Tua Face

(Genildo Mota Nunes)



Todas as estradas s�o teus olhos
onde a noite chora o teu sil�ncio
e longe os p�ssaros cantam nost�lgicos a �ltima aurora.

Pus meus olhos na tua face
e beijei a tua boca na car�cia das horas ligeiras.

E ascendeu minh'alma para o teu colo
como fora o meu desejo de sonhar-te
e querer-te minha a todo instante.

E errei perdido nas dist�ncias
das estradas des�rticas e silentes.
E beijei a brisa nas �ltimas horas da tarde
quando menstrua o sol
e sussurram as �rvores os �ltimos segredos indel�veis.

Tarde, que dizeis do meu sil�ncio
quando elevo o meu esp�rito?
Quem chora a minha m�goa
e desfaz o meu sorriso entre brumas?

Quem me move no querer a cada instante
e dilacera a minha paz a cada hora?


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