Fonte:
http://www.mercola.com/2003/may/24/cancer_contagious.htm
O
texto abaixo é tradução do
original de autoria do médico David Holland, MD, publicado no
site do Dr.
Joseph Mercola.
A tradução está
incompleta mas mesmo assim
resolvemos publicá-la aqui. Caso alguém queira
conclui-la, envie uma mensagem
para [email protected], ou envie
uma PM à minha página do Youtube: http://www.youtube/user/YASHAMILL
com o assunto
COLABORAÇÃO.
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É o câncer contagioso?
Por David Holland, MD
Recentemente conversei com uma
enfermeira que tinha sidi diagnosticada. já adulta, com
leucemia. Ela havia resistido ao tratamento de quimioterapia
prescrito pelos médicos mas sofreu uma
infecção por fungos
. A intensidade e a duração do tratamento antifungal foi
tao grande
quanto a quimioterapia. Ela se recuperou de ambos os tratamentos
e voltou a trabalhar.
Mais tarde como resultado de
uma outra bateria de exames--que incluiu uma biópsia do
fígado-- devido ao retorno de alguns sintomas, surgiram
novamente más notícias. "Sua leucemia retornou", seu
oncologista lhe disse, e ele marcou o novo tratamento
quimioterápico que ela deveria se submeter.
Considerando que suas chances
de morrer eram bem maiores agora que o câncer havia retornado,
ela
optou por buscar uma segunda opinião para sua biópsia
antes de
se submeter ao segundo tratamento quimioterápico. Ela levou a
amostra de tecido a outro hospital, e o que ela ouviu foi absolutamente
desconcertante: "Voce não tem leucemia" disse o patologista, "o
que
você tem é uma infecção por fungos!"
O cenário que seus
médicos pintaram era que a infecção prévia
por fungos
havia retornado-- uma possibilidade total. Mas para essa enfermeira,
mais perguntas surgiram. Ela pensou, por exemplo, "se eles
diagnosticaram minha infecção fungal como leucemia desta
vez, seria
possível que eles estivessem errados da PRIMEIRA vez? Foi minha
leucemia realmente uma infecção fungal pra
começar, e minha "infecção
fungal secundária que eu tive antes uma
manifestação completa do
que originalmente poderia ter parecido como leucemia?
Claro, ela nunca obteria
respostas para essas perguntas, pois para investigar plenamente
pensamentos como esses implicaria em que um erro de diagnóstico
por parte do oncologista ou do patologista do primeiro hospital.
Não obstante, seis intensos
meses mais tarde -- alguns dos quais passados no hospital -- de altas
doses de potentes remédios antifungo finalmente se
conseguiu a cura para a infecção fungal. Hoje, ela
está de volta
ao trabalho, sentindo mais que nunca compaixão por seus
pacientes. Me
impressionou muito quando ela me disse onde trabalha, porque em seu
caso, sua ocupação pode muito bem relacionar-se com o que
ela sofreu ao
longo de dois anos. É que ela trabalha em um centro de
transplante de medula óssea, e está diariamente em
contato com crianças com leucemia.
Agora, a ideia dela ter
"contraído" algo tao grave como uma leucemia seria quase
absurdo para alguns. Mas a tentação de cocar nossa
cabeça e questionar
sobre isso é insuportável. E se ela realmente teve uma
infecção fungal -- e NÃO leucemia -- da primeira
vez? A se foi o caso,
será que ela "pegou" isso de seus preciosos pequenos pacientes?
Infecções fungais não apenas
são extremamente contagiosas, mas elas também andam de
mãos
dadas com leucemia -- todo oncologista sabe disso. E essas
infecções
são devastadoras: uma vez que uma criança se tenha
tornado um receptor
de transplante de medula óssea adquira uma
infecção fungal, suas
chances de vida, apesar de todos os remédios antifungais do
mundo, são no máximo 20%.
E aí uma ideia
impensável surge: e se todas essas crianças não
tivessem
leucemia, mas sim uma infecção fungal, como a enfermeira
teve? Se os
médicos, no século 21, podem entender uma
infecção fungal
como leucemia nessa enfermeira, poderia a mesmo caso com essas
crianças?
Médicos em geral não são
muito bons em diagnosticar infecções fungais porque seu
treinamento
médico na universidade é fortemente baseado no papel de
bactérias e vírus na área de doenças
infecciosas. Fungos foram
esquecidos para sempre com o advento dos antibióticos. No
momento que obtivemos uma droga capaz de matar bactérias, o
interesse no estudo de fungos foi deixado de lado.
Os laboratórios tem a
mesma dificuldade em diagnosticar infecções fungais: Os
testes atuais
para detectar a presença de fungos são terrivelmente
inadequados e
dolorosamente antiquados.
Apesar das inadequações
técnicas e de treinamento, existem pelo menos alguns bons
estudos que
implicam os fungos como causadores de leucemia.
Por exemplo, em 1999 Meinolf
Karthaus, MD, observou que muitas crianças com leucemia de
repente
entravam em remissão depois de receber um coquetel triplo de
remédios anti fungo, para tratar suas infecções
fungais
"secundárias".(1)
Antes disso. Marl Bielski
afirmou em 1997 que leucemia, seja aguda ou cronica, está
intimamente associada com o fermento (fungo) Candida Albicans. (2)
Finalmente,
cerca de 50 anos
atrás, O Dr. J. Walter Wilson, em seu livro texto de micologia
clínica, disse que "foi estabelecido que histoplasmosis e
reticuloendotelioses tais como leucemia, doença de Hodgkins.
limfosarcoma e sarcoidose são encontradas como coexistentes e
muito
mais frequentemente do que seria estatisticamente justificável
como coincidência. (3)
(NT.
