Silvia na Praia S�lvia era uma mulher de 32 anos e estava casada ha mais de 6. Levava uma vida recatada, trabalhava e era fiel ao marido. Mas com o passar do tempo, come�ara a ter fantasias freq�entes pois antes de casar sempre tinha sido uma mulher muito fogosa. Gostava de transar selvagemente e de ser abusada ao m�ximo na cama. Isso a excitava sempre, e por uns tempos seu marido tinha conseguido aplacar sua sede. Eventualmente o fogo abaixara, e na cama ele j� n�o estava t�o interessado nela. Isso apesar de que ainda mantinha a forma em dia, tinha um belo corp�o, com seios grandes, pernas e bumbum bem malhados. Ela tamb�m continuava bonita, e se enfeitava sempre que podia, tinha o cabelo marrom claro longo e olhos claros. Um dia, decidiram ir de ferias ao mar e escolheram ficar em um hotel mais isolado da cidade. As praias daquela regi�o eram quase desertas com pouca gente e varias praias de nudismo. Eram na sua maioria pequenos peda�os de areia escondidos entre pedras e rochedos. A que decidiram ir era a mais freq�entada, pois de tanto em tanto se viam grupos de gente aqui e ali. S�lvia se permitia nessas ocasi�es aproveitar para se bronzear j� que tinha a pele branca e colocava biqu�nis bem revelantes, tamb�m em parte para tentar excitar o marido, sem muito sucesso. Naquele dia usava um biqu�ni vermelho com uma parte de cima que apenas lhe segurava os fartos seios e a parte de baixo sendo praticamente um fio dental. Acomodaram-se na areia e passaram umas boas horas na praia. S�lvia reparara num grupo de rapazes n�o muito longe de onde estava. Quando ia molhar-se no mar sentia os olhares deles seguindo-a. Gostando de ainda ser notada pelo seu corpo, na volta ela sempre andava bem devagar, balan�ando bem os quadris e ajeitando o cabelo com ar de gostosa. Ela olhava de soslaio e notava os tr�s marmanjos olhando para seus dotes f�sicos, o que imediatamente a excitava, s� de pensar nas sacanagens que deviam estar pensando. Quando o marido n�o estava por perto, passava o �leo de bronzear pelas pernas, exibindo-as ao m�ximo sabendo que os tr�s olhavam para ela. Das pernas ia para o ventre e dali para os seios, balan�ando bem. Imaginava que isso seria suficiente para deixar os tr�s de pinto duro e sorria consigo mesma. Ap�s varias horas, o marido queria ir embora, mas S�lvia ainda queria aproveitar um pouco mais o sol para se bronzear. Combinaram de que ele iria ao hotel e voltaria exatamente uma hora mais tarde para pega-la com o carro, j� que o hotel ficava longe para ir a p�. Ele foi embora e S�lvia voltou a se bronzear. Aproveitou que o marido n�o estava e ficou de topless, j� que ele ficaria ciumento e n�o permitiria se estivesse ali. Como na praia sempre aparecia algum nudista, n�o havia problema. Depois de algum tempo reparou que os rapazes n�o paravam de olhar para ela um segundo. Sentindo-se a gostosa, voltou a passar �leo nos seios descobertos, acariciando-os bastante e umedecendo bem os bicos grandes. Os tr�s sorriam para o show e ela se deliciava com a aten��o, sabendo que o marido a mataria se a visse dando mole para n�o s� outro homem, como para tr�s marmanjos desconhecidos. Provavelmente porque a tinham visto com o marido, ainda n�o tinham se atrevido a chegar mais perto ou conversar. Deitou-se novamente e bronzeou-se por mais algum minutos, finalmente recolocando o biqu�ni sobre os seios. Deu uma r�pida mergulhada e, ao voltar, percebeu que os tr�s tinham tirado as bermudas e estavam nus. Um deles, era bem bronzeado e forte, devia ter uns 25 anos assim como os outros dois. Era moreno e possu�a um olhar que a atraia muito. N�o pode evitar olhar para a ere��o que tinha, pois era muito bem dotado, com um pau