Num Cinema Qualquer Estava conectada a quase duas horas, tinha feito umas pesquisas sobre peti��es, e estava entediada. Para me distrair um pouco entro em um chat de imagens er�ticas para ver o que estava ocorrendo, quem sabe dessa vez, vejo umas fotos interessantes. Era meu habito depois de algum trabalho estafante no micro, me deliciar vendo as fotos, mas n�o gostava de teclar, achava sem gra�a, as pessoas do outro lado da linha eram de uma falta de originalidade incr�vel, sempre com as mesmas perguntas: �o que procura aqui�, �como esta vestida�, �como � tua bocetinha�, etc.. Ent�o, ficava na minha. Sem se importar com as mensagens dirigidas para meu nick. Mas tinha um cara, j� encontrei diversas vezes com ele nas salas, seu nick era sempre o mesmo, �The Ghost�, o fantasma. Esse cara tamb�m, n�o teclava comigo, s� mandava fotos, e eram boas, muitos boas, nada daqueles t�o manjadas tiradas dos sites nacionais de sexo gr�tis. Via-se que eram de fora, e de sites exclusivos, pagos. Ele tinha bom gosto, me excitava vendo suas fotos. E sempre antes de entrar na sala, procurava seu nick, entrava justamente onde ele estava, sempre acontecia a mesma coisa, ele vendo que eu tinha entrado na sala, me dirigia as fotos, isso j� durava meses. Mesmo n�o conhecendo, nem sabendo seu nome ou idade, me simpatizo com ele, ele realmente parecia um fantasma, daqueles que trazem coisas boas para gente. Hoje, n�o sei porque, algo mudou. Pois mandou uma mensagem, acompanhada de fotos, sua mensagem dizia: �Ola, sei que somos da mesma cidade, tenho uma certeza quase absoluta, de que voc� � uma mulher excepcional, tem bom gosto, gosta de mist�rio, gosta do proibido, gosta de sexo, estarei te esperando no Cinema Prive, as 22.00hs de hoje.� E mandou uma seq��ncia de fotos em closet de um casal transando, s� que o cara usando um capuz, s� aparecendo seus olhos. �Que cara insolente�, acha que vou sair correndo, louca pra se jogar nos bra�os dele. Decepcionei-me a principio com ele, pensei que fosse um cara inteligente, sabendo que nenhuma mulher faria isso. N�o assim t�o gratuitamente. Mas a seq��ncia estava �tima, j� tinha mandado umas 10 fotos, eu excitada, n�o ag�entei e pus minha m�o p�r baixo da saia, massageei meu clit�ris, me rebolando toda na cadeira de tes�o. E assim fico, sem me importar com as horas, alias com nada, s� me deliciando imaginando-se trepando com o desconhecido �The Ghost�, tendo ele dentro de meu corpo, me possuindo. Meu mundo desaba, quando percebo algu�m na sala, me recomponho, mas n�o consigo fechar a tela, as imagens ficam l� brilhando. Era meu marido, n�o tinha percebido que era quase noite, que ele chegara. T�nhamos uma vida confort�vel, uma situa��o financeira invej�vel, pois ambos eram advogados bem requisitados, mesmo trabalhando em lugares diferentes, um ajudava o outro nos processos. �ramos muito companheiro um com o outro, mas nossa vida sexual, era enfadonha. Era trepar e deixar de lado e dormir, eu achava que ele tivesse um caso fora, p�r ser assim, t�o ap�tico, mas n�o conseguia imaginar como pudesse arrumar tempo em sua vida profissional t�o tumultuada. Eu tinha um tes�o danado, mas com uma certa vergonha de expor isso a ele, n�o queria que ele pensasse, que eu fosse uma qualquer. Outra mensagem aparece no v�deo acompanhada de foto: �Seu silencio � de aprova��o, estarei te esperando, v� de saia e blusa amarela, para que possa te reconhecer�. Meu marido comenta: - Eu sabia que voc� n�o era essa reprimida toda, que sua cara de certinha era s� fachada. Viro meu rosto e o encaro friamente, n�o escondo que estava puta da vida. Ele continua: - Vai, manda uma mensagem dizendo que voc� estar� l�!... - Vamos ver quem voc� � realmente! Meu sangue come�a a ferver, tenho vontade de explodir de raiva, com o que acabara de