, 1999, publicado).
A fractura dos quadrís é um seríssimo problema
para os idosos, como um
quarto destes que tem a fractura dos quadrís morrem dentro de um
ano da
operação, enquanto 50% nunca recuperam uma existencia
independente.
(todos os 18 estudos são referidos num grupo na respectiva
secção).
27 - um estudo animal (Programa Nacional de Toxicologia,
1990) mostra a o aumento da osteosarcoma (cancer dos ossos)
relacionado com as doses em ratos machos. O achado inicial deste estudo
foi a “clara evidencia da carcinogenidade“achado que foi logo degradado
conspìcuamente à“evidência equivocal“ (Marcus, 1990).
EPA União Profissional dos Quarteis Generais pediu que o
congresso
estabelecesse uma revisão independente dos resultados destes
estudos (Hirzy 2000).
28
- dois estudos epidemiológicos mostraram uma possível
associação ( do
qual alguns foram desconsiderados: Hoover, 1990 e 1991) entre
osteosarcoma em homens jovens e habitantes em áreas fluoretadas
(Instituto Nacional do Cancer, 1989 e cohn, 1992). Outros estudos
não
encontraram esta associação.
29 - a
fluoretação é anti-ética porque não
estão pedindo aos indivíduos o
consenso informado antes da medicação. Esta é uma
practica standard
para toda medicação.
30 - enquanto os
plebiscitos são preferenciais para impor as politicas do governo
central, ele leva ainda o problema dos direitos individuais contra a
decisão da maioria. por outro lado, faz um eleitor ter o direito
de
requerer que seu vizinho beba um certo medicamento ( mesmo se é
contra
a vontade do vizinho)?
31 - algumas pessoas
apresentam altamente sensíveis ao fluoreto como mostrado pelos
casos
estudados e pelos estudos a duplo cego (Waldbott, 1978 e Moolenburg,
1987). Isto pode relatar a interferencia do fluoreto com seus
níveis
hormonais incluindo aqueles produzidos pela sua glandula
tireóide. Nós,
como uma sociedade, podemos forçar essas pessoas a beber o
fluoreto?
32
- segundo a Agencia para Substancias Tóxicas e Registro de
Doenças
(ATSDR,1993) algumas pessoas são particularmente
vulneráveis aos
tóxicos efeitos do fluoreto; estas incluem:
idosos, diabéticos e
pessoas com baixo funcionamento renal. Ainda, podemos em boa
consciencia forçar estas pessoas a ingerir o fluoreto como uma
base
diária?
33
- são também vulneráveis aqueles que sofrem de
mal-nutrição (por
exemplo, calcio, magnésio, vitamina C, vitamina D e deficiencia
de iodo
e proteínas e diétas pobres). Daqueles os mais
prováveis que sofrem de
mal-nutrição são os pobres, que é
precisamente o povo e que será o alvo
das novas propostas de fluoretação (Saúde Oral na
América, maio 2000).
Enquanto um risco elevadíssimo, famílias pobres
são menos capazes de
ter recursos para usar medidas de anulação dos riscos(por
exemplo, água
mineral em garrafas, ou equipamento de filtragem).
34
- desde que a decadência dental é mais concentrada em
comunidades
pobres, nós deveríamos gastar os nossos esforços
tentando aumentar o
acesso à cura dental para as familias pobres. A real “crise da
saúde
oral“ que existe hoje nos EUA, não é uma falta de
fluoreto mas pobreza
e falta de um seguro dental.
35 - a
fluoretação foi declarada inefectiva para prevenir um dos
mais sérios
problemas da saúde oral enfrentados pelas crianças
pobres, a saber, a
decadencia dos dentes provocada pela mamadeira dos bebês,
contrariamente conhecida como cáries da primeira infancia. (Jones,
2000).
36
- uma vez colocado na água é impossível de
controlar a dose que cada
indivídio recebe. Isto é porque algumas pessoas (por
exemplo: os
trabalhadores braçais, atlétas e diabéticos) bebem
mais água que
outras, e porque, nós recebemos o fluor através da
água canalizada e
outros da água armazenada em tanques. Outras fontes de fluoreto
incluem
alimentos e bebidas processadas com a água fluoretada; produtos
dentais
fluoretados, e resíduos de pesticidas nos alimentos.