grande e grosso. A primeira vista era facilmente bem maior do que o do seu marido. Ele a percebeu reparando no seu cacete e sorriu maliciosamente para ela. Num momento de atrevimento, Silvio deu uma r�pida molhada nos seus l�bios com a l�ngua, com o claro objetivo de provocar aquele rapaz. Ele abriu um sorriso largo, mas ela voltou a deitar-se na sua toalha e bronzear-se. O calor do sol e os tr�s garot�es a desejar-lhe estavam fazendo-lhe o corpo esquentar-se de tes�o. Se perguntava se aquele com o pau grosso teria coragem de pelo menos vir a conversar com ela, pois tinha curiosidade de olhar para aquele mastro impressionante mais de perto. Ap�s mais uns 20 minutos de sol, decidiu molhar-se um pouco na �gua, sem esquecer de rebolar bastante para sua �plat�ia� no caminho do mar. Entrou no mar at� a �gua chegar-lhe a cintura e molhava os bra�os tranq�ilamente quando sentiu a presen�a daquele rapaz que a ati�ava tanto. Ele puxou papo com ela e ele contou-lhe que chamava Jos� e que ele e os amigos estavam de passagem naquele lugar a caminho de uma praia mais distante. Enquanto ele falava, ela tentava espiar para o seu membro mas n�o podia ver nada pois ele tamb�m estava coberto de �gua at� a cintura. A id�ia daquele pau grosso pr�xima ao seu corpo a deixava em chamas. Ele logo perguntou pelo seu marido e ela respondeu que ele estava no hotel e voltaria mais tarde. Ele ent�o falou que ele era um sujeito de sorte de estar casado com um mulher�o desses. O elogio s� fazia arder mais o fogo de S�lvia, que apenas sorriu discretamente. Mas Jo�o insistiu e perguntou se ele n�o tinha ci�mes de deixar ela na praia assim t�o sozinha. S�lvia, mal se contendo de tes�o, falou: �Ci�mes de que? De eu fazer algo assim?� E por debaixo d��gua, encostou a m�o no pau de Jo�o, segurando na ponta do cacete. Ele se surpreendeu com a investida de S�lvia, mas n�o se mexeu do lugar, fitando os olhos provocantes de S�lvia. No impulso do momento ela decidiu que daria uma r�pida checada naquele pauz�o enquanto seu marido n�o vinha, debaixo d��gua para n�o dar na vista. Ela maravilhava-se com o tamanho da cabe�a do pau de Jo�o, logo passou ao resto do mastro, confirmando que era bem maior do que qualquer outro que vira antes. Ela apenas sorria marotamente em silencio enquanto ele dizia que esperava que o marido demorasse bastante em voltar. Quando finalmente chegou at� o talo, notou que tinha muito mais tamanho do que pensava ter visto antes. Dando-se por satisfeita, ela comentou, sacanamente: �Viu? Meu marido n�o tem com o que se preocupar!� Nessa hora, os dois amigos de Jo�o, Jos� e Paulo apareceram. Eles eram quase t�o fortes quanto Jo�o, e apesar de menos atraentes, a excitavam do mesmo jeito a essa altura. Jo�o os apresentou e comentou com eles que aquela dona estava procurando por um bom pau enquanto o maridinho n�o voltava. Ao inv�s de desagradar-lhe, aquele coment�rio atrevido a excitara ainda mais, pelo jeito sacana que ele o tinha dito. Eles sorriram surpreendidos, dizendo que sorte a deles. Jos� se aproximou dela e ro�ou o pau enrijecido na sua coxa. Ela n�o iria fazer esc�ndalo na praia e do jeito que estavam, ningu�m iria perceber nada, pois a praia estava quase vazia. Provocada por Jos�, n�o fez por menos, e acariciou aquele segundo mastro. Logo foi a vez de Paulo. Aqueles dois n�o eram t�o bem �equipados� quanto Jo�o mas tamb�m isso seria dif�cil considerando o tamanho de seu membro. Mesmo assim, tinham bons cacetes e ela n�o ligava em dar-lhe uma pequena aten��o naquele momento de indiscri��o dela. Enquanto isso, sentiu a m�o de Jo�o acariciando-lhe o traseiro. O safado massageava sem cerimonia suas n�degas, apertando-as e passando os