Marido Voyeur Ap�s escolher um local afastado da agita��o escalamos e sentamos sobre umas pedras altas que ficavam no final da praia. Silvia, minha esposa se deitou para aproveitar o �ltimo m�s de sol forte daquele fim de ver�o. Era come�o de mar�o e como sempre j� saibamos que as chuvas n�o tardariam. Eu admirava a sua beleza, pequena e delicada, com gestos suaves passando protetor solar sobre a pele branca e levemente bronzeada. Silvia soltou o soutien, certa de que est�vamos a s�s, olhei ao redor para me certificar tamb�m e fiquei imaginando como seria a minha rea��o se fosse colocado em pr�tica uma de nossas fantasias que era uma transa a 3, as vezes fantasi�vamos com outra mulher e outras com outro homem, confesso que ambas situa��es me excitam. Servi uma cerveja para ela e comentei como seria bom se estiv�ssemos em uma praia deserta, poder�amos tomar banho pelados e sentir a liberdade. Silvia concordou e disse que iria adorar. Embora aparentemente seria imposs�vel encontrar uma praia deserta em S�o Paulo ou pr�ximo, mesmo assim resolvi tentar descobrir umas menos movimentadas. Voltamos para S�o Paulo sem conhecer uma praia deserta, embora pratic�vamos naturismo a s�s em locais semi-afastados eu n�o conhecia nenhuma praia onde poder�amos ficar plenamente a vontade longe de olhares estranhos sem ter que ficar vigiando constantemente. Quando foi quinta-feira a noite liguei e me encontrei com um velho amigo, Paulo para tomar uma cervejinha no final do dia e perguntei como quem n�o quer nada se ele j� tinha ido � alguma praia onde poder�amos praticar nudismo, Paulo tem 28 anos e � solteiro, sua vida resume-se por aventura pura, seria certeza que ele conheceria. Tenho muita amizade com ele mas nos afastamos um pouco depois que casei com Silvia, n�o por briga, desentendimento ou qualquer coisa do g�nero, simplesmente passamos a nos ver menos mas a amizade era grande como sempre. A maioria das praias que ele me falou era longe demais, no m�nimo h� mais de 8 horas de viagem e no carro dele que era uma Land Rover mais ainda. Aproveitando a ocasi�o ele me falou de umas praias em Ilha Bela que s� chegar�amos de 4x4 e que era comum encontrar pessoas a vontade ou mesmo ficarmos a vontade em muitos lugares mais afastados, ainda mais se fossemos fora de feriado, e ainda que se eu estivesse com vontade de conhecer ele poderia me emprestar o carro, uma vez que meu Vectra ficaria atolado no primeiro buraco. Paulo me emprestaria o carro quando eu desejasse exceto no pr�ximo final de semana que ele tinha marcado de ir para Boissucanga com uma namorada. A noite marquei com a Silvia de irmos no outro final de semana mas para minha surpresa Paulo ligou na sexta-feira a noite dizendo que tinha tomado um fora da namorada e que estava s�, e por ser pr�ximo da Ilha Bela se eu quisesse poderia descer, pegar o carro dele e ir visitar as praias desertas. Chegamos na casa na madrugada por volta das 1h00, Paulo nos recebeu com toda dedica��o. Silvia foi tomar um banho enquanto agente conversava, ela voltou vestida com um conjunto que estava costumada dormir em casa composto por um shortinho de um fino algod�o branco extremamente apertado onde era poss�vel ver a racha da sua bocetinha encravado nele e a sombra dos pelinhos da boceta e uma camiseta folgada para dormir e estando sem soutien os bicos dos peitos dela pareciam querer sair para fora, era costume eu ver ela dormir daquele jeito, mas ver desfilando para mim e para o Paulo era estranho e um pouco excitante. Era inevit�vel nossos olhares, embora Paulo fosse de educa��o exemplar era imposs�vel n�o olhar e peguei-o dando uma olhada para bunda dela enquanto Silvia arrumava a cama para deitarmos. O dia amanheceu e Paulo veio me dar algumas instru��es, embora eu j� tivesse dirigido o carro dele agora eu iria fazer trilha e acidentes poderiam acontecer. Implicitamente estava claro que s� iria n�s dois porque o carro dele � uma Defender de cabine simples, fomos tomar caf� quando Paulo foi passar algumas sugest�es