Realizando Fantasias Meu nome � Norma, ha muito sou leitora ass�dua de hist�rias er�ticas, mas s� agora decidi escrever para contar a minha historia. Tenho 43 anos, a mesma idade de meu marido, fogoso e bem dotado. Ap�s 24 anos juntos e tr�s filhos, meu casamento continuava o mesmo, sem gra�a, sem motiva��o, sem novidades. Meu marido n�o me procurava mais, o que tamb�m j� n�o fazia diferen�a, pois n�o sentia muito desejo pelo sexo. E, para dizer a verdade, o sexo nunca foi uma coisa espetacular para mim. A rotina conjugal foi abalada quando, um dia, meu marido falou comigo francamente e disse que gostaria de dar uma sacudida em nosso casamento. Como assim?, foi o que pensei. A resposta veio de imediato quando ele revelou que queria me ver trepando com outro homem. Transtornada, recusei pronta e decididamente a proposta dele. N�o adiantou. Passaram-se os dias e meu marido n�o parava de insistir na sugest�o. A persist�ncia dele me levou a pensar melhor na id�ia e achar que aquilo poderia ser muito excitante. Apesar da idade, ainda me considero uma mulher bonita e de corpo bastante atraente. Alias nunca me descuidei da minha forma: tenho seios m�dios e a bundinha arrebitada, o que deixa os homens louquinhos. Eu sempre soube disso, mas at� aquele momento nunca havia dado aten��o as cantadas. Para mim, meu marido era o �nico homem da minha vida. Mas o fato � que a partir daquela proposta nossas rela��es esquentaram bastante, com meu marido fantasiando sempre que eu estava com outro. Tentada por essa id�ia maluca, passei a me cuidar mais ainda. Passava toda semana no cabeleireiro e freq�entava aulas de ginastica na academia. Mas, ao mesmo tempo que me entusiasmava, passei a notar certa inseguran�a em meu marido. Quando notou minha mudan�a, passou a comentar que n�o era s�rio aquela historia de amante, que inventara apenas para esquentar nosso casamento. A quest�o � que eu j� estava envolvida naquele pensamento e ficava imaginando como seria uma transa dessas. Minha fantasia passou a ganhar contornos de realidade na festa de aniversario do nosso filho, quando quem ganhou o melhor presente foi eu. Convidamos v�rios amigos, inclusive o Carlinhos, um rapaz que morava no andar de baixo e colega da faculdade de meu filho, que estava sempre em casa. Muitas vezes ele ficava sozinho comigo em minha casa quando chegava mais cedo da faculdade. E eu j� havia notado que havia algo mais do que uma amizade com meu filho, sentia que ele tinha um interesse muito especial por mim. Sempre achei o Carlinhos um rapaz muito bonito. Confesso que n�o foram poucas as vezes em que fantasiei coisas incr�veis com ele. Mas foi durante a festa que nossos desejos se revelaram mais claramente. No sal�o de festas, Carlinhos ajudava em tudo, como se fosse ele mesmo o dono da festa. Num dado momento, ele se ofereceu para pegar mais salgadinhos no apartamento, pois estavam acabando. Decidi acompanha-lo e na cozinha, enquanto preparava as bandejas, Carlinhos se aproximou por tr�s e passou a m�o forte e pesada na minha bunda. Foi o come�o de tudo. Senti um prazer irresist�vel e diferente percorrer meu corpo, mas ainda assim tentei disfar�ar meu desejo. Senti seus l�bios molhados e quentes tocar meu pesco�o. Fechei os olhos. Suas m�os tocaram meus seios e desceram lentamente pelo meu corpo na dire��o da boceta. Eu estava com um vestidinho de tecido bem leve, o que permitiu que Carlinhos sentisse perfeitamente o formato da chana. Mais do que isso, ele podia constatar que meu sexo j� estava molhadinho. E, pela primeira vez na minha vida, eu estava a ponto de perder totalmente o controle. Virei-me para ele e come�amos a nos beijar. Carlinhos passou as m�os em todo o meu corpo e abriu os bot�es do meu vestido, que caiu no ch�o da cozinha. Ele acariciou a bundinha, a xoxota, enquanto abaixava tamb�m minha calcinha. Envolvida pelo tes�o, abri o z�per da cal�a e tirei o pinto para fora. Era muito maior que o do meu marido. N�o resisti a tenta��o, ajoelhei-me e meti o portentoso mastro na boca. Tentei engoli-lo, chupei e suguei o quanto pude, sentindo a cabe�a gorda latejar na minha l�ngua. Sabendo que n�o pod�amos perder tempo, Carlinhos me colocou em cima da mesa com as pernas abertas. Sua inten��o era me foder ali mesmo, mas ao ver minha pequena boceta oriental, com apenas um bigodinho de pentelhos e o grelinho duro, caiu de boca para me chupar. Nunca imaginei que fosse t�o bom, pois meu marido jamais havia feito sexo oral comigo. Gozei feito doida, mas ele n�o parava de me lamber, parecia estar saboreando a fruta dos deuses, sugando todo meu sumo. Ap�s me melar todinha a gruta, ele se colocou entre minhas pernas e passou a me penetrar. 