ouvir. Mas me controlo, e lhe digo: - Voc� n�o est� falando serio, est�? - N�o pode estar falando realmente serio, esta me gozando, porra s� estou vendo umas fotos, n�o tenho culpa se voc� tamb�m � o todo certinho, n�o consegue satisfazer sua mulher. - Ent�o, o que esta esperando, avisa a ele que estar� l�... - J� que esta insatisfeita na cama comigo, permito que procure novas aventuras, quero ver como se comportar� na m�o de um estranho. Eu estava ouvindo isso, mas estava incr�dula com suas palavras, eram como navalha cortando minha pele, me ferindo, me ofendendo, mas ele continuou: - Porra, manda logo essa merda de mensagem. Eu desajeitadamente, tremula, digito a resposta. �Estarei l� as 22.00hs.� Olho pra ele, e digo: - Esta satisfeito agora?...A vagabunda aqui acabou de marcar um encontro, num dos cinemas mais bizarro que possa existir. - Claro que estou, ou acha que n�o sei, que no fundo voc� sempre desejou isso, acha que n�o sei que fica vendo essas fotos por horas, que possivelmente faz sexo virtual com todo mundo... - A pr�pria mensagem daquele cara diz isso, t� na cara isso. - Como voc� pode saber disso, que eu fico vendo as fotos??... - S� porque me flagrou hoje, olhando algumas? - Acha que n�o entendo de computador, tuas fotos, durante meses, ficaram gravadas l� num arquivo especial que coloquei. Toda vez que voc� abre um documento uma copia � gravada naquele arquivo. Est�o centenas l�, n�o apaguei, pois sabia que mais cedo ou mais tarde poderia usar isso contra voc�. A essa altura eu estava com um �dio tremendo, soltando fogo pelas ventas, nem me importando com as conseq��ncias dessa nossa discuss�o. - Ah, ent�o Sr. Advogado, j� esta arrumando provas contra minha pessoa, quer o divorcio, lhe dou j�, n�o precisa nada disso. Vi o rosto de Fernando mudar de express�o, n�o estava esperando por essa, ficou pensativo um pouco, depois falou: - Olha, apesar das apar�ncias, te amo muito, sei que nossa vida sexual esta uma merda, mas n�o consigo me desbloquear, sei l�...talvez seja stress. Talvez alguma coisa, alguma loucura desse tipo nos ajude, vamos tentar. Irei com voc�, ficarei escondido, se ele tentar algo que voc� n�o queira, estarei l� pra te proteger. Fiquei comovida com suas palavras, parecia sincero, era perigoso esse jogo, mas talvez realmente poderia dar certo. Quem sabe, ele vendo eu nos bra�os de outro, n�o solte seu libido. Eu tinha que tentar, milhares de casais, j� passaram por isso, e aparentemente parece que se soltaram sexualmente, basta ver o sucesso das Casas de Swings. Que sabe n�o chegou a nossa vez. Desligo o micro e vou me aprontar, tomo um banho, ap�s, me visto, coloco uma calcinha, alias uma tanguinha, branca, uma saia larga e a blusa amarela de bot�es, uso meu melhor perfume. Eu excitadissima, me olho no espelho, mal acreditando que estava me aprontando toda pra um desconhecido. Que loucura, como deixei isso chegar a esse ponto. Talvez umas sess�es de analise ajudasse na nossa rela��o, n�o precisava me rebaixar a tanto. Mas meu corpo ou melhor minha mente, quer outra coisa, ela quer passar por isso, ser submissa, provar outro homem, ser possu�da por ele. Meu marido me chama da garagem, estava me esperando, parecia tamb�m excitado com a id�ia. Entramos no carro e nos dirigimos para o centro da cidade, paramos num restaurante, ir�amos jantar primeiro, aproveitei e n�o bebi vinho como de costume, pedi uma dose de whisky duplo, meu marido, Fernando olha incr�dulo. Precisava de coragem, por isso bebi a dose toda, sai do restaurante meia cambaleando, mais disposta de ir ate o fim, seja o que Deus quiser. Essa parte da cidade, j� estava vazia, s� algumas pessoas nos bares, dava pra entender isso, era um lugar barra pesada. Fernando estaciona o carro bem em frente ao cinema, vejo algumas prostitutas me