Ti�o e Maria Eram 4 horas da tarde, aconteceu um imprevisto e tive de ir para casa mais cedo buscar uns documentos. Entrei apressada e nem senti falta de Maria, minha empregada. Chegando na sala escutei gemidos, vindo do meu quarto. Pensei em Maria e aquilo me subiu uma raiva; aquela vagabunda transando na minha cama. Cheguei no corredor e a porta do quarto estava semi aberta. Hesitei em entrar, Maria e seu suposto namorado falavam muita besteira, eu atr�s da porta s� escutando. Maria gemia e gritava muito, e uma frase mexeu comigo: � Arromba minha bunda com esse mastro, Ti�o!! Aquilo acendeu minha curiosidade. Senti minha vagina �mida. Recobrei a consci�ncia, tinha de tomar uma decis�o e r�pida, n�o podia deixar eles continuarem isso na minha cama, na minha casa. Dei uma inspirada, me enchi de raiva e entrei de uma vez, os dois tomaram um susto enorme. At� eu me assutei com a vis�o. Maria de quatro segurando na cabeceira da cama e Ti�o com seu p�nis atolado na bunda dela. Assustados, Ti�o se separou de Maria e pude ver um pinto enorme e duro em riste. Nunca tinha visto nada igual na minha vida. Ti�o sem gra�a, encostou no canto e p�s um travesseiro por cima, Maria ficou branca como folha de papel. Falei um monte de coisas para ela, e pedi para ela se vestir e cair fora de minha casa. Virei, fui saindo, Maria correu, bloqueou a porta e ficou na minha frente: - Calma L�cia, posso ir embora, mas antes vai ter de pagar meu pre�o! Fiquei surpresa com tamanha ousadia de Maria. Perguntei qual seria o pre�o, j� imaginado algum tipo de ideniza��o. - Vai ter de dar pro Ti�o ! - O qu�?? Disse espantada! - Isso mesmo sua cadela, vai dar para meu macho. Vai experimentar um pinto de verdade bem diferente daquele pintinho do seu marido. Levantei a m�o para acerta na cara dela, Maria segurou meu bra�o. - Espere, ainda n�o acabei, tem mais. Sabia que seu marido j� me comeu v�rias vezes aqui nessa cama? - Mentira!! Voc� s� est� falando isso porque te mandei embora. Maria contou detalhes , que s� eu poderia saber e disse mais, que ele gostava de com�-la por tr�s, e que pedia a ela para enfiar um dedo na bunda dele para gozar. Aquilo veio com um balde de �gua fria em mim. Sem o que dizer fiquei at�nica. Foi quando senti Ti�o chegar por tr�s de mim e me abra�ou. Recobrei do susto, tentei sair, mas ele era grande e forte. Meio sem a��o, pedi a eles que n�o fizesse aquilo, mas Maria sem dar ouvido, se aproximou de mim, me deu um beijo na boca, tentei esquivar, mas Ti�o n�o deixou. De um certo nojo inicial, senti uma fervura no seus l�bios. Levantou minha saia, e puxou minha calcinha. Nunca tinha beijado uma mulher antes. Ti�o arrancou minha blusa e meu suti�. Senti o pint�o de Ti�o encostar na minha bunda, era algo muito quente. De repente Ti�o me levantou e me jogou na cama, ent�o Maria veio por cima de mim, tentei relutar mais uma vez, mas Ti�o segurou minhas m�os. Maria come�ou a beijar meus p�s e foi subindo sua lingua at� chegar na minha vagina que j� apresentava sinal de lubrifica��o. Fui sentindo um calor invadir meu corpo. Tentando reprimir o prazer mas comecei a gemer e remexer. Enquanto Maria me chupava com maestria me falava coisas, que sempre me desejou, que me achava linda e gostosa, que era louca para lamber meu rabo. Ti�o vendo que n�o oferecia mais resist�ncia, me soltou e come�ei a corresponder o prazer que sentia. Nunca imaginei ficar um dia com uma mulher, mas estava