A Carona Eram mais ou menos, 17:00, de um dia chuvoso e eu e Carlos, meu marido, ficamos parados no meio de uma estrada, por causa de um defeito no carro. Estavamos indo a passeio para a casa de uns amigos, como j� estava querendo escurecer, e a proxima cidade estava a quase 30 km, Carlos sugeriu que eu pegasse uma carona para trazer socorro, enquanto ele ficaria vigiando as malas . Depois de um certo tempo, parou um camioneiro num Scania, que se prontificou a me levar at� a proxima cidade, o nome dele era Roberto, era um homem de seus 38 anos , baixo, meio gordo e barrigudo. Fiquei com um pouco de receio por pegar carona de um estranho, mas n�o tinha muita op��o, e aos poucos ele foi se mostrando muito agrad�vel e fomos conversando sobre casamento, filhos, etc... Uns 15 km adiante ele parou o caminh�o em um posto de gasolina e subiu a bordo um negro enorme, bem forte, que devia ter seus 1:90 de altura. Ele ao entrar me deu uma olhada que pareceu me varar e eu gelei, ficando muito assustada, com a voz tr�mula, perguntei ao Roberto quem era ele e ele me disse que era apenas seu companheiro de viagem. Notei que quando ele subiu, deu um sorrisinho malicioso para o Roberto e pensei em desistir da carona, mas o Roberto interviu e falou para n�o ter medo, pois ele era apenas um amigo. Para criar um clima mais ameno, me apresentou ao seu amigo e falou que seu nome era Claudio. Ainda um pouco assustada, mas sem muitas op��es, cheguei para o meio do banco, ficando entre os dois. O caminh�o partiu e eu estava continuava muito tensa, prestando muita aten��o ao que os dois diziam, n�o tinha coragem nem para abrir a boca. Escureceu muito r�pido e faltavam ainda uns 10 km, para chegarmos a cidade onde eu iria buscar socorro, como tudo estava bem, eu j� estava muito mais relaxada. Ent�o o Roberto bruscamente entrou em uma via lateral, saindo fora da pista principal e entrou numa estrada de ch�o. Assustada gritei e ent�o Claudio pos a suas maos em minhas coxas e me disse: - Calma do�ura , voce vai gostar !!. Comecei a gritar e o Roberto falou: - Pode gritar a vontade, aqui ninguem vai te ouvir. Tentei abrir a porta e fugir, mas o Claudio me dominou facil. Fiquei impotente diante da for�a daquele homem. Roberto entrou com o caminh�o no meio do mato e parou. Pedi pelo amor de Deus, em prantos que n�o fizessem nada comigo, ai Roberto disse: - Que a coisa poderia ser feita de duas formas : A primeira era que se eu fizesse o que eles queriam, n�o aconteceria nada comigo, e ainda me deixariam na proxima cidade inteira; A Segunda seria a for�a, eles usariam viol�ncia e depois me deixariam al� mesmo, sem nenhum recurso. Me senti impotente, e tremia toda, eu uma mulher de 25 anos, tr�s de casamento, que nunca havia traido meu marido, nunca experimentara outro homem, estava ali a merce de dois estranhos. Pedi apenas que n�o me machucassem. A Scania era daquelas em que tinha um espaco enorme atras dos bancos, tinha uma cama quase do tamanho de casal. Claudio , pulou para o banco de tras e me puxou, eu estava apavorada, com medo do que viria a acontecer. Imaginem, eu uma garota pequena de 1:60 m, corpo bonito e delicado sendo agarrada, bolinada e prestes a ser estuprada por um negro emorme e com um olhar bestial... Ele come�ou a me acariciar e fez um elogio a meu corpo e lentamente foi descendo a cal�a. Quando tirou a cueca , levei um susto, saltou um enorme e grosso membro preto, que ainda em estado de repouso era bem maior que o do meu marido em ere��o. Comecei a chorar, falei que n�o queria e que n�o aguentaria aquilo. Nisso ele me jogou na cama e me mandou tirar a roupa, dizendo que hoje eu iria provar uma pica de