Secret�ria Ideal Antes de casar com o R, resolvi trabalhar fora e como sempre gostei de servi�os administrativos me candidatei a uma vaga de Secret�ria. Tendo em vista o relacionamento que temos at� que n�o seria dif�cil conseguir emprego, mas eu queria mesmo era trabalhar para algu�m com que n�o tiv�ssemos nenhum relacionamento, nem intimidade. Ap�s pesquisar durante v�rios dias nos an�ncios classificados, encontrei e me candidatei a uma vaga em uma pequena gr�fica, at� porque o sal�rio n�o era o mais importante. Ap�s alguns dias fui chamada fiz os testes e fui encaminhada para a entrevista com o meu "Chefinho" em um escrit�rio, tipo aqu�rio que ficava na sobreloja e tinha acesso por uma escada de uns 25 ou trinta degraus, onde al�m da mesa da chefia, existiam duas cadeiras de aproxima��o, um sof� de tr�s lugares e alguns arquivos de a�o. O nome dele era Renato, ali�s sou perseguida por Renato(s), ele era um moreno n�o muito alto, muito falante, elegante, simp�tico e sorridente, al�m de ter uma cara de safado que n�o deixava d�vidas. Como nessa �poca hav�amos voltado de 30 dias de f�rias, no Nordeste, eu estava bastante bronzeada do sol e para real�ar ainda havia colocado um vestido de seda claro e um calor largo de p�rolas para contrastava mais a minha cor. Quando o meu futuro Chefinho me viu, engoliu em seco e ficou por alguns instantes sem a��o, e eu embora rindo por dentro fiz que nem havia percebido e continuei a agir naturalmente. A entrevista come�ou e discorreu normalmente, at� que ele come�ou a avan�ar o sinal e come�ar fazer perguntas cada vez mais pessoais, e eu como j� estava preparada para isso, continuei a dar corda e a provoca-lo. Ele me perguntou nome, idade, escolaridade, etc... A coisa come�ou a sair do padr�o quando ele perguntou se eu era casada e eu respondi que n�o, mas que tinha um namorado com quem sa�a assiduamente, e ele perguntou sa�a? Como? Intimamente? E eu respondi olhando bem nos olhos dele: - Muito intimamente, para ser mais precisa sa�mos todas as noites para transar. Ele levantou da mesa, perguntou se eu queria um caf� ou �gua e me convidou para sentar com ele no sof�, pois era mais confort�vel. Aceitei e continuamos a entrevista, e ele perguntou se eu tinha problema de hor�rio e se tinha restri��o a fazer algum tipo de servi�o, e eu descruzando as pernas tipo Sharon Stone, disse que al�m de n�o ter problemas em rela��o a hor�rio, estava dispon�vel para atender meu futuro chefe em todos os seus desejos. Ele colocou a m�o no meu joelho e disse: - Todos? Eu respondi: - Sem exce��o... Ele falou que gostaria que eu ficasse trabalhando com ele, pois ele havia me achado muito bonita e simp�tica e que ent�o seria s� uma quest�o de acertarmos os detalhes financeiros, o que acertamos sem problema algum. Na sa�da dei tr�s beijinhos nele, sendo que um deles foi quase na boca, deixando-o bem desconcertado, notei ainda que havia crescido um volume consider�vel nas cal�as dele e sa� rindo por dentro... J� quando estava saindo ele perguntou se eu era bil�ng�e e eu dando uma risadinha safada respondi que adorava tudo que era tipo de l�ngua, inclusive a vinagrete, mas que tinha apenas uma... Que era o portugu�s, mas que me servia muito bem... No outro dia fui com um vestidinho branco que mais parecia uma camiseta e uma mini tanga cor da pele, que contrastava com meu bronzeado. O local era pequeno e �ramos ao todo em torno de 15 funcion�rios, sendo que era apenas eu de mulher, e l�gico que o coment�rio da nova funcion�ria j� havia corrido e quando eu cheguei a agita��o foi grande. Quando subi a escada ent�o foi um verdadeiro tumulto, cada um queria chegar mais perto dos degraus para buscar algum material ou fazer alguma atividade. O