Confiss�o T�nhamos acabado de voltar de nossa lua-de-mel, nosso apartamento ainda n�o estava pronto e como eu n�o queria ficar na casa de nenhum parente, nos hospedamos em um Flat. Na �poca eu estava com 20 aninhos, tinha clareado meu cabelo, portanto estava uma deliciosa loirinha de 1, 67m, 50kg, seios pequenos, bumbum grande e arrebitadinho com uma linda marquinha de biqu�ni, pois t�nhamos passado a nossa lua-de-mel no nordeste. Estava super bronzeada e como sempre usei apenas biqu�nis tipo fio dental, deliciosas e min�sculas marquinhas de biqu�ni deixavam meu corpinho ainda mais sensual. Me sentia feliz por estar casada com o homem da minha vida, me sentia linda, mas. Ficava pensando em minhas fantasias sexuais e se ainda teria tempo para viv�-las. Sempre fui tratada como uma "princesinha" por todos os meus namorados, sempre fizeram sexo com carinho comigo, n�o tinha tido muitos homens na minha vida e acreditava que nunca tinha tido um orgasmo de verdade, uma vez que eu nunca me satisfazia. Me masturbava com freq��ncia, sempre imaginando homens grandes, fortes e exageradamente bem dotados. Meu marido foi o primeiro a me incentivar a usar roupas mais ousadas, que valorizassem o meu corpinho, principalmente o bumbum, que ali�s, eu ainda relutava em dar pra ele j� que nunca tinha feito sexo anal com ningu�m. Eu at� tentava mas do�a muito e meu marido, carinhoso como sempre, me respeitava e interrompia a penetra��o. O Flat era aconchegante, tinha uma boa �rea de lazer com aparelhos para gin�stica, um solarium com piscina, saunas seca e a vapor, o bastante para eu me sentir confort�vel, j� que passaria os dias sozinha ali. Eu fui almo�ar com meu marido, era uma ter�a-feira chuvosa e, a pedido dele, eu estava usando uma micro-saia agarrada ao meu corpo que de t�o micro teimava em subir a cada passo meu. O almo�o foi delicioso e est�vamos dispostos a voltar para o Flat para transarmos o resto da tarde mas ele tinha ainda muito servi�o atrasado (pelos 15 dias de lua-de-mel) e tinha que voltar para a firma. Desapontada voltei sozinha. Chegando a recep��o, perguntei ao recepcionista se a sauna estava funcionando. Ele me respondeu que estava desligada mas que, se eu quisesse, ele iria poderia providenciar para que preparassem para mim. Respondi que gostaria muito pois n�o tinha nada melhor para fazer naquela tarde. Enquanto aguardava, reparei que um homem, impressionantemente alto e forte, n�o tirava os olhos de mim. Ele estava se registrando e deveria estar preenchendo a ficha mas, seus olhos corriam pelo meu corpo. Me senti confusa, n�o queria mas estava gostando. Resolvi provocar um pouquinho e me debrucei sobre o balc�o, fazendo com que minha saia subisse um pouquinho e revelasse parte do meu bumbum, chamando o recepcionista e dizendo a ele para me avisar quando estivesse pronta a sauna. Fui em dire��o ao elevador, rebolando sensualmente e sentindo os olhos daquele homem me comendo. Meia hora mais tarde toca o telefone, a sauna estava pronta. Subi at� o �ltimo andar, entrei no vesti�rio, tirei minha roupa, me enrolei na toalha e entrei. La dentro, sozinha, comecei a pensar em sexo, estava com tes�o. Lembrava do que tinha acontecido na recep��o. Aquele homenzarr�o! Aquele olhar! Fiquei nua, estava sozinha, comecei a pensar nele, comecei a me masturbar. Um barulho na porta me despertou dos meus devaneios e quando eu percebo uma pessoa entra na sauna. O local era escuro e com os vapores ficava dif�cil de ver quem tinha entrado mas, n�o demorou muito e a minha frente estava ele, o cara que tinha me secado a instantes atr�s. Me cobri com a toalha desajeitadamente, pedindo desculpas por estar t�o a vontade. Ele apenas sorriu e disse, com a maior cara de pau do mundo, para eu n�o me desculpar e sim continuar a vontade pois ele iria ficar tamb�m. Dizendo isso ele tirou a sua toalha e caminho em minha dire��o. Meu olhos estavam fixos no membro dele que mesmo mole, j� era bem maior que o do meu