para visitarmos e devido aos alertas que seria perigoso, Silvia convidou-o e eu aceitei plenamente de ele ir conosco, Paulo fez algumas negativas e de fato n�o estava muito afim de ir mesmo mas acabou cedendo. Entramos os tr�s na cabine, boa parte do percurso Silvia veio sentada no meu colo exceto o percurso da estrada asfaltada que eu vim no bagageiro coberto da pick-up para evitarmos ser parados pela pol�cia rodovi�ria , levando lanches e cerveja para passar o dia e ap�s muita estrada esburacada chegamos a uma praia totalmente deserta, se algu�m estranho chegasse seria poss�vel ver de longe. Paramos o carro e ficamos admirando a vista privilegiada. Entramos na �gua para se refrescar, Silvia vestia um biqu�ni, n�o era hora de chegar e ir ficando totalmente nus, ali�s eu achava que nem iria rolar devido a presen�a do Paulo, embora Silvia seja extrovertida � muito envergonhada e nunca tinha ficado nua na frente de outros homens exceto eu e provavelmente de outros namorados. Sa�mos da �gua, sentamos na areia e come�amos a tomar umas cervejas, com a impaci�ncia caracter�stica dos homens resolvemos explorar o territ�rio enquanto Silvia decidiu ficar se bronzeando, fomos caminhando at� o final da praia onde havia umas pedras altas e um morro que decidimos escalar, quando chegamos ao topo viramos para dar uma olhada na Silvia, de longe avistamos ela de p� soltando o soutien de costas para n�s dependurando-o na cadeira que estava ao lado, n�o dava para ver praticamente nada pois a dist�ncia era grande, quando ela se sentou na cadeira e virou para n�s, respondeu nosso aceno com os bra�os, sentou-se e pegou uma cerveja tranq�ilamente. Andamos mais um pouco e perdemos ela de vista, deve ter se passado uns 20 minutos quando demos a volta por uma trilha atr�s do morro e chegamos por outro ponto da praia, de longe avistei o carro e as cadeiras armadas com o guarda-sol mas Silvia n�o estava em nenhuma delas, forcei a vista mas tamb�m n�o a vi no mar, comentei com Paulo que tamb�m n�o encontrou e apressamos o passo, quando nos aproximamos percebi que estava completamente nua deitada de bru�os com a cabe�a voltada para o sentido onde t�nhamos partido, somente quando chegamos bem perto ela se deu conta de nossa presen�a. Olhou meio assustada puxando uma toalha para cobrir a bunda, perguntou de onde viemos e continuou deitada, Paulo fez que n�o estava olhando e foi pegar umas cervejas para n�s. Sentamos nas cadeiras, o calor era muito e ap�s uns goles perguntei para Silvia se ela queria entrar na �gua novamente comigo para refrescar. Ela se enrolou parcialmente na toalha ainda deitada e levantou cobrindo os seios com um bra�o, pegou a calcinha e vestiu sem tirar a toalha. Pediu para eu pegar o soutien, perguntei se ela queria tomar banho sem ele, ela olhou a redor, olhou para o Paulo e rindo falou para ele n�o olhar. Fomos caminhando em dire��o do mar, quando estava pr�ximo soltou a toalha e retirei meu cal��o, entramos e Paulo ficou olhando na cadeira. Ficamos nadando um tempo, perguntei se ela estava a vontade, ela disse que era uma quest�o de costume mas estava adorando o clima, um pouco envergonhada mas estava legal. Olhamos para o Paulo que acenou com o bra�o, Silvia acenou para ele vir tamb�m, ele levantou a latinha de cerveja como sinal de negativa, acenei convidando tamb�m, ele se levantou e veio. Entrou de sunga. A �gua estava na altura dos seios dela, ora a mar� encobria ora deixava a mostra com os bicos estupidamente arrepiados, dava vontade de chupar ali mesmo. Uma hora Silvia pediu para eu levantar ela para mergulhar, abaixei para ela sentar nos meus ombros e pular, dando as m�os de apoio para o Paulo quando ela se ergueu para saltar foi uma prova que a inibi��o tinha ido embora porque antes ela se abaixava junto com a mar� para tampar os seios, ele olhava e desviava o olhar olhando para ela e sucessivamente para mim num compasso de riso todo desencontrado, t�pico de um nervosismo. Logo ela pediu para pular de novo porque estava vindo