Primeiro Tempo Meu nome � Ruy. Vou contar uma hist�ria que aconteceu no ano passado aqui em casa. Era dia um de jogo do Campeonato Brasileiro e eu e meus amigos somos fan�ticos por futebol. Eu h� pouco tinha comprado uma televis�o de 29 polegadas e naturalmente todos meus amigos quiseram assistir ao jogo em meu aparelho novo. O Palmeiras estava jogando contra o Gr�mio esta tarde. A expectativa era grande, a maioria de n�s era gremista, somente Michelle, minha esposa, e Rafael torciam pelo Palmeiras. Eles apareceram aproximadamente 14:30 com cerveja e salgadinhos para petiscarmos na hora do jogo. Vieram o Rafael, o Paulo e o Jo�o Grand�o (que a gente costumava chamar de Grand�o por ele ser um negr�o de 1,80 m de altura e por ter fama de outras propriedades...). Trazer a cerveja era o m�nimo que eles podiam fazer, j� que eu estava fornecendo minha casa e a televis�o. Os sujeitos entregaram as cervejas e as guloseimas a Michelle e sentaram-se nas poltronas na frente da televis�o. O Rafael sorriu a Michelle e perguntou: - Ruy, como voc� conseguiu que esta senhora bonita casasse com uma pessoa t�o feia como voc�? Eu respondi,: - Deve ser por causa de meu charme irresist�vel. Grand�o sorriu, bateu nas costas de Rafael e lhe disse: - Ele lhe ganhou uma hoje, um a zero para o Ruy. Michelle sorriu de maneira t�mida. Eu vou descrever Michelle. Ela tem 1,72m � a mulher mais sensual que j� passou por minhas m�os. Ela tem cabelo loiro, liso, longo natural e olhos verdes. Suas pernas s�o grossas, seu bumbum � durinho e empinadinho, de dar �gua na boca de qualquer homem. Seus peitos s�o durinhos e n�o muito grandes, mas s�o uma del�cia. Michelle s� viu meus amigos alguns vezes antes. Ela realmente n�o conhecia nenhum deles, s� os tinha visto uma vez ou outra. Este fato a deixou um pouco quieta no princ�pio. Ela come�ou a beber cerveja conosco, mas mantendo uma certa dist�ncia, pois ela � muito t�mida. No meio do primeiro tempo ela come�ou a se enturmar com a gente e fazer coment�rios sobre o jogo. N�o era uma grande surpresa que meus amigos dessem muita aten��o a Michelle. Eles faziam de tudo para que ela n�o se sentisse constrangida de estar no meio de homens desconhecidos. Ela j� estava familiarizada com todos e nos mant�nhamos sempre abastecidos de cerveja e petiscos indo at� a cozinha a toda hora, embora ela seja uma grande f� de futebol. Ela na verdade sabe mais sobre o jogo do que eu. Ao final primeiro tempo n�s est�vamos bem altos. Est�vamos bebendo muita cerveja, e a Michelle nos acompanhava, apesar de n�o ter o h�bito de beber desse jeito. Eu percebi que todos olhavam para a Michelle. Todos os olhos seguiam Michelle quando ela ia buscar mais cerveja na cozinha. Ela estava usando um busti� vermelho meia ta�a e um short branco bem justinho e pequeno, que mostrava todas as curvas e as polpinhas de seu bumbum. Eu comecei a notar que ela estava caminhando com um pouco mais tremor que habitual. Michelle tinha bebido algumas cervejas a mais da conta. Ela soube como os sujeitos estavam a olhando e ela decidiu organizar um espet�culo. Os mamilos dela estavam cutucando o tecido do busti�, seus seios estavam durinhos e empinados. Michelle gostava que a achassem bonita e estava adorando ser cobi�ada. Michelle se sentou e continuou a discuss�o dela com Grand�o sobre a atua��o do Palmeiras no jogo. Depois de alguns minutos de discuss�o acalmou a conversa��o. Michelle quebrou o sil�ncio perguntando para Grand�o: - Por qu� te chamam de Grand�o? O que significa? Grand�o sorriu e o resto de n�s come�ou a rir. Michelle perguntou o que era t�o engra�ado. Grand�o respondeu: - Voc� n�o ia quer saber, Michelle. Ela olhou todos