Strip Poker Naquele dia de marco, um forte temporal tirou da rotina a maioria das Pessoas da cidade. Eu certamente n�o seria uma exce��o. As pessoas do escrit�rio j� tinham cumprido um dia normal de trabalho e apenas eu e meu Chefe continu�vamos alem do hor�rio a fim de resolver problemas pendentes E porque, como aquela tempestade, seria imprud�ncia tentar qualquer caminho De volta pr� casa. Certamente ir�amos ficar presos num transito horr�vel. Terminamos o servi�o e como a chuva ainda estava intensa, sugeri, lembrando De um baralho que minha colega sempre guardava na gaveta e o usava para jogar paci�ncia no tempo que lhe sobrava da hora de almo�o, que pass�ssemos o tempo numa partida de poker. Ele achou a id�ia �tima, e como poker e o tipo de jogo que n�o tem a menor gra�a se n�o houver qualquer tipo de aposta, eu propus Que apost�ssemos um almo�o. Depois de algumas m�os, todas equilibradas, o saldo a meu favor era de 2 almo�os, 3 barras de chocolate. Estava no meu dia de sorte! Foi entao que ele sugeriu que apost�ssemos algo mais valioso, porque Chocolates e almo�os poder�amos facilmente pagar. Eu deixei ele expor a Id�ia e n�o acrescentei nada a proposta dele. Ele prop�s que a cada partida Quem perdesse, tiraria uma peca de roupa... Confesso que a id�ia me excitava muito. O fato de estar jogando as minhas Roupas contra as dele me atraia. O risco do jogo me atraia. Naquela hora, N�o havia perigo de que algu�m entrasse na sala dele. Seria divertido Poder arrancar as roupas dele daquela forma! Aceitei e as cartas foram Cuidadosamente embaralhadas, num clima de tens�o e s�rdida curiosidade. Claro que o risco de eu perder as minhas roupas era evidente, mas que Diabos! Eu estava no meu dia de sorte! E gosto da sensa��o de perigo... Ele cumpria o trato com algum pudor. A cada partida, as cartas pareciam Melhores para mim. Ganhei as 3 primeiras facilmente. Vi ele tirar a camisa, Os sapatos, as meias. Eu havia perdido somente os sapatos. Enquanto as Cartas eram manipuladas, eu olhava o seu peito de pelos fartos, os m�sculos Que se contraiam e relaxavam a cada movimento dos seus bra�os. Aquilo era realmente excitante...a sensa��o de estar vencendo era Deliciosa. Ele estava quase despido, sem gra�a, e o ar serio e tradicional Que ele durante o expediente usava tanto, aos poucos ia se desfazendo. Nessa m�o, ele exibiu uma bela trinca de ases. Percebi seu olhar sacana, porque agora quem tiraria uma peca de roupa seria eu. Eu s� tinha a blusa e a saia, e tirar a blusa no meu caso, era diferente do que ele tirar a camisa. Fiquei sem saber direito o que fazer, mas eu tinha que cumprir minha parte no trato. Ele esperava por isso... Sentia os olhos dele fixos em mim, e seus sentidos captando minhas rea��es. S� escutei ele dizer: "tira". Todo movimento das minhas m�os em cada bot�o da minha blusa era deliciado por ele. Na face, ele tinha estampada a express�o sacana de quem perdera ate aquele momento por que assim planejara. O maior trof�u dele, n�o era a minha blusa, mas sim, a minha nudez, o constrangimento que eu revelava enquanto me despia para ele. Essa era sua id�ia. Novas cartas foram dadas, nos sab�amos que, o pr�ximo perdedor, ficaria praticamente nu diante do outro. Perdi novamente. Tirei a saia sem levantar da cadeira, e sem olhar para ele. Como um ca�ador que re�ne seus pr�mios, ele pediu que eu passasse para ele, todas as pecas que eu tinha tirado ate ent�o. Pegou das minhas m�os as roupas. Primeiro a blusa, depois os sapatos e por ultimo, a recem conquistada saia. Faltavam duas partidas, porque hav�amos combinado um total de 6 m�os, perfazendo o total das pecas de roupas que disp�nhamos. Perdi tamb�m o suti�. Sentia o olhar dele percorrer demoradamente as partes expostas do meu corpo, como se alem da aposta, ele tivesse tamb�m ganho o direito de ver o quanto quisesse. E podia mesmo. Eu n�o poderia evitar isso, mas que era constrangedor, era. Para meu azar, ou por muita habilidade dele, perdi a ultima