gostoso. Maria inverteu a posi��o, ficou por baixo e pediu para eu chup�-la num 69 e por cima fiquei de cara com a vagina de Maria, que era negra, depilada e exalava cheiro de sexo. Comecei a passar a l�ngua, fui sentindo gosto disso. Ela fazia o mesmo , enfiou um dedo na minha xana e outro no meu rabo. Eu gemia, fiquei tesuda, fiz o mesmo com ela, passsei a lingua em sua bunda. Minha l�ngua entrava com facilidade em seus buracos. Enfiei um, dois, tr�s e quatro dedos na sua vagina. Entrou f�cil, mas pudera tamb�m, estava arromabado pelo seu namorado. Fiz o mesmo no seu rabo. Est�vamos extasiadas naquele momento, nem lembrando do Ti�o, quando ele nos interrompeu e disse que queriia nos comer. Fiquei assustada, Maria saiu de cima de mim, falei que n�o faria nada com ele, nunca tinha tra�do meu marido. Maria come�ou a alisar meus peitos, p�s uma das minha m�os no pinto de Ti�o. - Chupa esse pint�o comigo � disse Maria. Nossa, como era grande, preto e cheio de nervos. Devia ter uns 25 cm, o dobro do meu marido, fechava minha m�o, era mais grosso que meu punho. N�o sei se aguentaria isso tudo. Comecei a masturb�-lo, Maria come�ou a chup�-lo e eu a acompanhei. Tinha pau suficiente para nossas duas bocas. Nesse momento, estava bem lubrificada de tes�o. Toda essa situa��o me deixava louca. O fato de estar traindo meu marido, aquele pauz�o, eu a merc� desse casal de negros. Maria ficou de quatro de pediu para Ti�o com�-la, e foi atendida de imediato. Ti�o encostou o pint�o na porta e enterrou tudo. Maria gemia com cada estocada, eu j� estava ansiosa pela minha vez! Como era poss�vel, ela aguentava tudo! Maria me pediu para ficar por baixo. Nessa posi��o, eu tinha o pinto e a boceta dos dois pertinho da minha boca. Maria me chupava loucamente, eu passava a l�ngua na sua xota e no pinto que entrava e sa�a. De vez en quando Ti�o tirava o pau de sua gruta e enfiava na minha boca. E voltava a meter em Maria. Ti�o saiu de cima de Maria e disse que era minha vez. Gelei. Estava com medo, mas tamb�m com vontade de experimentar esse pinto preto. Maria falou para n�o Ter medo. Deitei de costa para baixo, abri bem as pernas. Ti�o antes me deu uma chupada, lambeu meu rabo, e que l�ngua quente ele tinha. Encostou a cabe�a na porta de minha vagina, fiquei mais arreganhada o poss�vel para receb�-lo. Foi empurrando. Sentia cada cent�metro dele entrando dentro de mim. Sentia sendo preenchida, partindo ao meio. Sentia um pouco de dor, a penetra��o estava ficando dolorosa, mas ele n�o parou. Falei que estava doendo, e ele meteu tudo de uma vez. Dei um grito, na� conseguia sair debaixo dele, Ti�o come�ou a mexer, e a dor inicial logo se transformou num prazer indescrit�vel. Sentia seu saco batendo na minha bunda e tive o primeiro orgasmo intenso. N�o consegui segurar meu prazer, gemia alto como uma cadela, naquele momento me entreguei de corpo e alma para aquele negro. Queria ser comida de todos os jeitos. Ti�o me segurou firme e girou o corpo me deixando por cima. Nessa posi��o via que estava com todo aquele pinto dentro de mim, n�o acreditava nisso. Ti�o me tratava como uma puta, aquele corpo negro e quente me amassando, chupando meus peitos, me comendo... Eu montada naquele garanh�o, rebolava junto com seus movimentos. Maria chegou por tr�s e metia a lingua no meu rabo enquanto Ti�o me comia. Depois sentou no rosto de Ti�o e ficamos n�s duas se beijando. Ti�o me mandou ficar de quatro e