os quatro de n�s com um sorriso hesitante e perguntou com uma voz sensual: - Por que n�o? O riso aumentou. A express�o de Michelle mudou de divers�o a frustra��o. Ela disse: - Eu n�o gosto desse tipo de tratamento. Por que voc� n�o me pode contar por qu� o chamam de Grand�o? Eu perguntei: - Voc� quer saber mesmo? Realmente quer saber? Michelle fez que sim com a cabe�a. Eu perguntei novamente: - Voc� Est� segura? Michelle berrou: Claaaaaaarooooo. Eu disse para Grand�o responder para a minha mulher. Grand�o come�ou: - Se refere ao tamanho de meu �rg�o genital. O tamanho dele � acima da m�dia, e o pessoal me botou esse apelido. Michelle come�ou a se ruborizar. Todo mundo continuou sorrindo e olhando para Michelle. Depois de uma pausa disse ela, indecisamente: - Bem, qual o tamanho? A face de Grand�o assumiu um olhar mais s�rio e ele perguntou: - Voc� quer que eu diga quanto mede? Michelle repetiu: - Eu quero dizer, qual tamanho adquire? Grand�o respondeu orgulhosamente: - 24 cent�metros! Michelle tremeu a cabe�a e disse: - Eu n�o acredito nisto. Grand�o olhou ofendido pelo ceticismo de Michelle. E disse: - Voc� quer que eu prove isto? Para a minha surpresa Michelle disse: - Prove! At� onde eu soube, Michelle nunca tinha visto outro homem sem roupa. Eu fui seu primeiro namorado e ela casou virgem. Sem vacila��o Grand�o abaixou o short revelando uma protuber�ncia enorme. E continuou descendo at� os joelhos. O membro de Grand�o ficou dobrado debaixo das bolas entre as pernas dele. Devia ter aproximadamente uns 18 cm. Michelle espichou seu pesco�o para olhar mais de perto. Ela ficou impressionada com o tamanho do pau dele, mas ela tentou n�o deixar transparecer. Michelle sorriu maliciosamente: - Para mim a� n�o tem 24 cm! Grand�o respondeu gritando: - Bem, ele n�o est� duro ainda. Michelle disse ironicamente: - � claro que voc� � enorme!!! Grand�o disse furiosamente: - Por que voc� n�o vem aqui e d� uma chupadinha? Ent�o voc� ver� 24 cm. - Grand�o me atirou um olhar e ent�o disse em uma voz mais tranq�ila: Desculpe Ruy... perdi o controle!. Eu disse, apesar de estar meio confuso com a situa��o: - Tudo bem Grand�o, ela lhe provocou. Michelle me olhou com um olhar inquisitivo. Eu notei que ela quis ver o tamanho que o pau de Grand�o adquiriria, mas ela n�o quis o tocar. Ela perguntou: - H� qualquer outro modo de voc� deixar isto duro sem que eu toque nele? Grand�o pensou ent�o para um momento dito: - Bem, se voc� ou Ruy n�o ligam, voc� poderia fazer uma dan�a sensual. Michelle me olhou para ver minha rea��o. Eu olhei Michelle e mexi os ombros, deixando a decis�o para ela. Eu deixei porque eu gosto de olhar o corpo sensual dela e eu realmente n�o noto se outros homens a olham. Eu sempre quis que ela dan�asse uma dan�a sensual, mas sua natureza t�mida sempre a impediu de fazer isto. Michelle olhou Grand�o e o pau dele e olhou para mim novamente. Todos n�s seguramos nossa respira��o para ver o que ela faria. De repente ela saltou para cima e se correu para quarto. Eu pensei que ela tivesse ficado envergonhada. Eu comecei a ir e cuidar dela quando eu ouvi m�sica. Michelle apareceu novamente com o aparelho de som dela na m�o. Ela havia trocado de sapatos, colocou um de salto alto vermelho. Ela acomodou o som na mesa de caf�, ligou-o e come�ou a dan�ar ao redor de Grand�o e o pau dele. A express�o em seu rosto era de satisfa��o. Ela n�o tirava os olhos do pau de Grand�o. Ela deslizava as m�os pelos seios, se agachava e levava as m�os ao bumbum, e empurrando os quadris e p�lvis para frente e para tr�s, fazia um movimento como que estivesse transando. Eu n�o sabia que ela dan�ava assim. Ela nunca tinha feito isto