Tadinha de Mim Tadinha mesmo. Bem que dizem que a curiosidade matou o gato. Mas vamos do come�o. Sou uma garota de corpo fino, 1,60m, 50 kg, e pelo que dizem muito sexy. Tenho cabelos pretos e pele bem clara, 21 anos, estudo comunica��o, e minha turma � super legal e unida. Fazemos muitos programas juntos, e costumamos ir a um barzinho pr�ximo da faculdade para papear. Muitas vezes o tema descamba para sacanagem, e um belo dia o tema foi o tamanho do p�nis. Foi um colega nosso que perguntou a queima roupa a todas as garotas do grupo se ach�vamos isso importante. Umas disseram que n�o, aquele papo de importante � ser competente, enquanto outras diziam que volume era muito bom, inclusive eu, apesar de n�o ser t�o experiente assim. Meu noivo ali�s n�o � muito bem dotado assim como os poucos que o precederam, e eu sempre morri de curiosidade e desejo em saber como seria transar com um pau bem grande. Renato ent�o disse que mesmo as gulosas do grupo correriam do seu primo, que tinha uma coisa enorme, entre 25 a 30 cm, al�m de ser tala larga. Quase engasguei ao ouvir isso, e entre gargalhadas e exclama��es de espanto todas pularam fora. O papo acabou mas aquilo ficou na minha cabe�a, pois desde garota tinha sonhos er�ticos envolvendo superdotados. Quase um m�s depois, estava s� eu e Renato conversando, quando tomei coragem e perguntei a ele como ia seu prim�o. Ele sorriu e perguntou se tinha ficado curiosa. Gaguejei mas disse que sim, que nunca tinha visto um muito grande e morria de vontade de pelo menos ver. Renato achou gra�a e disse que poderia arranjar uma maneira daquilo acontecer sem me comprometer ou ao meu noivado. Fiquei logo exitada com a id�ia, e passei a ouvir o seu plano, que concordei imediatamente. No s�bado seguinte, disse ao meu noivo que faria um trabalho com colegas pela manh� e fui para a casa do Renato buscar um �livro�. Coloquei uma roupa super sensual e, c�mulo da ousadia, dispensei as pe�as �ntimas, apesar de n�o planejar fazer nada al�m de ver. Eram 9:00 da manh� quando cheguei, e encontrei os dois de cal��o voltando da praia. Renato foi tomar banho e disse para eu ficar a vontade pois depois me daria o livro. Danilo era muito bonito e am�vel e enquanto me fazia companhia, notei que ele se deliciava com minha blusa, que por ser super cavada, deixava ver parte dos meus seios. Vi que ele foi ficando excitado mas logo Renato o chamou. Ele foi tomar banho e Renato apareceu secando os cabelos apenas com uma bermuda larga. Ficamos conversando e est�vamos ambos visivelmente excitados. Foi quando reparei no volume bastante grande na sua bermuda, e ele meio sem gra�a percebendo meu olhar, perguntou se eu queria ver. Engoli em seco e disse que sim. Renato abaixou a bermuda que foi ao ch�o e eu me deparei com algo enorme e lindo. O danado falava do primo mas o seu p�nis tinha uns 23 cm contra uns 16 do meu noivo. Fiquei maravilhada com aquilo e com a permiss�o do dono resolvi segur�-lo. Sentia sua consist�ncia rija e macia e seu calor nas minhas m�os. Coloquei as duas m�os em volta da coisa e ainda assim sobrava pau pr� muita coisa. Puxei a pele para tr�s liberando a cabe�ona brilhante e convidativa, e come�ei a masturb�-lo quando apareceu Danilo. Eu e ele ficamos sem jeito, mas Renato o chamou dizendo que eu estava apenas fazendo uma pesquisa cient�fica e disse que eu precisava de mais material. Danilo riu muito e se aproximou, deixando cair a toalha. Quase tive um tro�o, aquilo era maior do que podia imaginar. Minha curiosidade me colocara frente a frente com dois superdotados, sendo que o segundo caralho tinha 28,5 cm al�m de super grosso. Era muito maior do que eu poderia imaginar e pensava se seria poss�vel ter aquilo tudo dentro da bucetinha. Eu manipulava ao mesmo tempo aquelas duas picas com carinho, e me senti simplesmente poderosa ao constatar que eu os tinha sob meu poder de f�mea. Julguei que podia fazer o que quisesse e abocanhei Danilo, que mau cabia em minha boca. Troquei para Renato e mamava os dois um pouquinho de cada vez. Se me deixassem ficaria mamando a manh� inteira, mas Renato ficou de pernas bambas e se sentou no sof�, o que me obrigou a ficar de quatro para continuar mamando. Ele puxou minha blusa, soltando meus seios, enquanto Danilo levantava minha sainha e manipulava minha bunda macia. Ficamos nisso um bom tempo, at� que me percebi toda nua. Senti Danilo manipulando meu clit�ris e minha