Namorada sem vergonha Namoro a cinco anos com Evelise, uma loira linda, tem 1,65 cm e 54 kg, com seios fartos, coxas grossas e bumbum durinho, lisinho, muito sarada de academia. Desde sempre ela usou roupas que real�assem suas formas. Roupas apertadas, decotadas, transparentes e curtas. De in�cio eu me incomodava e tinha ci�mes , mas com o tempo fui acostumando e nem percebendo mais a roupa com que ela saia. Cada vez que �a comprar roupas vinha com uma mais escandalosa que a outra. No ver�o retrasado ela viajou sozinha a praia com seus pais, e nem me mostrou o biquini que tinha comprado, na volta foi me mostrar as marquinhas e fiquei puto, um fio dental atolad�ssimo por que ela mandou diminuir, t�o indecente que at� seu pai reclamou do escandalo. Sempre tivemos um relacionamento franco e ela me conta das cantadas que leva na rua, e s�o muitas eu sempre fingi que n�o escutava, desconversava, n�o gostava do assunto. At� mesmo em consult�rios m�dicos ela levava cantada e depois os m�dicos ficavam ligando pra ela. Num dado momento comecei a ver que me excitava a id�ia dela ser t�o exibicionista, t�o safada, que gostava tanto de ser apreciada pelos outros, mas como ela tem uma forma��o religiosa forte, e tem preconceitos quanto ao sexo, nunca me liberei a falar sobre o assunto s� observava ela saindo na rua com micro saias, tops que tampavam s� os bicos, sand�lias de salto, um tes�o ambulante. Quando saio com ela e ficam encarado-a n�o gosto, mas fico de pau duro s� de ver ela se oferecendo, cruzando as pernas, e mostrando os cox�es e que cox�es! Ela fica assim at� o cara ver sua calcinha, faz carinhas, beicinhos, denguinhos, e os caras ficam loucos, mas n�o passa disso. Um dia fomos a um rio na cidade, em uma parte retirada, eu , ela e seu irm�o, ele foi nadar mais pra longe para deixar-nos mais a vontade. Estava com aquele seu fio dental tesudo e j� tirei-o de imediato, estavamos com �gua at� o pesco�o. Mais adiante, havia um homem pescando e dava pra ver nossos amassos, eu j� estava penetrado na xaninha carnuda e de poucos pelinhos que ela tem. Tirei a parte de cima de seu biquini e ela n�o falou nada, e vi que ela queria mostrar os peitos pro pescador, aquilo me deixou louco, comecei a socar com mais vontade na minha safadinha. Em alguns momentos a a levantava um pouco da �gua e tirava seus seios pra fora, deixando a mostra pro cara, ela n�o falava nada, gostava de se exibir, e se excitava com isso e eu tamb�m. Esta foi uma das melhores transa que tivemos, mas n�o comentamos nada do cara ter visto seus seios. Recentemente comecei a falar com ela sobre o assunto, no meio de uma transa, comecei a chamar ela de safadinha e exibida e ela foi gostando, at� que contei que gosto que ela se exiba pros outro e ela me confirmou que adora deixar os caras de pau duro. O neg�cio esquentou e fomos contando tudo, ela disse que usava roupinhas pra ser olhada, que falavam muito de suas coxas e de seus seios, falou que gosta de ser vista como uma putinha, gostosa e safada. Fiquei louco, metia nela toda hora, e as revela��es continuavam. Pedi pra ela sair sem calcinha e de micro saia, ela me prometeu, jurou, quando algu�m tiver olhando vou mandar que afaste as pernas. Prometi que vou lhe dar um fio dental ainda menor neste ver�o, al�m de roupinhas e tamancos transparentes. Perguntei se j� havia me tra�do, jurou que n�o, o m�ximo foi alguns sarrinhos, e passar o p� por debaixo da mesa em algum cara, amigo meu, parente. Ele me disse que ela seria incapaz de me trair, mas pelo seu jeitinho de puta, as vezes n�o sei n�o, creio tamb�m que gostaria de ver ela sendo acariciada por algum cara... Depois de nossas revela��es, tornamo-nos mais c�mplices e aconteceu uma das coisas mais excitantes da minha vida. Certo dia, fomos a um shopping em nossa cidade e ela estava divinamente puta com suas roupinhas. Uma blusa de lycra branca, sem suti�, uma micro sainha preta e com uma sand�lia preta de tirinhas finas e salto agulha, olhamos v�rias vitrines, com