MARINHEIROS DO AMOR " Era um dia da semana do m�s de Dezembro quando eu e minha mulher, Ana resolvemos ir � praia. Moramos em um condom�nio que conta com uma balsa para fazer a travessia da lagoa, que fica entre nossa casa e o mar. A travessia leva em torno de 15 minutos. � um passeio muito agrad�vel. Por ser um dia de semana e, tamb�m, um hor�rio de pouco movimento, na balsa s� estavam o marinheiro, um ajudante e n�s. Em outras vezes em que utilizamos o servi�os deles, j� havia notado os olhares do marinheiro, Jo�o - um mulato de 1,80m, tronco forte e sempre vestido com um short largo e camiseta regata - na dire��o de minha mulher, que � loira, tem 32 anos, 1,55m, corpo durinho e proporcional pela malha��o di�ria. Logo que entramos na balsa, ele nos cumprimentou sorrindo, informando que iria sair de f�rias e estava ensinando os macetes do servi�o ao ajudante, que iria substitu�-lo. Conversamos animadamente sobre seus planos para as f�rias. Enquanto isso, minha mulher pegou o bronzeador e passou a espalh�-lo sobre os ombros e bra�os, com movimentos suaves para n�o manchar a pele. � medida que aplicava o bronzeador pr�ximos dos seios, percebi que Jo�o, o marinheiro, parecia inquieto. Como est�vamos sentados bem perto dele, vi que ao mesmo tempo que olhava na dire��o das margens da lagoa ele lan�ava olhares para Ana. O volume por baixo do cal��o dele aumentava. Ana, ainda sentada, abriu um pouco a canga que cobria suas pernas e passou o bronzeador entre elas. Afastou-as bem para passar o l�quido nas partes internas. Esse movimento deixava � mostra a calcinha do biqu�ni, aumento ainda mais a excita��o de Jo�o. Dava at� para notar que, al�m de ter ficado maior, o volume embaixo do cal��o pulsava. Minha esposa tamb�m percebeu isso, principalmente porque Dod�, o ajudante, mudou de posi��o e ficou descaradamente na frente dela. Ana sorriu sacanamente para mim e passou a espalhar o bronzeador bem pr�ximo da virilha, escorregando os dedos para dentro do biqu�ni, o que fez com que aparecessem alguns fios de cabelos de seus pentelhos dourados. Isso obrigou-a a afastar um pouco a parte de baixo de baixo do biqu�ni, para coloc�-los para dentro. Dod� j� n�o escondia mais sua excita��o sob a bermuda de lycra que vestia. O ajudante era negro mais alto e forte que o marinheiro. Minha esposa se divertia com aquela situa��o. Ora deslizava as m�os calmamente sobre as pernas, ora pela parte interna do biqu�ni, sorrindo provocantemente para eles. Em dado momento, quando abriu um pouco mais as pernas, notei que a parte do biqu�ni amarelo que cobria sua xoxotinha estava molhada. N�o tive d�vida de que ela tamb�m estava excitada. Ana levantou-se e pediu que eu passasse o bronzeador em suas costas. Untei minhas m�os com o �leo, ela jogou os cabelos compridos para a frente, deixando a nuca descoberta. Aproveitei para morder, e chupar seu pesco�o, enquanto encostava meu caralho teso em sua bundinha dura e redonda. "Ai, amor, assim vamos ficar todos mais excitados do que j� estamos", disse. "Eu sei o que voc� quer", respondi-lhe e continuei meu trabalho. Fui esparramando o bronzeador sobre suas pernas, tornozelos e � medida que subia ia levantando lentamente sua canga. Quando cheguei � altura das coxas, pedi a ela que se curvasse, apoiando-se na cadeira a sua frente. Levantei, ent�o toda a canga, deixando � mostra sua bundinha, coberta apenas pelo tira do fio dental. Deslizei minha m�o suavemente sobre seu bumbunzinho, enfiando os meus dedos em seu rego, deixando todos loucos de tes�o. Dod� j� estava com a m�o dentro da bermuda, alisando o cacete, e Jo�o, de p� e com a tenda armada, ro�ava a cabe�a da pica por cima do cal��o. Meu short tamb�m se tornou pequeno para conter meu caralho assanhado. Tirei o pau para fora e esfreguei na bundinha de Ana. Afastei seu biqu�ni e pincelei a chapeleta da vara em seu cuzinho. Ana sorria e me chamava de louco. Mas, sem resistir �s minhas car�cias, tirou a canga de vez e se estendeu no piso da balsa, deitando-se sobre ele. Nossos acompanhantes estavam estupefatos. Disse-lhes ent�o, que ia mostrar a eles a melhor maneira de se passar bronzeador em uma mulher. Deitei-me sobre Ana e fiz com que meu corpo deslizasse sobre o dela. Meu pinto, fora da sunga, passeava no meio de suas coxas. O espet�culo estava t�o excitante que Jo�o decidiu desligar o motor da balsa, no meio da lagoa e longe das vistas de todos. Os dois ficaram pr�ximos de n�s e tiraram suas roupas, iniciando uma deliciosa masturba��o. Quando Ana levantou a cabe�a e viu o que estava acontecendo ao seu redor, Ana disse: "Que tes�o que eles s�o, estou toda molhadinha!" ambos eram superdotados. Dod� tinha um cacete longo, cheio de veias, em que sua pele negra era ressaltada pela cabe�a de di�metro maior do que o resto do pau. Jo�o por sua vez, tinha uma verdadeira tora, comprida