Rapaz do �nibus Vou contar um caso que aconteceu comigo a uma semana, bem... na verdade essa hist�ria j� mexia comigo h� algum tempo, mas s� agora que acabou rolando, e foi inesquec�vel... Meu nome � Luciana, tenho 25 anos, cabelos compridos, lisos e negros, sou magra, tenho seios �muito� fartos. Sou muito t�mida, e n�o costumo arranjar amizade f�cil, por n�o ser extrovertida. Tive apenas dois namorados e fiz sexo com 5 rapazes diferentes. Bem...tudo come�ou h� 6 meses atr�s, no momento em que eu saia do meu servi�o e pagava o �nibus das 18:15h e retornava para casa. Era um �nibus fretado da ind�stria que eu trabalhava. Algumas outras empresas da redondeza mais a minha, se juntaram e fretaram 8 �nibus, e ent�o era no n�mero 615 que eu voltava para casa todo o dia � noite. Num certo dia, bendito dia, entrei no �nibus, e o primeiro lugar que avistei, acomodei-me � espera dos 45 minutos que levava para chegar at� minha casa. Nem reparei em quem estava ao meu lado, mas uma coisa fez com que eu come�asse a prestar mais aten��o naquele indiv�duo. Um perfume maravilhoso, que me penetrava at� a alma, e me fazia estremecer imaginando-me nos bra�os daquele homem. H� muito tempo eu n�o me sentia assim, com o cora��o palpitando rapidamente, a respira��o profunda e apressada, um suor que me percorria por todo corpo. A partir daquele dia, eu entrava no �nibus e fazia quest�o de sentar-me ao lado daquele rapaz, que tamb�m nunca me cumprimentou, eram apenas trocas de sensa��es. Eu me sentava, e ficava tentando imaginar o que ele estava pensando. Disfar�adamente eu olhava em suas m�os e percebia uma se esfregando na outra, denunciando algum nervosismo, talvez da minha pr�pria imagina��o. Suas belas cochas escondidas atr�s da cal�a social, que me fazia ficar angustiada e tr�mula. Nunca consegui olhar fixamente em seu rosto, apenas consegui perceber, no momento que eu estava me sentando, que seus cabelos eram lisos e escuros como os meus. Durante o caminho, em cada curva eu me inclinava sobre ele e nossos bra�os se esfregavam, ele tamb�m retribu�a do mesmo jeito. Cada vez que aquele macho encostava-se a mim, eu me sentia molhada, e o tes�o que eu tinha por ele aumentava. Automaticamente meus mamilos ficavam pontudos e eu sentia uma vontade louca de ser possu�da por aquele desconhecido. Minha vontade era de passar as m�os em suas coxas at� chegar em seu membro, fazer-lhe uma massagem por dentro das cal�as at� gozar na minha m�o. Quando eu sa�a do �nibus, me sentia mal por aquele comportamento de puta, e tentava recompor-me. N�o conseguia mais tirar esse homem de minha cabe�a, comecei a levar outras pe�as de roupa na bolsa para o meu servi�o e na hora da volta eu me trocava, cada dia com uma pe�a mais insinuante, para provoc�-lo o quanto eu podia. Nesse dia, entrei no �nibus com uma mini saia curt�ssima e uma batinha branca bem decotada, quase morri de vergonha com os v�rios olhares no �nibus e sentei-me ao lado do rapaz e cruzei as pernas. Era incr�vel como esse meu feiti�o dava certo, ele n�o conseguia ficar um minuto sem tirar os olhos de minhas pernas, e eu para provoc�-lo ainda mais, ro�ava minha perna nele durante as curvas que o �nibus fazia. Outra vez aquele sentimento tomou conta de mim, uma umidade percorria do �nus � vagina, e meus seios quase saltavam fora da pequena bata, e eu comecei a esfregar minhas pr�prias coxas vagarosamente, enquanto aquele rapaz me admirava. Sem que eu percebesse o tempo passou e o �nibus j� estava h� um ponto antes do meu. Levantei-me, arrancando mais olhares de desejo dos homens que ali estavam e desci do �nibus, olhei para cima e vi o meu homem, me olhando de boca aberta, eu sorri e abaixei minha cabe�a. Aquele dia, eu entrei em casa, tranquei-me no quarto, e na cama de pernas abertas ainda com a saia, acariciei minha vagina enquanto pensava naquele homem. No dia seguinte, levei em minha bolsa uma saia curt�ssima de um tecido preto fininho, e por baixo de meu uniforme j� havia uma lingerie daquelas que a parte de cima d� pra ser usada a mostra, era branca, rendada e bem decotada. Naquele fim de tarde j� estava uma brisa fria que fazia-me ficar arrepiada, e meus seios marcavam a lingerie com os mamilos duros. Dei uma olhada para meus seios, e percebi que estava tudo muito