Como
um médico corretamente declarou, “nenhum médico em seus
bons sensos
prescreveria para uma pessoa que ele nunca conheceu, cuja historia
medica ele não conhece, uma substancia que pretende criar
mudanças
corporais, com o aviso: “tome tanto quanto voce quizer, mas voce
tomará
pelo resto da sua vida porque algumas crianças sofrem de
cáries
dentais. Isto é contrário à noção de
bom senso“.
37
- apesar do facto que é reconhecido que nos estamos ingerindo
demasiadamente o fluoreto, e apesar do facto que nos estamos muito mais
expostos ao fluor no ano 2000 que em 1945 (quando iniciou a
fluoretação), o nível “optimal da
fluoretação é ainda 1 parte por
milhão, o mesmo nível optimal considerado em 1945!
38
- os primeiros estudos conduzidos em 1945-1955 nos EUA, os quais
ajudaram a lançar a fluoretação, foram duramente
criticados pela sua
pobre metodologia e pouca escolha das comunidades de controle (De
Stefano, 1954; Sutton 1959, 1960 e 1996). Segundo o Dr.Hubert Arnold,
a estatística da Universidade da California em Davis, as
primeiras
provas de fluoretação “são especialmente ricas em
mentiras, projeto
impróprio, uso inválidos dos métodos de
estatística, omissão dos dados
contrários e somente planos confusos e estúpidos“.
39
- o Serviço de Saúde Pública dos EUA foi o
primeiro a apoiar a
fluoretação em 1950, antes que uma simples prova fosse
completada
(McClure,1970)! Não poderia ser uma coincidencia que no mesmo
ano apoia
o SSP dos EUA, a Fundação de Pesquisa do açucar,
inc.(apoiado por 130
corporações) que expressou seu objectivo em pesquisas
dentais como,
“descobrir os meios efectivos de controle da decadencia dental por
outros métodos que restringessem a entrada de carbohidratos“
(açucar).
(Waldbott, 1965, p.131).
40 - o programa
de fluoretação foi muito pouco controlado. Nunca houve
uma analise
compreensiva do nível de fluoreto nos ossos dos cidadãos
Americanos. As
autoridades Americanas da Saúde não tem nenhuma ideia
aproximada dos
níveis que causarão sutís ou mesmo sérios
danos aos ossos e
articulações!
41 - segundo uma carta recebida pelo deputado de New
Jersey, John Kelly,
o FDA (
Food and Drugs Administration) jamais aprovou o suplemento de fluoreto
dado às crianças, que são designados para haver a
mesma quantidade de
fluoreto como na água fluoretada.
42
- a quimica usada para fluoretar a água nos EUA não
é a nível
farmaceutico. Ao contrário, eles vem dos sistemas de descarte
das
industrias de fertilizantes fosfatados. Estas quimicas (90 % das quais
são fluorisilicados de sódio e ácido
fluorosilicato), são classificados
como perigosos descartes contaminados com metais tóxicos e uma
quantidade de vestígios de isotopos radioactivos. Em recentes
testes
feitos pela Fundação Nacional de Saneamento sugere que os
níveis de arsenico
nestas quimicas são altos e de interesse significativo.
43
- estes perigosos descartes não foram testados
compreesivelmente. O
produto quimico normalmente testado em estudos animais é o
fluoreto de
sódio a nível farmaceutico, e não o acido
fluorosilicato a nível
industrial. A suposição que esta sendo feita é que
com o tempo estes
produtos de descarte diluidos, todo o ácido fluorosilicio
poderá ser
convertido em íons livres de fluoreto, e os outros isotopos
tóxicos e
radiactivos serão assim diluidos a eles não
causarão qualquer dano,
mesmo com a exposição por toda a vida. Estas
suposições não foram
examinadas cuidadosamente pelos cientistas, independentemente do
programa de fluoretação.
44 - estudos feitos por Masters
e Coplan
(1999) mostra uma associação entre o uso do ácido
fluorosilicico (e seu
sal de sódio) com a água fluoretada e um elevado aumento
de chumbo no
sangue das crianças.