umas ondas mais altas, estando entre n�s dois e como as ondas estavam mais agitadas ficou dif�cil de subir em mim, Paulo � mais baixo que eu e ela sugeriu que fiz�ssemos uma escadinha com as m�os, t�o logo ela subiu embora todos n�s r�amos agora eu ria com nervosismo de ver ela com as tetas na altura de nossas caras. Sem pensar vendo aquilo meu pau come�ou a endurecer. Ela num impulso pulou rapidamente caindo de costas, aparei-a e segurei por tr�s quando saiu da onda, quando abracei ela notou que minha rola estava dura, virou-se olhando maliciosamente para mim, passou a m�o sobre meu pau e segurou uns segundos disfar�adamente, n�o comentou nada, s� falou que queria pular de novo. Fizemos varias vezes a cadeirinha, Paulo veio para mais pr�ximo e ela nos abra�ou pela cintura ficando entre n�s, ela se soltou de mim e pediu para eu coloca-la sobre dele, primeiro abra�ou-o pelas costas envolvendo-o pela barriga, deve ter descido com a m�o boba para sentir se o pau dele estava duro tamb�m porque quando o abra�ou estava mais para a cintura do que propriamente a barriga, depois ela montou como cavalinho nas costas abra�ando-o com as pernas e segurando pelo pesco�o mantendo as tetas bem pressionadas contra as costas dele, escalou, subiu nos ombros e sentou. Demorou para achar a onda perfeita e cavalgava fazendo-se de ansiosa reclamando que n�o vinha nenhuma onda boa para ela pular, e assim fez mais umas duas vezes, toda vez que pulava vinha e pegava no meu pau para ver se estava duro, e cada vez mais eu ficava excitado. Percebi que a inibi��o dela j� tinha ido toda embora e o que mais queria era sexo, s� n�o sabia como fazer. O clima era de brincadeira descontra�da mas um cheiro de sexo rodava no ar. Quem sentiu-se um pouco perdido e constrangido foi o Paulo, meio sem jeito embora gostando da brincadeira, talvez por respeito falou que iria sair e que estava com fome, resolvemos todos sair juntos. Nadei um pouco para esfriar o animo mas acabei saindo com o pau a meio mastro. Paramos na areia, vesti meu cal��o e Silvia vestiu a toalha como saia novamente. Sentamos nas cadeiras, Silvia com os seios totalmente a mostra e desinibida, j� n�o fazia nada para esconde-los, depois estendeu a toalha na areia e deitou-se revezando o bronzeamento ora de costas ora de barriga para cima. N�o ag�entei e falei se ela estivesse a fim poderia tirar tudo que se algu�m estranho aparecesse agente avisava. Ela mandou agente ficar de olho e retirou a calcinha mostrando todo seu corpo para n�s admiradores estando coberta apenas pelo �culos de sol. Sua bocetinha estava bem aparada fazendo o desenho de um ret�ngulo pequeno. Paulo n�o olhava diretamente mas eu tinha certeza de que embora a sua cabe�a estivesse apontando para o mar os olhos dele estavam focados no corpo dela. Ela s� veio a vestir uma camiseta e a calcinha na hora de comer um lanche, o Sol estava forte. Depois do lanche descansamos e caminhamos pela extens�o da praia. Conversamos e fal�vamos com muita intimidade, brincamos e rimos muito. A tarde estava acabando, resolvemos tomar mais um banho e voltar para casa porque seria ruim pegar a trilha no escuro. Caminhamos das cadeiras at� a beira da �gua vestidos, Silvia tirou a camisa antes de entrar deixando os seios nus, acompanhando fomos um a um tirando tudo e entramos com Silvia no meio segurando nossas m�os, quando atingimos uma certa profundidade soltamo-nos e mergulhamos, ficamos com a �gua na altura da barriga dela, nad�vamos e brinc�vamos como crian�as jogando �gua uns nos outros, empurrando e se esbarrando, os seios dela totalmente para fora mas a boceta ficava coberta pela mar� at� que ela come�ou a boiar, peguei-a pelas m�os e comecei a puxar at� que numa onda ela voltou a ficar de p� ent�o abracei-a por tr�s para segurar, instintivamente levei a m�o at� boceta dela e enfiei um pouco o dedo m�dio nela fazendo um carinho, ela empinou a bunda e rebolou esfregando sobre meu pau que endureceu na hora, Paulo olhava para n�s mas n�o podia ver o que estava