0 avan�o vigoroso da cabe�a me deu a impress�o de que estava perdendo o caba�o naquele momento. Puxei-o com for�a contra meu corpo e o mastro alojou-se na boceta num s� golpe, chegando a bater forte no �tero. Carlinhos deu inicio as estocadas, num vaiv�m prazeroso que me levou a gozar seguidamente, fazendo a xoxota latejar no cacet�o. Ao sentir a aproxima��o do gozo, ele sacou a pica de dentro de mim e derramou um mar de porra quente em cima de mim. Em toda minha vida de casada, jamais gozei tanto e t�o fortemente como naquele instante. Nem em meus sonhos podia imaginar que fosse t�o maravilhoso sentir um p�nis com tamanho calibre. 0 gozo de Carlinhos em cima do meu corpo me conduziu a outro orgasmo. Mas ele queria mais. Pouco depois, deu um beijo gostoso na boca e pediu que me virasse de quatro. Preocupada, disse-1he que era virgem atras. Ele nada disse, vestiu-se rapidamente e foi embora. Fiquei confusa, temi que o tivesse magoado, mas procurei n�o esquentar a cabe�a. Afinal, a festa de aniversario havia sido maravi1hosa, ainda mais com aquele presente inesperado que recebi. Fui dormir sonhando com aquela trepada inesquec�vel. A transa foi t�o marcante que, toda vez que via o Carlinhos, sentia um fogo me consumir e a xoxota ficava imediatamente ensopada de tes�o. Mas, para minha frustra��o, ele parecia querer me evitar. Um dia criei coragem e perguntei a ele por que ficara indiferente comigo ap�s aquela festa. Carlinhos respondeu que, para ele, s� existiam as mulheres que fazem de tudo no sexo. E, como eu n�o era assim, ele n�o me queria mais. Aquilo me soava um tanto canalha, mas meu tes�o falava mais alto. Estava completamente louca por aquele rapaz, principalmente por seu apetitoso caralho. Levei-o ao banheiro, sentei-me na privada e passei a chupar o cacete de Carlinhos, de p� na minha frente. Coloquei o caralho em ponto de bala e disse a ele que faria qualquer coisa que quisesse. Ele me colocou apoiada na pia, de frente para o espelho, levantou minha saia e abaixou a calcinha. Lubrificou o dedo com um creme, abriu bem minhas n�degas e passou a massagear o c�zinho. Confesso que a sensa��o era simplesmente maravilhosa. Quando meu rabo ficou molhadinho e aparentemente relaxado, Carlinhos apontou a benga na entradinha. Um calafrio percorreu minha espinha. A press�o na entrada aumentou, a cabe�orra avan�ou, ele pedia que contivesse o grito, pois meu marido e meus filhos poderiam ouvir. Senti uma dor terr�vel, ao receber cent�metro por cent�metro aquele mastro descomunal no traseiro. Algumas estocadas foram suficientes para que a dor se transformasse em prazer e acabei gozando. Sim, gozei sensacionalmente pelo Cu. Aquela coisa proibida, o risco de ser flagrado pelo meu marido, tudo isso apenas aumentava meu prazer. Mas, afinal, n�o era ele quem fantasiava ser corno? E era nisso exatamente que o havia transformado, um corno casado com uma puta que fazia qualquer coisa por sexo. Fui sacudida por sucessivos orgasmos, at� que Carlinhos tamb�m come�ou a soltar jatos fortes de porra no meu c�zinho. Perdi completamente minhas for�as. Carlinhos se vestiu e, antes de sair, pediu que fosse ao apartamento dele naquela noite, pois teria uma surpresa para mim. No quarto dele, nos beijamos desesperadamente e ele se deitou na cama, pedindo que fizesse um show especial. N�o entendi o que ele queria dizer, mas, ao virar-me, vi o amigo dele pelado na porta. Um rapaz negro, forte e musculoso, com um caralho ainda maior que o de Carlinhos. Mesmo assustada, me senti fascinada por aquilo. 0 negro se aproximou de mim e me beijou na boca, no pesco�o e nos peitos, enquanto suas m�os fortes e �speras percorriam todo meu corpo. Ele me colocou sentada na beirada da cama e de p�, na minha frente, segurou firme a jeba gigante para conduzi-la at� minha boca. Carlinhos assistia a tudo com aten��o e desejo. Peguei o cacet�o na m�o e comecei a chupa-lo, da cabe�a ao saco, at� que ele se deitou na cama e colocou-se na posi��o de 69. A l�ngua grossa e quente era capaz de penetrar minha xoxota mais fundo do que o pinto do meu marido. A sensa��o era t�o maravilhosa que n�o contive o gozo em sua boca. Continuei chupando a estrovenga at� que ele tamb�m explodiu num gozo avassalador. Fizemos uma pausa e, quando pensei que seria possu�da por Carlinhos, fui surpreendida pelo rapaz negro que, com o cacete novamente duro, pediu que me sentasse e cavalgasse nele. A sensa��o foi de que o caralho poderia chegar ao meu est�mago. Quando viu aquela ferramenta descomunal alojada na xoxota, Carlinhos finalmente veio participar. Ele se colocou atras de mim para lamber o c�zinho e, em seguida, ajoelhou-se para penetrar meu rabo. Que coisa mais maravilhosa, enlouquecedora. J� tinha ouvido falar dessa forma de sexo, mas jamais pensei que um dia pudesse servir de recheio de um sandu�che t�o gostoso como aquele. Hoje, posso dizer que adoro sexo mais do que ningu�m. Meus dois machos se tornaram meus amantes fi�is e me proporcionam orgasmos enlouquecedores pela boceta e pelo Cu. Meu marido aparenta n�o desconfiar de nada, ou minhas desculpas para as escapadas s�o muito convincentes ou ele � mesmo um corno perfeito, o que ele queria ser. Ele apenas diz que estou diferente, mais fogosa, bonita e feliz.