Tuba uterina � um tubo par que se implanta de cada lado no respectivo �ngulo latero-superior do �tero, e se projeta lateralmente, representando os ramos horizontais do tubo.
Esse tubo � irregular quanto ao calibre, apresentando aproximadamente d�s cent�metros de comprimento.
Ele vai se dilatando � medida que se afasta do �tero, abrindo-se distalmente por um verdadeiro funil de borda franjada.
A tuba uterina divide-se em 4 regi�es, que no sentido m�dio-lateral s�o: parte uterina, istmo, ampola e infund�bulo.
A parte uterina � a por��o intramural, isto �, constitui o segmento do tubo que se situa na parede do �tero.
No inicio desta por��o da tuba, encontramos um orif�cio denominado �stio uterino da tuba, que estabelece sua comunica��o com a cavidade uterina.
A istmo � a por��o menos calibrosa, situada junto ao �tero, enquanto a ampola � a dilata��o que se segue ao istmo.
A ampola � considerada o local onde normalmente se processa a fecunda��o do �vulo pelo espermatoz�ide.
A por��o mais distal da tuba � o infund�bulo, que pode ser comparado a um funil cuja boca apresenta um rebordo muito irregular, tomando o aspecto de franjas.
Essas franjas t�m o nome de f�mbrias da tuba e das quais uma se destaca por ser mais longa, denominada fimbria ov�rica.
O infund�bulo abre-se livremente na cavidade do peritoneu por interm�dio de um forame conhecido por �stio abdominal da tuba uterina.
A parte horizontal seria representada pelo istmo e a vertical pela ampola e infund�bulo.
Comumente o infund�bulo se ajusta sobre o ov�rio, e as fimbrias poderiam ser comparadas grosseiramente aos dedos de uma m�o que segurasse por cima, uma laranja.
Estruturalmente a tuba uterina � constitu�da por quatro camadas conc�ntricas de tecidos que s�o, da periferia para a profundidade, a t�nica serosa, tela subserosa, t�nica muscular e t�nica mucosa.
A t�nica muscular, representada por fibras musculares lisas, permite movimentos perist�lticos � tuba, auxiliando a migra��o do �vulo em dire��o ao �tero.
A t�nica mucosa � formada por c�lulas ciliadas e apresenta numerosas pregas paralelas longitudinais, denominadas pregas tubais.
Copyright by Anatomia Humana 2002�
Designed by Jonas Edison Wecker
Sugest�es ao Site: [email protected]