Grupo de Estudos Sexuais Eu cursava a faculdade de Comunica��o e fazia parte de um grupo de cinco alunos que se reunia para elaborar os trabalhos. �ramos eu, M�rio, Sandro, Aldo e T�nia. Os tr�s rapazes eram saud�veis, atl�ticos, bonitos e cobi�ados na faculdade. A T�nia, ao contr�rio de mim, era a mais recatada e n�o tinha as mesmas id�ias e o humor dos demais. As vezes, parece uma velha, toda conservadora, bastante t�mida. Sou completamente diferente. Tenho seios m�dios e firmes, quadris largos, enfim, sou uma loura�a. Sempre gostei de usar roupas justas e ousadas, o que permitia deixar minhas formas � mostra. Adoro provocar, ouri�ar os rapazes que me olham gulosamente. As cantadas s�o inevit�veis, mas s� gosto de homens bonitos, criativos e bons amantes. N�s convers�vamos mais do que estud�vamos e nos entend�amos bem. Os rapazes quase sempre direcionavam o assunto para sexo e T�nia sempre desconversava, dando mostras de reprova��o e resolvia se afastar. J� eu percebia o efeito que causava nos rapazes e, ent�o, demonstrava ser bem moderna e liberal, falando naturalmente sobre tudo e dando inclusive detalhes picantes. Quase sempre eu podia notar a excita��o sob as cal�as deles, quando nos desped�amos com beijinhos. Isso me arrepiava tamb�m e ficava imaginando os coment�rios que eles deviam fazer entre si a meu respeito. Imaginava-os at� se masturbando pensando em mim. As vezes, eu mesma me masturbava imaginando situa��es er�ticas, cada hora com um deles. Meus amigos sempre tinham receio de ultrapassar os limites e nunca me passavam uma cantada ou alguma outra insinua��o. Talvez por causa do clima de colegas de classe que havia entre n�s. Num desses nossos papos, percebi que eles insistiam em falar de m�nage. T�nia, naturalmente, j� tinha ido embora. Eles queriam saber a minha opini�o. Mantendo a imagem de liberal, disse acreditar no amor total, sem reservas e limites, sempre se importando com o prazer, o gozo. Pude perceber a satisfa��o nos olhos deles. Ficaram at� meio tontos, sem jeito. Despedi-me com beijos mais demorados e carinhosos do que de costume, imaginando com certeza que, mais tarde, cada um deles tocaria uma punheta pensando em tudo que t�nhamos conversado. N�o resisti e, em casa, me masturbei deliciosamente no banheiro, com o anat�mico cabo da escova de cabelos. Naquele per�odo, est�vamos preparando um ensaio jornal�stico para uma das disciplinas e apresentar�amos em semin�rio da faculdade. Naquela semana, M�rio me telefonou dizendo que o grupo ia se reunir a noite no apartamento de Aldo. Nos mostraria um material em v�deo e aproveitar�amos para comemorar o fato dele finalmente ter conseguido comprar todos os m�veis. � claro que fui. Caprichei no visual e vesti uma saia bem curta e justa por cima de uma min�scula tanguinha branca. Coloquei uma blusa leve, quase transparente, para facilitar a vis�o de meus seios sem suti�. Passei um perfume gostoso. Cheguei por volta das oito da noite e notei que chamei a aten��o logo de cara. Perguntei pela T�nia e o Sandro me disse que n�o tinha conseguido avis�-la. Dei de ombros. Sentei-me no sof� em frente aos rapazes, de prop�sito. Assim, eles tinham uma vista privilegiada do meu visual. I Aldo colocou a fita de v�deo e come�amos a assistir. Apesar de o assunto ser interessante, percebia a todo momento os olhares desviados em dire��o �s minhas pernas e seios quase � mostra. Isso me excitava, mas fingia n�o perceber, continuava aparentando interesse pelo document�rio. Terminado tudo, Aldo trouxe petiscos, um