para mim. Deveria ter sido a cerveja. Michelle estava tendo um efeito no pau de Grand�o. Por�m, ainda n�o havia conseguido os 24 cm. Quando a m�sica terminou, Michelle olhou o pau de Grand�o e observou: - N�o parece completamente duro. Ela fez beicinho e perguntou: - Eu estou dan�ando direito? Todos responderam: - Sim!!!! Michelle continuou: - Ent�o, por que Grand�o n�o est� duro? Grand�o respondeu relutante: - Seu dan�ar � grande Michelle, mas para isso eu necessito de algo mais picante. Michelle me olhou e perguntou a Grand�o: - Voc� quer dizer que quer que eu fa�a um strip tease para voc�? Grand�o me olhou meio constrangido e disse: - Bem! � o que eu tinha em mente. Eu poderia ver nos olhos de Michelle que ela estava apreensiva, seu olhar era um misto de medo e excita��o. Eu tinha d�vidas se ela conseguiria tirar as roupas na frente destes homens. Ela me olhou para eu a ajudar a resolver o dilema. Eu a olhei ent�o, uma vez ou duas e cabeceei concordando. Um sorriso veio imediatamente � face dela. Eu soube ent�o que ela realmente quis fazer um strip tease para todos meus amigos. Michelle saltou em cima do aparelho de som e ligou a m�sica novamente. Ela come�ou a dan�ar como antes, com muitos movimentos sugestivos. Depois de um minuto ela cruzou os bra�os e agarrou o fundo do busti� e elevou-o lentamente em cima dos peitos, em cima da cabe�a dela. Ela estava usando um suti� vermelho, que mal a cobria. Os seios grandes dela eram essencialmente descobertos. Michelle enganchou os dedos polegares no c�s do short e foi tirando-o bem devagarinho. Sem parar de dan�ar ela foi tirando o short deslizando seus polegares por suas coxas, joelhos, p�s, ficou com uma calcinha min�scula e dava para perceber que ela havia aparado seus pelinhos. A correia na parte de tr�s da calcinha desapareceu na racha do bumbum dela. A bundinha dela estava desnuda. Quando ela se agachava e empurrava os seios, as bochechas de seu bumbum se separavam e revelava o cuzinho dela claramente. Michelle continuou dan�ando. Todos pareciam ansiosos para ela se iria tirar tudo, mas ela parecia relutante. Ela me olhava seguidamente para analisar minha rea��o. Eu cabeceei novamente e ela soprou um beijo para mim. Ela botou os bra�os nas costas para desenganchar o suti� e ent�o parou. Ela se ruborizou quando percebeu o que ela estava a ponto de fazer. Eu pensei que ela poderia parar. Meus amigos a incitaram. Eles gritaram que ela era muito bonita e sensual. Ela sorriu e recuperou a sua confian�a. Tudo isso estava tendo um efeito positivo no pau de Grand�o. Como Michelle percebeu isso, ela ficou ainda mais determinada em faz�-lo crescer. Michelle virou-se de costas e come�ou a desenganchar o suti�. Ela segurou o suti� contra os seios deixando as amarras livres sem parar de dan�ar. Ela virou-se de frente para n�s balan�ando lentamente os quadris. O rubor tinha abandonado seu rosto. Ela apertava e acariciava seus seios. Ela abaixou o suti�, lentamente, e revelou seus mamilos duros. Ela continuou balan�ando os seios. Michelle notou o pau de Grand�o ficava maior a cada instante, mas ainda n�o estava completamente duro. Michelle enganchou os dedos polegares nas correias dos calcinha e come�ou a afast�-la do mont�culo dela. Seus cachos loiros suaves ficaram vis�veis. Ela virou-se, agachou-se, e sem dobrar os joelhos foi empurrando a calcinha para os tornozelos. Isto exp�s o cuzinho e a bocetinha dela para todos meus amigos. Estava claro que ela estava ensopadinha. A mancha na calcinha dela confirmou o fato. Eu nunca pensei que eu veria minha esposa inocente bonita dan�ando nua na frente de um grupo de homens. Michelle devolveu a aten��o dela ao pau de