45 - o fluoreto de
sódio é uma substancia extremamente tóxica -
somente de 3 a 5 gramas,
ou aproximadamente uma colher de chá, é suficiente para
matar um ser
humano. Tanto crianças (engolindo gels) quanto adultos
(envolvidos
acidentalmente por mal-funcionamento do equipamento de transporte do
fluoreto e filtros nas máquinas de diálise) morreram pelo
excesso de exposição.
46 -
alguns dos primeiros oponentes da fluoretação foram os
bioquimicos e
pelo menos 14 vencedores do prêmio nóbel estão
entre os numerosos
cientistas que expressaram suas reservas sobre a practica da
fluoretação (veja a lista no apendice
4).
O Dr. James Sumner, que venceu o prêmio nóbel por seu
trabalho sobre
enzimas quimicas, disse sobre a fluoretação: “devemos ir
devagar. Todos
nós sabemos que fluorino e fluoreto são substancias muito
venenosas.
Nos lhe usamos na quimica da enzima para envenenar enzimas, aqueles
agentes vitais no corpo. essa é a razão das coisas
envenenadas; porque
as enzimas são envenenadas e essa é a razão pela
qual animais e plantas
morrem (Connett,2000).
O vencedor do premio nóbel para a medicina do ano 2000 foi o Dr.
Arvid
Carlsson da Suecia. O Dr. Carlsson foi um dos principais oponentes da
fluoretação na Suécia. Ele fazia parte do grupo
que
recomendou ao
governo sueco a rejeitar aquela pratica, que eles fizeram em 1971. em
seu livro “A questão fluoreto: Panaceia ou veneno“ Anne-lise
Gotzsche
citou Carlsson como a seguir: “não é vantajoso ocultar o
facto que é
uma questão de aplicar uma substancia farmacologicamente activa
para
uma inteira população“ (p.69).
47 - a União
representativa dos cientistas no quartel general do EPA (Agencia de
Proteção Ambiental) dos EUA em Washington está no
registro como
opositores a fluoretação da água (Hirzy, 1999) e
rejeita a aprovação do
EPA do uso dos perigosos resíduos industriais produzidos para
fluoretar
o suprimento de àgua publica.
48 - muitos
cientistas, doutores e dentistas que se expressaram publicamente sobre
este problema, foram sujeitos a censura e intimidação
(Martin 1991).
Tacticas como esta não seriam necessárias se estes
promotores da
fluoretação houvessem uma segura base científica.
49
- os promotores da fluoretação recusam de reconhecer que
existe
qualquer debate científico sobre este problema, apesar dos
interesses
listados acima e a revisão objetica das controvérsias (Hileman, 1988).
O Dr. Michael Easley, um dos maiores proponentes vocais, foi para dizer
que não existe debate legítimo, qualquer que seja,
referente a
fluoretação. Segundo Easley, quem trabalha próximo
ao CDC e ADA, “os
debates dão a ilusão que uma controvérsia
científica existe quando uma
pessoa sem crédito apoia a visão da fluorofobia“. Easley
acrescenta que
“o maior flagrande do abuso da confiança pública
ocasionalmente ocorre
quando um médico ou um dentista, por uma qualquer razão
pessoal, usa
sua importancia profissional na comunidade para argumentar contra a
fluoretação, uma clara violação da
ética profissional, o principio da
ciencia e padrões da prática comunitária“ (Easley,
1999).
Os comentários como estes dirigiram o sócio director
técnico para União
de Consumidores, Dr. Edward Groth, a concluir que “a
posição politica
pro-fluoretação desenvolveu numa dogmática,
autoritaria, postura
essencialmente anti-científica, um dissuasivo debate de
problemas
científicos“ (Martin, 1991).
