O epid�dimo, estende-se longitudinalmente na borda posterior do test�culo.
Ele apresenta uma dilata��o superior que ultrapassa o p�lo superior do test�culo, que � denominada cabe�a; um seguimento intermedi�rio que � o corpo e inferiormente, uma por��o mais estreitada, que � a cauda do epid�dimo.
Na cabe�a do epid�dimo, os ductulos eferentes do test�culos continuam por ductulos novamente muito tortuosos que em seguida v�o se anastomosando sucessivamente para constituir um �nico tubo que � o ducto do epid�dimo.
Este ducto � t�o sinuoso que ocupa um espa�o de aproximadamente dois cent�metros de comprimento, quando na realidade ele tem seis metros de extens�o.
Inferiormente, a cauda do epid�dimo, tendo no interior o ducto do epid�dimo, encurva-se em �ngulo agudo para tr�s e para cima, dando seguimento ao ducto deferente.
� justamente nessa curva constitu�da pela cauda do epid�dimo e inicio do ducto deferente que ficam armazenados os espermatoz�ides at� o momento do ato sexual, em que s�o levados para o exterior.
A primeira por��o do ducto deferente e mais ou menos sinuosa e ascende imediatamente por tr�s do epid�dimo.
Tanto o test�culo como o epid�dimo e a primeira por��o do ducto deferente s�o diretamente envoltos por uma membrana serosa que � a t�nica vaginal.
Assim como a pleura ou o peric�rdio,a t�nica vaginal apresenta um folheto que envolve diretamente aqueles �rg�os, sendo denominado l�mina visceral.
Posteriormente aos �rg�os supracitados, a l�mina visceral da t�nica vaginal se reflete de cada lado, para se continuar com a l�mina vaginal.
Entre a l�mina visceral e a l�mina parietal da t�nica vaginal, permanece um espa�o virtual denominado cavidade vaginal.
Na cavidade vaginal contem uma pequena quantidade de l�quido que facilita o deslizamento entre as duas l�minas.
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