Camioneiro Eu e meu marido volt�vamos de uma viagem quando, por um problema mec�nico, o carro morreu na estrada. Meu marido, que pouco ou nada entende de mec�nica de autom�vel, tentou mexer aqui e ali, em v�o. A gente pensava em passar a noite ali na estrada, quando um enorme caminh�o parou no acostamento. O motorista se aproximou, conversou rapidamente com meu marido e resolveu dar uma olhada no motor. Para nossa decep��o, ele concluiu que o problema era para mec�nico profissional. O caminhoneiro disse que havia um posto de gasolina a uns 20 km dali, com oficina, borracharia, restaurante e hotel. O �nico problema era que o carro n�o poderia ficar ali abandonado, pois fatalmente seria saqueado. Acertamos que meu marido ficaria e eu seguiria com o caminhoneiro, dormiria no hotel e retornaria na manh� seguinte com o mec�nico. O motorista do caminh�o era alegre, bom papo, de bem com a vida e cheio de �sa�de�. Aqueles vinte quil�metros passaram rapidamente, porque ele n�o parou de falar um s� instante. Fiquei sabendo que era casado, tinha 40 anos, dois filhos e era do Paran�. Chegamos ao posto de gasolina por volta das 2 horas da madrugada e ele, gentilmente, desceu para se informar sobre a hospedagem. Voltou pouco depois dizendo que n�o havia vaga no hotel. J� estava pensando em permanecer acordada at� o dia amanhecer quando o caminhoneiro disse que estava pretendendo parar para dormir em outro posto, cerca de 100 km dali, mas, em vista do que estava acontecendo, passaria o restante da noite naquele posto. Com uma pitada de mal�cia, disse que se sentiria honrado em dividir a cabine do seu caminh�o comigo, que eu poderia ficar com a cama, pois ele dormiria no banco. Aceitei a proposta de bom grado. Sem d�vida aquela era a melhor op��o para mim e achei muito excitante a id�ia de dormir ao lado de um desconhecido, separada apenas por uma cortina, dentro de uma cabine de caminh�o. Ele estacionou no p�tio do posto, embaixo de algumas �rvores. Eu passei para a cama, fechei a cortina e ouvi o ranger das molas do banco quando ele se deitou. Embora exausta, n�o conseguia pegar no sono, imaginando o que estaria passando pela cabe�a dele, dormindo quase encostado a uma f�mea bonita, de corpo gostoso, desconhecida... Assim que ele silenciou, comecei a me despir, pois tinha certeza que ele estava ouvindo os meus movimentos. Tirei a cal�a comprida e tentei ampliar ainda mais o leve ru�do dela deslizando pelas minhas pernas. Soltei o suti� e notei que meus seios estavam inchados, duros, com os bicos tesos. Puxei o el�stico da min�scula calcinha e soltei em seguida, fazendo um �plec� sobre a pele para deixar bem claro que eu estava ficando nua. Minha boceta esta orvalhada, com o grelo bem empinado entre os l�bios carnudos. Pressionei o clit�ris com os dedos, sentindo ondas de puro deleite varando meu corpo como choques el�tricos. Senti que, se continuasse nessas car�cias, precipitaria o gozo. Parei, pois n�o queria que isso acontecesse. A sensa��o de prazer foi diminuindo e, no lugar dela, foi surgindo um desejo bem maior. S� havia uma maneira de aplacar todo aquele tes�o que estava se tornando insuport�vel. Levantei a m�o e abri a cortina. Ele estava deitado no banco, de costas para mim, apenas de cueca. Ficou im�vel como se estivesse esperando que acontecesse aquilo. A cabine estava ligeiramente iluminada, claridade suficiente para que eu pudesse ver seu corpo musculoso. Eu estava completamente nua e com os olhos fixos no meio das pernas dele. Despudoradamente, estiquei a m�o e alisei o volume por cima da cueca. Fiquei tentada pelo que senti. O