acontecendo por que est�vamos em baixo d'�gua at� que a mar� desceu num repuxo repentino e ele pode ver claramente o que acontecia, Silvia quase que num reflexo de prote��o instintivo mergulhou seguindo o fluxo da �gua e voltou a boiar, deixou-se levar por umas ondas at� que voltou com a onda foi direto na dire��o do Paulo que segurou sustentando-a apoiando as costas dela por baixo da �gua, Paulo come�ou a pux�-la como eu estava fazendo, s� que agora indo mais para o fundo e previsivelmente aconteceria a mesma coisa na pr�xima onda, n�o tardou muito e Paulo tamb�m abra�ava-a por tr�s, estavam mais no fundo, nadei para chegar pr�ximo, quando fiquei de p� ao lado deles a �gua estava na altura do meu peito, ficamos lado a lado olhando a imensid�o e flutuando com o balan�ar das ondas, Silvia se virou de frente para o Paulo e segurou o pesco�o dele boiando e batendo os p�s para se manter nessa posi��o at� que parou e por ser mais baixa que n�s dois que temos aproximadamente 1,80 deveria estar tamb�m com as pernas abra�ando ele como sempre fazia comigo quando est�vamos no fundo, s� que com uma diferen�a, estavam ambos nus. Silvia olhava para mim com um sorriso totalmente safado, como quem sabe muito bem o que est� fazendo, o tempo parecia que n�o passava, virou uma eternidade em sil�ncio at� que Paulo virou-a para mim fazendo men��o de eu pega-la mas ela continuou abra�ada a ele e falou que n�o queria ir embora, que estava uma del�cia perguntando se n�o concord�vamos, acariciei sua cabe�a e beije-a com um beijo daqueles s� d�vamos quando est�vamos transando, forte e apaixonado mas cheio de f�ria e tes�o, assim que terminamos ela olhando nos meus olhos disse: - Gostoso!!!, com um olhar sexy e em seguida beijou o pesco�o do Paulo carinhosamente e disse para ele de modo que pude escutar tamb�m que ele tamb�m era gostoso. Meu cora��o bateu forte misturando ci�mes e tes�o, Paulo virou-se olhando nos olhos dela e os dois deram um pequeno beijo na boca praticamente s� estalando os l�bios, ela repousou a cabe�a no ombro dele e ficou olhando para mim com um sorriso no rosto. Decidimos voltar, tomamos um banho de �gua mineral para tirar o sal do corpo, arrumamos as coisas, e Paulo jogou a chave do carro para mim e entrou do lado do passageiro. Silvia sentou-se ao lado dele vestindo um shortinho de pano e o soutien do biqu�ni, t�o logo come�amos a subir a trilha, como o carro jogava e Silvia acabava atrapalhando a troca das marchas ela acabou sentando como veio, s� que agora no colo do Paulo. At� terminar de subir uma parte acidentada realmente era necess�rio mas depois a estrada, embora de terra, n�o havia necessidade mas tornou-se puro prazer. Ao som da m�sica que tocava ela dan�ava rebolando sobre o pau dele fazendo movimentos de vai e vem, inicialmente Paulo apoiava as m�os nas suas pr�prias coxas, a coisa foi esquentando que em dado momento ele j� estava com as duas m�os acariciando as pernas dela e de relance eu via que as m�os dele subiam por entre as pernas dela at� encostar na boceta, eu n�o olhava diretamente mas Silvia passou a abrir mais as pernas para que as m�os dele chegassem at� a virilha. Ele come�ou a acariciar ela por inteiro, passando as m�os at� pelos peitos dela que at� fez saltar uma das tetas para fora, demos conta a hora que chegamos perto do asfalto onde seria necess�rio que um de n�s fosse para parte de tr�s da pick-up, parei o carro para perguntar mas acabamos indo do mesmo jeito at� a balsa. Quando paramos o carro, Silvia desceu comigo mas Paulo ficou no carro, tirou a camiseta que vestia e colocou sobre o colo com pretexto de calor, mas na verdade era para tampar a ere��o que estava por debaixo da sunga. Voltamos at� a casa comigo no bagageiro, n�o dava para escutar o que falavam mas pelo pouco que eu via n�o rolou nada no caminho. Eu pensava mil coisas mas j� sabia que seria corneado aquela noite, ela iria foder com n�s dois ou s� com ele, n�o conseguia imaginar o que iria acontecer, queria parar de pensar mas era