dedos por entre as pernas, encravando-lhe o biqu�ni ainda mais na bunda. Olhava para ele fixamente, j� sentindo aquele cocar intenso na boceta que tinha quando estava louca para ser fodida com vontade. Torcia para ele n�o pedir mais nada pois, enquanto conseguiria recusar aos outros dois, n�o saberia direito se resistiria ao charme e a bela vara daquele rapaz. Para seu azar, Jo�o lhe falou sobre um canto na praia que estava escondido nas pedras, h� uns cinco minutos dali. Ele falou-lhe que era deserto e muito bonito, convidando-lhe a acompanhar-lhes at� l�. Louca de tes�o de se entregar aquela pica, S�lvia aceitou, apenas dizendo que tinha que voltar dali a 30 minutos. Ele, espertamente, lhe falou que podia deixar, estaria de volta quando seu marido chegasse, sabendo que a id�ia da sacanagem a seduzia. Sa�ram da �gua e eles foram colocar as bermudas, para n�o dar na vista de algum poss�vel passante que os tr�s marmanjos que acompanhavam S�lvia estavam de paus duros, rec�m acariciados por ela. Ela pegou a toalha e sua bolsa e seguiram para o norte, caminhando pela beirada da praia. Ap�s cinco minutos, como tinha dito Jo�o, chegaram a um rochedo alto que ia do mar at� um barranco alto, coberto por arvores. Ela seguiu os tr�s por sobre as pedras, at� chegar numa entradinha do outro lado onde havia um peda�o de areia pequeno. O lugar era muito belo e deserto, alem de encoberto por altas paredes de pedras. S�lvia estendeu a toalha no meio da pequena praia e os tr�s se sentaram com ela. Maliciosamente, pergunto se algu�m podia passar creme nela. Os tr�s de imediato se candidataram e Jo�o disse: �L�gico, n�o vamos deixar essa bundinha ficar muito queimada de sol.� J� n�o ag�entava mais o tes�o que aquele marmanjo lhe provocava, s� pensando na sua pica enorme. Os tr�s tiraram as bermudas e dividiram o creme, passando na S�lvia que deitara de bru�os na toalha. Sentia os tr�s acariciar-lhe o corp�o escultural, desde os p�s at� os ombros. Estava se deliciando com a aten��o que atra�ra e nem reclamava quando as m�os apertavam a sua bunda, sem saber de quem eram. Ap�s alguns minutos de massagem ela se virou e sentou e falou que eles tamb�m precisavam de um pouco de creme. E foi passando �leo nos paus de Jos� e Paulo que estavam sentados um em cada lado, bolinando os seios por sobre o biqu�ni. Jo�o acariciava suas pernas e coxas torneadas dando-lhe um calor intenso. Ele foi subindo pelas pernas, que ela ia separando devagarinho. Finalmente, passou-lhe a m�o por entre as pernas, acariciando-lhe a boceta. Ela olhava para ele, cheia de desejo, provocando-o para que lhe dissesse mais sacanagens: �Prepara minha xoxota bem, que eu gosto de ser fodida com forca.� Ele sacou a id�ia dela e mandou: �Pode deixar, que aqui tem tr�s paus para te fuder at� o teu marido voltar, sua cadela. �Ela adorava ser chamada de cadela na cama, e estava louca para ser possu�da por aquele macho. Ap�s um bom tempo de massagens, ela falou: �Estou louca para chupar esses cacetes, quem vai ser o primeiro?� Eles decidiram tirar na sorte, pegaram uma moeda e cada um jogou sua vez. Jo�o e Paulo tiraram cara, e Jos� coroa. Portanto, Jos� ganhou a primeira, e S�lvia, excitada com a brincadeira e a disposi��o de pica a sua frente mandou os tr�s se ajoelharem perto dela. Foi lambendo o pau de Jos� enquanto acariciava com as duas m�os os outros dois. Todos namorados que tivera antes do marido adoravam os boquetes que ela lhes pagava, s� ele que n�o parecia apreciar mais o seu �dom�. Portanto iria caprichar para ver quantos elogios ganharia naquela tarde. Ela lambeu bem, passando a l�ngua da ponta at� o talo e logo enfiando o cacete na boca, sugando-o num vai-e-vem ritmado. De cara ele falou: �Isso, chupa bem dona! Que beleza de boquete!