Renato me recebeu com um grande sorriso e mandou que colocassem uma mesa em frente a sua, para que eu pudesse come�ar a trabalhar. Durante v�rios dias exerci minhas atribui��es de Secret�ria ideal, sem nenhuma novidade mais importante, a rotina era que eu sempre ia com vestidos e saias curt�ssimas e geralmente sem nada na parte de cima, mostrando generosamente os seios sempre que me abaixava ou quando estava datilografando e mostrando as minhas calcinhas enterradas na chaninha ao cruzar ou abrir as pernas na mesa em frente a do Renato. As escadas e as pesquisas nos arquivos viraram mostru�rio da minha bunda, chaninha e calcinhas, as quais adorava mostrar, n�o fazendo nenhuma quest�o em procurar esconder, para alegria dos meus colegas. Uma das coisas que ele fez quest�o de frisar e de deixar bem claro era que sua esposa era muito ciumenta e inclusive era de fazer esc�ndalos quando desconfiava de alguma coisa, motivo pelo qual iria procurar me preservar o m�ximo poss�vel de estar perto dela. Com o passar dos dias o Renato come�ou a ficar mais ousado e quando eu estava datilografando, ele parava ao meu lado e ficava olhando meus seios, e as vezes se esfregava nos meus bra�os e costas, fazendo quest�o de me mostrar e me fazer sentir o volume extremamente duro que se formava no meio de suas pernas, eu por minha vez n�o me afastava um mil�metro e incentivava a sacanagem. Esta brincadeira de gato e rato durou uns 4 meses e eu j� estava ficando cansada da rotina, um certo dia o R, foi l� no servi�o para conhecer o ambiente e o apresentei ao Renato que o tratou cheio de formalidades e logo sa�mos para almo�ar, na volta como est�vamos sozinhos o R come�ou a me bolinar, tirou o pau para fora e colocou na minha boca e ficamos ali brincando. Quando vimos que o carro do Renato chegou e que ele estava subindo a escada, fizemos que n�o percebemos e eu fiquei punheteando o R, enquanto ele chupava meu pesco�o e seios, enquanto alisava minhas coxas e enfiava a m�o nas minhas pernas. Creio que vale a pena ressaltar que meu vestido estava quase na cintura e eu estava praticamente nua no sof�, quando ele entrou na sal e se apercebeu da situa��o voltou embara�ado e nos fingimos constrangidos e nos arrumamos rapidamente. Logo a seguir o R se despediu e foi embora, o Renato estava inquieto, me olhava, rondava, senti que ele queria falar algo, mas n�o tinha coragem... Ent�o lhe perguntei se estava tudo bem e se ele tinha algo, j� que estava t�o diferente, ele chegando perto de mim, disse que n�o conseguia tirar da cabe�a o que havia visto e que estava subindo as paredes de tes�o e que adoraria ter visto mais. Eu perguntei ver o que? Ele respondeu tudo! Eu me levantei, fui at� o banheiro, tirei as calcinhas e retornei... Sentei no sof� e deixei cair as al�as do meu vestidinho, ficando com os seios de fora, ato cont�nuo abri as pernas e me mostrei completamente para ele. Ele veio e sentou ao meu lado, enfiou a m�o no meio das minhas pernas e me beijou... Nesse momento o telefone tocou e eu fui atender, quase deitada por sobre a mesa, ao que ele aproveitou e enfiou um dedo na minha chana j� encharcada, e eu gozei... Logo em seguida ouvimos passos na escada e me recompus rapidamente... Quando a pessoa surgiu percebemos era a esposa do Renato que passou a olhar desconfiada para n�s, at� porque o Renato estava com uma cara que n�o deixava d�vidas de que algo fora do normal estava ocorrendo por ali, al�m do que a atmosfera e o cheiro de sexo impregnavam o ambiente e o Renato n�o podia nem se levantar em virtude do grande volume que se formava no meio das pernas. O Renato me apresentou a esposa, que nem olhou para minha cara e eu discretamente me despedi e fui embora. No outro