Anivers�rio na Casa da Colega No s�bado fui convidada para um anivers�rio na casa de uma colega de faculdade, seria no sal�o de festas e imaginei ser uma boa pedida. Cheguei no pr�dio por volta das 21:00 horas, estavam l� muitas das minhas amigas e amigos da faculdade, tinha um bom som, luzes, salgadinhos e bebidas a vontade. Eu fui vestida com meu vestidinho preto de alcinhas, � bem curtinho daqueles que quando andamos sobe e sobe, temos sempre o trabalho de estic�-lo para baixo, estava sem suti� e com uma calcinha fio dental min�scula preta e transparente para n�o marcar na bundinha. Bom, encontrei uma amiga com quem conversava nos intervalos das aulas, pois ela n�o est� na minha sala, ela � uma morena de cabelos encaracolados e cumpridos, rostinho muito lindo, sempre bem maquiada, um corpinho que nem te conto, maravilhoso. Conversamos de v�rios assuntos, ficamos em um cantinho desfrutando da festinha, o que parecia que iria ficar melhor, mas na verdade ficou muito aguada. Ela estava vestida com uma cal�a tipo pl�stica preta, justinha ao corpo salientando sua bundinha e um top decotado deixando a mostra seus lindos seios. Bom, conversamos bastante, das aulas, do que gost�vamos em geral e de namorados, ela me contou que tinha deixado o seu namorado a um m�s porque ele s� queria transar e mais nada, carinho e amor ele n�o dava e ela precisava de algu�m que correspondesse tamb�m com amor. J� estava ficando tarde para mim, quase 00:30 horas e eu n�o gosto de andar s� nesse hor�rio na rua e principalmente por n�o encontrar taxi. A� ela me falou que o pai dela viria busc�-la e que poderia me levar em casa, eu agradeci mas falei que n�o gostava de dar trabalho e tamb�m chegar tarde em casa, ent�o ela me convidou para dormir na casa dela que n�o tinha problemas, eu fiquei meio sem jeito mas adorei a id�ia. A� ent�o, e como a festinha j� estava chata, a minha amiga ligou para o pai dela vir busc�-la, passados uns 20 minutos o pai dela chegou, e fomos para sua casa, quando chegamos no apartamento fomos direto para o quarto e o pai foi dormir. Entramos, ela fechou a porta e me falou para ficar a vontade, puxou uma cama que estava debaixo da dela e falou, esta � a sua, pois bem, ela foi para o banheiro que fica dentro do quarto dela, de costas para mim continu�vamos a conversar, tirou seu top, abriu o chuveiro e comentou que iria tomar um banho e se eu quisesse poderia tamb�m tomar, que ela emprestaria uma camisola para mim, eu comentei que gostava mesmo de dormir sem nada, a� ela falou: "Que coincid�ncia, eu tamb�m gosto de dormir peladinha", a� ela tirou a sua cal�a apertadinha e quando conseguiu sair dela, deixou a mostra sua maravilhosa bundinha. Voc� tinha que ver que bundinha empinadinha, durinha, gostosa; eu quase morri de tes�o, ela entrou no chuveiro, continu�vamos a conversar, ela me comentou se eu gostava de fazer os rapazes suspirarem e se alguma vez tinha me mostrado fazendo um showzinho para algu�m, eu comentei que adorada me mostrar com certa cautela para n�o parecer uma qualquer, mas que eu j� tinha v�rias historinhas excitantes, (ela n�o sabia dos meus contos na Internet), ela falou: "Olha pela janela devagarinho sem abrir a cortina e veja que em frente ao nosso pr�dio tem uma constru��o, um pr�dio novo que est�o fazendo", eu me levantei e fui espiar na janela, verdadeiramente tinha em frente a janela um pr�dio em constru��o, estava no in�cio e s� tinha o esqueleto dele, eu perguntei: "O que ele tem de interessante?", ela falou: "Tem um guarda noturno um rapaz que a noite fica cuidando o pr�dio e ele j� me viu andando pelada no quarto e fica batendo punheta de tr�s da pilastra e as vezes ele sai de tr�s dela e descaradamente bate a punheta se mostrando ou melhor me mostrando seu pau", eu a esta altura estava molhada de tes�o s� de imaginar, a� ela saiu do banho enrolada na toalha e me falou: "Pode tomar seu banho, tem uma toalha para voc� a� do lado". Eu entrei no banheiro, tirei minha roupa, e entrei no chuveiro, a esta altura estava excitad�ssima, tomei meu banho rapidinho para ver o que ela iria aprontar. Sa�, me enrolei na toalha, ela estava se penteando frente ao espelho do guarda-roupas e continuava enrolada na sua toalha, eu sentei na cama e perguntei: "E a� o cara, ser� que ele est� hoje?", ela falou: "Claro � s� abrir a janela ou melhor puxar a cortina e voc� vai ver", ela foi at� a janela abriu a cortina e a janela e falou: "Agora � s� esperar um pouquinho ele subir", est�vamos no segundo andar e o pr�dio do lado tinha muitos andares, ela se virou e continuou penteando seus cabelos, como ela tinha aberto a porta do guarda-roupa onde tinha o espelho, atrav�s do espelho dava para ver a janela e o pr�dio. Passou alguns minutos e ela falou: "N�o olha mas o carinha esta l�, voc� pode v�-lo com cuidado puxando a cortina no cantinho", eu foi devagarinho de lado at� chegar na janela e correndo um pouquinho a cortina vi o carinha de tr�s da pilastra, eu comentei para ela, eu vi, l� esta ele, o pr�dio esta t�o pr�ximo que dava para ver tudo direitinho, o carinha estava de