Atrevimento no �nibus Era uma tarde chuvosa em S�o Paulo. O tr�nsito estava ca�tico e os �nibus lotados. J�lia esperava a linha que ia para Lauzane. Vestia uma saia branca transparente, que deixava ver a marca de sua calcinha fio dental. Entrou e ficou de p�. Em pouco tempo o �nibus esta cheio, as pessoas passavam e a apertavam, at� que um rapaz ficou atr�s dela. Cada vez que algu�m passava, ele apertava seu corpo contra o dela, e ela podia sentir o volume de seu membro latejante que crescia rapidamente. Ela olhou sorrateramente para tr�s e reparou que ela um rapaz muito bonito, e usava um perfume delicioso. Ela come�ou a ficar excitada. O homem apertava cada vez mais e posicionava sua rola dura bem no seu reguinho. J�lia empinava sua bunda e ficava na ponta dos p�s para sentir aquela pica dura... A excita��o era cada vez maior. Ambos suavam e o �nibus n�o saia do lugar devido ao tr�nsito. J�lia respirou fundo e colocou a m�o para tr�s, procurando o ziper do rapaz. Ele percebeu e tirou a rola para fora. Ela sentiu aquele membro duro e latejante, levantou a saia e posicionou a cabe�a daquela rola na sua xoxotinha; puxou com o dedo a sua calcinha, ficou na ponta dos p�s, e, ao descer, for�ou seu corpo para sentir aquela pica entrando todinha dentro dela. Seu corpo tremeu. Empinava sua bunda para sentir a cabe�a do pau bem l� no fundo. O balan�o lento e �s vezes brusco, dispensava o vai-e- v�m natural. O homem suava mais e olhava para os lados, mas a lota��o era t�o grande que ningu�m percebia. J�lia estava cada vez mais excitada e n�o conseguiu segurar o seu gozo, que veio seguido do jato de porra do homem. Sentiu o esperma escorrendo por suas coxas... Quando um senhor que estava a sua frente percebeu. O rapaz que estava atr�s dela colocou rapidamente seu p�nis para dentro das cal�as e saiu envergonhado. Ela mudou de lugar. Nisso o senhor que havia percebido, um negro forte, alto, levantou-se e ficou atr�s dela. Nem disfar�ou e come�ou a encox�-la, com o p�nis j� duro, que J�lia logo percebeu que era de um tamanho descomunal. O negro, por�m, n�o perdeu tempo, levantou sua saia, e j� com a rola para fora pressionou no seu cuzinho. J�lia ficou com medo e tentou sair. Mas o senhor agarrou sua cintura e puxou sua bunda para tr�s. Saiu l�grimas de seus olhos. A tora do neg�o entrou toda no seu cuzinho, e a dor foi esvaindo-se dando lugar a um delicioso prazer. O negro n�o tinha pudor. Balan�ava seu quadril at� gozar alucinadamente, emitindo sussurros de prazer. Mas, ao contr�rio do rapaz, permaneceu atr�s dela, abra�ando-a e fazendo carinhos em seu pesco�o. J�lia sentiu-se aliviada e retribuiu com um beijo. As pessoas foram descendo, e o senhor negro, Haroldo, come�ou a conversar com J�lia. Todos os dias no mesmo hor�rio, passaram a transar no �nibus. ET - Se voc� � mulher e j� teve uma experi�ncia parecida com essa e gostou, escreva para metalwalter@globo.com