transparente, dava at� para ver o tom rosado dos meus mamilos, um fio de suor no meio deles, fazia com que a lingerie grudasse no meu corpo, mostrando ainda mais o seu tamanho e perfei��o. Pensei em colocar meus cabelos para frente e esconder meus seios, mas se assim eu fizesse, n�o atingiria meus objetivos, ent�o respirei fundo, joguei o cabelo para tr�s e subi no �nibus, ouvi o coment�rio com risos de dois homens no banco da frente, algo vulgar como �Ai que fome, daria tudo por uma mamadinha� Fiquei roxa de vergonha, pois eles falaram num tom de voz que era poss�vel que quem estivesse por perto ter ouvido. Rapidamente procurei meu macho com um olhar r�pido e o avistei no banco do fundo, sem exce��o de todos os homens do �nibus, ele tamb�m devorou-me com os olhos, olhando para meus seios e em seguida para meus olhos, s�ria, retribui o olhar e sentei-me ao seu lado como de costume. Ali come�amos o nosso joguinho de esfrega esfrega, e logo as pessoas perto de nossos bancos desceram do �nibus, nos deixando mais tranq�ilos. Deitei meu banco, como nunca tinha feito e fingi estar dormindo. Por ali consegui ver suas express�es com mais clareza, admirei todo seu corpo como dava e fixei o olhar em seu membro, que para o meu espanto estava apontado pro meu lado denunciado por sua cal�a apertada. Descruzei minhas pernas e fiquei com elas entreabertas, coloquei uma das m�os na coxa e deslizei para cima e para baixo, deixando a mostra minha coxa e cobrindo-a novamente. Enquanto eu me tocava, eu podia v�-lo passando sua m�o na testa, n�o podendo tirar os olhos de mim, pude ver sua m�o ajeitando o seu membro em repetidas vezes, at� n�o tirar a m�o mais dele, fazendo movimentos para cima e para baixo. Senti minha vagina totalmente encharcada e pulsava como se pedisse para ser penetrada, virei-me para o outro lado, ficando de costas para ele, senti uma brisa em minhas n�degas, e supus que estavam de fora, mostrando minha min�scula tanguinha que fazia par com a parte de cima decotada. Fiquei com os olhos fechados, para que ningu�m percebesse e coloquei minha m�o atr�s da coxa, abaixo do bumbum e senti que ele estava totalmente a mostra. Fiquei ali morrendo de tes�o, quando ouvi o barulho do banco dele descendo, virei novamente de olhos fechados e pude sentir sua respira��o no meu pesco�o. N�o me contive mais, abri minha boca e comecei a respirar com mais for�a, quase que gemendo. Sem nenhum pingo de vergonha, comecei a acariciar meus mamilos por cima da lingerie e senti um sopro no meu pesco�o, abri meus olhos vagarosamente e pude ver sua l�ngua prestes a ser passada em meu pesco�o. Virei-me, olhando para cima e levantei meus bra�os, abra�ando o meu banco, ele, sem cerim�nia, enfiou uma m�o nos meus seios e come�ou a apert�-los, e no mesmo segundo a outra m�o tr�mula j� se encaixava no meio das minhas pernas encostando na minha vagina. Fixei meu olhar no teto do �nibus enquanto eu era explorada por ele, ele puxou minha tanga para o lado e enfiou um dedo na minha vagina, me fazendo fechar os olhos novamente. Eu de pernas escancaradas era chacoalhada para cima e para baixo enquanto ele metia seus dedos em mim e apertava meus seios. Logo vi meu ponto se aproximando, me recompus rapidamente e sa� do �nibus, dessa vez sem conseguir olhar para seu rosto. Fui pra casa e n�o resisti, peguei um frasco de perfume e me masturbei como nunca para aquele gostoso, que dessa vez agiu como um homem de verdade agiria. N�o me contive e passei um creme no meu �nus, forcei com meu pr�prio dedo e depois enfiei meu frasco de perfume ali tamb�m at� ele ficar quase inteiro l� dentro, gozei feito louca e fiquei todinha arrega�ada por ele. Passamos v�rios dias nessa situa��o, todos os dias no �nibus, ele me masturbava e eu gozava em sua m�o at� chegar meu ponto. Uma outra vez n�o me contive e agarrei no seu pau por fora da cal�a, em outro dia, por dentro da cal�a e assim fomos ficando cada vez mais �ntimos. Num dos dias, num temporal, pegamos o �nibus e come�amos a putaria, ele me masturbava, eu a ele. J� nos olh�vamos mais. Coloquei seu p�nis pra fora da cal�a e fiquei admirando-o enquanto o masturbava, era um p�nis lindo, cabe�udo, grosso e bem liso. Comecei a sentir uma saliva��o em minha boca e a cada segundo meu rosto chegava mais perto dele, at� que