peca que faltava. A calcinha... Eu estava nua na frente dele, e n�o tinha conseguido arrancar-lhe mais nenhuma peca. Ele disse calmamente como e de seu costume: vamos jogar mais tr�s rodadas. Se voc� ganhar duas delas, devolvo-lhe as suas roupas. Se voc� perder duas, voc� ser� minha, aqui e agora, do jeito que eu quiser. "e um grande risco" - pensei - "mas, a sorte dele n�o pode durar para sempre, bolas! Se eu perder, n�o vai ser t�o mal assim... E posso deixa-lo nu tamb�m, e posso ganhar o direito de fazer a proposta, de mudar a aposta... E o melhor do jogo, a parte mais emocionante e o risco... Afinal! O que eu tenho a perder?" Aceitei a aposta. As cartas planavam e caiam perante mim. Eu escolhia a melhor alternativa. Vieram as novas que dependendo da sorte, haveriam de me dar uma boa combina��o. �timo! Eu tinha uma trinca de 10 e um par de reis! �timo jogo! Ele tinha dois pares. Ganhei essa. Ele tirava as calcas agora... Eu dava as cartas agora. Fiz as trocas. Meu jogo era p�ssimo. Ele ganha mais essa. Agora, era a ultima jogada. Suspirei fundo, tinha um jogo bom, quadra de damas. As chances dele ganhar eram pequenas. Abri o jogo. Ele colocou as cartas uma a uma, mostrando uma quadra de ases. Fiquei ali olhando as cartas, vencida, e tentando entender como funciona a sorte, procurando dissimular a humilha��o de perder o corpo num jogo, e experimentando pela primeira vez, a excita��o de aceitar um risco alto. Minha respira��o j� estava alterada, pela ansiedade da espera do que se seguiria nos momentos seguintes. Ele se levantou e eu pude ver que toda a situa��o j� tinha provocado nele uma excita��o. Veio em minha dire��o, e ficou atras de minha cadeira. Senti seus dedos passarem em toda extens�o da minha coluna, fazendo minha pele arrepiar visivelmente. Vindas de baixo para cima, as m�os dele recolheram meus cabelos que caiam sobre os ombros, deixando meu pesco�o inteiramente a disposi��o dele... Fechei os olhos e senti o calor e a maciez da l�ngua dele subindo pela minha pele, e explorando as partes internas da minha orelha... Aquilo era delicioso, e eu percebia a umidade do meu tes�o no meio das minhas pernas vir em ondas. Decidi me levantar e assim mesmo, ainda de costas, as m�os dele me envolveram pela cintura, puxando meu corpo contra o dele. Ele apertava seu membro dur�ssimo contra minha bunda e se mexia de maneira sacana, encaixando, esfregando numa dan�a excitante, sedutora. Eu procurava acompanhar todos os movimentos dele deixando o tes�o que eu estava sentindo aflorar em todos os meus poros. Suas m�os subiam pela lateral de minhas coxas, alisando minha pele arrepiada, passavam de um lado para outro, numa deliciosa explora��o dos meus segredos mais er�genos. Subiam para procurar os bicos dos meus seios, que j� estavam duros de prazer. Ele arrancava de mim gemidos incontrol�veis, pensamentos obscenos e provocava mais e mais vontades... De repente, ele me virou de frente e conduziu meu corpo para tr�s, e percebi que ele queria que eu sentasse na mesa. Sentou-se na cadeira que estava diante de mim, abriu minhas pernas, me puxou pelas coxas, apoiando-as nos ombros dele meus p�s no encosto da cadeira. Com os dedos, afastou os pelos que cobriam a entrada da minha vagina, abriu os l�bios, e meteu ali sua l�ngua exploradora e quente, buscando dentro de mim, o liquido do meu prazer. Estremeci em cima da mesa de tanto tes�o! Ele percebia meu tes�o crescer e aumentava o ritmo da l�ngua dentro de mim, eu me contorcia de prazer... Sentia ele alternar a l�ngua lambendo freneticamente meu grelinho, sabendo que eu n�o conseguiria segurar o orgasmo com aquela habilidade toda. Gozei demoradamente e ele ainda ficou algum tempo me lambendo ate perceber que eu j� estava com tes�o novamente, e queria gozar mais. Fez com que eu descesse da mesa e ficasse debru�ada sobre ela. Senti aquele cacete imenso e duro me penetrar de uma vez, abrindo minhas entranhas sedentas por ele, fazendo com que eu pedisse