meteu fundo na minha xana. Sentia seu pinto tocar meu �tero. Maria se posicionou na minha frente e mandou chup�-la enquanto Ti�o metia por tr�s de mim. Nessa sucess�o de transa , perdi a conta dos in�meros gozos que tive. Senti a respira��o de Ti�o aumentar, seus m�sculos se contrairem e a seguir uma explos�o, senti minha xana inundar com seu leite. Lembrei que ele estava sem camisinha mas naquele momento na minha vida valia a pena. Ti�o exausto deixou seu peso em cima de mim, dei-lhe um beijo na sua boca em agradecimento por aquele momento. Me sentia uma f�mea realizada, que tinha dado para um macho de verdade. Maria abriu minhas pernas e caiu de boca na minha boceta encharcada e alargada pela pica de Ti�o. Chupou tudo que escorria, veio por cima de mim, me deu um beijo, nunca tinha engolido esperma de meu marido e correspondi o beijo sugando a seiva do nosso macho. Pensava que tinha terminhado nossa transa, mas Ti�o mostrou sua virilidade. Me pegou, me abra�ou, come�ou a me beijar, senti seu pinto quente ficar duro na minha barriga. Maria falou que era hora de estrear meu rabinho. Relutei, disse que n�o suportaria, mas foi em v�o. Falei que ia tentar, mas se n�o desse eu parava. Maria pegou um pote de creme, fiquei de quatro. Maria mandou-me chupar Ti�o. Peguei aquele pint�o e coloquei na boca. Maria veio por tr�s, fez car�cias, deu beijos no meu rabinho e aquilo me deixou arrepiada. Pegou o creme, passou nos dedos, enfiou um dedo, depois dois e tr�s. Ela fez de um jeito gostoso e devagar, que nem senti dor. Maria passou bastante creme em meu rabo e depois no pinto de Ti�o. Deitei de bru�o e Ti�o veio por cima, encaixando seu pint�o na porta de meu rabo. Arrebitei a bunda, tentei me abrir o m�ximo para receb�-lo. Estava com medo de me machucar. Senti a cabe�a entrando e dei um grito, Ti�o que parecia h�bil, parou a penetra��o e ficou me beijando no pesco�o. Fiquei mexendo a bunda para ajud�-lo, Ti�o for�ou de novo e senti que tinha entrado mais da metade. Ergui meu corpo para tentar sair daquela posi��o. E nessa tentativa de fugir, fiquei de quatro e a� que o pinto entrou de vez. Senti as bolas de Ti�o encostar na minha bunda e a dor logo se transformou em prazer. Ti�o deixou meu rabo se acostumar com seu imenso membro e come�ou a me comer devargar e logo estava estocando com for�a. Eu estava adorando aquilo. Sentia suas bolas bater na minha bunda. Ti�o me levou para a frente de um espelho e me fez sentar na sua vara de costas para ele. Aquela vis�o me fez ter um orgasmo incr�vel. Eu com meu rabo todinho atolado na sua vara e minha xana arreganhada, aberta parecendo uma flor solit�ria. Maria me fez deitar em cima do corpo de Ti�o, veio por cima e come�ou a chupar minha xana. Ti�o avisou que ia gozar, Maria saiu de cima e aceleirei a cavalgada. Ele explodiu no meu rabo. E eu a acompanhei em outro gozo. Levantamos os tr�s e fomos para o banheiro. Depois de estar de volta a realidade, n�o sabia o que dizer, estava um pouco envergonhda, mas realizada. Mas sabia que a partir daquele dia minha vida mudaria. � noite, quando meu marido chegou, fiz quest�o de transar com ele, como um gostinho de vingan�a. Ele reclamou que minha xana estava larga, mas disse que estava para menstruar e que isso era normal. Fiquei amiga de Maria, ela continuou a trabalhar para mim. Contratei Ti�o para cuidar do jardim da casa. Transamos v�rias vezes ainda. Mas um dia os dois tiveram de partir.