MINHA PUTA Quem nos conhece sabe que transformei minha mulher em uma puta, e tamb�m sabe como a M�rcia �, para quem n�o nos conhece vou descreve-la: - Tem 1,65h, 56kg, seios m�dios e uma bundinha redondinha, 27 anos. Literalmente M�rcia se tornou uma putinha, provocante, maravilhosa... Suas roupas sempre s�o sensuais e provocativas ao extremo, recebe cantadas constantemente. Em uma oportunidade ela me contou que enquanto eu estava trabalhando ela foi ao shoping com uma mini saia que se respirasse muito ofegante sua bunda ficaria toda amostra, perguntaram quanto que ela cobrava por programa, imaginando que ela era prostituta. Bem, quero relatar o que aconteceu quando fomos a uma festa de pe�o em Capivari, que fica aqui perto da minha cidade, planejamos que ela se comportaria como uma vagabunda mesmo e que n�o ficar�amos juntos (eu ficaria pr�ximo para ver a rea��o dos homens), e assim fizemos, ela colocou um vestido de cotton preto com um decote nas costas que quase mostrava sua tanguinha fio dental preta tamb�m, atolada no rego e super curto que com certeza ela n�o poderia sentar, porque ficaria toda a amostra, uma cinta liga e fomos. Chegamos l�, antes de entrar no estacionamento ela desceu enquanto fui estacionar o carro, o show come�ara ali, ela tornou�se o centro das aten��es as cantadas vinham de todos os lados e ela rebolava mais do que nunca. M�rcia foi e ficou pr�ximo ao alambrado onde ficam mais apertados com o volume de pessoas, as passadas de m�o discretas e outras n�o t�o discretas eram constantes, ela fingia que n�o percebia, encoxadas, que eu vi foram mais de dez, nosso tes�o n�o dava mais para esconder e resolvemos ir embora porque o sexo falou mais alto, ela na frente e eu atr�s dela uns cinco metros, quando chegamos no estacionamento havia um seguran�a, no port�o, um homem forte de pele negra, ela virou para tr�s e disse, deixe-me brincar com ele um pouco, ou seja, ela iria provocar ele, n�o havia ningu�m do lado de fora, porque o show estava para come�ar na arena do rodeio, ela entrou e eu disfarcei fingindo que voltei para dentro do recinto de novo, ela passou pelo seguran�a e deu um olhar malicioso para o cara. Que imediatamente pegou em seu pinto e n�o tirava os olhos da sua bunda que rebolava ainda mais, o carro estava l� no fundo do estacionamento, logo ela chamou o seguran�a alegando que n�o conseguia abrir a porta do carro e o cara foi prontamente ajuda. Nesse momento eu entrei no estacionamento quieto para que ele n�o me visse e escondi atr�s de um carro pr�ximo ao meu, ele abriu a porta em quest�o de segundos, pois n�o havia problema nenhum, a vagabunda olhou para ele e disse, como posso agradecer a sua gentileza, ele disse n�o fora nada demais. Ela com a porta do carro aberta ele atr�s dela ela inclinou sobre o banco dizendo que iria pegar uns trocados para ele, naquela posi��o sua bunda ficou toda amostra porque seu vestido subiu e foi parar na cintura, ela falou que n�o era preciso, ela falou tudo bem, mas ent�o n�o posso fazer nada para te agradecer e suavemente sobre a cal�a alisou o pau do cara, naquele momento ele ficou louco e deram um beijo longo, e tirou os peitos dela para fora e come�ou a chupar, enquanto suas m�os percorriam todo o corpo dela, ela foi e tirou o pau dele para fora, nos dois assustamos, quando o vimos, n�o era grande deveria ter uns 15 ou 16 cm, mas a grossura, eu nuca tinha visto igual antes, nem em filme porn�, era enorme, era enorme, exagerado mesmo! Ela come�ou ent�o h� tentar chupar o pau dele, que s� a cabe�a preencheu sua boca, ela chupava ele delirava, pensei comigo que iria ficar s� nisso, que ela n�o ag�entaria, mas para minha surpresa ele arrancou toda sua roupa e falou fique de quatro que eu vou comer voc� agora sua puta, ela obedeceu parecia estar hipnotizada pela aquela rola, colocou as m�os sobre o banco e ficou com a bunda para fora do carro e lentamente come�ou a for�ar na entrada da bocetinha dela, que gemia, dava gritinhos, at� que ele colocou tudo, naturalmente ele olhava para tr�s toda hora com medo de algu�m chegar, e bombeava cada vez mais fortes ela gemia, e anunciava a cada gozo, ele parecia n�o acreditar estar comendo aquela mulher, durou uns dez minutos a putaria. Depois disso ele tirou e falou agora � o cuzinho, imediatamente ela retrucou, de maneira alguma, com essa grossura, nem pensar, bem que eu gostaria, mas n�o vou ag�entar, ele falou eu come�o se voc� n�o ag�entar, eu paro, ao ouvir tudo bem dela, fiquei de boca aberta, pensando ele n�o vai nem colocar a cabe�a e ela vai desistir, o cara foi tentando uma, duas, tr�s..... At� conseguir entrar um pouco, ela deu grito que daria para ouvir a quadras de distancia se n�o fosse o barulho do rodeio, ele parou, mas tirou, deu mais uma for�adinha, ela gritou novamente, ele perguntou quer que eu pare, ela falou, nunca deixei um trabalho ao meio, agora sou eu que quero, mas v� com calma, e assim foi, aos poucos os ritmos foi aumentando, os gritos diminuindo e gemidos dos dois, n�o foi cinco minutos e foi ele que deu um grito, que parecia que aquela tora estava no cu dela, havia gozado, mais alguns minutos ele tirou o pau para fora, nesse momento cheguei pr�ximo aos dois, ele assustou, e eu o acalmei, fique tranq�ilo, presenciei tudo ela � minha mulher, ele se vestiu e ela permanecia ca�da sobre o banco, ele fala infelizmente tenho que voltar a trabalhar, esse � meu ganha p�o, e vou confessar � minha primeira vez, que como um cu, mulher nenhuma quis dar o cu para antes devido � grossura do meu pinto, eu queria ter uma mulher assim e foi embora, ela n�o dizia uma palavra, somente foi para o banco de tr�s e deitou�se, sem por uma pe�a de roupa. Chegando em casa, pensei comigo, agora � a minha vez, meu pau do�a de tes�o, fui come�ar a alisa-la, ela falou nem pensar, meus �rg�os est�o que n�o pode nem relar que d�i e durante 12 dias tive que me contentar s� com a boquinha dela, porque todo o resto estava arrombado e dolorido... Depois disso aprontamos mais algumas, pois a cada dia que passa ela esta mais puta.