� Contente com o elogio, chupou-lhe a vara por mais uns minutos e ent�o, Jo�o e Paulo tiraram a sorte mais uma vez. Paulo ganhou e S�lvia aplicou o mesmo �tratamento� no pau dele. Finalmente, revezaram-se e chegou a vez do Jo�o. A cada lambida, sentia por compara��o aos outros como aquele mastro era grande. Na hora de chupa-lo, teve dificuldades de engoli-lo todo como com Jos� e Paulo. Enquanto isso, Jos� se colocava por tr�s dela, empinando-lhe bem a bunda. Abaixou-lhe o biqu�ni at� as coxas e acariciou a boceta exposta de S�lvia. Logo, sentiu a pica invadir-lhe a boceta, enquanto ele se agarrava as suas n�degas. O tes�o de ser penetrada por um completo estranho a incendiava, chupando os cacetes de Jo�o e Paulo com mais forca ainda. Jos� preencheu-lhe a boceta rapidamente, estocando com vontade. Estava fodendo-a como ela queria que seu marido fizesse: com enfiadas fortes, estalando suas n�degas e fazendo os seios balan�arem no ar. Logo mudaram de posi��o, sentou-se de frente sobre Paulo que enfiou o pau na sua boceta rec�m castigada por Jos�, sem dar-lhe tr�gua. Ela foi se ajeitando no mastro, logo cavalgando-o com a intensidade que gostava. Ele espalmava a bunda ela, mandando-a sentar mais forte, e chamando-a de esposa safada. Ela adorava e obedecia sem nada dizer, j� que estava com a boca ocupada, revezando-se entre Jo�o e Jos�. A essa altura, j� sabia de mem�ria o cheiro e gosto de cacete dos tr�s machos. Jos� foi se excitando cada vez mais, pois tinha acabado de comer S�lvia De repente, ele puxou os cabelos dela e come�ou um vai-e-vem na sua boca. Ela sentiu que ele estava perto de gozar e come�ou a acariciar-lhe as bolas com os dedos. O gozo veio r�pido, preenchendo-lhe a boca. S�lvia aproveitava para satisfazer todas as fantasias sacanas que tinha e sugou Jos� at� o fim. Tendo satisfeito um dos seus amantes, ela se dedicou aos outros dois: deitou-se de costas sobre a toalha e viu Jo�o aproximar-se com o enorme cacete por sobre ela, no momento ato aguardado. Ele separou-lhe bem as pernas e foi ro�ando-lhe a boceta com a pica. Sabia que S�lvia tinha um tes�o especial por ele e n�o deixava de ati�a-la: �E a�, esta gostando da praia?�. �Estou gostando sim, especialmente do teu cacete pronto para me fuder. Eu estava de olho nele ha um bom tempo.�, respondia ela. �Eu sei, de cara percebi o teu jeito de gostosa safada, louca por um pau.�, finalizou ele. Ela sabia que tinha sido bem safada com os homens antes de casar, mas n�o podia imaginar que ainda satisfaria todas as suas taras secretas num dia s� e com tr�s garot�es numa praia deserta. Jo�o foi , enfiando o grosso sem d�. Como j� tinha levado bastante pau, ele foi entrando com tudo at� o final, apesar de ser o maior dos tr�s. Mesmo assim, aquele cacet�o a penetrava com menos facilidade do que qualquer outro membro que j� tinha levado. Ele foi enfiando at� sentir o saco dele na bunda, come�ando a foda devagar. Paulo estava sentado do seu lado com o pau bem pr�ximo a ela, que prontamente atendeu-lhe o pedido para que o chupasse. O pau de Jo�o a possu�a por inteiro j� e ele lhe castigava a boceta com duras estocadas. Enfiava-lhe o pau bem firme, fazendo-lhe tremer todo o corpo. Ele tirara os seios dela para fora do biqu�ni, segurando um em cada m�o e apertando-os a cada estocada. Ela adorava tudo o que ele fazia, pois n�o deixava de excita-la cada vez mais. O pau duro e forte n�o lhe dava tr�gua levando-a a loucura. Ela tinha que se segurar nos bra�os fortes dele para poder chupar Paulo direito. Logo estava se agarrando as suas costas, tentando resistir a tenta��o de enfiar-lhe as unhas, pois ele a