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| Esta se��o estar� sempre atualizada. Aqui voc� encontrar� algumas curiosidades sobre os nossos amigos caninos. Se souber alguma curiosidade pode enviar-me um e-mail. | ||||||||||||||||
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.IDADE
DO C�O Muitas pessoas acreditam que um ano para o cachorro eq�ivale a sete anos do homem. De certa forma isso � verdade, mas h� uma correspond�ncia que varia de acordo com as fases da vida de um c�o: quanto mais novo mais o cachorro mais significativo � o tempo; � medida em que ele vai envelhecendo, o tempo (comparativamente ao do homem) tem um valor menor; A tabela abaixo mostra a correspond�ncia: .
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AT�
QUANDO ELES CRESCEM? O primeiro ano � o per�odo em que o animal mais cresce. A maioria das ra�as continua crescendo at� os 18 meses, mas, existem algumas ra�as em que o crescimento vai at� os 24 meses. |
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MANCHA
BRANCA Todos os c�es que t�m alguma mancha branca no corpo, se distinguem atrav�s do mesmo tipo de p�lo brancos na ponta do rabo. |
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GREGO Hes�odo, c�lebre poeta grego, foi assassinado pelos locridenses, que o jogaram no fundo do mar. Seu corpo, por�m, tendo sido conduzido � praia pelos golfinhos, foi logo reconhecido. O c�o de Hes�odo se atirou de tal modo contra os filhos de Ganistor-Nupaciano, que estes se viram logo acusados de autores de tremendo crime. Colhidas as provas do execr�vel delito, foram todos eles condenados � morte. |
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ULISSES Ulisses, her�i da mitologia grega, tinha um c�o, que ele costumava afagar. Por�m, com a guerra de Tr�ia, nosso her�i se ausentou por v�rios anos e, quando voltou, o velho amigo felpudo, morreu de como��o, como morrem certas pessoas, de cora��o fraco, incapazes de ag�entar alegrias s�bitas. |
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DEDICA��O O �Percy�, c�o de estima��o do presidente Coclidge, foi enterrado junto ao t�mulo do grande pol�tico norte americano. |
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C�O
ATOR Em 1814, um dramaturgo fecundo, Pixerecourt, levou � cena, em Paris, um melodrama intitulado �O C�o de Monlargis�. E era um c�o, que desempenhava o principal papel, c�o inteligent�ssimo, chamado Dragon e que representava admiravelmente. A pe�a teve enorme �xito. Por isso foi traduzida para o alem�o e levada ao Grande Teatro de Weimar. Indigna��o de Goethe, que era ent�o o diretor. Um c�o no palco! |
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MEM�RIA John Rogers, solteir�o que residia em Clevel�ndia, Estados Unidos, possu�a um c�o que tinha o nome de �Scotly�. Acontece que, depois da morte de John Rogers, um vizinho o levou para sua resid�ncia. O animal de pronto se resignou � perda do dono e come�ou a viver uma exist�ncia fe1iz no novo lar. Cinco anos depois, �Scotly� sentiu-se doente, O veterin�rio, que o examinou declarou que o animal n�o tinha salva��o. No dia seguinte ao do diagn�stico do veterin�rio, �Scotly� desapareceu misteriosamente n�o sendo encontrado, apesar de ser procurado por v�rias pessoas. Depois se soube que �Scotly� andou errante v�rios dias at� que, certa noite, foi morrer no local procurado pelo seu instinto de gratid�o. O cad�ver do animal foi encontrado junto ao t�mulo do seu primeiro dono, no cemit�rio local. Por�m, v�rias pessoas afirmaram ainda que �Scotly� jamais havia estado antes no cemit�rio, que distava, da casa do segundo dono, aproximadamente oito milhas. |
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FARO Muitos animais chegam a pressentir a presen�a de �gua a muitos quilometros de dist�ncia. Outros podem descobrir onde se encontrar o seu patr�o no meio de uma grande multid�o, s� pelo odor especial que somente ele sabe distinguir perfeitamente entre os exalados pelas outras pessoas. � tamb�m com o faro que ele identifica o estado de sa�de, o sexo e a idade dos seus semelhantes. Qualquer odor que n�o conste dos seus registros olfativos, imediatamente os coloca em estado de alerta e de desconfian�a. |
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VIS�O
CANINA O olho do c�o � um �rg�o completamente normal. Com ele o c�o pode ver qualquer objeto ou pessoa que lhe apare�a pela frente entretanto, considerando-se o incalcul�vel alcance do seu faro, na realidade, ele chega a �enxergar� mais com o nariz do que com os olhos. Desde que a vis�o n�o seja devidamente utilizada, ela pode vir a regredir. As diferentes cores n�o chegam a impressionar um animal tanto quanto a um ser humano. A sua rea��o � praticamente a mesma quando est� diante de um quadro vermelho ou um preto; percebe melhor um objeto brilhante do que qualquer outro pintado mesmo com as cores mais vivas. |