pau ficou semi-ereto, impressionando pelo tamanho e pela grossura. Meus dedos contornaram aquela pe�a quente e pulsante, e eu abaixei minha cabe�a para beijar, lamber e chupar aquela raridade. Acariciei o saco e engoli a cabe�a do seu mastro. S� ent�o ele se moveu, puxando-me pelas coxas e colocando-me em posi��o inversa � do corpo dele. Sua l�ngua dardejou meu grelo, vibrante e forte. Deixei meu gozo fluir livremente, sentindo tamb�m aquela maravilha de cacete pulsar e engrossar na minha boca. Mas ele n�o queria gozar assim. Veio por cima de mim e me penetrou com um s� golpe. Suas estocadas, fortes como se quisessem me rachar ao meio, me levaram a um gozo incr�vel no exato momento em que ele tamb�m despejava sua carga fervente dentro de mim. Demoramos para nos acalmar. Ele girou o corpo e me deixou por cima. S� ent�o me dei conta de que ainda continuava espetada em sua pica, que se mantinha dura feito pedra. Ficamos neste enlevo por algum tempo, at� que o desejo voltasse a tomar conta dos nossos corpos. Apoiei as duas m�os na �cama� , ergui meu corpo e comecei a subir e descer sobre ele, numa cad�ncia que foi aumentando � medida que o gozo foi tomando conta de mim. Desta vez, o orgasmo foi t�o violento que desabei sobre o caminhoneiro. O pau continuava dentro de mim e ele voltou a girar seu corpo sobre o meu, iniciando um ritmado entra-e-sai. Mais uma vez deixei meu tes�o fluir livremente e, a cada gozo meu, ele mudava a posi��o do seu corpo. Transamos de lado, de bru�os, ele atr�s de mim, ele na minha frente, sentada no colo dele e, finalmente, de quatro para ele. Quando o cacete foi enterrado no meu cuzinho, senti uma dor forte, que s� fez aumentar a intensidade do meu gozo. Ele tamb�m gozou rapidamente, enchendo-me de porra quente. Ca� para frente e ele acompanhou meu movimento, evitando sair de dentro de mim. Adormeci em seguida. Quando despertei era dia claro. Ele tamb�m j� havia acordado e disse que havia tomado todas as provid�ncias. O mec�nico tinha ido em socorro do carro e havia um quarto desocupado, � minha espera. Vesti minha roupa e fui para o hotel, louca por um banho. Uma boa ducha tirou a minha dor de f�mea bem fodida. Sa� do banho enrolada numa toalha e, ao entrar no quarto, fiquei deslumbrada ao v�-lo nu, deitado na cama, com o cacete �indecentemente� apontado para o teto. Minha xoxota umedeceu imediatamente, pulsando cheia de tes�o. Meus seios se enrijeceram e eu fiquei toda arrepiada com o espet�culo bem a minha frente. Deixei cair a toalha, atirei-me sobre ele e montei naquela vara como se monta num cavalo. Deixei que o caralho se enterrasse em mim at� tocar o �tero. Gozei v�rias vezes, subindo e descendo sobre ele, emendando um gozo no outro, at� cair exausta sobre aquele caminhoneiro viril e tesudo. Eram cerca de 9 horas quando bateram na porta avisando que o carro estava em ordem. Meu caminhoneiro n�o perdeu tempo, acelerou as estocadas e gozou mais uma vez. Tomamos um banho r�pido e ele desceu, indo ao encontro do meu marido no restaurante do hotel. Na cama desarrumada, uma enorme mancha �mida indicava a intensidade dos nossos gozos. O dono do hotel olhou-me curioso na sa�da e, em seguida, para os dois homens que me aguardavam para o caf�, sem saber qual deles era meu marido. Meia hora depois est�vamos na estrada, seguindo viagem. Contei detalhadamente a transa com o caminhoneiro para meu esposo, e n�o deu outra. Fizemos uma paradinha r�pida na primeira oportunidade e demos uma tremenda trepara. O orgasmo que tive com meu marido foi o melhor de todos, superando at� mesmo o que tivera com o caminhoneiro.