os caras sempre de olho nela. Ela rebolava muito, mas n�o disse ou demonstrou que iria se mostrar ou exibir. Chegamos na pra�a de alimenta��o e pegamos um Big Mac e sentamos, a para�a estava vazia por ser dia de semana e poucas mesas estavam ocupadas. A cerca de uns vinte metros de onde est�vamos tinha um senhor sozinho tomando um chopp, provavelmente algum executivo na sa�da do seu trabalho. Ele estava usando um refinado terno azul, devia ter cerca de 57 anos, alguns cabelos brancos e tamb�m era um pouco obeso. Ele estava em uma posi��o que ficava de frente pra mim e via a Evelise de lado, com a cruzada de pernas que ela deu, ele ficou totalmente favorecido, pois tinha vis�o plena de quase a totalidade de seus cox�es. Disfar�adamente eu o observava e notei que n�o tirava os olhos de minha gatinha e que volta e meia dava uma pegada em seu p�nis para ajeita-lo dentro da cueca. Ela n�o notou que estava maltratando o pobre senhor e descruzava e descruzava as pernas. Eu me afastei um pouco pro lado e pedia beijos pra ela, de modo que ela tinha que se erguer ainda mais para me alcan�ar e mostrando suas pernas ainda mais. O velho quase morria, era um chopp atr�s do outro. Quando eu ia beija-la disfar�adamente pegava em sua coxa subindo a saia mais um pouquinho, mostrando at� as polpinhas da bunda de minha putinha para o velho. Ela n�o notou, ou se notou estava se deliciando com as provoca��es, eu n�o falei nada e n�o pedi para que provocasse ele, com medo que ela n�o quisesse e estragasse aquela noite t�o tesuda. Cochichei em seu ouvido: - Evelise, se lembra que voce me prometeu que iria sair sem calcinha um dia comigo? - Sim, mas ainda n�o tenho coragem, e estou com uma saia muito pequenininha meu safado. - Eu sei, mas � bem por isso, hoje est� vazio aqui, vai l� no banheiro e tira ela pra mim! Por favor. - N�o, vou ficar muito insegura. - Por favor, tira. - E se algu�m ver? - Ai, voc� esconde... Ela riu, se levantou e foi ao banheiro. Gelei inteiro, tremia, no memo instante o senhor se levantou, pensei que fosse atr�s dela , mas foi pra pegar outro chopp. Quando ele voltou, sentou na outra cadeira da mesa dele, que ficaria de frente pra minha vadia, safado ele tamb�m... Ela voltou, e me mostrou sua bolsa, l� estava uma calcinha pretinha, meu pau estourou!! - Sua safada!! T� sem nada!! - Claro, vc pediu... Logo ela notou o velho em sua frente e me disse que tinha um senhor na frente dela, de frente pro crime. Disse pra ela se abrir e mostrar ent�o... Ela olhou assustada pra mim e n�o falou nada. Eu disse: - Pode mostrar sua vagininha pra ele, vou gozar nas cal�as. - Eu te amo! Disse ela. No que ela disse aquilo, descruzou as pernas e abriu uma fresta em sua saia, a vis�o que o velho tinha era perfeita, ele via uma bucetinha de poucos pelos, l�bios grossos e bem carnuda. Ela chegou perto do meu ouvido pra cochichar e aproveitou pra abrir ainda mais as pernas: - Estou ensopada, ele n�o tira os olhos da minha chaninha e eu estou molhando a cadeira. - Voce � uma gostosa sem vergonha, eu te amo!! De surpresa, ela ergueu um p� at� a cadeira fingindo arrumar a sand�lia, e mostrou aquele rach�o pro cara ver! Nesta hora gozei nas cla�as, o velho tambem, provavelmente. Ela me olhou e sorriu como a mais experiente das putas. Antes de ir embora pedi que ela fizesse um bilhete pra dar ao velho, ele estava sentado ao lado das lixeiras onde tem de deixar as bandejas com o resto das comidas. Ela relutou, mas pegou uma caneta dentro da bolsa e escreveu disfar�ando em um guardanapo do mc donalds. � gostou? Me ligue: XXXXXX�( era seu n�mero de tel. , n�o vou colocar aqui por raz�es �bvias) quando fui colocar as bandejas fiquei de costas e ela lhe deu o bilhete. Fomos embora, eu melado na cueca e ela encharcada. Eu disse para ela: - Quando chegarmos eu vou te comer inteira sua puta safada. - Foi bom demais!! Acho que vou queimar todas as minhas calcinhas... Afinal para que preciso delas??? Rimos e fomos embora abra�ados. evelise.safada@bol.com.br