Eu minha nulher e um Amigo Tenho uma esposa muito gostosa. 1.69m, cabelos escuros e longos, cinturinha fina e coxas bem grossas e duras. Na praia, todos ficam enlouquecidos ao ver aquela bunda gostosa com um biqu�ni bem enfiado. Al�m disso, ela tem 30 anos e � linda de rosto. Sempre que trans�vamos, n�s dois demonstr�vamos muita vontade de ter novas experi�ncias sexuais e fic�vamos imaginando ou uma mulher ou outro homem na cama. Certa vez, convidamos o Henrique, um antigo amigo nosso dos tempos de faculdade, para jantar l� em casa. Ele estava saindo de um relacionamento, tinha brigado com a namorada. A Andr�ia fez uma bela janta, na qual conversamos amenidades e tomamos duas garrafas de vinho branco, bem gelado. Notei que enquanto jant�vamos, o Henrique e minha esposa trocavam alguns olhares r�pidos, e tamb�m sentia uma movimenta��o embaixo da mesa, pois eles estavam encostando as pernas. Depois fiquei sabendo que minha esposa tirou o sapato e passou boa parte do tempo acariciando com os p�s as pernas de meu amigo. Ap�s o jantar, convidamos o Henrique para sentar no sof� e ouvir m�sicas. O clima entre n�s tr�s era uma mistura de medo, tes�o e muito desejo. Quando est�vamos sentados, � meia luz na sala, tirei a Andr�ia para dan�ar. Ficamos dan�ando alguns minutos na frente do Henrique, que observava excitado nossos beijos e arretos de p�. Enquanto eu beijava ela, passava a m�o na sua gostosa bunda. Em seguida, criei coragem e chamei o Henrique para dan�ar com a Andr�ia. Entreguei a m�o dela a ele, e em seguida dan�aram juntinhos. N�o demorou muito e estavam esfregando um o corpo no outro e a Andr�ia deu-lhe um beijo de l�ngua que durou uns cinco minutos. Eles se lambuzaram um com a saliva do outro. Eu que estava sentado no sof�, fiquei super excitado em ver minha esposinha come�ando a realizar seu mais profundo desejo, sua tara de alguns anos. Mas ainda faltava muita coisa. Enquanto se beijavam muito gostoso, levantei e fui at� os dois. Levei uma das m�os nas costas do Henrique e a outra na da Andr�ia, e uni ainda mais os dois, apertando-os um contra o outro. Em seguida disse ao Henrique: - vamos te tratar super bem. Queremos dar e receber prazer... Ent�o ele disse: - Jorge, fa�am o que bem entenderem comigo... A dica estava dada e a primeira coisa que fiz foi me abaixar na frente do Henrique chamando minha esposa. De relance passei a m�o entre as pernas da Andr�ia e pude sentir que estava umedecida como nunca antes. Sua cal�a preta colada no corpo estava estava manchada na xoxotinha, de leve. Ent�o pedi a ela que se ajoelhasse na frente do Henrique. Em seguida, eu mesmo abri a cal�a dele e tirei sem pudor aquele pau grosso e duro pra fora, baixando suas cal�as at� o joelho. Olhei para a Andr�ia e ela sabia o que fazer. Mamou naquele cacete como uma cadela no cio. Batia punheta, chupava, lambia, engolia tudo. Era lindo de ver. Fez isso durante uns 15 minutos nquanto eu s� assistia e me masturbava. De repente a Andr�ia levantou, deu um beijo em mim e no Henrique e nos puxou para a cama, dizendo: - Jorge, quero ser comida pelo Henrique e gozar como nunca... fa�a como a gente faz em nossas fantasias... eu t� cheia de tes�o... Senti que era o momento de fazer minha esposa feliz. Fomos pra cama. Ela ficou de quatro com aquela bunda branquinha pra cima. Na mesma hora pedi ao Henrique que se aproximasse. Ele estava com aquele pau duro e grosso bem ereto. A cabe�a bem grossa e vermelha prenunciava o que iria acontecer. Em seguida, abri a xoxotinha da Andr�ia - que estava encharcada de tanto tes�o - e segurei com os dedos bem aberta para que o Henrique pudesse entrar. Quando ele colocou seu pau dentro da minha esposa, ela enlouqueceu e come�ou a gritar. Gemia, urrava alto e dizia: - Me fode gostos�o. Me fode como nunca eu fui fodida. Mete esse cacete tesudo dentro de mim. Aproveita que muitos querem me comer al�m do Jorge e eu t� dando pra ti. Fode, fode... aaahhhhhh!!! O tes�o da Andr�ia n�o tinha fim e o meu tamb�m n�o. Ent�o fui para a frente dela e enfiei meu pau duro na boquinha dela enquanto meu amigo metia na xoxota por tr�s, de quatro. A loucura era tanta que n�o aguentei e gozei na boca da minha esposa, caindo estasiado ao lado da cama. Minha esposa j� havia gozado duas vezes no cacete do Henrique e a excita��o n�o passava. Ele era muito bom de cama e n�o gozava pois queria levar ela � loucura. Depois ele foi por baixo e ela cavalgou bastante naquela tora enorme de meu amigo. Eu enlouquecia de ver ela sendo comida por outro. Era um tes�o. A Andr�ia continuava gritando: - Aaaahhhhh..... Aaaaahhhhh... Que pau gostoso! Me come, tesudo. Me come como eu nunca fui comida. Atola esse caralho grosso em mim. Era t�o bom ouvir aquilo, que eu ao lado me masturbei e gozei de novo. De repente, foi aquela explos�o de prazer. A Andr�ia gozou a terceira vez em cima do Henrique que tamb�m n�o se segurou e jorrou seu leite dentro dela. Na hora do gozo, a Andr�ia come�ou a chorar e dizer: - Aaiii... aaiiii... que del�cia!!! Que tes�o!! Aaiii meu amor, nunca tinha sentido tanto prazer.... Naquela noite o Henrique dormiu conosco. Minha esposa se agarrou nele e dormimos os tr�s felizes. Ainda transamos mais algumas vezes durante aquele m�s, at� que o Henrique foi transferido para o nordeste. Del� pra c� nunca mais falamos com ele, mas a Andr�ia continua tarada e deliciosa e ainda fazemos nossas fantasias.