O CASAL DO CINEMA J� a alguns anos atr�s, estive em um cinema no Centro de Campinas, onde exibia filmes pornogr�ficos. Deixei de ir � Faculdade para assistir a um filme, pois estava desmotivado para ir � aula. Naquela �poca fazia faculdade, e hoje sou p�s-graduado. Entrei no cinema, quase que atropelando as pessoas, pois estava muito escuro, e t�o logo avistei uma poltrona vazia, sentei-me. J� sentado, consegui enxergar melhor ao meu redor. Ouvi uma conversa na fileira da poltrona atras de mim, e ao girar a cabe�a, deparai-me com um casal, onde o marido estava praticando sexo oral com outro homem, enquanto a esposa apenas observava. Tal cena, deixou-me t�o excitado que n�o consegui mais concentrar-me no filme. De repente o homem que estava sendo chupado, gozou na boca do marido e foi embora. Obviamente o casal, j� havia percebido que eu estava olhando-os enquanto me masturbava e aproveitaram para se abra�arem, se beijarem, enquanto o marido passava as m�os por entre as pernas da esposa. Como estava escuro, e eles eram negros (por sinal muito lindos), apenas enxergava a calcinha branca que sua mulher usava. Confesso que fiquei um pouco t�mido e demorei a sentar junto a eles, quando v�rias pessoas come�aram a circular em nosso redor, o que fez que ele mudassem de lugar. Imediatamente me levantei e dirigi-me para uma poltrona pr�xima a deles, sentei-me e com o p�nis para fora da cal�a, reiniciei a masturba��o, de maneira bem calma, para que eles pudessem me observar melhor. Estava t�o excitado, que se tocassem em mim, gozaria imediatamente. Mas n�o demorou muito e as pessoas come�aram a nos rodear e alguns sentaram pr�ximo a n�s. O casal levantou-se e o homem me disse em voz baixa, para que eu sa�sse que eles queriam conversar comigo l� fora. Entusiasmado, deixei que sa�ssem e logo em seguida, deparei com os dois dentro de um carro e ainda percebendo que outros nos observava, pois tamb�m haviam sa�do do cinema, pediram que eu os encontrasse a duas quadras daquele local. Mais uma vez, ansioso, pelo que podia acontecer sa� em disparada ao local combinado. Chegando l�, fiquei do lado de fora do carro, e o marido que estava ao volante disse que eles haviam gostado do que viram dentro do cinema, e eu sem saber o que dizer, respondi que eu ��e que havia ficado excitad�rrimo em ver ela acariciando sua esposa. Ela agradeceu e abriu as pernas e levantou sua saia para eu observ�-la. J� n�o ag�entava mais de tes�o. Nos apresentamos, eles residiam na cidade de Piracicaba e as vezes viam assistir filmes em Campinas. Perguntaram se eu tinha algum lugar onde pud�ssemos ficar mais a vontade, e eu infelizmente disse que n�o, pois era casado, e minha esposa nem imaginava que eu estava naquele cinema. Pediram meu telefone, ou uma forma de contatar-me pois queriam marcar um encontro posteriormente comigo, pois para eles, estava ficando tarde, porque tinham que voltar para Piracicaba. Fiquei com receio e n�o dei nenhuma dica ( me arrependo tanto ), mas sugeri que fossemos at� o mai�metro que � local escuro de Campinas, onde casais disputam vagas para estacionar seus carros e transarem dentro do carro, uma vez que n�o estava ag�entando de vontade de gozar com eles, principalmente de comer aquela mulher. Combinei leva-los at� l� e depois ensinar como chegarem na estrada para retornarem � Piracicaba. Enquanto dirigia-mos para l�, n�o sabia o que fazer, mas sua esposa, no banco de tr�s, n�o parava de levantar sua saia, deixando a mostra aquelas lindas pernas e coxas, e eu com receio de seu marido, nada fazia. Ao chegarmos no mai�metro, fiquei no banco de tr�s, com sua esposa, enquanto ele abaixou o banco do lado do motorista, e come�ou a chupar meu pau, que latejava de tes�o. Perguntei a eles se tinham pano ou papel , porque n�o poderia chegar em casa com a cal�a suja. Eles riram e disseram para que n�o me preocupasse, que n�o sobraria uma gota para minha cal�a ou cueca. Enquanto eu era chupado, beijava sua esposa, chupava teus seios, e n�o parava de acariciar entre suas pernas, com meus dedos entrando e saindo de sua boceta ( e que boceta ) quent�ssima. N�o ag�entando mais, gozei na boca do marid�o, que at� lambeu os bei�os e sorriu de tanta satisfa��o. Mais do que depressa a esposa veio em minha dire��o e come�ou a me chupar ( confesso que fiquei excitado rapidamente ). Ela me chupava, e minhas m�os passeavam pelo seu cuzinho e pela sua linda bocetinha, enquanto seu marido apenas nos observava, sentado no banco do motorista. Ela me chupava com vol�pia, que me deixava louco de tes�o. N�o ag�entei mais, principalmente por estar vivendo pela primeira (e �nica) vez uma experi�ncia com um casal, pois o tes�o � muito grande, e entupi a esposinha de esperma. E por incr�vel que pare�a, n�o deixaram nenhuma gota mesmo, beberam tudo. Como estavam com pressa, n�o foi poss�vel transarmos ali e ent�o levei-os at� um lugar de f�cil acesso a estrada e partiram. Cheguei em casa, agarrei minha esposa, e transei como louco com ela, pois meu tes�o permaneceu aceso por v�rios dias. Nunca mais os vi, e sequer conheci outro casal. Confesso que adorei, porque sou uma pessoa que preza muito higiene e respeito, e isso eles tinham de sobra. Isso ocorreu h� mais ou menos h� 10 anos atr�s, e at� hoje me masturbo como se fosse recente, uma vez que tal experi�ncia n�o sai de minha cabe�a, e gostaria muito de repeti-la. Desta vez com mais tempo e menos t�mido. Interessados escreva-me: e-mail homem.36@bol.com.br