olhando, me encarando. A fachada do cinema era suja, feia, os cartazes anunciavam filmes de sexo expl�citos 24 horas, num canto estava escrito �aqui vale tudo�, pelo caminho, uma prostituta aborda Fernando, pergunta se ele n�o quer mais uma para lhe fazer um boquete enquanto assista o filme, cobrava bem baratinho. Quando entramos, a sess�o das 22.00 hs estava pra come�ar, havia poucas pessoas espalhadas pela sala, eu um tanto constrangida evito de olhar. Fernando anda em uma certa distancia de mim, senta na ultima fileira na ponta do corredor, eu me desloco um pouco mais pra frente, escolho uma poltrona, olho pra ele desconsolada. Juro, que tava quase desistindo. O filme come�a, percebo que seria daqueles bizarros, nojento,..... zoofilia. Porra logo isso, odeio dessas coisas. Mal come�a e vejo do lado esquerdo, numa certa distancia de mim, dois homens se bolinando, se beijando, no outro lado, um outro, parecia que estava com seu membro de fora, se masturbando, j� vi que aqui o negocio � rapidinho. Pe�o mentalmente, que o cara n�o venha, que era tudo brincadeira dele, quando percebo algu�m sentar ao meu lado, junto a mim e olha fixamente para a tela. N�o tive coragem de olha-lo no rosto. Passados alguns minutos, senti uma caricia sendo feita na minha nuca, e nela se deteve, me arrepio toda, meu cora��o pulsa alucinadamente. Olhei de leve pra traz, para Fernando, que parecia estar alheio a tudo o que se passava. Logo, outra m�o, suave, me desabotoa os bot�es de minha blusa, deixando o caminho livre para meus seios, j� com os bicos endurecidos. A m�o do desconhecido, ent�o, espalmou-se sobre meu seio esquerdo, fazendo um leve movimento circular, massageando ele. Eu gelei com essa ousadia, n�o sei de onde tirei tanta coragem pra esta ali, depois de 5 anos casada, sendo a esposa exemplar, e aqui estou, num cinema sujo com um estranho me tocando. Por uns instantes, me veio uma duvida? - Ser� que � o mesmo cara, que teclou comigo? Entro em p�nico, olho pra traz, Fernando nem da bola, finge que esta assistindo o filme. O desconhecido parece notar minha agita��o, pois aperta meu seio. Arrumo coragem e visualizo seu rosto, ele devolve o olhar, com um sorriso sacana, e fala: - Sossega gostosa, te aquiete na poltrona, j� vou lhe dar o que voc� quer. Continua seu movimento nos meus seios, as vezes apertava meu mamilo me fazendo gemer e morder os l�bios. Minha respira��o come�a a ficar ofegante, percebo que estava ficando molhada com suas caricias, meu pavor foi diminuindo e o tes�o aumentando. Fui relaxando na cadeira, por longos minutos meu desconhecido acaricia este seio esquerdo, passando depois ao outro. Meus seios estavam totalmente expostos e j� estavam meio doloridos de desejos. O homem abaixou-se e come�ou a beijar e sugar de leve meu seio, passando a l�ngua carinhosamente pelo mamilo. Abri um pouco as pernas, pois sentia a vagina intumescida e molhada. O estranho entendeu meu movimento como um convite, pois sem pressa, desceu sua m�o para me joelho. A saia larga lhe facilitava as caricias que ele come�ara a fazer na minha coxa indo ate a virilha, diversas vezes, a principio fechei as pernas, foi instintivo, mas depois me deixei levar e elevei a p�lvis para a frente, facilitando com isso, que ele me acariciasse a vagina por sobre a calcinha, me apertando. Brinca com seu dedo, na minha fenda, tentando fazer com que o tecido da calcinha entre no grelo, deixando a marca nela. Come�o a rebolar de leve na poltrona com suas caricias, ele aproxima seu rosto ao meu, e come�a a me beijar a face, varias vezes, passa a l�ngua, procura meus l�bios, sua boca esta sob a minha, sua l�ngua tenta abrir caminho, n�o deixo, ele puxa minha calcinha para o lado, e explora meu clit�ris, aperta com seus dedos, n�o ag�ento e abro a boca pra receber sua