estava rasgando de prazer com sua vara. Suas pernas musculosas cada vez mais coladas nas suas coxas, metendo-lhe o pau fundo. Finalmente, mudaram de posi��o pois Paulo estava para gozar. Ela se sentou de costas sobre Jo�o, que n�o dava o menor sinal de cansa�o, recome�ando de imediato a foda. Paulo, ajoelhado a sua frente, colocou o pau por entre os seus seios, mandando ela apertar. Estava se entregando plenamente ao desejo daqueles sacanas, uma de suas fantasias ha tempo. Enquanto ela cavalgava, seus peitos grandes esfregavam aquela pica no mesmo ritmo. Por alguns minutos, ficaram assim, Jo�o acariciando o seu traseiro com vontade, inclusive massageando com a ponta do dedo no anelzinho apertado de S�lvia. Outra de suas taras, pois gostava que apertassem sua bunda e lhe dessem muita aten��o aquela �rea do seu corpo durante a foda, desde as n�degas at� o c�zinho. Em pouco tempo, Paulo iria come�ar a gozar, e ele segurou pau e apontando-o para os seios de S�lvia, finalmente jorrando-lhe gozo por sobre os seios, principalmente os bicos. Quando ele terminou, ela lambeu cada gota de gozo dos seios, chupando os pr�prios bicos, deixando-os limpinhos. Ela n�o parava de se surpreender com a sede de porra que aquela foda lhe produzia e ainda tinha o Jo�o a satisfazer. Eles ficaram em p�, e ela segurou seu cacete duro e pronto para mais, enquanto ele acariciava sua bunda. Ela confessou-lhe que queria que a possu�sse de quatro, sua posi��o preferida. Ele lhe falou que tinha uma id�ia. Mandou ela tirar a parte de cima do biqu�ni e ficar de quatro na beirada da �gua. Adorando a id�ia, ela se colocou de cara para o mar, com a bunda empinada esperando pelo Jo�o. Ele se colocou perto dela, e S�lvia percebeu que ele esfregava creme no seu pau. Com olhar de safado ele lhe falou que queria enrabar a sua bundinha, perguntando se j� tinha dado o c�zinho. Ela mentiu, dizendo que sim, que o marido a comia sempre por ali. Sempre tivera um certo receio de dar a bunda, mas estava t�o excitada com aquele garanh�o que n�o tinha como recusar. A essa altura era a ultima fantasia que lhe faltava realizar. Ele segurou nas suas n�degas, arrega�ando-as bem. O anel de S�lvia logo come�ou a ser invadido pela cabe�a do pau de Jo�o. Apesar do creme, o pau deslizava bem devagar, mesmo com Jo�o forcando a entrada. Ela n�o sabia se ia ag�entar aquele mastro na bunda, mas ele n�o tinha a inten��o de ir devagar. Ia forcando com habilidade, afastando com os dedos a entrada de sua bundinha, para facilitar. Ela calculava n�o estar nem na metade daquela vara, e a dor j� lhe ardia o c�zinho. Ele sabia como mante-la excitada enquanto arrombava seu traseiro: �E� melhor voc� torcer para o seu marido n�o perceber que a bundinha da esposa vai estar bem mais folgada daqui em diante, pois ela esta bem apertadinha, sua cadela.� Entre as sacanagens e as caricias nas n�degas, S�lvia foi esquecendo a dor , come�ando a sentir prazer em ser invadida assim por aquele matuto, que, como sempre, sabia dar o trato certo para ela se excitar. Ela tinha levado aquele cacete de todos os jeitos naquela tarde. Ap�s um bom esfor�o. Jo�o meteu o pau quase at� o talo, levando S�lvia a pedir: �Enfia ele mais, enfia ele inteiro na minha bundinha.