n�o ag�entei e com uma f�ria louca meti-o em minha boca e pus-me a chup�-lo, chupei com tanto entusiasmo que chegava a ouvir o barulho, mas como estava chovendo forte, os passageiros da frente n�o podiam ouvir nada. Meu parceiro segurava minha cabe�a e se inclinava para cima cada vez mais, senti seu p�nis tremendo, quando v�rios jatos vieram a minha garganta, fazendo-me ficar enojada, mas naquela situa��o eu n�o tinha onde cuspir e acabei tendo que engolir, me senti uma verdadeira vadia quando deu-me vontade de ficar ali chupando toda aquele porra, lambi at� o restinho que respingou em seu saco. Levantei-me e j� desci do �nibus, me recompondo como sempre. A partir desse dia, ele ganhou uma chupeta todos os dias e eu saboreava o leitinho quente daquele p�nis gostoso. Semana passada, um calor terr�vel, eu de vestido indiano curto com bot�es, subi no �nibus e sentei-me. Para minha decep��o ele n�o estava no �nibus, fiquei frustrada e sentei na janelinha, pensando no frasco de perfume que iria ter que utilizar logo mais. O �nibus come�ou a andar e pude v�-lo correndo atrasado. N�o pude conter o sorriso nos l�bios quando ele sentou-se ao meu lado. Como sempre, foi s� sair o pessoal ao lado e eu virei-me e abri seu z�per, colocando o seu mastro pra fora, que sempre chegava durinho pra mim. Desci meu rosto, levantei sua camisa e comecei a lamber sua barriga, seu umbigo. Ele j� colocava a m�o sobre meu vestido e acariciava minha bunda, meu �nus, minha vagina. Senti-o a me empurrar e desabotoar meu vestido, deixando meus seios totalmente a mostra, come�ou a chup�-los como um bezerro, e lambia fazendo barulhos enlouquecedores, eu gemia baixo para ningu�m perceber e ele cada vez abria mais bot�es at� deixar o vestido totalmente aberto. Ele desceu seu rosto rapidamente e enfiou minha tanga no meio da vagina, come�ou a lamber como um cachorro e eu sentia uma vontade enorme de gritar. Com muita agilidade ele tirou minha tanga e mergulhou na minha vagina, seus movimentos eram t�o violentos que faziam meus seios chacoalharem, percebi um homem sozinho nos olhando mas eu estava t�o excitada que n�o quis interromper. Ele chupou meu grelinho muito r�pido e eu gozei em sua boca, ele lambeu at� secar toda a regi�o. Virei-me de lado e ele come�ou a tocar meu �nus, enfiou um dedo com cuidado e logo estava com dois, fazendo movimentos de vaiv�m, logo ele fez algo inesperado, abaixou-se novamente e come�ou a enfiar sua l�ngua em meu �nus, fiquei tr�mula de tes�o e n�o me contive, agarrei em seu p�nis e puxei at� a entrada de meu �nus, ele, percebendo minhas inten��es, come�ou a meter a cabe�a de seu pau e eu for�ava pra tr�s pra entrar tudo. Eu nunca havia feito sexo anal, mas meu cuzinho j� estava acostumado com o frasco de perfume, ent�o entrou com facilidade depois que ele cuspiu na m�o e esfregou no seu pau. Ficamos ali cerca de 10 minutos de vaiv�m e ele tirou rapidamente quando percebeu que iria gozar. Sua cal�a ficou toda melecada, e eu logo desci do �nibus imaginando o que ele fez para esconder aquilo. Cheguei em casa e fui tomar um banho imaginando que agora s� faltava ele meter na minha bocetinha. No outro dia, no servi�o, consegui o telefone da empresa onde ele trabalhava, e liguei, perguntando do mo�o de cabelos negros que pegava o �nibus 615. Logo descobri que seu nome era Jeferson, e com muita facilidade consegui o ramal de seu setor. Liguei pra ele e s� assim conseguimos trocar palavras. Ele � uma pessoa extremamente carinhosa e eu fiquei completamente apaixonada por ele. Conversamos durante um bom tempo, e convidei-o para uma ida � minha casa. Nesse dia sai mais cedo do servi�o e corri pra casa. Preparei meu quarto, e fiquei ali completamente nua esperando por ele. Assim que ele chegou, como sempre, n�o conversamos, ele olhou-me inteira e nos beijamos apaixonadamente, levei-o at� meu quarto e sobre minha cama fizemos sexo a noite toda, gozamos muito na cama, no chuveiro, em p�, deitados, cavalguei em seu mastro um pouco na frente e um pouco atr�s at� ficarmos mortos de cansa�o. Dormimos o resto da noite abra�ados. Eu nunca tinha visto uma pessoa t�o s�ria e t�o fogosa em toda a minha vida. Nunca transei tanto num dia s�, e n�o me�o esfor�os para me entregar para aquele homem todas as vezes que ele quer.