50
- quando vier as controvérsias que acercam os produtos quimicos,
investindo os interesses tradicionais faça o seu melhor para
descontar
estudos animais e não dê importancia aos achados
epidemiológicos. No
passado as pressões politicas levaram as agencias governativas a
arrastar seus pés sobre a regulamentação de
asbestos, benzene, DDT,
PCBs, chumbo tetraetileno, tabaco e dioxinas. Com a
fluoretação nós
tivemos 50 anos de atraso. Infelizmente, porque os governos oficiais
colocaram muitas das nossas credibilidades na linha de defesa da
fluoretação, e por causa das enormes consequencias que
nos esperam às
escondidas, se admite que a fluoretação causou um aumento
nas fracturas
dos quadris, artrites, cancer dos ossos, desordens cerebrais ou
problemas na tireóide, será muito dificil para eles falar
honestamente
e abertamente sobre o problema mas eles poderiam, não somente
proteger
milhões de pessoas do desnecessário perigo, mas proteger
a noção que,
em seu âmago, a política da saúde pública
poderia basear-se na ciencia
sã, e não na pressão política. Eles tem uma
ferramenta com a qual fazem
isto: é chamado o principio precaucionário. Simplesmente
por, isto
dizer: se em dúvida deixe-o de fora. Isto é o que muitos
países
européus fizeram, e os dentes de suas crianças não
sofrerão, enquanto
suas confianças públicas foram fortalecidas.
É como uma
questão de um jogo de Kafka. Quanta dúvida é
necessária em somente um
dos interesses da saúde identificada acima, para anular um
benefício,
que quando é identificado na maior pesquisa jamais conduzida nos
EUA,
equivale a menos que uma superficie de um dente na boca de uma
criança?
(entre 128). Para aqueles que poderiam pedir estudos suplementares
nós
dizemos bom. Mas primeiro tire o fluor da água, e então,
conduza todos
os estudos que voce quizer. Esta loucura deve acabar sem mais demora.
APENDICE
1 - Dados da Organização Mundial da
Saúde
Tabela: Situação DMFT (Decadentes, Faltosos e
Dentes obturados) para a faixa etária de 12 anos. Organizada por
país.
|
pais
|
DMFTs
|
ano
|
situação
|
|
Austrália
|
0,8
|
1998
|
fluoretado
|
|
Zurique
-Suiça
|
0.8
|
1998
|
não-fluoretado
|
|
Olanda
|
0,9
|
1992-93
|
não-Fluoretado
|
|
Suecia
|
0,9
|
1999
|
não-Fluoretado
|
|
Dinamarca
|
0,9
|
2001
|
não-fluoretado
|
|
Reino Unido
|
1,1
|
1996-97
|
10% fluoretado
|
|
Irlanda
|
1,1
|
1997
|
fluoretado
|
|
finlandia
|
1,1
|
1997
|
não-fluoretado
|
|
E.U.A.
|
1,4
|
1988-91
|
fluoretado
|
|
Noruega
|
1,5
|
1998
|
não-fluoretado
|
|
Islandia
|
1,5
|
1996
|
não-fluoretado
|
|
Nova Zelandia
|
1,5
|
1993
|
fluoretado
|
|
Belgica
|
1,6
|
1998
|
não-fluoretado
|
|
Alemanha
|
1,7
|
1997
|
não-fluoretado
|
|
Austria
|
1,7
|
1997
|
não-fluoretado
|
|
França
|
1,9
|
1998
|
não-fluoretado
|
Dados da: O.M.S Saúde Oral por país/área perfil do
programa de
vigilancia do departamento de doenças não
comunicáveis/Centro de
Colaboração da Saúde Oral da O.M.S., Universidade
de Malmö - Suécia.
http://www.whocollab.od.mah.se/euro.html
APENDICE 2
Declaração sobre a fluoretação
pelos governos oficiais de vários países:
Alemanha
“Geralmente, na Alemanha a fluoretação da água
potável e proibida. A
relevante lei Alemã permite excessões para a
proibição da aplicação da
fluoretação. A argumentação do
Ministério Federal da Saúde contra uma
geral permissão de fluoretação da água
potável é a natural problemática
da medicação compulsória“. (Gerda Hankel-Khan,
Embaixada da República
Federal da Alemanha, 16/Setembro/1999).