tr�s da pilastra e s� aparecia a cabe�a dele. Ela falou: "Vamos come�ar o show", deixou cair a toalha e continuou de costas para a janela se penteando, eu espiando pela fresta via que o carinha se mexia de um lado para o outro, eu falava para ela: "O cara deve estar louquinho", ela me comentou: Claro vamos dar mais corda", ela se virou passando a m�o nos seus seios, acariciando lentamente, eu fiquei est�tica pois at� esse momento n�o tinha tido uma vis�o desta minha amiga de frente e peladinha, molhei na hora. Meu cora��o pulsava freneticamente e falei: "Voc� e muito bonita, os homens devem ficar louquinhos com voc� n�o �?" perguntei, ela me comentou que sim, por isto os homens s� pensam em sexo. Eu vi que a sua bucetinha estava aparadinha, muito bem aparadinha com os pentelhinhos bem curtinhos, uma del�cia, eu tamb�m at� o momento n�o tinha me mostrado para ela, estava de toalha enrolada no corpo, ai ela falou: "Carla continua olhando o que ele faz, vou deix�-lo mais doido", foi mais perto da janela, fez de conta que n�o via nada, olhando para fora da janela, a� o rapaz saiu de tr�s da pilastra, estava com o seu cacete para fora da cal�a se punhetando e ficou bem perto para que a minha amiga perceber que ele estava l�, mas ela fez de conta que n�o via nada. A� ela se virou, foi at� o espelho e continuou penteando, eu j� estava desesperada, me aproximei dela peguei o pente e falei deixa eu te pentear, seus cabelos s�o muito bonitos, a� eu encostei nela, puxei devagarinho a minha toalha para cair e caiu, ela ficou est�tica olhando para mim atrav�s do espelho, e comentou: "O carinha deve estar doido, vendo voc� tamb�m peladinha", ai eu falei: "Ele vai morrer de tanto gozar", passei a minha m�o delicadamente no seu pesco�o, baixando lentamente pelas costas at� chegar no seu bumbum, apalpando-o lentamente e dizendo que del�cia, sua bundinha � maravilhosa, ai ela falou: "Olha Carla, eu n�o tenho experi�ncia com meninas, realmente tive sempre vontade de saber como era, mas nunca tive oportunidade, porque acho que temos que ter muito cuidado para n�o ficarmos faladas", eu a virei e dei um beijo na boquinha dela, apertando nossos corpos, beijo que ela retribuiu deliciosamente como se tivesse experi�ncia, sua l�ngua maravilhosa me deu imenso prazer, ai eu falei: "Pode deixar meu amor, eu adoro voc�, desde o primeiro instante que te conheci, mas nunca tive coragem de me aproximar, e hoje est� sendo o dia mais feliz, vou fazer voc� muito feliz e tenho certeza que voc� tamb�m me far�", neste ponto t�nhamos esquecido do nosso rapaz da obra, eu apalpei seus peitos, beijei, chupei, mordisquei carinhosamente, e me abaixando, beijei a sua linda e maravilhosa bucetinha, cheirosa, carnuda e j� molhadinha de tes�o, ela suspirava, levantou uma das suas pernas colocando-a no meu ombro e dizendo: "N�o p�ra, n�o p�ra... Que delicia, voc� � incr�vel, gostosa, continua me chupa gostoso", fiquei v�rios minutos me deleitando daquela xaninha, lambi seu mel quando gozou, me levantei e novamente a beijei na boca, compartilhando o mel do seu gozo. Foi maravilhoso, a� ela comentou no meu ouvido: "Como ser� que o carinha deve estar", eu falei: "Vai devagarinho e espia, e me comenta o que esta fazendo", ela se retirou, foi pelo cantinho do quarto e me comentou: "Olha o cara esta a�, continua se punhetando e agora descaradamente, at� abaixou as cal�as, que pau grande ele tem", eu falei: "Agora ele vai gozar de novo olha s�", me virei de frente para a janela, acariciei meus peitos, levantei a minha perna colocando-a na beira da cama, e comecei a acariciar minha xaninha, me contorcendo e cada vez mais me excitando, me mostrando para ele, a minha amiga falou: "Olha ele deve ter gozado pois parou e encostou na pilastra, imagina o gozo dele, deve ter sido descomunal", eu tamb�m gozei e falei: "Bem meu amor, chupa a minha bucetinha, sente o meu mel, quero que me chupe gostoso". Ela se aproximou, olhou nos meus olhos se abaixou e lentamente foi beijando e passando a l�ngua na minha xaninha totalmente rapadinha, ela chupou gostoso, que delicia, foi muito bom, ca�mos na cama, nos abra�amos, nos beijamos muito, nos acariciamos novamente at� gozarmos v�rias vezes, foi maravilhoso, n�o sei que horas poderiam ser mas, acabamos dormindo juntas abra�adas. De manh� escutamos bater na porta, dizendo est� na hora de acordar, levamos um susto, porque n�o sab�amos se a porta poderia estar aberta e algu�m nos ver, mas n�o, estava trancada, ela respondeu: "Ok, j� estamos acordadas logo vamos sair", nos beijamos novamente, tomamos outro banho, nos vestimos e sa�mos do quarto para tomar um caf� que a m�e dela tinha preparado, eram mais o menos 10:00 horas da manh�, depois do caf�, o pai dela me levou para minha casa, ela foi junto para conhecer o caminho, nos despedimos e entrei em casa. A tarde no domingo, ela me ligou e conversamos, comentando a nossa noite, ela me confessou que adorou e que dever�amos nos encontrar logo, para repetir a noite, eu concordei e falei que conversar�amos no intervalo das aulas e combinar�amos alguma coisa.