xaninha at� que com um dedo foi me penetrando, depois dois, at� que um terceiro me penetrou, sabia eu, para me preparar para o que eu j� n�o negaria, dado ao meu grau de tes�o e curiosidade. Senti a cabe�ona me alargando toda e passando, depois a veio aquela coisa grossa, imensa, lentamente, abrindo espa�o e me invadindo, numa foda para mim incalcul�vel. Eu j� n�o chupava, s� gemia e me contorcia pedindo piedade e cuidado. Estava toda entupida de pica, que entrava e saia lentamente para n�o me machucar muito. Quando Danilo gozou quase tive um tro�o sentindo as esguichadas no meu �tero. Ele se retirou e botou seu pint�o na minha boca para eu lav�-lo na base da chupada, enquanto Renato rapidamente tomou seu lugar. Renato reclamou do primo que ele tinha me alargado e que aquilo estava um p�ntano, e tomou outro caminho dizendo que queria algo mais apertado. Ele aproveitou que eu estava com a buceta e a bunda toda lambrecada e enfiou ou dedo no meu �nus. Como j� fazia sexo anal com meu noivo e simplesmente adorava isso, resolvi deix�-lo aproveitar, j� que n�o era o gigante, e foi o que ele fez. Mesmo assim doeu bastante quando entrou, afinal era bem maior do que o eu estava acostumada, mas fui acomodando e curtindo aquela gostosa enrabada enquanto o caralh�o de Danilo j� endurecia em minha boca de novo. Danilo me puxava para cima dele, e eu fui sentando na sua verga sem tirar o pau de Renato do meu c�. Foi uma loucura. Os dois metiam com for�a e eu me sentia uma puta sendo estuprada. Eles me chamavam de puta, cadela e perguntavam como � que eu aguentava aquilo com um sorriso na cara. Gozava sem parar e estava tonta, t�o tonta e enlouquecida de tes�o que resolvi fazer a loucura suprema e completar minhas fantasias, dizendo simplesmente: �troquem de lugar�. Danilo n�o acreditou e disse que eu n�o aguentaria, que nem com puta ele tinha conseguido fazer sexo anal na vida. Disse que queria pelo menos tentar, que eu me esfor�aria, e que queria e lhe dar essa primeira vez, j� que ele tinha feito o favor de realizar meus desejos. Renato tirou de mim lentamente e depois de alguns preparativos pensando na melhor forma de acolher aquela picona, colocamos dois travesseiros sobre a cama onde me deitei de bru�os colocando-os sob a bunda. Apesar de estar melada, Renato pegou vaselina e colocou um bom tanto nos dedos e enfiou no meu cuzinho que j� estava alargado por ele. Ainda passou bastante por fora do c�, e deu uma enfiada funda e forte com o pr�prio cacete, preparat�ria para o bruto que viria. A� veio Danilo. Ele esfregava, tentava, e eu sentia a ponta da cabe�a me alargando o traseiro. Eu relaxava ouvindo palavras doces e sendo acariciada por Renato, e derrepente senti a cabe�a entrando naquele terreno pantanoso. Juro que vi estrelas e tentei desistir, mas Danilo foi mais r�pido e disse: �agora que cheguei at� aqui sua puta, eu vou comer sua bunda gostosa at� rasgar o teu c��. Dizendo isso me segurou pelos ossos da bacia, me imobilizando e meteu �metros� de pica no meu rabo, me encaixando e impedindo minha fuga. Perdi o f�lego enquanto ele afundava mais e mais, e me surpreendi quando descobri que atr�s, ao contrario da bucetinha, era poss�vel enterrar tudo, j� que c� n�o tem fundo. Depois de me comer um bocado e satisfazer seus anos de secura, ele me colocou de quatro e Renato entrou por baixo de mim para meter na minha buceta ao mesmo tempo, comprimindo ainda mais os meus dutos internos. Deram ent�o in�cio ao bombardeio, que foi impiedosamente cumprido pelos dois tarados at� que entre jorros de porra me largaram prostrada na cama. Nunca tinha gozado tanto na minha vida. Eles, bestificados e saciados, diziam que nunca imaginaram tamb�m que uma mulher pudesse suportar o que aguentei, e que aquilo tudo era superior a qualquer filme de putaria j� visto pelos dois. Quando me levantei, estava quebrada, com o corpo literalmente mo�do e a bunda em frangalhos, mas morta de felicidade. Tomei um banho, onde pude analisar o tamanho do estrago no meu traseiro, e nos despedimos. Nem � preciso dizer que retornei outras vezes ao apartamento de Renato, inclusive levando outra colega �muito curiosa� para quem sigilosamente contei o lance e que tive o enorme prazer de assistir sendo dilacerada pelos monstros, antes de me submeter tamb�m aos seus caprichos. Hoje sou uma mulher realizada, pois tenho a sorte de poder aplacar minha fome sempre que tenho vontade.