l�ngua quente, coloca toda ela dentro de minha boca, nossas l�nguas se tocam, come�amos a se beijar freneticamente, ora sua l�ngua explorando minha boca, ora a minha na dele. A essa altura, n�o tenho mais o que impedir sua ousadia e tamb�m nem quero mais fazer isso, quero continuar, eu preciso. Seu dedo continua a massagear meu clit�ris suavemente, eu estava ensopada, e abri de vez as pernas, a barra da saia esta quase na minha cintura, eu quase deitada na poltrona. Seu dedo penetra a vagina, suave e firmemente. Mas n�o bastava, eu ansiava, urgente que algo grande e grosso me penetrasse fundo. Involuntariamente j� fazia movimentos p�lvicos, como se estivesse copulando, fazendo com que o dedo do desconhecido, im�vel entrasse e sa�sse de dentro de minha vagina. Num relance procuro Fernando, mas percebo que o cara da minha esquerda n�o tira mais os olhos de cima de n�s, continua a se masturbar, mas eu era seu objetivo de prazer, ele parecia que estava mais perto, acho que tinha vindo sentar mais perto. Fernando na mesma, olhando o filme, ao menos parecia. Sempre fui uma mulher desejada, quando adolescente, arrancava elogios onde tivesse, e isso continuou pela vida afora, tive minha primeira rela��o sexual com meu primo desde cedo, e v�rios namorados ao longo dos tempos, quando conheci Fernando, est�vamos na mesma faculdade, fazendo o mesmo curso. Sou alta, morena, olhos esverdeados, cabelos pretos, seios m�dios e coxas grossas. Mas nunca desde menina estive em algo assim, uma loucura assim. Meus relacionamentos sempre foram planejados e rodeados de uma certa magia, nunca fui dessas de trepar no capo de um carro, ou num mato qualquer, sempre insinuei que valia mais que isso, que mereceria um conforto melhor. O estranho j� estava com dois dedos dentro de mim, e uma m�o continuava no meu seio, mas num momento, ele interrompe as suas caricias e pega minha m�o, leva ao seu colo, eu n�o exito, aperto seu p�nis com um desejo violento. Sinto que � de um tamanho bom e grosso. Aperto com vontade, tirando gemidos daquele homem que esta me proporcionando tantas sensa��es maravilhosas. Seu p�nis fazia um volume desejado, nas cal�as, parecia que queria rasgar ela. O homem tira suas m�os, e com uma passa pelo meu pesco�o e me abra�a. Mostra que naqueles momentos tinha a posse de mim, de meu corpo, de meus anseios. Endireitei-me na cadeira, desafivelei seu cinto e corri o z�per de sua cal�a. Para facilitar-me, ele soergueu-se da poltrona e eu acabei por puxar as suas cal�as ate o meio de suas coxas, em seguida fui enviando minha m�o debaixo de sua cueca, tirando um p�nis dur�ssimo, grande e grosso, com as veias latejando e se sobressaindo. Acariciei diversas vezes aquele instrumento de prazer, passando a m�o desde a glande ate o saco, e masturbando-o suavemente. Nisso, sinto sua m�o na minha cabe�a, fazendo press�o para que me abaixasse. Obede�o sem resist�ncia, e assim fui descendo ela ate abocanhar com prazer aquele p�nis. Sua cabe�a era vermelha e grande, s� consegui colocar ela e um pouco mais, acaricio seu saco, fiz press�o deliciosa com a boca sobre a glande, sugando forte, sua m�o continua sobre a minha cabe�a pressionando pra baixo. Eu e o Fernando as vezes faz�amos 69, se chup�vamos mutuamente, mas agora era diferente, e como era!!!, eu tava chupando esse cara como se ele tivesse um pirulito no meio de suas pernas, era gostoso e ele me pressionando de leve, fazia ser submissas aos seus desejos, coisa que geralmente eu n�o permitia que me fizessem, gostava de ter o controle da situa��o. Pra poder se deliciar com o que fazia, tive que me ajeitar na poltrona, pois o bra�o que separava elas, estava machucando meu abd�men, ent�o fiquei meia que ajoelhada na poltrona, nisso fico com minha bunda empinada para cima, deveria ser uma vis�o �tima