e grossa. Ana n�o se conteve. Ajoelhou-se, puxou os dois pelos respectivos mastros e, segurando-os com cada uma das m�os, continuou a punheta para eles. Em p�, deslizei as m�os, at� os seios dela por baixo do biqu�ni. Libertei os peitinhos com os mamilos pontiagudos e rosados, mas durinhos do que nunca, que passaram a ser acariciados pelos nossos companheiros de viagem. Ana puxou os dois mais perto dela, para ter os cacetes colados ao seu rosto. Ela tentou colocar o cacete de Dod� na boca, mas desistiu por causa do tamanho e passou, ent�o, a l�ngua em toda a extens�o da tora, dando mordidas e chup�es na cabe�orra. Jo�o esfregava o caralho no rosto dela e n�o demorou para ser premiado com uma bela chupeta. Ana alternava as chupadas. Ora era Jo�o que recebia os carinhos de sua boca, ora era Dod�. Em seguida ela pediu para que os dois se deitassem na balsa, um de cada lado dela. Aproveitei para desatar o n� da calcinha do biqu�ni,. Ana estava completamente nua, exibindo aquele monumento de corpo, e ficou de quatro para punhetar Dod� e chupar o Jo�o. Ajeitei-me por baixo dela e, afastando suas pernas, passeia a lamber a sua bocetinha encharcada. O grelinho estava dur�ssimo, o gosto e o cheiro de f�mea no cio me enlouqueceram. Levantei-me, posicionei por tr�s e atolei meu caralho em sua xana. Dei algumas estocadas, tirei o pau e, virando-a para mim, beijei sua boca, abracei-a bem forte e disse : "hoje vamos realizar a fantasia que voc� sempre teve: ser fodida por dois cacetes enormes." Ana posicionou-se sobre Dod� e foi descendo os quadris para engolir o portentoso mastro com a vagina. Apesar de estar com a boceta bem lubrificada, Ana tinha dificuldades de agasalhar toda a tora. Tentei ajud�-la por tr�s, afastando os grandes l�bio. Ao ser invadida pela chapeleta, Ana comentou: "Ai, que cabe��o! Parece que est� me rasgando." T�o logo o recebeu tudinho, ela iniciou uma lenta cavalgada, em que subia e descia o corpo, vagarosamente no in�cio, mais aceleradamente depois. Minha esposa queria mais. Puxou Jo�o para perto de si e passou a lamber avidamente o cacete. Coloquei-me por tr�s dela novamente, abri as n�degas com as m�os e lambi seu cuzinho piscante. Acompanhando o movimento de sobe-e-desce, enfiei um dedo no seu anelzinho, depois mais um, para dilatar suas preguinhas. Enquanto isso, Jo�o se preparava para ocupar meu lugar, ao lambuzar seu gigante com o bronzeador. Ana percebeu a inten��o dele e tentou defender-se: "N�o, amor, eu n�o vou ag�entar os dois me fodendo, os dois s�o muito bem dotados, estou sentindo a pica do negr�o bater em meu �tero." Eu sabia que mesmo reclamando, Ana desejava ser enrabada. Acariciei suas costas e sussurrei-lhe que Jo�o sabia o que ia fazer e eu n�o deixaria que ele a machucasse. Jo�o inclinou-se sobre ela, segurou o cacete e encostou a cabe�orra na entrada do cuzinho dela. Ao sentir a press�o, Ana interrompeu os movimentos sobre Dod� e curvou-se um pouco para facilitar a penetra��o. Ainda segurando o mastro com a m�o, Jo�o for�ava a entrada para tentar introduzir pelo menos a chapeleta. Quando conseguiu, Ana saiu fora. Seu medo era grande. Acariciei-a novamente e enfiei minha m�o por baixo dela para tocar seu grelinho. Sabia que a massagem no baladinho era seu ponto fraco. Ana n�o s� relaxou como ficou ainda mais excitada ainda. Lubrifiquei o cuzinho dela com o bronzeador e Jo�o voltou a posi��o novamente para tentar novamente. As preguinhas do cuzinho foram cedendo vagarosamente � medida que o p�nis descomunal avan�ava dentro dela. Eu n�o continha minha excita��o vendo minha loirinha cavalgando um negr�o e tendo outro cacete alojado no Cu. "Est� doendo, mas est� gostoso", "Ai enfia um pouco mais, ai que loucura!" A cada movimento para a frente, a picona entrava mais. Ana sacudia a cabe�a e gritava: "Ai, amor, que loucura esse cacete est� me rasgando toda, mas est� uma del�cia." O marinheiro fazia movimentos ritmados de vaiv�m, tirava a vara todinha para pression�-la de novamente, desaparecendo dentro do cuzinho, a esta altura j� arrombado. J� acostumada com os dois monstros alojados em suas entranhas, Ana pediu para que eu ficasse na sua frente, para que pudesse chupar meu caralho. Ajeitei-me com as pernas abertas sobre o ajudante. Ana praticamente n�o precisou fazer movimentos com a boca. As estocadas de Jo�o por tr�s comandavam o ritmo da trepada. Ana sugava furiosamente minha pica, quando senti a l�ngua de Dod� em meus bagos. Minha esposa passou a gozar seguidamente, em m�ltiplos orgasmos, emitindo fortes gemidos. Dod� afastou minhas n�degas com as m�os e passou a lamber meu Cu. Sua l�ngua quente e �spera excitou-me ainda mais. Ele for�ou a l�ngua dentro do meu rabo e me conduziu a um gozo estremecedor, que foi seguido pelo de outros parceiros. Foi a melhor trepada de nossa vida. Jos� R.. Rio de Janeiro, RJ.