balde com gelo e uma garrafa de u�sque importado. Entre um olhar e outro, �amos ficando mais relaxados por causa das doses da bebida. Como se podia esperar, o tema da conversa agora era sexo. Troc�vamos id�ias, relembr�vamos conversas anteriores e arrisc�vamos palpites sobre a sexualidade de alguns professores, rindo bastante. Eu aproveitava e, a cada seq��ncia de risos, expunha um pouco mais meus seios, inclinando-me � frente. Abria as pernas num movimento aparentemente normal, deixando minha tanguinha � mostra. Foi quando Aldo levantou-se num salto e disse que tinha algo interessante a nos mostrar, mas pediu que n�o me ofendesse. Mesmo sem saber do que se tratava, afirmei que nada poderia me ofender: 'N�o tenho essas frescuras.' E, aquela altura, embalada pelo �lcool, provavelmente era verdade. Ele ent�o colocou outra fita no v�deo. Era um filme pornogr�fico e come�ava com a cena de uma bonita loura com um corpo bem sexy e um moreno atl�tico e bem dotado. Ela sugava com maestria aquela tora que mal cabia na boca, passeando com a l�ngua pela glande, descia at� o saco e mamava as bolas do homem. Em seguida, o carinha chupava a boceta, passando a l�ngua no clit�ris e descia at� enfi�-la no cuzinho rosado. Depois, ele penetrou-a gostosamente, segurando as pernas acima dos ombros. Percebi que os rapazes dividiam a aten��o entre mim e o filme. Al�m de meu corpo, eles queriam observar minha rea��o. Eu tentava demonstrar naturalidade, como se estivesse vendo novela, mas estava excitad�ssima. Observava as molduras rijas sob as cal�as de todos tr�s e isso me deixava ainda mais descontrolada. Facilitava ao m�ximo a vis�o de minha tanguinha �mida, fazendo subir de prop�sito um pouco a minissaia. Sentia um calor imenso, sobretudo entre as pernas. Na tela, o rapaz dava outro banho de l�ngua na f�mea. Em seguida', ele a colocou de quatro e enfiou o pau molhado vagarosamente no cuzinho da mo�a, que soltava gemidos de prazer. Ap�s v�rias estocadas, ele gozou na boca e ela lambeu tudo satisfeita. J� estava achando que ia ter um 'treco! Na cena seguinte, n�o contive um sonoro suspiro. Uma garota linda, de belo rosto e corpo perfeito, come�a a chupar outro rapaz. Em seguida, v�o entrando em cena mais dois rapazes. Ela vai revezando entre um e outro, mas sem descuidar de nenhum. Nosso jogo silencioso tornava-se mais explicito e declarado. Procurei deixar transparecer os bicos dur�ssimos dos meus seios e abri bem as pernas, deixando completamente � vista minha tanga, que j� estava ensopada. De repente, percebi Aldo bem na minha frente, ofegando e olhando para mim. Fiquei tamb�m im�vel por alguns segundos. Ele colocou a m�o em meus cabelos e delicadamente encostou minha cabe�a naquele tesouro. Perdi a raz�o e comecei a sugar e a lamber por cima da roupa. Ele abriu a cal�a e lambi a enorme cabe�a j� levemente molhada, colocando-a inteira na boca, me sentindo em outra dimens�o. M�rio e Sandro imitaram o amigo e mal acreditei na vis�o maravilhosa que se apresentava: tr�s cacetes avantajados e dur�ssimos para mim. M�rio esfregou a pica em meu rosto, pedindo carinho que n�o neguei, procurando dar tratamento imparcial para ambos, chupando um e outro, tentando por os dois na boca ao mesmo tempo, mas n�o conseguia. Sandro me acariciava com as m�os e l�ngua, meus ouvidos, pesco�o e seios com comprovada pr�tica. Desceu lentamente por minha barriga, escorregou nas minhas coxas. J� estava com a saia totalmente levantada e minha boceta, de t�o molhada, fez escorrer o liquido pelas pernas e