França
“ Quimicas do fluoreto não são incluidas na lista ( dos
tratamentos
quimicos da água potável). Isto é devido à
etica assim como as
considerações médicas“. (Loius Sanchez, Direteur
de la Protection de
l'environment, 25 de Agosto de 2000).
www.fluoridealert.org/france.jpeg
Belgica
“ Este tratamento da água nunca foi usado na Belgica e nunca
será
(esperamos) no futuro. A razão principal para isto é a
posição
fundamental do sector da água potável que isto não
é uma tarefa para
levar tratamento medicinal às pessoas. Isto é de
única responsabilidade
dos serviços de saúde.“ (Chr.Legros, Directeur, Belgaqua,
bruxeles,
Bélgica, 28/Fevereiro/2000).
www.fluoridation.com/c-belgium.htm
Luxemburgo:
“O fluoreto nunca foi adicionado ao suprimento de água
pública em
Luxemburgo. Em nosso parecer, a água potável não
é o meio conveniente
para o tratamento medicinal e as pessoas que necessitam de uma
adição
de fluoreto podem decidir elas mesmas em usar os meios mais
apropriados, como a ingestão de tabletes de fluoreto, para
cobrir suas
necessidades (diárias).“ (Jean-Marie RIES, Head, Departamento de
Água,
Administration De L'environment, 3/Maio/2000).
Finlandia
“Nós não favorecemos ou recomendamos a
fluoretação da água potável.
Existem meios muito melhores de proporcionar a
fluoretação que nossos
dentes necessitam.“ (Paavo Poteri, Vice Director de
Administração, água
de Helsique, Finlandia, 7/Fevereiro/2000).
“A fluoretação artificial dos suprimentos de água
potável foi feita
somente numa cidade, Kuopio, situada na parte oriental da Finlandia e
com uma população de aproximadamente 80,000 pessoas (1,6%
da população
Finlandesa). A fluoretação começou em 1959 e
terminou em 1992 como um
resultado da resistencia da população local. A
opinião mais usuada para
a resistencia apresentada neste contexto eram os direitos dos
indivíduos de beber água sem aditivos quimicos usados
para a medicação
de limitados grupos da população. Um conceito de
“alimentação à força“
foi também mencionado.
Beber água fluoretada não é proibido na Finlandia
mas nenhum municipio
voltou atrás para ser disposto a praticá.la. Os
fornecedores de água,
naturalmente, sempre foram contra as doses quimicas do fluoreto na
água“. (Leena Hiisvirta, M.Sc., Engenheiro Chefe, do
Ministério de
Assuntos Sociais e Saúde, Finlandia, 12/Janeiro/1996.)
Dinamarca
“nós somos gratos em informar-lhes que segundo o
Ministério Dinamarquês
de Ambiente e Energia, fluoretos tóxicos nunca foram adicionados
no
suprimento de água pública. Consequentemente, nenhuma
cidade
dinamarquesa jamais foi fluoretada.“ (Klaus Werner, Embaixada Real
Dinamarquesa, Washington DC 22/Dezembro/1999).
www.fluoridation.com/c-denmark.htm
Noruega
“na Noruega nós tivemos uma conversa bastante intensa sobre este
argumento a 20 anos atrás, e a conclusão foi que a
água potável não
deve ser fluoretada.“ (Truls Krogh & Toril Hofshagen, Folkehelsa
Statens Institutt for Folkeheise (Instituto Nacional de Saúde
Pública)
Oslo, Noruega, 1/Março/2000).
www.fluoridation.com/c-norway.htm
Suecia
“a fluoretação da água potável na
Suécia não é permitida... Nova
documentação científica ou mudanças na
situação da saúde dental que
poderiam alterar as conclusões da Comissão não
foram mostradas.“
(Gunnar Guzikowski, Inspetor Chefe Governamental, Livsmedels Verket
--Administração Nacional dos Alimentos Divisão de
Água Potável, Suecia,
28/Fevereiro/2000). www.fluoridation.com/c-sweden.htm
Holanda
“Do final dos anos 60 até o inicio dos anos 70 a água
potável em vários
lugares da Holanda foi fluoretada para prevenir cáries.
Entretanto, em
seu julgamento de 22 Junho de 1973 no caso nº 10683 (Budeding and
co.
contra a cidade de Amsterdan) a Suprema Corte (Hoge Road) determinou
que não havia uma base legal para a fluoretação.