verdade. Enquanto isso Roberto observava no banco da frente, com um sorrido malicioso... Claudio apressado meio que rasgando minha roupa , tirou at� a minha ultima peca e ficou me admirando... Imediatamente seu pinto comecou a cres�er, N�o podia acreditar no que estava vendo, aquilo era enorme, grosso, cabe�udo, parecia de um jumento. Claudio se despiu completamente e come�ou a se esfregar em mim, eu fiquei em estado de choque, pois nunca pensei em transar com negros e ainda mais dessa forma. Claudio pegou minha m�o tremula e a colocou encima do seu membro em riste, minha m�o n�o fechava, ent�o ele se deitou de costas e me mandou chupar sua pica... Falei que n�o queria, tentei me negar, mas Roberto me lembrou das amea�as, e me dando uns tapas e empurr�es, me jogou para cima do Cl�udio... Meu corpo era pequeno perto do dele, me sentia subjugada, indefesa, ele segurou minha bunda e enfiou sua lingua quente no meio das minhas coxas... Na hora pensei apenas em meu marido e em meus filhos, fui novamente mandada chupa-lo. Senti que seu corpo estava muito quente, e que aquela lingua enorme estava come�ando a me deixar excitada, estava com medo dos meus sentimentos, n�o queria sentir prazer, mas o jeito que ela passava a lingua na minha xoxota e no meu c� , me arrepiava, com uma m�o segurei a base de seu pinto e coloquei a outra por cima, ainda sobrava praticamente o penis do meu marido. Com o tes�o tomando conta de me corpo come�ei a passar a lingua em seu cacete. Nunca tinha visto igual, estava com medo de n�o aguentar e acabar gostando. Tentei abocanha-lo, n�o conceguia , era muito grosso, dava so para passar a lingua. Nisso senti uma outra m�o passando em minha bunda, era Roberto que j� n� aguardava sua vez, Olhei o pinto dele, era bem menor, se comparado ao do Cl�udio, mas maior e mais grosso que do meu marido , Fechei os olhos e deixei me levar ... tentava segurar meus gemidos, Roberto a essa hora j� estava lambendo meu cu enquanto roberto lambia minha xoxota. E eu lambendo aquele pauz�o. Num impeto de tes�o , pensei comigo... quero aguentar essa pica. Claudio me virou, enconstou a cabe�ona e tentou entrar, ... Minha xoxota n�o cedia, Roberto se ofereceu para entrar primeiro, mas Claudio n�o deixou. Ele ent�o pegou um pote de um creme , lambuzou seu cacete e derramou em minha xoxota. Novamente ele tentou. De papai e mam�e foi empurrando devagar, dei um grito.. a cabe�a tinha entrado.. comecei a sentir um pouco de dor, era como se eu tivesse perdendo o caba�o pela segunda vez . Roberto enfiou seu cacete na minha boca para me calar. Claudio foi metendo aos poucos, parava , deixava minha xana acostumar , ia mexendo, e eu ia sentindo seu pinto entrando cada vez mais. Enquanto tentava me fuder, Claudio me mordia ou mamilos, me chamava de puta, de vagabunda, que ia acabar com minha buceta, isso me excitava, aquele negro que devia ter o dobro do meu peso me subjugando,me estuprando. Ainda mais sem camisinha.. essa situa��o me excitava , comecei a mexer os quadris para ajuda-lo, estava com muito tes�o, num sobressalto, Claudio deu uma estocada, quase vi a lua.. senti meu �tero ser for�ado para dentro, nisso dei minha primeira gozada. Claudio comecou a mexer bem devagar, seu pau se movimentava com dificuldade. Passada aquela dor inicial, agora sentia apenas o prazer aflorando de dentro de mim. Claudio tirou seu cacete da minha xana e Roberto fez um comentario. � Porra que merda... Voc� arrombou toda ela.!! Claudio passou mais lubrificante no seu pau e derramou o resto no buraco que tinha ficado da minha buceta e me penetrou novamente recome�ando a mexer. Desta vez senti seu pau tocar meu �tero, me sentia