imposs�vel, a �nica coisa que era certeza era que eu sabia o que ia acontecer e que eu queria tamb�m, s� desejava que fosse natural. Chegamos e fomos tomar banho eu e Silvia, quando entramos no box falei que ela estava ficando muito assanhada, ela me beijou e come�ou a me punhetear e disse baixinho no meu ouvido que hoje era o dia dela mas que n�o ia acontecer nada sem meu consentimento, trepamos mas n�o falei nada, gozei como louco dentro dela empurrando-a contra a parede com for�a, era mais uma daquelas transas animalescas que s� faz�amos quando est�vamos com muito tes�o. Ap�s o banho descansamos, resolvemos ir jantar alguma coisa e sa�mos novamente, j� era noite. Fomos para um barzinho, comemos umas por��es e bebemos muitas cervejas, na mesa Silvia tratava carinhosamente n�s dois, quem n�o nos conhecesse e ningu�m ali nos conhecia ficaria em d�vida ao afirmar quem era o namorado ou marido dela, as tr�s cadeiras estavam lado a lado, ela enquanto se repousava encostando em mim ao mesmo tempo acariciava com as m�os ou os p�s o corpo do Paulo que retribu�a sem exageros mas com intimidade. Pagamos a conta e fomos dar umas voltas pela praia, andamos os tr�s abra�ados at� que sentamos na areia, estava escuro, Silvia sentada entre n�s recebia carinhos por afagos m�tuos de n�s dois, ficamos um bom tempo assim at� que levantei e caminhei at� a beira da �gua para fazer um xixi, quando voltei os dois estavam se beijando, pude ver no escuro os vultos e conforme ia me aproximando foi ficando mais claro e quando cheguei bem perto j� preparando para sentar os dois pararam, antes que me sentasse eles levantaram e sugeriram irmos embora, fomos at� o carro Paulo que jogou a chave para mim, entramos sentados lado a lado, comecei a dirigir com todos em sil�ncio mas no meio do caminho os dois continuaram a se beijar e se acariciar ignorando minha presen�a totalmente. Entramos na casa e Paulo segurando-a pelas m�os puxou-a para o quarto e encostou a porta, fiquei meio perdido e parecia uma barata tonta sem saber o que fazer, fui at� a cozinha peguei uma cerveja e fui para o quarto tamb�m, a luz da sala iluminou o quarto e Silvia estava na cama deitada por baixo com ele por cima se beijando alucinadamente mas ainda vestidos, as car�cias eram totais, uma das m�os dele estava por dentro da blusa dela e a outra na cabe�a dela acariciando fortemente os cabelos, Silvia abra�ava-o com uma das pernas fazendo com que ele pressionasse mais o corpo contra ela, ela tirou a camisa completamente e ele come�ou a chupar os peitos dela e a passar a m�o na boceta dela que parecia desmaiada de tanto tes�o, Paulo puxou o short que ela vestia arrancando calcinha e tudo, se despiu tamb�m, eu n�o sabia que ia para cama tamb�m ou se s� olhava estando de p� a uns dois passos da cama, Silvia abriu bem as pernas e Paulo come�ou a com�-la, ela gemia alto a cada estocada dele. tirei meu pau para fora e comecei a bater uma punheta, Silvia me viu e fez sinal para me aproximar, eu de p� ao lado da cama e ela deitada sem fodida por ele come�ou a chupar me pau, Paulo ignorava completamente minha presen�a, fomos mudando de posi��o at� ela ficar de quatro chupando meu pau e ele comendo ela por tr�s at� que ele gozou e relaxou, eu ela come�amos a nos beijar com ela me punheteando, passei a m�o pela boceta dela e estava atolada de porra dele, nessa hora eu j� n�o tinha mais escr�pulos, massageava a boceta dela espalhando mais a porra dele e enfiando o dedo naquela boceta quente, dilacerada, �mida e melecada de porra. Gozei tamb�m s� que na boca dela, ela chupou e engoliu at� a �ltima gota. Deitamo-nos na cama e descansamos. Tomamos banho, conversamos depois mas n�o comentamos nada como se absolutamente nada tivesse acontecido, quando fomos dormir transamos novamente agora revezando entre eu e Paulo que parecia insaci�vel pois ainda fez ela chupar o pau dele mais uma vez depois e comeu ela sozinho. Depois dormimos. Agora ela tem dois homens, eu e ele que passou a vim em casa com maior freq��ncia.