Após aquele
julgamento, uma emenda ao acto do suprimento da água foi
preparado para
proporcionar uma base legal para a fluoretação. Durante o
processo
tornou-se claro que não havia apoio parlamentar suficiente para
este
emendamento e a proposta foi retirada.“ (Wilfred Reinhold, Conselheiro
Legal, Directoria de Água Potável, Holanda,
15/Janeiro/2000). www.fluoridation.com/c-netherlands.htm
Irlanda do Norte
“O
suprimento d'agua da Irlanda do Norte nunca foi artificialmente
fluoretado excepto em 2 pequenas localidades onde o fluoreto foi
adicionado na água por cerca 30 anos até o ano passado. A
fluoretação
cessou nestas localidades por razões operacionais. Desta vez
não
existem planos para começar a fluoretação dos
suprimentos d'agua na
Irlanda do Norte.“ (C.J, Grimes, Departamento para Desenvolvimento
Regional, Belfast, 6/Novembro/2000).
Austria:
“O fluoreto tóxico nunca foi adicionado no suprimento de
água Pública
na Austria.“ (M.Eisenhut, Chefe do Dept. de Água,
Osterreichische
Yereinigung fur das Gas-und Wasserfach Schubertring 14, A-1015 Wien,
Austria, 17/Fevereiro/2000). www.fluoridation.com/c-austria.htm
República Tcheca
“desde 1993, a água potável não foi tratada com o
fluoreto nos
suprimentos de água pública por toda República
Tcheca. Embora a
fluoretação da água potável não foi
realmente eliminada e não é sob
consideração porque esta forma de
suplementação é considerada:
- Anti-economica
(somente 0,54% da água conveniente para beber é usada
como tal; o
restante e usado para a higiene etc. Além do mais, um crescente
número
de consumidores (particularmente crianças) estão usando
água
engarrafada para beber (água subterranea usualmente com fluor).
- Anti-ecológica (carregamento ambiental por
substancias desconhecidas)
- Anti-ético (“medicação forçada“)
- Toxicologicamente e fisiológicamente discutível
(a fluoretação
representa uma forma desguarnecida de suplementação que
negligencia o
real consumo individual e a real necessidade de consumo e pode levar a
um excessivo risco para a saúde em certos grupos da
população; e a
formação de compostos do fluor na água em formas
não biologicamente
activas. (Dr. B. Havlik, Ministerstvo Zdravotnictvi Ceske Republiky,
October 14, 1999).
APENDICE 3
Declaração de Douglas Carnall, Editor Associado
do The British Medical Journal, Publicada no BMJ Website (http://bmj.com) no dia em que eles
publicaram no York Review sobre Fluoretação.
Veja também esta revisão em http://bmj.bmjjournals.com/cgi/content/full/321/7265/904/a
British Medical Journal
7/Outubro/2000
Revisões
Website da semana
A FLUORETAÇÃO DA ÁGUA
A
fluoretação foi um tema discutível até
antes das acusas de Ripper,
comandande da Base num filme de Kubrick contra “a
conspiração
internacional dos comunistas para esgotar e impurificar todos os nossos
preciosos fluidos vitais“ filme de 1964 Dr. Estranho amor. Este BMJ da
semana não deve precipitar-se num holocausto global, mas parece
que o
comandante da base Ripper pode ter sido a ponta. A revisão
sistemática
publicada esta semana (p 855) mostra que muitas das evidencias para a
fluoretação foram derivadas da baixa qualidade dos
estudos, que em seus
benefícios podem ter sido exagerados, e que a
relação risco-benefício
para o desenvolvimento dos comuns efeitos colaterais(fluorose dental,
ou mancha dos dentes) é bastante alto.
Materiais
suplementares são disponíveis no website do BMJ e naquele
dos Autores
da Revisão, aumentanto a validade das conclusões
através da
transparencia do processo. Por exemplo, a página das “perguntas
frequentemente feitas“ deste website
explica quem abrangeu o painel consultivo e como eles foram escolhidos
(balanceado para incluir quem é contra e à favor, assim
como os
neutros“), e o site inclui os pormenores de seus encontros. Voce pode
ainda haver todas as 279 referencias no formato word 97, e tabelas de
datos em PDF. Tal transparencia e admirável e pode somente
encorajar a
racionalidade do debate.