Grand�o. Ainda n�o estava do tamanho que ele prometera. Por�m, era mais longo. Michelle perguntou com um tom frustrado: O que eu tenho que fazer para ele ficar duro? Todos n�s soubemos a resposta para a pergunta. Michelle tamb�m sabia. Ela continuou dan�ando, mas havia indecis�o na face dela. Ela me olhou algumas vezes, mas eu estava desfrutando sua dan�a sensual. Lentamente Michelle foi se aproximando de Grand�o. Ela cutucou o saco de Grand�o com seu joelho, suavemente, e estabeleceu contato com a ameixa dele, que tinha bolas enormes. Ela o esfregou com suavidade para alguns momentos e foi recompensada por um crescimento de um ou dois cent�metros no cacete de Grand�o. Ele ainda n�o era completamente duro. Michelle me olhou com um olhar frustrado. Eu h� pouco encolhi os ombros e a frustra��o dela transformou-se em determina��o. Ela me olhou e dobrou lentamente os joelhos, colocando-se de joelhos a frente de Grand�o. Percebi finalmente em meu c�rebro de ervilha que Michelle faria qualquer coisa para ver Grand�o duro. Ela continuou olhando minha face para ver minha rea��o quando ela agarrou o pau de Grand�o com a m�o direita e lentamente come�ou a acarici�-lo. Eu poderia ver a paix�o nos olhos de Michelle. Ela estava me pedindo com os olhos para a faz�-la parar de ir mais adiante. Eu fui tentado a p�r um fim no ato vigoroso de Michelle. Por outro lado eu imaginei ela colocando aquele monstro na boca, e chupando aquele pau enorme. No fundo eu estava excitado. Minha indecis�o e a excita��o prov�vel em meus olhos deram para Michelle o curso dela de a��o. Sem fanfarra, ela guiou a cabe�a do cacete de Grand�o para sua pequena boca. Michelle subiu e descer alguns vezes de cima abaixo sua boquinha naquele cacete e n�o mais para mim. As a��es dela me afetaram mais que eu pensei que elas iriam. Eu assisti com grande surpresa como minha do�ura, Michelle, abocanhou, com seus l�bios vermelhos suaves, o maior pau que qualquer um de n�s j� tinha visto. Ela estava chupando-o furiosamente. Satisfeita por eu n�o ter desaprovado as a��es dela, Michelle fixou o olhar na face de Grand�o. Eu n�o penso que eu na verdade aprovei o que Michelle estava fazendo, eu h� pouco fui tentado em a parar. Grand�o tamb�m foi surpreendido ao v�-la chupando seu pau. Os olhos verdes dela o hipnotizavam enquanto ela lambia e chupava a cabe�a do pau dele. O cacete de Grand�o, era maior que o pulso de Michelle de grossura, e maior que o antebra�o dela de comprimento. Ela mal conseguia colocar a cabe�a dele inteira na boca. Os l�bios rechonchudos dela eram alargados com ela tentando tragar o monstro de Grand�o. Michelle s� poderia conseguir levar um pouquinho dos 24 cm na boca. Ela lambeu a seta e as bolas de Grand�o e olhou-o o tempo todo nos olhos. Era um inferno de um espet�culo. Grand�o era agora completamente duro e assim era o resto de n�s. Grand�o tinha conseguido provar a Michelle que o pau dele era t�o grande quanto ele disse. Ela poderia ter parado mas ela n�o parecia querer. Se eu pensava que fui surpreendido quando minha esposa Michelle come�ou a chupar Grand�o, nada se comparava ao que ela fez logo. Depois de dar para o cacete de Grand�o um banho de l�ngua completa, ela reduzindo a velocidade rastejou para cima do corpo de Grand�o arrastando os seios pelas pernas dele, pelo pau, pela barriga e ent�o pelo t�rax dele. Ela deu-lhe um beijo bem demorado e permitiu que sua l�ngua vagasse em sua boca. Eu percebi, assim que ela tinha alinhado sua xaninha com mastro duro e enorme de Grand�o. Eu fui alertado ao fato por Paulo que disse: Ela vai ser fodida por ele. Novamente eu n�o parei Michelle. Eu estava totalmente hipnotizado de tes�o