Trai��o obrigat�ria Chamo-me C�ntia (18 anos; loira; 1,60 m; 50 kg; olhos verde-escuros; seios m�dios; bumbum cobi��vel e arrebitado). Era um ambiente convidativo. Muitas pessoas, muita bebida e pouca luz. A festa na nossa casa, era destinada aos chefes do meu marido Augusto (35 anos; 1,80 m; 80 kg; bonit�o), em seu novo servi�o, pensando que poderia receber uma promo��o- important�ssima para seu futuro na empresa. Eu tentava agradar todos, sendo gentil, educada e dando uma certa liberdade para os homens- o chefe, principalmente- para fazerem algumas brincadeiras mais insinuantes, afinal o emprego do meu marido estava em jogo. N�o era dif�cil provocar os grandes homens da empresa a ficarem mais � vontade, pois o �lcool os dava mais coragem e o fato de saberem que meu marido estava em suas m�os, contribu�a para que eles me olhassem onde quisessem e me falar coisas excitantes indiretamente, sem se importarem com a proximidade de meu marido. Como a festa se iniciou como uma reuni�o de neg�cios, as esposas n�o estavam presentes, e, a partir de 2 horas da manh�, a casa j� era ocupada quase que s� pelos nomes mais importantes da empresa. Um cinquent�o estava sentado num sof�, bebendo e observando meu vestido curto sempre que eu passava. Numa dessas vezes ele me chamou dizendo que precisava falar sobre o trabalho de meu marido, relutante, me aproximei e sentei-me ao seu lado. Ele se aproximou e come�ou a falar da promo��o. Eu disse que ele deveria conversar desses assuntos com meu marido, mas ele disse que tinha sido o pr�prio Augusto que o incitara a vir falar comigo, dizendo que o emprego de Augusto estava em minhas m�os. Nisso come�ou a alisar minha coxa desnuda, devido ao fato de meu vestido ser muito curto, e come�ou a manipular seu pinto por cima da cal�a social. Eu fiquei meio sem jeito e disse que tinha que ir buscar algo na cozinha, percebendo que a casa j� estava bem vazia e vendo que Augusto estava l�. Perguntei a ele o que estava acontecendo e ele me tranq�ilizou dizendo aquilo era importante para n�s e que seu chefe n�o me faria mal; Eu n�o acreditei no que estava ouvindo, mas antes de argumentar meu marido saiu da cozinha e em seguida chegou seu chefe com cara de tarada e um enorme volume na cal�a; Isso me deixou toda molhada, mas disfarcei e continuei em p�, de costas para ele e de frente para o balc�o da nossa mal iluminada cozinha. Ele encostou seu cacete bem no meio da minha bunda e come�ou a passar a m�o por todo meu corpo, abaixando a al�a do meu vestido e deixando meus seios intumescidos expostos, beijou minha nuca e alisou minha vagina por cima do vestido; Quando come�ou a levantar meu vestido e colocar o pau, j� pra fora da cal�a, no meio das minhas pernas, eu olhei para o lado e vi que, de longe, meu marido nos observava, comecei a ficar com medo e excitada, ele ajeitou minha bunda, me abra�ou por tr�s e colocou de uma vez s� todo aquela piroca (20x6) na minha cona, eu adorei, esqueci a dor e comecei a rebolar naquele pau gostoso; Entrava e saia num ritmo alucinante e ele metia cada vez mais forte e mais r�pido, eu gemia e aquele pau parecia que crescia dentro de mim, tive um gozo delirante, que me deixou toda mole, o que nunca tinha conseguido com meu marido- meu �nico homem at� ent�o. O velho me virou e me abaixou sem dificuldade, fiquei de cara a cara com aquele cacete maravilhoso, chupei gostoso at� engolir todo seu leite. Depois disso o chefe de meu marido guardou o caralho e se despediu de Augusto, dizendo que ele tinha uma �tima puta em casa. Uma semana depois fui contratada como secret�ria do chefe da empresa de meu marido e os neg�cios v�o cada dia melhor.