Os profissionais que propõem medidas preventivas
compulsórias para uma
inteira população tem um peso diferente de
responsabilidade nos seus
ombros que aqueles que respondem às petições
individuais de ajuda.
Previamente neutro neste tema, eu estou convencido pelos argumentos
daqueles que desejam receber o fluoreto (como eu) receberia melhor do
creme dental que dos suprimentos de água (veja www.derweb.co.uk/bfs/index.html
e www.npwa.freeserve.co.uk/index.htm
para os dois pontos de vista).
Douglas Carnall
Editor Associado
British Medical Journal
APENDICE
4
Lista de 14 vencedores do Prêmio Nobel que se opuseram
ou expressaram reservas sobre a fluoretação.
1. Adolf Butenandt (quimica, 1939)
2. Arvid Carlsson (Medicina. 2000)
3. Hans von Euler-Chelpin (quimica, 1929)
4. Walter Rudolf Hess (medicina, 1949)
5. Corneille Jean-François Heymans (medicina, 1938)
6. Sir Cyril Norman Hinshelwood (quimica. 1956)
7. Joshua Lederberg (medicina, 1958)
8. William P. Murphy (medicina, 1934)
9. Giulio Natta (quimica, 1963)
10. Sir Robert Robinson (quimica, 1947)
11. Nikolai Semenov (quimica, 1956)
12. James B.Sumner (quimica, 1946)
13. Hugo Theorell (medicina, 1955)
14. Arturi Virtanen (quimica, 1945)
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fluoridaton and hip fracture among white women and men aged 65 years
older; a national ecologic study. “Annals of Epidemiology 2:617-626.
5) Jacobsen SJ, et al. (1990). Regional variation in the incidence of
hip fracture: US white women aged 65 years and olders. J Am Med Assoc
264(4)500-2.
6a) Jacqmim-Gadda H, et al. (1995). Fluorine concentration in drinking
water and fractures in the elderly. JAMA 273:775-776 (letter).
6b) Jacqmim-Gadda H, et al. (1998). Risk factors for fractures in the
elderly. Epidemiology 9(4):417-423. (An elaboration of the 1995 study
referred to in the JAMA letter).
7) Keller C. (1991) Fluoride in drinking water. Unpublished results.
Discussed in Gordon, S.L. and Corbin, S.B. (1992) Summary of Workshop
on Drinking Water Fluoride Influence on hip Fracture on Bone Health.
Osteopçorosis Int. 2, 109-117.
8) Kurtio PN, et al. (1999). Exposure to natural fluoride in well water
and hip fracture: A cohort analysis in finland. American Journal of
Epidemiology 150(8):817-824.
9) May DS, Wilson MG. (1992). Hip fractures in relation to water
fluoridation: an ecologic analysis. Unpublished data, discussed in
Gordon SL, and Corbin SB. (1992). Summary of Workshop on Drinking Water
Fluoride Influence on Hip Fracture on Bone Health. Osteoporosis Int.
2:109-117.
b)
Estudos que relacionam uma associação entre altos
níveis de fluoreto da
água fluoretada (2 a 4 ppm) & fractura nos quadris.
Li Y, et al. (2001). Effect of long-term exposure to fluoride in
drinking water on risks of bone fractures. J Bone Miner Res.
16(5):932-9.
Sowers M, et al. (1991). A prospective study of bone mineral content
and fracture in communities with differential fluoride exposure.
American Journal of Epidemiology 133:649-660.
C) Estudos que Não relatam uma associação
entre a água fluoretada e fracturas nos quadris:
(se nota que em 4 deste 8 estudos, uma associação foi
realmente
encontrada entre o fluoreto e algumas formas de fractura no
antebraço,
pulso, e quadris. Veja as notas e citações abaixo.)
Cauley J. et al. (1995). Effects of fluoridated drinking water on bone
mass and fractures: the study of osteoporotic fractures. J Bone Min Res
10(7):1076-86.
Feskanich D, et al. (1998). Use of toenail fluoride levels as an
indicator for the risk of hip and forearm fractures in women.
Epidemiology 9(4):412-6.
Enquanto neste estudo não foi encontrado uma
associação entre a
água fluoretada e fracturas nos quadris, se encontrou uma
associação
-embora não significante 1,6 (0.8 - 3.1) - entre a
exposição ao fluoreto
e elevados índices de fracturas do antebraço.