pelo ato lascivo que estava acontecendo em minha sala de estar. O mastro de Grand�o era t�o grosso que parecia n�o caber na grutinha de minha Michelle. Grand�o alinhou a cabe�a de seu pau na entrada da xaninha dela e pincelava-o na sua rachinha. Michelle estava ensopadinha de tes�o. Ela parecia lutar para ter aquele monstro dentro de si. Ela rodava os quadris sem ter �xito. Finalmente, Michelle quebrou o beijo e endireitou-se em cima dele. Isto lhe permitiu p�r seu peso em cheio no pau de Grand�o. Lentamente, cada vez mais o galo desaparecia em Michelle. Ela gemeu como eu nunca a ouvi gemer antes. Cada cent�metro penetrado a fazia tremer e estremecer. Com olhos fechados ela se abaixou sobre Grand�o. A bocetinha dela estava se deformando toda. Na verdade parecia desaparecer. O cacete de Grand�o estava tocando ambas as coxas de Michelle. O cuzinho dela quase foi apagado pelo cintur�o de Grand�o. Na frente o clit�ris dela estava totalmente comprimido contra a seta de Grand�o. Isto estava causando um orgasmo longo que ela estava experimentando agora indubitavelmente. Todos n�s assistimos impressionados como Michelle levou aproximadamente vinte cent�metros em sua grutinha. Ela come�ou a subir a tora dele agora. A seta brilhante preta grande se revelou quando ela subiu. Antes de a cabe�a pudesse estalar fora, Michelle come�ou a jornada descendente novamente. Agora havia mais lubrifica��o. Cada viagem abaixo ent�o para cima ocupou menos tempo. Finalmente eles trepavam como loucos. A cada descida no pau de Grand�o Michelle engolia mais um cent�metro de sua pica enorme. S� faltava um cm para entrar a coisa inteira nela. Grand�o p�s as m�os grandes dele na cintura pequena dela. Os dedos dele tocaram sua bundinha e os dedos polegares dele avan�avam lentamente para racha da bunda de Michelle. Grand�o come�ou a abaixar Michelle asperamente no pau dele. Michelle se apoiou colocando as m�os dela na parte de tr�s da cadeira. Ele tirou vantagem disto e come�ou a espancar os mamilos dela com a boca dele. Ocasionalmente, ele colocava um dos mamilos de Michelle entre os dentes dele e puxava. Michelle gemia muito, gritava muito. Eu contei pelo menos quatro orgasmos dela nessa posi��o. Grand�o reduziu a velocidade do bombeando e disse: - Deixe eu comer voc� como um cachorro come uma cadelinha. Lentamente, ela se levantou do pau de Grand�o. Ela parecia sentir falta do cacete dele assim que ela desceu de Grand�o. Ele se levantou e Michelle ficou de quatro esperando pela invas�o de Grand�o. Ele, sem perder tempo, enterrou a ferramenta dele na boceta de Michelle. Os gemidos dela come�aram novamente. A a��o era agora mais intensa. Grand�o estava agora no controle e a velocidade com que ele bombeava Michelle era incr�vel. Michelle choramingou com o intenso prazer. Grand�o somou � paix�o dela inserindo o dedo polegar dele no cuzinho dela. Ela come�ou a gemer aos berros. Um orgasmo longo seguiu-se. Eu era pasmo. Michelle nunca me permitiu me aproximar do Cu dela. Ela sempre disse que era s�rdido e n�o era para sexo. Eu nunca conseguira a persuadir. Agora, ela estava tendo intensos orgasmos enquanto meu amigo Grand�o a tampou com o dedo polegar dele. Havia certamente muitas coisas novas que aconteciam hoje. Minha esposa era fodida por um negr�o com um pau de 24 cm, enorme. Michelle estava amando todos os minutos. O strip tease e a chupada que conduziram at� a trepada eram coisas novas. Eu nunca tinha recebido aquele tipo de tratamento de minha esposa. Grand�o continuava a espancar a bocetinha de Michelle enquanto tocava o cuzinho dela. Ele tinha conseguido enfiar dois dos dedos dele no bot�ozinho dela. A espuma de sucos sexuais da