pelo rego de minha bunda; Era um tes�o que jamais havia sentido ou sequer imaginado poss�vel. Sandro demonstrava conhecer bem os caminhos e alojava a boca em minha tanguinha encharcada, enfiando com afinco a l�ngua em minha gruta alagada. Fui �s nuvens e gozei desgovernadamente na boca de Sandro, sugando com for�a os membros de Aldo e M�rio. Enquanto Aldo o substituiu na deliciosa tarefa entre minhas pernas, Sandro levantou-se, me beijou com a boca molhada de meu mel e me ofereceu a enorme pica para engolir. Perdi a no��o de tempo e meus gemidos pareciam urros. Eles me, viraram, despiram e carregaram para o sof� maior. Pude ver a mo�a do v�deo sendo agora fodida na boceta e no cu e chupando o terceiro cacete. Desejei ardentemente viver aquela situa��o. Estava alucinada Foi gratificante quando Sandro me penetrou lentamente, deslizando e abrindo minhas pernas at� entrar tudo. J� tinha perdido a conta de quantos orgasmos tinha tido. Ele me abra�ou e me puxou para bem junto, deixando dessa forma minha bunda bem arreganhada. Percebia a inten��o e me sentia dominada e feliz. M�rio, de joelhos no sof� ao nosso lado, encostou a rola em minha boca e n�o hesitei em engolir tudo, saboreando-a. Pude ver Aldo passando a l�ngua em meu cuzinho, tentando penetr�-lo e n�o h� como descrever o que senti. Meu buraquinho relaxava cada vez mais. Percebi que ele passava algum tipo de �leo, enfiando devagar um dedo e depois dois, lubrificando meu anus carinhosamente. Senti um forte desejo de ser penetrada ali inteiramente. Foi M�rio quem me desmamou e foi para tr�s, numa troca combinada com Aldo, que enfiou o mastro em minha boca. M�rio esfregou o pinto na entrada proibida algumas vezes, enquanto eu ajudava, arreganhando mais ainda a bunda com as m�os, implorando para ser arrombada. Como eu queria aquilo! Ele enfiou com cuidado e foi entrando com facilidade no orif�cio relaxado e lubrificado, mesmo assim parecia que eu estava recebendo um poste. Sentia-me totalmente dominada. A id�ia e sensa��o de estar sendo comida no cu e na boceta ao mesmo tempo � inigual�vel. Podia sentir os pintos pr�ximos um do outro, separados somente pelas minhas paredes internas. Tinha espasmos de gozo desenfreados. Eles resolveram se revezar para aproveitar das mesmas delicias. Permaneci na mesma posi��o enquanto M�rio me penetrava a vagina. Aldo colocava em meu deflorado cuzinho e Sandro dava-me na boca o verme1ho e molhado caralho. Como era gostoso! Eu era toda deles. Inteira para eles. A TV estava chiando. O filme j� tinha acabado e, apesar de n�o ter visto todo, imaginava que havia muitas semelhan�as entre as cenas da tela e as que tinha acabado de experimentar. Era a vida imitando a arte. Os rapazes planejaram tudo muito bem, seguiram o roteiro e felizmente fiz parte do elenco. Adormecemos os quatro na sala. Lembro-me de que no meio da noite um deles ainda me fodeu, gozando em minha boceta molhada e escorregadia, mas n�o sei quem foi, nem achei importante saber. Acordei cedo, antes deles. Dei um leve beijo em cada um para n�o despert�-los e fui embora deixando um bilhetinho na mesa: 'Foi �timo. Adoro voc�s tr�s.' Depois daquilo, ficamos bem �ntimos e n�o havia intrigas entre n�s.Era demais! Numa das vezes, os tr�s resolveram gozar ao mesmo tempo em minha boca. Nunca vi tanta porra junta, quase me afoguei. Tempos depois mudei de cidade e me formei em outra faculdade, e nunca mais tivemos contato. Soube, ap�s alguns anos, que Aldo havia se tornado produtor de cinema. De que g�nero ser� que s�o seus filmes?