� Ele tinha conseguido energizar seu tes�o de tal forma que estava pronta para sua primeira foda anal. Ele replicou: �Calma dona, pode deixar, que teu c�zinho � todo meu�. Ele segurou nos ombros dela e come�ou a forcar o vai-e-vem. A principio lento e devagar, mas logo come�ando a ficar ritmado e continuo. Os outros dois marmanjos assistiam a tudo da praia incentivando os esfor�os de Jo�o. S�lvia sentiu que aquele mastro a tinha arrombado por inteiro e estava pronto para fode-la sem d�. As estocadas foram se definindo suavemente, e logo sentia a bunda estalando de novo. Como prometera entrara tudo. Ele puxava os cabelos dela e dava-lhe palmadas na bunda, enquanto que ela pedia que a chamasse de cadela, de esposa vadia e do que mais quisesse, adorando cada segundo daquela nova experi�ncia. Agarrando-se aos seus quadris ele aumentou o ritmo da foda mantendo-se assim por um bom tempo, at� que ele apoiou-se por tr�s dela, agarrando-lhe os seios e beliscando-lhe os bicos com uma das m�os, enquanto que a outra lhe acariciava com habilidade o clit�ris. A maestria com que a possu�a fez com que ela gozasse junto com ele, quando sentiu o gozo quente invadindo-lhe o rabo e transbordando para fora. Os dois se deliciaram com o orgasmo intenso que tinham atingido por um longo minuto, at� que se levantaram e entraram nus na �gua para se limpar. Jo�o ofereceu o pau para S�lvia, perguntando se ela n�o queria limpa-lo, o qual ela aceitou na hora, sugando-lhe as ultimas gotas de gozo que lhe restavam enquanto ele lhe dizia que era um mulher�o incr�vel: gostosa e boa de foda, adorando tudo que � sacanagem que ele lhe fazia Ele concluiu que o marido tinha sorte mas n�o devia deixar ela a toa. S�lvia pensou consigo mesmo que seu marido nunca a tivera possu�do t�o a fundo na cama quanto aqueles tr�s, decidindo que tinha que mudar isso. Se arrumaram pois estava quase encima da hora de ele voltar, e voltaram a praia principal. Eles se sentaram nos lugares de antes e ela foi dar um banho para se limpar bem. Nessa hora viu que o marido chegava com o carro. Ajeitou bem o biqu�ni e foi de encontro a ele na areia. Os tr�s marmanjos a olhavam de longe, com os sorrisos marotos, enquanto caminhava com o marido de volta ao carro, sem suspeitar que os tr�s garot�es tinham passado a vara na sua mulher. Quando chegaram ao hotel, ela tomou banho e se arrumou para ir jantar. Durante a comida bebeu bastante e excitava o marido, pensando em usar a �pratica� que tinha feito durante o dia quando voltassem ao hotel. O tes�o da praia ainda durava pois ela n�o podia parar de pensar nas tr�s varas, principalmente a do Jo�o. Chegando l� ela praticamente o puxou para a cama, sentando selvagemente no pau dele, que estava surpreso com a repentina vol�pia da esposa. Assim fodeu como louca, e logo pediu para ele meter nela de quatro. Ele obedeceu, mal acostumado aquele jeito de S�lvia de transar. Para provoc�-lo, falou que aqueles tr�s rapazes na praia ficaram olhando para ela o tempo todo. Ela lhe garantiu que n�o tinha falado com eles, sossegando-o. Com ci�mes, ele come�ou a transar com mais forca. Ela se surpreendeu com o jeito que o fazia transar, j� que tinha ficado bem t�mido de cama nos �ltimos tempos e prosseguiu com as sacanagens: �Eles olharam para minha bundinha o tempo todo.� E logo: �Com certeza queriam fuder a tua esposinha.� Cheio de ci�mes, comia S�lvia com a mesma intensidade que Jo�o, Paulo e Jos� mais cedo. Sem suspeitar das fantasias que realizara na praia, ele tentava ao m�ximo satisfaze-la e fazia tudo o que ela mandava. Poucos dias depois voltaram para casa e a vida sexual dos dois melhorou muito, pois S�lvia sempre deixava o marido com ci�mes quando n�o lhe dava aten��o por muito tempo. Assim, foi acostumando-o a transar do jeito que ela sempre quisera, inclusive convencendo-o a comer-lhe a bundinha de tanto em tanto. Isso sem saber que sua esposa tinha sido instru�da nisso naquela tarde na praia, por um rapaz de cacete grande. De ali em diante, S�lvia iria satisfazer todas as suas taras dali em diante, com o marido, agradecendo o dia em que decidiu visitar aquela praia com os tr�s marmanjos.