xana de Michelle serviam como lubrifica��o para os dedos de Grand�o. Ele perguntou: - Voc� est� gostando? Michelle respondeu: - Ahhhh.. Muiiiiiiiitoooo!! Grand�o continuou: - Voc� gosta de meus dedos em seu cuzinho, minha putinha? Michelle gemeu: - Eu adoro isto. Grand�o disse: - Quer que eu coma seu cuzinho, gata? - Os olhos azuis de Michelle estalaram aberto largo e ela olhou Grand�o com pura lux�ria e disse: - Siiiiiiiiimm, me come todinha, enfia tudinho, fa�a o que quiser comigo, meu garanh�o. Assisti como Grand�o puxou o pau fora da boceta de Michelle e lentamente empurrou no Cu dela. Michelle gritou com dor. At� mesmo com a lubrifica��o de sua boceta a entrada era lenta. Mas aos poucos ele recuperou a velocidade que ele usou na xana dela. Michelle estava gritando agora com cada punhalada. Eu notei Paulo e Rafael estavam haviam tirado seus paus, j� em estado de bala, para fora das cal�as e come�avam a se masturbar olhando minha esposa ser fodida por Grand�o. Eles chegaram mais perto de Michelle. Quando Michelle notou ela n�o vacilou, abocanhou os paus deles. Chupava e lambia ora um ora outro. Eles seguravam sua cabe�a e puxavam seus cabelos enquanto sua l�ngua n�o parava de deslizar pelo pau dos dois. Grand�o continuava espancando o cuzinho dela. Michelle n�o conseguia mais gritar, eu ouvia s� um gemido abafado pelos dois paus que ela tinha na boca. Mas ela estava adorando A excita��o da cena toda era muito para Rafael. Ele come�ou a resistir de modo selvagem. At� que encheu a boca de Michelle com seu gozo e ela engoliu tudinho e ficava lambendo seus l�bios. Ela nunca me permitiu entrar na boca dela. Ela n�o deixou Rafael sair de sua boca. Continuou chupando-o para que ele n�o amolecesse. Paulo aproveitou a aten��o que Michelle deu ao pau de Rafael e procurou um espa�o embaixo de minha esposa. Alinhou seu pau com a xaninha dela, e Grand�o percebendo tudo foi empurrando Michelle para baixo, sem parar de comer seu cuzinho. Ela fez uma cara de satisfa��o que eu jamais havia visto. Ela recebia tr�s paus de uma s� vez. Ela gemia e procurava n�o parar de mexer seus quadris. Ficaram algum tempo nesta posi��o, e Michelle ag�entando bravamente, at� que Grand�o tirou seu pau dela e disse: Quero que voc� me sugue, e beba cada gotinha de meu gozo. Ela n�o perdeu tempo e sugou-o com mais determina��o do que antes. Paulo, vendo que tinha aberto uma vaga na retaguarda daquela loirinha maravilhosa, tratou de enfiar sua vara no cuzinho de Michelle. N�o demorou muito e Grand�o explodiu na boca de Michelle, eu nunca havia visto tanta porra! Sua boca ficou cheia!! Ela engolia tudo e lambia a cabe�a do pau dele, que por sua vez batia seu pau no rosto dela. Paulo e Rafael sa�ram de Michelle e gozaram em todo seu corpo. Ela esfregava o esperma por sua barriguinha, peitos, pernas....!! Eu estava excitad�ssimo com a cena que eu havia presenciado em minha casa, com minha esposa e meus amigos. N�o dei tr�gua a Michelle, enfiei meu pau em sua boca e transamos depois. Descansamos um pouco e Michelle falou: Algu�m quer trepara de novo, eu topo. Desse jeito passamos o resto da tarde trepando. Eu dividindo minha Michelle com meus tr�s amigos. N�s revez�vamos na xaninha, cuzinho e boquinha dela. A parte que ela mais adorava era quando Grand�o comia sua bocetinha. Acabamos o dia com ela chupando n�s quatro, lambia nossos paus e bolas at� todos gozarmos nela. Eu senti um pouco de ci�mes, mas o prazer foi maior. Michelle me fez prometer que n�s far�amos isso todos os domingos. Nossos domingos tornaram-se mais emocionante. Meus amigos foram mais algumas vezes e na �ltima levaram uma amiga deles tamb�m. Mas isto � outra hist�ria...