Aventura a Tr�s no Para�so Sei que pode parecer estranho eu estar contando um fato que aconteceu comigo, minha esposa e um amigo onde dividi minha esposa e quero lembrar que este n�o � um conto e sim uma hist�ria ver�dica. Sempre fantasiamos muito eu e minha esposa, brincando das maneiras mais inusitadas, at� a� sonhar n�o tem problema nenhum, acreditamos que todos fazem isto, s� que fomos longe demais e adoramos. Tenho 35 anos, minha esposa 30 e Wander meu amigo, creio eu tenha 33, minha esposa � realmente loira e muito bonita, dessas que chamam um pouco a aten��o. Em novembro/1999, fomos viajar para Ubatuba, onde temos um apartamento, Wander por ter muita intimidade conosco perguntou se podia passar o feriado de 15 de novembro conosco no apartamento, fato que j� passamos diversas vezes e nunca aconteceu nada de excepcional, ele sempre nos respeitou muito sabendo respeitar nossa intimidade. Decidimos ir visitar uma praia que ficava um pouco distante de Ubatuba, entre Parati e Angra, chegando l� ficamos sabendo que poder�amos ir para uma ilha e assim seguimos viajem contratando uma pequena embarca��o, o local � repleto de pequenas ilhas, algumas habitadas outras desertas. O barqueiro nos levou �s 10h00 aproximadamente e ficou de nos pegar �s 14h00, escolhemos uma ilha pequena que n�o tinha nenhum luxo ou habita��o, diferente de algumas mais lotadas que possuiam inclusive barzinhos. O tempo estava meio chuvoso e vez por outra sa�a um sol med�ocre, percorremos a pequena ilha e encontramos uma pequena praia de no m�ximo 10 metros rodeada de pedras altas e percebemos que n�o havia mais ningu�m na ilhota, deitamos sobre uma pedra e ficamos admirando a paisagem tomando uma cervejinha que hav�amos levado, minha esposa reclamou que estava ficando branca demais, n�o tinha tomado sol at� o momento,ela deitou-se de bru�os entre eu e o Wander que convers�vamos vez outra nos olhando e soltou a parte de cima do bikini, como ela ficava sobre os cotovelos para continuar convesando, percebi que o Wander n�o tirava os olhos da lateral dos seios dela esperando uma oportunidade de uma vis�o mais previlegiada, n�o sei porque mais esta situa��o me deixou com um tes�o louco e Carla, minha esposa, notou tamb�m a ousadia de Wander. Para provocar e quebrar um pouco o gelo, Carla virou-se de lado para mim mostrando seus seios totalmente e ocultando a vis�o de Wander que estava ao lado, ela estava deitada entre n�s. Ambos achamos que a brincadeira tinha acabado quando Carla sem mais nem menos levantou-se para pegar mais uma cerveja que estava em uma bolsa t�rmica ao lado de uma pedra na sombra uns 5 metros a minha esquerda, deixando a parte superior do bikini sobre uma canga estendida na pedra. Wander acompanhou ela indo de costas e virou-se para frente olhando o mar talvez para evitar uma situa��o estranha entre n�s quando Carla perguntou se algu�m gostaria de mais uma cerveja, ambos aceitamos e ela voltou mostrando os seios segurando as latinhas, meu cora��o parecia que ia sair pela boca, ela nunca tinha sido t�o ousada. Com a maior naturalidade, ela deitou-se agora de barriga para cima entre n�s deixando a mostra seus seios com bicos rosados e eu e Wander continu�vamos a conversar algo completamente desconexo onde Wander inclu�a Carla perguntando sempre algo para ter a oportunidade de vislumbrar seus lindos seios. Carla pegou o protetor solar e passou sobre os seios falando que a pele era muito sens�vel ali e ela n�o queria ficar ardendo quando falou se agente desejasse ficar mais a vontade que poder�amos, afinal est�vamos em uma ilha deserta. Eu estava de cal��o e Wander de sunga, prontamente retirei o meu cal��o e avisei o Wander, que esperou uma atitude minha, se quisesse tamb�m que poderia. Meio sem jeito, Wander retirou a sunga e virou-se de bru�os, talvez para esconter a ere��o. Carla come�ou a passar protetor ao lado de minhas coxas e nos quadris, at� ent�o aparentemente sem mal�cia falando ainda da sensibilidade da pele branca, n�s tr�s somos brancos, ao finalizar em mim, passou sobre a parte trazeira das coxas do