Histoplasmose: Uma doença causada
pela inalação de esporos do fungo Hi Histoplasma
capsulatum,
mais frequentemente assintomática mas ocasionalmente produzindo
pneumonia aguda ou doença tipo gripe e espalhando-se pelo corpo
a outros
órgãos e sistemas do corpo).
A
histoplamsmose
é
o que
chamamos uma infecção fungal endêmica. Ocorre mais
comumente em regiões
em volta dos vales rios Ohio e Mississippi, nos Estados Unidos. A
pessoa adoece simplesmente inalando os esporos desse fungo. (Para mais
informacoes sobre histoplasmose e outros fungos endêmicos,
visite: http://www.doctorfungus.org
. Três
estudos similares a esse ao
longo de 40 anos deveriam convencer-nos no mínimo a pesquisar o
papel de fungos em canceres como leucemia um pouco mais profundamente.
O
falecido
Dr.
Milton White,
MD., fez exatamente isso. Ele acreditava ser o câncer uma
"doença de
transformação de esporos (fungos) biologicamente
induzida, infecciosa,
intracelular e crônica.
Usando técnicas de isolamento (envolvendo uma
solução salina, em vez de
formaldeído, como meio de transporte entre a sala de
operação e o
laboratório de patologia), ele era capaz de encontrar os esporos
fungais em todas as amostras de tecido canceroso que estudava. Seu
trabalho de uma vida inteira tem sido rotineiramente descartado como
nada mais que um postulado não provado.
Em
todo caso, você não
esperaria que toda essa informação devesse estar nas
manchetes de todos
os jornais do país, e até do mundo? Em vez disso, cada
uma de suas
descobertas se tornou apenas uma breve nota - apenas
ideias curiosas para entreter alguém, mas nunca para serem
levadas a sério.
............................
(Restante: faltando traduzir)
The
fact
is, if
leukemia and fungal infections "co-exist" so
frequently, and if an antifungal drug cocktail effectively cured at
least these three children of their leukemia, then I say we put the
brakes on right there. Is there a need to go any farther, except to
more deeply investigate the need for antifungals in treating leukemia
and not just the secondary infections that arise in the course of
chemotherapy?
In
his
book, The Germ that Causes Cancer,
author and television
host Doug Kaufmann asserts that not only fungi, but also foods play a
role in the etiology of cancer. He has seen children become free of
their documented leukemia once the child's parents simply changed the
child's diet. Kaufmann's diet is base on the widely-published problem
of mycotoxin contamination of our grain foods.
Grains
such
as
corn, wheat, barley, sorghum, and other foods such as
peanuts, are commonly contaminated with cancer-causing fungal poisons,
or "mycotoxins." (5,6) One of them, called aflatoxin, just happens to
be the most carcinogenic substance on earth. If this is indeed a
problem, Kaufmann asserts, then cereal for breakfast and soda pop for
dinner may not be conducive to a cancer-free lifestyle.
A
case
in point:
in a grain-based diet, we consume, on average, from
0.15mg to 0.5mg of aflatoxin per day. (7) Further, he states, it is not
the sugar alone that is the problem in our western diet, but the fungal
toxins that are found in the sugary grains. More than once has Kaufmann
interviewed a caller (on his health talk show) who absolutely craved
peanut butter and popcorn just prior to their diagnosis of cancer.
Fungi
are
such a
nuisance in carbohydrate foods in particular
because fungi need carbohydrates to thrive. Therefore, it is rarer to
see fungal contamination problems in foods like vegetables and
high-protein foods.
Kaufmann
goes
on
further to explain how even antibiotics may play a
role in the disease process. Antibiotics destroy the normal, protective
gut bacteria, allowing intestinal yeast and fungi to grow unchecked.
These internal, gut yeast make toxins, too. This can lead to immune
suppression, symptoms of any autoimmune disease, or even cancer. "If
the onset of any symptom or disease- cancer included- was preceded by a
course of antibiotics," he maintains, "then look for a fungus to be at
the root of your problem."
David
Holland,
MD
Co-author, The Fungus Link, Infectious Diabetes
20 May 2003
MediaTrition, Inc.
References:
1.
Karthaus, M. Treatment of fungal infections led to leukemia remissions.
Sept. 28, 1999
2.
Bielski: Boyd, W. Introduction to medical science. 1937. Lea &
Febiger. Philadelphia, PA.
3.
Wilson, J.W. Clinical and immunological aspects of fungus diseases.
1957. Charles C. Thomas. Springfield, IL.
4.
White, M.W. Medical Hypotheses. 1996;47,35-38
5.
Mycotoxins: Risks in Plant, Animal, and Human Systems. The Council for
Agricultural Science and Technology. Task Force Report No. 139. Jan
2003. Ames, IA.
6.
Etzel, R.A. Mycotoxins. Jan 23, 2002. 387(4). Journal of the American
Medical Association
7.
Cheeke, P.R. Natural toxicant in feeds, forages, and poisonous plansts.
1998. Interstate Publishers, Inc. Danville, IL.
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