mais, gritasse e gemesse como cadela no cio. O cheiro de homem que ele emanava preenchia minhas narinas e mesmo com os olhos fechados, eu pintava na mente a cena onde ele me possu�a. Eu via na mente a imagem, como se eu estivesse olhando como espectadora! Eu "via" ele me comer, com os olhos da imagina��o. Varias vezes ele parava de mexer ou diminu�a o ritmo para retardar o seu gozo e tamb�m o meu, e isso deixava alucinada. Foi ent�o, que ele deitou-me no ch�o, e levantando minhas pernas na altura do seu ombro, me penetrou mais uma vez, mexendo em c�rculos, apertando seu corpo contra o meu, dando estocadas profundas, que arrancavam de mim gritos de prazer. Senti a explos�o dele dentro de mim, um orgasmo intenso que me inundava por dentro e misturava nossas qu�micas por igual. A sala decorada sobriamente, ganhava agora o cheiro caracter�stico do sexo, de suores matizados, de corpos que acabavam de se satisfazer. Ele ficou em cima de mim, beijando-me suavemente, esperando a respira��o acalmar e seu p�nis amolecer. Eu contraia os m�sculos da minha vagina, e ele sentindo isso, respondia da mesma forma com seu cacete, como se ambos os �rg�os estivessem conversando secretamente. Levantei depois de algum tempo, peguei minhas roupas e fui ao banheiro. Lavei-me com a ajuda de um copo descartavel que havia por l�, penteei os cabelos e pelo som que vinha do banheiro ao lado ele provavelmente estaria fazendo o mesmo que eu, se recompondo. Pensei em como encarar�amos isso no dia seguinte. Pass�vamos a maior parte do tempo trabalhando juntos, e tinha certeza de que toda vez que nos olh�ssemos, lembrar�amos daquela tarde. Sai do banheiro e l� estava ele inteiramente nu, sentado em cima da mesa brincando com seu p�nis entre os dedos, me olhando com a mesma cara de safado e assim que me viu parada na porta com ar de surpresa disse: "a chuva continua... Vem ca, vem..." Cheguei mais perto dele o suficiente para que ele me pegasse pela nuca passando a me beijar loucamente. Eu estava toda vestida de novo, mas ele sabia lidar tamb�m com bot�es e z�per. Foi colocando suas m�os por dentro da minha roupa, alisando minha bunda. Sua l�ngua reconhecia o interior da minha boca, e aos poucos ele foi me despindo novamente. Tirou meus seios para fora, e chupou-os um a um, dando o mesmo tratamento tesudo aos dois. Eu me sentei na cadeira que estava na sua frente, ficando com o seu cacete a altura de minha boca. Peguei-o com as m�os e passei a minha l�ngua em toda extens�o daquela delicia. Ele se contorcia de tes�o, me dava prazer v�-lo assim. Demorava gentilmente na cabe�a do pau dele, e ele delirava com isso. De repente, ele puxou minha cabe�a para tr�s, e fez com que eu deitasse em cima da mesa. Ele continuou de p�, me puxou pelas pernas ate a beirada, segurando minhas coxas no ar meteu seu pau todo dentro de mim, e continuou mexendo num ritmo cada vez maior, ate perceber meus orgasmos seguidos de gemidos e minha boceta encharcar o cacete dele com meu gozo. Logo depois, ele gozava da mesma maneira intensa, deixando transparecer atrav�s dos seus sons, todo tes�o que estava sentindo. Depois de uma volta necess�ria ao banheiro, olhei pela janela e vi que a chuva j� tinha acalmado, e que o transito apresentava sinais de normalidade. Nos despedimos, desta vez de maneira diferente da habitual, e sab�amos que no dia seguinte ter�amos problemas intrincados a resolver, e talvez no almo�o poder�amos comentar o que nos aconteceu. Sa�mos para o corredor que dava acesso aos elevadores, e tivemos tempo de nos beijar ate chegar a garagem do pr�dio. Era obvio que nosso tes�o n�o pararia por ai, e comentamos o quanto um jogo pode se tornar interessante. Arriscar, pode ser um bom negocio e pode nos levar a deliciosas descobertas como essa. Em tardes quentes, quando as nuvens come�am a se formar espessas e escuras, olhamo-nos secretamente e a mesma pergunta paira um instante no ar, no mesmo clima de desejo que envolve a nos dois... "ser� que chove hoje?"