Eu, Meu Marido e Um Amigo II Quando chegamos no apartamento de Carlos, ele saiu do carro e pegou sua bicicleta que estava atr�s na camionete. Ficamos conversando um pouco e ele resolveu nos convidar para subir. Mauro topou na hora, mas eu fiquei com medo do que podia acontecer. Mas o tes�o era muito grande e a sensa��o de estar sem nada por baixo do vestido estava me matando. No elevador o Mauro ficou brincando comigo, falando baixinho no meu ouvido - "Conta pr� ele o que voc� est� usando por baixo desse vestido!" E ficava passando a m�o devagarinho na minha bunda. O Carlos s� observando e rindo. Entramos no apartamento e pedi para usar o chuveiro. O Carlos me deu uma toalha e disse que iria preparar um vinho enquanto isso. Ouvi os dois conversando e rindo na sala e entrei no banheiro. Tirei o vestido e fiquei olhando no espelho a marquinha do biquini - estava bem definida, daquele jeito que todo mundo adora. Foi a� que vi o conjunto de barbear do Carlos na pia e uma id�ia louca me veio � cabe�a - resolvi me depilar por completo. Eles iam levar um susto. Peguei o barbeador e liguei o chuveiro. Passei creme de barbear ( aquele geladinho me deu um arrepio ) desde o cuzinho, e alguns minutos depois estava lisinha. Que coisa mais gostosa. O Mauro vivia me pedindo para fazer isso mas me faltava coragem - ele ia adorar. Tomei um banho delicioso alisando o grelinho bem devagar, quase explodindo em alguns momentos. Quando sa� do banho eles estavam sentados no sof�, s� de cal��o de banho, tomando vinho branco e rindo de alguma bobagem. Quando entrei na sala o Carlos assoviou de admira��o e veio me trazer um copo de vinho. Dava pr� sentir o clima de excita��o no ar. A� o Mauro prop�s um joguinho de baralho - quem perdesse pagaria um castigo. Legal, falou o Carlos e saiu da sala para buscar o baralho. O Mauro chegou perto do meu ouvido e falou:- "T� preparada pr� dois ao mesmo tempo?". Eu fiquei de p� e levantei o vestido para que ele pudesse ver minha bucetinha depilada. Ele quase perdeu a fala e quis me agarrar, mas o Carlos chegou com o baralho e ele teve que sossegar. Seu rosto ficou vermelho de tes�o e surgiu um sorriso sacana no canto da boca. Come�amos a jogar e o Mauro perdeu a primeira m�o. O Carlos escolheu o castigo - tirar a �nica pe�a de roupa que ele estava usando e desfilar pela sala. Ele nem se incomodou e quando baixou o cal��o aquela coisa dura pulou para fora e n�s batemos palmas. Na segunda m�o eu perdi e o Mauro mandou que eu mostrasse, usando a garrafa de vinho, como fazia para chupar um pau. Peguei uma garrafa com um pouco de vinho e depois de lamber o gargalo enfiei at� na garganta e deixei escorrer. Foi demais e meu marido n�o parava de alisar o cacete. Perdi novamente a terceira m�o e o Carlos falou que meu castigo seria mostrar a marquinha do fio dental no bumbum, mas s� pr� ele, sem o Mauro assistindo. Fazer o que?, fomos para a cozinha e depois de virar de costas levantei o vestido. Ele ficou doido e me agarrou ro�ando o cacete na minha bunda - parecia pedra de t�o duro. Colou a boca no meu ouvido e falou :- quer sentir isso tudo dentro do cuzinho? Eu s� consegui dizer que achava que n�o caberia. A� o Mauro chamou e voltamos para a sala. Na quarta rodada finalmente o Mauro perdeu e eu era a respos�vel pelo castigo. Falei que queria assistir ele se masturbando, nu na minha frente. Ele n�o vacilou. Baixou o cal��o de banho e come�ou a alisar aquele pinto enorme bem pertinho de mim. Dava pr� sentir o cheiro e fiquei molhada de tes�o. Agora com os dois sem roupa jogamos a quinta m�o e eu perdi. O Mauro mandou que eu ficasse nua e dan�asse no meio dos dois. O Carlos colocou uma m�sica bem dan�ante e eu j� meio b�bada comecei a dan�ar. Quando comecei a subir o vestido e minha bucetinha raspada apareceu os dois come�aram a aplaudir e vieram dan�ar junto - um colado na minha bunda e outro pela frente - os dois com os cacetes dur�ssimos. S� tive for�as para falar:- quero ser chupada, preciso sentir uma l�ngua em cada buraquinho. Os dois foram baixando, como se tivessem combinado, e meu marido enfiou a l�ngua na minha bucetinha enquanto o Carlos come�ava a lamber meu cuzinho. Nunca senti nada assim na vida - parecia que duas cobras estavam me invadindo. N�o resisti e j� ia gozar quando eles interromperam e mandaram que eu ficasse de joelhos e chupasse os dois ao mesmo tempo. O Mauro falava que eu ia realizar o meu desejo de tomar um banho de porra de dois machos ao mesmo tempo. Engoli aqueles paus at� a garganta e depois fui lambendo cada pedacinho at� chegar no cu. A� eu dei uma enfiada de l�ngua no Carlos e ele gemeu quase gozando. Meu marido tamb�m queria e n�o deixei por menos - enfiei o dedo indicador nele e continuei saboreando o cuzinho do Carlos. Eles n�o aguentavam mais e resolveram fazer um sandu�che comigo. Fiquei com medo porque o Carlos, que parecia um jumento, queria minha bunda e meu marido parecia que ia deixar. Sentei com a bucetinha no pau do Mauro enquanto o Carlos buscava um creme para me lambusar. Empinei o mais que pude a bundinha e senti aquela coisa me queimando, enquanto entrava fundo e me deixava completamente sem for�as. Os dois acabaram comigo e gozei como nunca, chegando quase a desmaiar. Quando sa�ram de mim, sem gozar, enfiaram na minha boca e, quase sem poder respirar, chupei at� que a porra come�asse a esguichar e me lambuzasse o rosto. Os dois mandaram que eu engolisse tudo que ca�a na boca, e, apesar de ser muita, deixei descer pela garganta. Essa foi uma tarde maravilhosa, mas foi apenas a primeira que passamos juntos. Ainda vou contar mais em outra ocasi�o.