marido. Ele sentou-se ao meu lado, como se fosse a coisa mais natural do mundoe come�ou a conversar comigo. No in�cio eu estava t�mida mas fui me soltando, soltando, comecei a contar sobre minha vida, meu casamento, lua-de-mel. at� que resolvi tomar uma ducha. Me levantei e fui at� os chuveiros, abri e deixei a �gua gelada cair sobre o meu corpo. Fechei os olhos e comecei a pensar na loucura que estava fazendo. Eu, rec�m casada, fazendo uma sauna com um estranho, completamente nua. Ao abrir os olhos vejo ele no chuveiro ao lado. Que corpo ele tinha, pelos no peito e nas pernas, m�sculos, m�os grandes e aquela coisa enorme, completamente dura apontando para mim. Nem em meus sonhos mais depravados havia imaginado existir um pau como aquele, grande como um cavalo e grosso como uma lata de cerveja, cheio de veias salientes e ameaceadoramente duro. Ele, percebendo que eu n�o tirava os olhos do seu pau disse: - Gostou? Sai correndo, peguei minha roupa, quis ir embora, estava com vergonha e confusa, pensava em meu marido no trabalho, eu estava com tes�o, o pau daquele cara era enorme, minha bucetinha estava ensopada, tinha acabado de casar, meu corpo ardia de desejo. Quanto eu mais pensava em meu marido, mais excitada ficava. A id�ia de trai-lo me deixava maluca, fazer dele um corno, meu corpo vibrava e ardia de desejo. Voltei. Assim que entrei ele se levantou, me agarrando pelos bra�os e me beijando. Sentia sua l�ngua invadindo minha boca, uma m�o em meus seios, outra em minha bundinha, seu cacet�o se esfregando em meu corpo. J� n�o tinha mais como mudar de id�ia e me entreguei totalmente. Ele me colocou de joelhos sobre o banco, mandou que eu curvasse, me apoiando nos cotovelos no banco de cimae come�ou a me lamber. Sua l�ngua penetrava minha bucetinha t�o fundo, que mais parecia um pinto. Ele dava lambidas que iam do meu clit�ris at� o meu cuzinho. Eu rebolava, gemia, tremia de tes�o. Gozei um gozo pleno e in�dito, com a l�ngua daquele homem delicioso. Ainda na mesma posi��o senti seu pau encostando em minha bucetinha. Tremi de medo e gritei quando ele for�ou a entrada mas o meu tes�o falou mais alto suportei a investida. Senti minha bucetinha sendo dilacerada. Ele come�ou a for�ar a entrada, senti minha buceta sendo invadida, ele foi enfiando, enfiando, enfiando. Comecei a a gozar novamente assim que senti suas bolas encostadas na minha bucetinha. Tinha entrado tudo. Ele come�ou a estocar com for�a e eu gritava de prazer, me sentia totalmente preenchida, me sentia uma f�mea completa pois estava aguentando aquela picona e estava adorando. Tinha um orgasmo atr�s do outro, eu tremia de prazer, dizia coisas intelig�veis, gemia como uma cadelinha. E ele continuava a meter em minha buceta, mais r�pido, mais forte, r�pido, forte. Pela primeira vez na vida eu senti golfadas de esperma dentro de mim. A pica dele pulsava enquanto jorrava esperma dentro da minha bucetinha. Ele me segurava pela cintura, completamente enterrado em mim. Gozei mais uma vez, junto com ele, quase desfalecendo. Sa�mos da sauna e fomos para o meu apartamento e direto pra cama. Ele ficou deitado e eu, finalmente pude chup�-lo, ou melhor, tentar porque era t�o grande e grosso que s� cabia a cabe�a dentro da minha boquinha. mesmo assim eu me esfor�ava para dar o m�ximo de prazer a aquele homem. Enquanto eu chupava ele mandou que eu ficasse de quatro com a bunda virada pra ele. Suas m�os acariciavam o meu bumbum, seu dedo ro�ava em meu cuzinho, ele se levantou, segurou me pelos cabelos, me manteve de quatro, p�s a pica na minha boca e deu um tapa no meu bumbum. gritei assustada mas, ele deu mais um, depois outro, outro, cada vez mais forte at� estar praticamente espancando minha bundinha. Meus gritos eram abafados pela sua picona mas, mesmo assim, qualquer um que passasse no corredor ouviria, sen�o meus gemidos, os tapas que estalavam em meu bumbum. Enquanto me batia, ele me chamava de putinha gostosa, vaquinha, vagabunda, mas