para as outras pessoas. Continuo chupando com vontade, ora lambia ele desde o saco, ora suas bolas, a� voltava bem devagar lambendo ele todo, para depois abocanha-lo ate a garganta e fazer um vaiv�m alucinado. Minhas investidas na Internet, me fizeram tornar quase uma profissional no assunto, agora estava usufruindo do meu aprendizado. Ele come�a a fazer um vaiv�m com seu corpo, sinto que vai gozar, tento tirar minha boca, mas ele n�o me deixa, ate que ejacula abundantemente seu liquido quente e viscoso. Solta minha cabe�a, depois de sentir o seu esperma por todo o interior da boca, entre meus dentes, tiro ele e recebo o resto no rosto. Dou uma golfada e coloco uma quantidade dele pra fora, que fica escorrendo pelo meu queixo. O desconhecido empurra seu esperma de volta para minha boca com o dedo, n�o abro ela, era demais isso, nunca engoli esperma de ningu�m, mas ele insiste e sussurra no meu ouvido: - Engula tudo, n�o deixe nem uma gota!! N�o sei o que estava acontecendo comigo, eu parecia uma marionete nas suas m�o, pois obede�o sem pestanejar, e o esperma retorna a minha boca, tento mant�-lo nela, e ir ao banheiro jogar fora, mas ele faz press�o na minha cabe�a empurrando para que o chupasse novamente, seu p�nis empurra o esperma pela garganta abaixo, fico de novo fazendo vaiv�m no seu p�nis. Sinto minha calcinha sendo abaixada, algu�m enfia sua cara na minha bunda, come�a a lamber meu anus, UAU....que gostoso, Fernando veio tomar posse de mim, veio mostrar quem realmente era meu dono. O desconhecido se agita e grita: - Cai fora, essa puta aqui � minha, Fora....procure outra? Me viro para ver a rea��o de Fernando, mas tive outra surpresa, N�o era ele!!! Era o cara que estava se punheteando a alguns metros de n�s. Fernando tinha se levantado e vindo em nova dire��o, mas ao ver que o cara voltou e sentou em seu lugar, fez o mesmo. O desconhecido vendo o movimento de Fernando, me pergunta quem era, se eu conhecia. - Meu marido, eu respondo. Ele olha para Fernando, e me diz: - Acho bom ele ficar quietinho e n�o se meter comigo! Por uns instantes, tive dois estranhos me tocando.....eu chupando um e outro me lambendo.....Meu Deus!!!....Que Loucura!!!....Como pude deixar isso acontecer. Se esse cara come�ar a ser violento comigo, Fernando jamais conseguira me proteger, ele � magrinho, fr�gil, ele odeia viol�ncia, nunca se alterou com ningu�m, nem boxe assiste, diz que isso � coisa de irracional. Ate agora, ele esta sendo apenas dominador, mas tenho realmente receio que possa vir a ser violento, se caso, seus desejos n�o sejam atendidos. Continuo a chup�-lo por mais alguns minutos, mas seu esperma come�a a secar no meu rosto, e na minha boca continua o gosto de porra e fico incomodada com isso. Paro com que estou fazendo e lhe pe�o se poderia ao banheiro me lavar, ao que ele responde: - Tudo bem, vai logo, vou lhe esperar na sa�da, vamos ao hotelzinho aqui em frente acabar o que come�amos...e avisa para teu marido lhe esperar aqui. Levantei me e fui conversar com Fernando, expliquei o que o cara pretendia. Fernando ficou em duvida, acha melhor parar com isso e irmos embora. Deixei Fernando com suas duvidas e me dirigi ao banheiro. Ao chegar paro em frente ao espelho, talvez para relaxar...sei l�, vejo meu rosto todo lambuzado refletido nele, meu cabelo desarrumado, minha blusa apenas fechada com um bot�o, tava pior que uma prostituta. Tomo consci�ncia do que tinha acontecido de uma hora para c�, n�o me arrependia, ao contrario, tava adorando cada minuto, apesar de meus receios. A quest�o �!....Quero ir em frente, transar com ele???...Pelo jeito Fernando j� se decidiu, quer ir embora. E eu!!!....Tamb�m quero isso?? N�o, j� que cheguei ate aqui, vou em frente, ainda desejava algo grosso e duro me possuindo, n�o apenas um dedo de um