Hillier
S, et al. (2000). Fluoride in drinking water and risk of hip fracture
in the UK: a case control study. The Lancet 335:265-2690.
Jacobsen SJ, et al. (1993). Hip Fracture Incidence Before and After the
Fluoridation of the Public Water Supply, Rochester, Minnesota. American
Journal of Public Health, 83, 743-745.
Karagas MR, et al. (1996). Patterns of Fracture among the United States
Elderly: Geographic and Fluoride Effects. Ann. Epidemiol. 6(3), 209-216.
Como com Feskanich (1998) este estudo nao achou uma
associação entre
fluoretação & fractura de quadril, mas achou uma
associação entre
fluoretação e fratura de antebraço, assim como
fratura de úmero.
“Independente de efeitos geográficos, homens em áreas
fluoretadas
tiveram índices modestamente mais altos de fraturas do
antebraço,úmero
que homens em áreas não fluoretadas.“
Lehmann R, et al. (1998). Drinking Water Fluoridation: Bone
Mineral Density and Hip Fracture Incidence. Bone, 22,273-278.
Phipps KR, et al. (2000). Community water fluoridation, bone mineral
density and fractures: prospective study of effects in older women.
British Medical Journal, 321:860-4.
Como
com Feskanich (1998) e Karagas (1996), este estudo nao achou uma
associação entre água fluoretada & fractura de
quadril , mas achou
uma associação entre água fluoretada e outros
tipos de fractura - neste
caso , fractura de pulso. "Havia uma tendência não
significativa em
direção a um elevado risco de fractura de pulso."
Suarez-Almazor M, et al. (1993). The fluoridation of drinking water and
hip fracture hospitalization rates in two Canadian Communities. AmJ
Public Health 83:689-693.
Enquanto os autores deste estudo concluem que não há
nenhuma associação
entre fluoretação e fratura de quadril, seus
próprios dados revelam um
aumento estatístico significativo em fratura de quadril para
homens que
vivem em áreas fluoretadas. De acordo com os autores, "embora um
aumento estatístico significativo em risco de fratura de quadril
foi
observado que entre homens de Edmonton, este aumento era relativamente
pequeno."
(RR=1.12."
REFERENCIAS PARA TÓPICOS CONTRA EFEITOS SISTEMICOS
DO FLUORETO
a) Burt, B.A. (1994). Letter. Fluoride. 27:180-181
b) Carlos JP. (1983). Comments on Fluoride. J.Pedodontics.
winter:135-136
c) CDC. (2001). Recommendations for Using Fluoride to Prevent and
Control Dental Caries in the USA. Mortality and Morbidity Weekly
Review. August 17, 50(RR14):1-42.
d) CDC (1999). Achievements in Public Health, 1900-1999: Fluoridation
of drinking Water to Prevent Dental Caries. Mortality and Morbidity
Weekly Review (MMWR), 48(41); 933-940 October 22,1999. http://www.cdc.gov/mmwr/preview/mmwrhtml/mm4841a1.htm
e) Featherstone JDB. (1987). The Mechanism of dental decay. Nutrition
Today. May/June: 10.
f) Featherstone JDB. (1999). Prevention and reversal of dental caries:
role of low fluoride. Community Dent Oral Epidemiol. 27:321-40.
g) Featherstone JDB. (2000). The Science and Practice of Caries
Prevention. Journal of the American Dental association. 131:887-899.
h) Fejerskov O, et al. (1981). Rational use of fluorides in caries
prevention. Acta Odontol Scand. 39(4):241-249.
i) Levine RS. (1976). The action of fluoride in caries prevention: a
review of current concepts. Brit Dent J. 140:9-14.
j) Locker D. (1999). Benefits and Risks of Water Fluoridation. An
Update of the 1996 Federal-Provincial Sub-Committee Report. Prepared
for Ontario Ministry of Health and Long Term Care.
k) Limeback H. (1999). A re-examination of the pre-euptive and
post-eruptive mechanism of the anti-caries effects of fluoride: is
there any caries benefit from swallowing fluoride? Community Dental
Oral Epidemiol. 27:62-71.
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