Wander e sobre suas n�degas com toda naturalidade sem nada perguntar, Wander agora um pouco mais assanhado virou-se de frente mostrando um p�nis semi duro mas Carla ignorou-o entregando o protetor na m�o dele. Frente aquela situa��o eu misturava um tanto de medo com excita��o resultando num tes�o anormal e j� n�o conseguia esconder a ere��o, levantei-me e fui at� a �gua, olhei um pouco o mar voltei, ao sentar Carla perguntou-me pela primeira vez se podia ficar totalmente a vontade, pois ela nunca tinha tomado banho de sol totalmente nua, deixei. Ela removeu a calcinha deixando aparecer sua bucetinha com pelos louros e bem aparados, deitou-se novamente e deixou as pernas levemente entreabertas, conversamos mais uns minutos e perguntei se algu�m queria tomar um banho de mar, Carla levantou-se segurando em minha m�o e entramos no mar seguidos por Wander, a praia ap�s alguns poucos passos tornou-se funda na altura dos seios de Carla e como o mar estava um pouco agitado ela pediu para eu segur�-la, ela n�o nada muito bem, Wander deu um bom mergulho e come�ou a nadar, eu n�o aguentei, assim que Wander afastou-se um pouco penetrei por tr�s de sua buceta e come�ei a com�-la ali mesmo, rapidamente gozei como um louco nisto Wander foi se aproximando de n�s. Falei para o Wander deu a m�o para Carla e eu fui nadar um pouco, muito pouco por sinal, consegui chegar at� uma pedra alta na lateral direita, dei uma pequena olhada para tr�s e Wander segurava minha esposa abra�ado por tr�s como eu estava olhando eu sumir um pouco, notei que suas m�os acariciavam os dela, nadei mais um pouco at� sumir atr�s da pedra e comecei a escalar por tr�s, ao mesmo tempo que queria deix�-los a s�s, gostaria de ver a transa. Assim que coloquei a cabe�a por tr�s da pedra, avistei Wander comendo Carla por tr�s (?) embora n�o desse para ver a penetra��o pois estavam dentro d`�gua, ela com a cabe�a levemente recostada no peito dele e os bra�os dele segurando segurando seus quadris e fazendo um delicioso movimento de vai e vem. A interroga��o acima � porque nunca eu soube se ele estava comendo a buceta ou o c� dela, embora que pela situa��o tudo me leva a crer que era a buceta, jamais ele enviararia no c� dela t�o r�pido. Leio aqui muitas est�rias que obviamente s�o fantasiosas, pintos enormes, comendo o c� na primeira transa, sei que pode n�o parecer t�o excitante mas aqui estou narrando um fato real como aconteceu, sem fantasias. Embora eu j� tivesse gozado, meu tes�o era muito voltei para a �gua nadando de volta, eu queria ver aquilo de perto e fazer eles saberem que eu estava vendo, a inicio eu n�o sabia porque quando eles me viram pararam de transar, somente depois descobri que Wander j� tinha gozado dentro dela. Cheguei perto, ela ainda abra�ada com Wander e com um sorriso no rosto de miss�o cumprida, de tara realizada, esticou os bra�o para mim me dando as duas m�os, Wander mergulhou afundando a cabe�a e sainda em seguida, vendo que eu estava amistoso sorriu pra mim quando perguntei se desej�vam sair um pouco. Sem uma palavra come�amos a sair da �gua, eu abra�ado com Carla a qual ficou mais uns minutos para se lavar agachada. Sentamos sobre as toalhas eu e Wander e ficamos admirando ela sair em nossa dire��o nua e realizada. Comentei com Wander que ela era linda, e ele respondeu com um sorriso acompanhado de algo gutural. Relaxamos na areia, vestimos as roupas somente quando vimos apontar o barco de retorno. Passamos em Parati jantamos e voltamos para o apartamento. Achei que iria ficar uma situa��o ou terr�vel ou sem controle mas nada aconteceu neste feriado, deitei com Carla a s�s no quarto enquanto Wander ficou na sala, perguntei para Carla oque ela tinha achado do dia e ela falou que tinha adorado e me agradeceu, transamos, n�o falamos mais nada e adormecemos. Se voc�s gostaram votem neste conto e enviarei outras aventuras que vivemos ap�s esta primeira loucura. os nomes acima foram trocados e o local n�o � exatamente o acima citado, pois voltamos para a ilha e queremos perpetuar como um cantinho um pouco livre para nossas loucuras.