desconhecido. Na sa�da, vejo os dois me esperando....um de cada lado, um emburrado com o outro, ao perceber minha chegada, meu marido se aproxima, me pega pela m�o e diz: - Vamos para casa, minha querida, j� chega por hoje. Mas nem lhe dou bola, continuo andando ate o estranho, que ao chegar me abra�a e olha para Fernando com cara de deboche, com um sorriso nos l�bios. Fernando at�nito, fica parado, incr�dulo, nos olhando, vendo n�s se dirigindo para o outro lado da rua, o estranho n�o satisfeito com a humilha��o, ainda coloca sua m�o na minha bunda, me bolinando e olhando para tr�s, encarando Fernando. Isso deve ter sido demais para ele, pois veio em nossa dire��o, chamando meu nome, ordenando que fossemos embora. J� do outro lado, Fernando se antecipa e se coloca na nossa frente, impedindo nossa passagem e fala: - Aonde voc� vai com minha esposa, o que pretende? Ele olha para Fernando, com um sorriso sarc�stico nos l�bios e diz: - Vou acabar o que comecei, ou acha que voc� vai me parar agora? - Teve tempo para isso, alias, nem deveria ter deixado essa gostosinha aqui sair de casa. Calmamente ele continua: - T� vendo aquele hotel l� na frente, � para l� que vou lev�-la, voc� pode tomar um cafezinho ou continuar assistindo o filme de putaria enquanto isso... - Ah..., Porque voc� n�o conversa com aquele cara que lambeu o rabo de sua esposa, quem sabe voc�s dois n�o se entendem e punhetam um ao outro. Depois ele me puxa, passamos por Fernando e continuamos em dire��o ao hotel, meus olhos estavam cheios de lagrimas, n�o ag�entei ver o desespero de Fernando, ver ele sem controle algum da situa��o. Mas ele veio correndo e se p�s novamente na nossa frente e fala: - N�o vou deixar voc� sozinho com minha esposa, vou junto!... Ou voc� deixa eu ir junto ou vou procurar um policial e dizer que voc� esta sequestrando ela. O estranho pensa um pouco e com seu dedo em riste na cara de Fernando, fala: - Ok....Voc� pode ir junto, mas j� vou avisando, chegando no quarto, voc� procura um canto para se enfiar e n�o abra a boca, n�o quero ouvir nem um piu de voc�, certo? Meu marido fez sinal afirmativo com a cabe�a e andamos os tr�s em dire��o ao hotel. Pelo caminho j� visualizava o modesto hotel, n�o sabia qual era pior, ele ou o cinema. N�o tivemos o menor problema para entrar, foi pagar e subir. Pelas escadas e corredores havia toda esp�cie de pessoas, prostitutas, gays e cafet�es, quase chegando ao quarto, ou�o todo tipo de coment�rios, tais como: �E a� gostosa, onde � seu ponto?�, �Olha s�, ela � gulosa, vai foder com dois ao mesmo tempo�, etc... O quarto estava as escuras, e o desconhecido atr�s de mim, colocava suas m�os em volta da minha cintura. Faz com que me deitasse, de bru�os, meia atravessada na cama, enquanto meu marido trancava a porta e acendia um dos abajures que havia no quarto. Puxei um travesseiro para baixo do rosto enquanto o desconhecido tira minha saia e arranca minha calcinha num movimento brusco, expondo-me totalmente a ele que, ajoelhado no ch�o passou a lamber e a sugar-me desde o fim das costas, por entre as n�degas, passando pelo anus, ate a vulva, ap�s enfia tr�s dedos na minha vagina, explorando ela internamente e com sua l�ngua brinca no meu anus, tentando me penetrar com ela, ficamos assim por uns bons minutos, me levando a loucura. Ap�s, ele se ergue e come�a a se despir, eu n�o ag�entava mais, queria ele dentro de mim, urgentemente, me sento na cama, e ajudo-o a se despir, ele vendo minha ansiedade, come�a a brincar com seu p�nis no meu rosto, pincelando ele na minha cara, eu tentando abocanh�-lo, quando achava que tinha conseguido, ele tirava para ap�s come�ar tudo de novo. Nesse instante, percebo Fernando, sentado numa cadeira num canto do quarto, parecia invis�vel, de t�o quieto que estava. O desconhecido