quando ele disse: - T� gostando de apanhar, vaquinha? O corno do seu marido n�o faz assim com voc�? Ele sabe que voc� chifra ele? Ele sabe que voc� gosta de pau grande? Comecei a gritar dizendo que n�o, que ele era um corno manso, que eu estava adorando meter com outro homem, que ele tinha o pau pequeno, que ele era viado. Eu xingava meu maridinho enquanto gozava alucinadamente, levando tapas na bundinha e chupando aquele pauz�o. Eu ainda estava ofegante quando ele mandou que eu deitasse de bru�os, sobre dois travesseiros e empinasse a bundinha. Ele abriu minhas pernas e enfiou, de uma vez, na minha bucetinha, me fazendo gritar outra vez pela viol�ncia das estocadas e pelos tapas que ele continuava a dar. De repente ele parou, sentou sobre minhas coxas sacando sua pica da minha bucetinha e colocando na entrada do meu cuzinho. Quando senti o calor daquele mastro gigantesco na portinha do meu cuzinho, implorei para que n�o fizesse aquilo, dizia que eu n�o queria, que n�o gostava mas, quando disse que nunca tinha feito sexo anal. Ele gritava: - Cala a boca, putinha, teu cuzinho � virgem? O corno do seu marido n�o comeu sua bunda ainda? Bem feito pra ele, agora eu vou descaba�ar o teu cu, vou arrombar esse seu cuzinho gostoso por bem ou por mal, voc� � quem decide. Tentei escapar, comecei a chorar e continuava pedindo que n�o fizesse aquilo. Com as m�os tentei tirar o pau da entrada do meu cuzinho mas, ele era muito forte, segurou meus bra�os e for�ou. A Dor que senti � indescrit�vel. Aquele homem estava violentando minha bundinha, enterrando sua pica sem d� nem piedade, devagar, cm por cm, rasgando meu cuzinho, bem devagar, parecia que iria durar uma eternidade, eu chorava enquanto sentia o mastro dele entrando, entrando, entrando, at� que suas bolas encostaram na minha bucetinha, tinha entrado tudo, todos os 23cm x 8, 5cm de pica dura como ferro estavam enterrados no meu cuzinho. Comecei a gozar, gozar, gozar, enquanto ele come�ava a bombar dentro de mim, forte, me empurrando para cima at� minha cabe�a bater na cabeceira da cama. Agarrou meu cabelos e me p�s de quatro. Ele me puxava pelos cabelos enquanto socava no meu cuzinho, cada vez mais forte. A Cama balan�ava, meus gritos ecoavam pelo quarto e, com certeza, pelo corredor e outros quartos do Flat. Agora eu estava na beira da cama, ainda de quatro, com ele em p�. Nessa posi��o ele tirava tudo do meu cuzinho e tornava a enterrar novamente. A Viol�ncia das estocadas era tanta que eu era jogada para frente e caia de bru�os. ele mandava eu voltar e fazia novamente, mais forte. Seu pau j� entrava e saia facilmente, eu n�o sentia mais o meu cuzinho, meu corpo estava adormecido, j� n�o sabia mais se era dor ou prazer o que estava sentindo. Ele me deitou na cama, com a barriga pra cima, abriu minhas pernas e nessa posi��o eu vi aquela pica enorme ser enterrada novamente em meu cuzinho, me fazendo gozar mais e mais. Quando ele gozou, senti novamente os jatos quentes de esperma inundando minhas entranhas. N�o aguentei e desmaiei de prazer. Acordei horas depois, j� era noite e estava sozinha. Caminhei at� o banheiro e no banho, conferi o estrago que ele tinha me feito. Minha bucetinha estava esfolada, meu cuzinho totalmente arrombado, minha bundinha ardia, estava tonta, tentava descobrir como tinha tido coragem de fazer o que fiz. Lembrei que meu marido n�o demoraria a chegar, Deveria contar? ele iria entender? Resolvi n�o dizer nada, quando ele chegou fingi estar cansada demais para transar, de fato eu estava mesmo e fui dormir. Passei duas semanas hospedada naquele Flat e transei com meu amante todos esses dias, fui a sua putinha de verdade, sem contar pro meu maridinho, que at� este relato, desconhecia esta hist�ria. Mas como ele, com o tempo, aprendeu a ser um corno bem mansinho, que adora ver a sua esposinha gemendo gostoso, com uma vara bem grossa enterrada no cuzinho, tenho certeza de que vai gostar e gozar comigo quando ler.