totalmente preenchida. Coloquei a mao na base de seu pinto e vi que ainda n�o tinha entrado tudo.. sobrava quase meio palmo de pinto. J� tinha gozado diversas vezes... e Claudio ainda metia em mim, me beijava na boca, mordia meu pesco�o, falava obcenidades no meu ouvido... e isso estava me deixando louca... E eu J� estava adorando ser estuprada por esse negro. Nem me lembrava mais do Roberto... Ent�o Claudio me virou e me fez ficar por cima..mandando eu cavalgar na sua geba, que j� estava completamente dntro de mim... A minha xana , que j� tava mais acostumada com seu pinto , j� deslizava suave, eu n�o acreditava no que via e sentia.. eu estava aguentando tudo aquilo e gozando como nunca.. Claudio enquando me comia.. mordia meus peitos e Roberto enfiou seu pinto na minha boca. Enquanto eu rebolava na geba preta eu chupava o pinto de Roberto. Me sentia ali como uma puta que estava extravazando todos esses anos de sexualidade reprimida. Nisso roberto apanhou o creme e comecou a enfiar o dedo no meu c�. Prevendo o que ia acontecer, tentei fugir e supliquei que n�o fizessem aquilo, pois nunca tinha dado a bunda... Ele me deu um tapa no ouvido e disse para relaxar, pois j� que estava na chuva iria me molhar.... Me senti uma puta vendo que seria inevit�vel, relaxei... Ainda preenchida pela pica do claudio, senti que o Roberto preparava meu c�zinho para a penetra��o... Depois ele veio por tras e for�ou a entrada, nisso Claudio acelerou as estocadas para aliviar a dor.. Eu j� estava t�o extasiada pelo pint�o de Claudio que s� senti uma dorzinha inicial no inicio da penetra��o que logo foi substituida por um prazer indiscrit�vel... Roberto j� estava com todo o seu pinto enterrado no meu c�.... e eu sentia aqueles dois machos me comendo ao mesmo tempo, aquilo era demais para mim... Eu j� tinha perdido a conta de quantas vezes tinha me acabado... e els continuaram a forcar o ritmo, enfiando e tirando tudo.... Comecei a gozar convulsivamente e pedir mais... eles ouvindo meus gritos de gozo come�aram a gozar tamb�m... Senti os dois explodindo dentro de mim... Tudo terminado... Eles tiraram os pintos de dentro de mim e eu quase desfalecida , cai para o lado... O Claudio me falou: - T� vendo putinha, sabia que vc ia gostar!! Voc� nunca gozou assim, n�?? E pode ter certeza que nunca vai esquecer essa vara preta aqui... Pode apostar que sempre que for dar para seu marido, vai lembrar de mim... Roberto tamb�m me falava muitas sacanagens e eu recobrada e de volta a realidade, me sentia suja, nojenta, arrombada e ardida. Sentia o semem deles descendo sobre minha perna. Olhei para minha buceta, e notei que ela estava aberta, parecia um tunel escuro. Perguntei se podiamos embora, e Claudio falou que ainda n�o, pois iria ter um segundo round.... Pedi pelo amor de Deus para ir iembora, para que me deixassem em paz, e eles riram e disseram que era brincadeira. Eu estava com muita vergonha de tudo o que tinha acontecido, ent�o partimos e eles me deixaram na proxima cidade como prometido. Cla�dio me deu seu telefone e eu ia jogar fora, mas pensei melhor e guardei... Finalmente consegui um mecanico e voltei ao lugar onde estava meu marido. Ele estava super preocupado e perguntou o que tinha acontecido.. Menti... Inventei algo... Quando chegamos ao hotel n�o quis saber de nada, apenas deitei na cama e tive pesadelos com o ocorrido naquela tarde... Pela inicio da manh� sonhei com aquela tarde inesquecivel.... Dois dias lembrei do papel com o telefone... Com muita raiva levantei o fone liguei e quando ele atendeu, disse: - Oi, onde voc� est� e para onde esta indo? ... - Pergunto porque estou precisando de uma nova carona...