brinca comigo: - Se voc� quer, que eu meta em voc�, ter� que pedir carinhosamente. Eu com ele na m�o, lambendo sua cabe�a, olho para ele e digo. - Meta em mim, vai...! - Assim n�o, assim voc� s� poder� te-lo na boca, pe�a de novo! - Amorzinho, por favor, n�o ag�ento mais, me foda, me coma gostoso, me possua, por favor, te pe�o. Fiz isso, quase implorando, olhando no seus olhos e lambendo seu p�nis. - T� bom, como voc� quer?...Como voc� gosta? N�o me fiz de rogada, e subi na cama e me posicionei de quatro a espera de t�o desejada ferramenta, dentro de mim. - Ah....a mocinha est� se saindo uma verdadeira putinha, ate gosta de foder de quatro, posso escolher aonde meter, bom... muito bom isso. - Ent�o vamos l�, n�o vamos deixar a vagabunda esperando. Ent�o ele tamb�m subiu na cama e come�ou a se preparar para penetrar-me por tr�s. Minha vagina sentiu (at� que enfim, j� n�o suportava esperar mais!) o membro duro e grosso do estranho ir abrindo caminho, ate que entrou todo dentro de mim. Tive um orgasmo intenso naquele instante, o homem iniciou os deliciosos movimentos de vaiv�m, e com sua m�o, acariciava meu seio. Meu segundo orgasmo foi atingido junto com ele. Ca� de bru�os na cama, com o estranho em cima de mim. Ficamos alguns segundos assim, depois ele sai de mim, e me puxa ao seu encontro, eu ainda de quatro, ele enfia seus dedos na minha vagina e ap�s lubrifica meu anus com o liquido que retira dela, em nenhum momento me larga, sua m�o sempre na minha cintura. Eu antevendo o que iria ocorrer, me preparo para a c�pula anal, n�o seria a primeira vez, mas com certeza, seria algo que a anos eu n�o tinha mais feito. Senti quando a glande entrou, em movimentos suaves, com muita paci�ncia e carinho, acabei recebendo-o por inteiro em meu anus. Ele enfiou tudinho, ao ponto de me fazer sentir os seus p�los em minhas n�degas. Comecei a me movimentar lentamente acompanhando suas estocadas, a principio rebolando de lado, depois subindo e descendo no membro do desconhecido. Ele respirava com sofreguid�o na minha nuca, eu ag�entava como podia a dor. Nessa posi��o, Fernando podia ver meu sofrimento e prazer, tinha uma vis�o completa de mim e do homem dentro de mim. Meu orgasmo veio m�ltiplo, um atr�s do outro, minhas pernas ficaram tremulas, quase n�o conseguia suportar meu pr�prio peso, eu urrava de prazer acompanhando o desconhecido que babava e urrava nas minhas costas. O estranho encheu meu anus, com sua porra, ele ejaculou em intervalos r�tmicos, e em toda ejacula��o, estocava mais ao fundo, a assim sucessivamente, ate ficar satisfeito, ate acabar seu esperma. Tentei deitar-me, mas n�o permitiu, com um pouco de contorcionista ele sentou na cama e eu em cima dela, ainda com ele dentro do meu rabo. N�o acredito!!!!!...Ele quer mais, ao que me fala: - Vai, rebola tua bunda puta, quero ver ele entrar e sair do teu rabo. Ele ficou meio que deitado, meio que suspenso na cama, olhando eu subindo e descendo no seu p�nis, j� n�o do�a mais, tava todo lubrificado e alargado, n�o tinha mais o porque de doer, era s� prazer. Ele olha para Fernando e diz: - Ei.., cara voc� tem uma puta fant�stica em casa... Voc� � um felizardo podendo fazer isso com ela todo os dias, nunca vi nenhuma foder t�o bem assim, tomando todo um cacet�o no rabo e s� gemer de prazer... - Olha s� como a cadela gosta, como rebola no meu pau, como cavalga, repare seu rosto de satisfeita. Naquele momento, me senti um pouco envergonhada, e com pena do Fernando, pois sabia que nunca fizera isso comigo, mas tenho certeza, que tava se ag�entando como podia de tes�o, talvez ate pensando, como n�o tinha feito assim antes. Depois de alguns minutos, ele tira de mim, me ergue se levanta e pegando minha m�o e diz: - Vem vamos ao banheiro, quero mijar e quero que voc� segure ele para mim. E