dia ele me contou que rolou o maior quebra pau entre os dois e que ela muito desconfiada da hist�ria, n�o admitia que eu ficasse mais nem um dia ali, mas que ele n�o queria que eu fosse embora e que ia pensar em algum modo de me manter junto a ele. Eu disse que n�o teria nenhum problema nenhum em ir embora e que eu havia gostado muito deste per�odo em que trabalhamos juntos, mas que n�o queria arrumar encrenca com sua esposa e que talvez fosse mesmo melhor para todos eu ir embora, mas que antes eu deixaria tudo organizado no escrit�rio. Ai veio a pergunta mortal: - Voc� n�o quer ficar trabalhando ap�s o expediente para colocarmos o trabalho em dia? � E eu respondi que ficaria sem problema algum. Liguei para o R e pedi para que ele me buscasse as 21:00 horas, pois tinha algo urgente a resolver... Ao que ele deu uma risada e disse; - Urgente e quase cr�nico? As 18 horas ap�s encerrar o expediente, o Renato foi embora junto com os demais funcion�rios, me dizendo que voltaria mais tarde para n�o dar muita bandeira. N�o levou nem quinze minutos e ele estava de volta, eu percebi sua aproxima��o mas fingi que n�o havia notado... Como estava abaixada sobre o arquivo catalogando algumas pastas, ele veio por tr�s de mim e me agarrou pela cintura encostando o pau dur�ssimo na minha bunda... Me abra�ando por tr�s, come�ou ent�o a me beijar e chupar e morder meu pesco�o e nuca, enquanto apertava e bolinava meus seios... Eu adoro isto e me senti amolecer toda... Ele abaixou as al�as do meu vestidinho e o tirou lentamente, me lambendo, mordendo e beijando... Me deixou somente de tanguinha e me colocando sentada em cima da mesa, tirou minhas calcinhas e com a boca e me deu um banho de l�ngua, me fazendo gozar copiosamente... Ai eu levantei, baixei as cal�as dele e abocanhei aquela coisa dura e cheia de nervos, chupando at� ele encher minha boca de porra. Depois ele me beijou longa e apaixonadamente e se encostando na mesa, me colocou sentada sobre ele enterrando o cacete at� o fundo.... E eu gozei novamente, enquanto ele me beijava e nossas l�nguas brincavam nas nossas bocas e meus seios ro�avam o peito dele... Ap�s me colocou de quatro sobre a mesa e enfiou em mim por tr�s, depois pela frente deitada sobre a mesa e ainda sentada e deitada no sof�, me fazendo esvair em gozos simult�neos... As 20:50 o R ligou dizendo que estava indo me buscar eu estava com a boca cheia, pois enquanto conversava com ele chupava o pau do Renato... No decorrer da conversa, sentei no colo do Renato e enquanto rebolava a minha bunda e gemia, disse para ele demorar mais uns 20 minutos, pois eu estava resolvendo um problema urgente e muito cabeludo. O R ao perceber o que estava ocorrendo, riu e disse que eu n�o tinha jeito mesmo, mas que me daria mais uns 30 minutos para resolver o que ainda n�o tinha acabado... As 21:30 o R chegou e fui embora, l�gico que ao contar o que havia feito ele ficou de pau duro e eu o chupei no caminho de casa, engolindo toda a porra que ele despejou na minha garganta. No outro dia o R foi comigo at� o escrit�rio e entreguei minha demiss�o irrevog�vel.. Mas, o mais engra�ado neste dia � que eu n�o poderia ir embora sem aprontar alguma e ent�o fui ao escrit�rio com um vestido hiper transparente e curt�ssimo. Os meus colegas de trabalho quase tiveram um colapso ao me ver, em especial quando subi a escada e deixei cair minhas chaves, de forma proposital, o que me obrigou a abaixar e mostrar "involuntariamente" at� a minha alma, pois estava sem calcinha e havia me depilado completamente. Ap�s fui at� a sala do Renato me despedi com um grande beijo na boca e fui embora... Ele v�rias vezes me ligou para sairmos, mas n�o era o que eu queria e nunca mais nos encontramos.