assim foi feito,logo em seguida tomamos uma ducha junto, e voltamos pra cama, deitamos um pouco e relaxamos. Minutos depois, ele come�a a me bolinar novamente, coloca meu seio em sua boca, e suga o mamilo deliciosamente, com minha m�o, procuro seu p�nis, acaricio seu saco, apertando de leve. Ele vem para cima de mim, dobra minhas pernas e encaixa seu p�nis na minha vagina, e num golpe s�, penetra ela, chegando ate o colo do �tero, fazendo jogar minha cabe�a pra tr�s e urrar de dor e prazer, eu abra�o com minhas pernas seu corpo, apoio elas nas suas costas. Ele come�a o movimento de vaiv�m, a cada estocada, solto um grito de tes�o, minha vagina n�o � profunda e nessa posi��o, o p�nis entra muito fundo, me fazendo sentir uma dorzinha gostosa a cada estocada. Ele incentivado com meus gritos, intensifica suas estocadas, parece gostar de ver sua posse, gritar de prazer. Ergo a cabe�a para poder ver seu p�nis entrando e saindo das minhas entranhas, adoro assistir isso, mas meu orgasmo chega alucinado, jogo minha cabe�a de um lado para o outro, como doida,.. sim doida de prazer. Ele ao perceber que ir� gozar, tira seu p�nis e se aproxima de minha boca, ajoelha-se sobre meus seios, mas n�o se firmando neles e come�a a ser masturbar freneticamente, eu embaixo, vejo os primeiros pingos voarem longe, fico de olhos fechados e minha l�ngua fora da boca esperando minha parte, que vem quente e abundante, pinga nos seios, no cabelo, no rosto, mas uma boa parte na l�ngua, que trago pra dentro, agora com prazer, sentir de novo, seu gosto, com a l�ngua procuro mais nos meus l�bios. Ele se inclina sobre mim, e permite abocanhar novamente, fico im�vel, ele faz o movimento de entrar e sair de minha boca, me engasgo um pouco, mas nada que n�o ag�ento. Ele fala: - Isso minha gostosa, chupe ele, de um banho de l�ngua, me limpe com sua boca. E assim fiz, chupei, lambi ele todo, ate deix�-lo sem vest�gio de minha vagina ou do seu esperma. Cada fio do seu pelo, cada cent�metro do seu sexo, minha l�ngua explorou e limpou com prazer. Me deito na cama, sem energia alguma, estava realmente esgotada, ele se ergue na cama, veste suas roupas rapidamente, se deita em cima de mim novamente, aperta minha vulva, e diz: - Voc� � demais, � fant�stica, eu sabia disso, tinha certeza, que voc� era maravilhosa, era um tiro no escuro, mas segui minha intui��o, e acertei, ganhei o dia. - Tchau, minha Deusa, qualquer dia, teclamos novamente. Nos beijamos como nunca, um tentando sugar a l�ngua do outro, e depois alisando minha m�o, se distancia de mim, ate o fim dos nossos bra�os, me lan�a um beijo e vai embora. Ao passar pelo Fernando, ele comenta? - Cuida bem dela, � uma bela mulher, fant�stica... Deu um tapinha nas costas de Fernando e desaparece pela porta afora. Provavelmente todo o Hotel deve ter escutado meu � UAU....que homem�. Fernando se aproxima, recolhe minhas roupas pelo ch�o, e apenas me pergunta: - Voc� gostou? Eu olho para ele, arranco minhas roupas de sua m�o, e falo? - Ainda precisa perguntar isso? Me visto rapidamente, e saio apressada, nem esperei Fernando, que s� foi me encontrar na rua em frente ao carro. Nosso retorno para casa, foi em num silencio f�nebre, chegando tomei um banho e fui dormir, n�o estava nem a� com Fernando, nem queria saber sua opini�o sobre essa noite, n�o me importo mais com isso, pois voltei a sentir orgasmo novamente, mas n�o foi com ele. Ap�s essa noite ele mudou, eu mudei, mas nunca foi aquilo que precisava ser. As vezes os fantasmas ou as lembran�as trazem coisas boas. Quanto ao meu � The Ghost�, continuou por longo tempo trazendo, bastava enviar sua mensagem, me dizendo aonde, e eu l� estaria, sem pensar... Mas agora sem plat�ia. Nunca fiquei sabendo muito sobre ele, nem o seu nome, mas isso pouco importava. isa_30@starmedia