Passeio de Lancha Uma das coisas que sempre comentava com meu marido, principalmente depois de ver o filme "A Engra�adinha" era que uma das minhas fantasias favoritas seria de acontecer comigo o que acontecia com a personagem do filme, onde em uma cena a personagem � agarrada na chuva por cinco ou seis homens muito fortes e rudes e � comida em cima de um carro... colocada contra um poste e enrabada... arrombada... fodida... possu�da pela frente e por tr�s por todos eles... ela � tratada como uma cadela no cio e for�ada a manter rela��es com todos sem ter escolha. Comentei que o que me dava mais tes�o na cena � que a personagem n�o podia fazer nada, era for�ada a fazer tudo o que os machos queriam. Ela era violentada e estuprada por homens rudes que n�o estavam preocupados com ela ou com o que ela sentia, simplesmente pensavam em atender seus instintos mais animais. Sentia a maior tes�o do mundo em me imaginar no lugar dela, sendo agarrada, chupada, arrombada e prostitu�da. Nem me lembrava mais da est�ria quando em um certo domingo, pela manh� meu marido, me convidou para fazer um passeio na lancha junto com um amigo dele. Nesse passeio far�amos um tour pelo Gua�ba e ap�s far�amos um churrasco em uma ilha que at� hoje n�o sei o nome. Fiquei meia desconfiada de arma��o, mas pensei que ia pintar uma transa ou uma tentativa de transa a tr�s, at� porque este amigo de meu marido estava sempre de olho em mim, e uma vez que sa�mos juntos, ao voltarmos para casa j� meio altos de bebida acabei fazendo um desfile particular para meu marido e para ele, acabando nuazinha na frente deles enquanto eles me acariciavam e me passavam as m�os. Nesse dia ele acabou se masturbando e melando todo o tapete de nossa sala.. L� fomos n�s, coloquei como sempre um biqu�ni super fio dental de cor verde, e por cima uma canga verde escuro. Passeamos algum tempo pelo rio e meu marido ficou me bolinando o tempo todo, enquanto eu fingia fugir o tempo todo, pois estava extremamente excitada. Num de meus descuidos ele deu um pux�o na parte de cima de meu biqu�ni me deixando com os peitinhos de fora. Quando reclamei sem muita convic��o ambos riram e nosso amigo disse que n�o se importava, falou que estava gostando e que eu tinha os seios muito bonitos. A� deixei de fazer cu doce e fiquei assim mesmo. Notei que nosso amigo n�o tirava os olhos de mim e meu marido estava com a pica super dura. Meu marido se chegou e se esfregou em mim, apertou meus seios, beijou e chupou meu pesco�o, enfiou a m�o na minha tanga, dedilhando meu grelho e eu me desmanchando em tes�o. O que eu achava estranho era que esse cara n�o avan�ava o sinal... n�o fez a m�nima men��o de chegar perto de mim... e eu comecei a me soltar mais e mais... e comecei at� mesmo a me mostrar, n�o vou mentir... Meu marido tirou a pica para fora e me deu para chupar e eu fiz sem nenhuma cerim�nia olhando para o Paulo que estava dirigindo a lancha, com um volume enorme no meio das pernas. Passava a l�ngua na cabe�a, em c�rculos, enfiava tudo na boca, lambia o saco, enfiava de novo na boca apertava o saco com as m�os e ficamos nessa sacanagem um bom tempo. Em torno de 11:00 hs. O Paulo nos disse que estar�amos nos dirigindo para uma ilha super afastada para fazer o tal churrasco... a� eu imaginei que o aperitivo seria eu... s� que n�o imaginava como seria... Quando l� chegamos meu marido sugeriu que eu ficasse nua, para me bronzear totalmente, o que recusei a in�cio e tirei somente a parte de cima, enquanto eles preparavam o fogo para assar a carne. Eles ficaram pelados e pude ver com detalhes a pica de nosso amigo, n�o era grande mas era extremamente grossa e eu j� estava louquinha para por na boca, pois adoro chupar uma pica. Peguei uma cadeira e me afastei uns 100 metros para tomar sol, estava sossegadamente olhando a paisagem quando v� movimento no mato... coloquei imediatamente a parte de cima do biqu�ni e vi quatro homens enormes, mal encarados, rudes que mais pareciam estivadores rec�m sa�dos do trabalho, vindo na minha dire��o. Assustada corri para onde estavam meu marido e seu amigo, para minha surpresa meu marido despreocupadamente me disse que n�o poderia fazer nada e que aqueles caras eram problema meu e que eu � que deveria saber como tratar e o que fazer com eles. Eles vinham caminhando na minha dire��o... enquanto vinham �am se pelando... tinha um mulat�o que notei possuia um pau que quase batia no joelho... era um jumento de t�o grande... amedrontada n�o sabia o que fazer... pensei em fugir... para onde? N�o tinha como... corri ... ou tentei correr... logo me alcan�aram, me derrubaram no ch�o... come�aram a me apertar... beijar ... chupar... arrancaram meu biqu�ni rasgando em diversos peda�os... me morderam... me chuparam... comecei a gritar, a chorar... olhei para meu marido e ele estava sentado impass�vel olhando a cena... tive �dio... comecei a chorar... tentei resistir... mordi um deles... tentei dar uma joelhada no outro... levei um tapa do lado do ouvido que me deixou meia zonza... Senti que dois deles seguraram minhas pernas enquanto outros dois seguraram meus bra�os... senti que me abriram toda me arreganhando e me expondo... vi quando uma sombra se aproximou de mim... olhei para cima e vi nosso amigo de pica dur�ssima se acomodando no meio de minhas pernas... me enfiando o cec�te at� o fundo numa s� estocada... A� entendi que tudo era uma arma��o e parei de resistir e resolvi colaborar... Quando parei de me debater soltaram minhas m�os e pernas e come�aram a esfregar em mim as picas... esfregavam no meu rosto... na minha cara... seios... O mulato veio e enfiou o pic�o na minha boca.... Nosso amigo me puxou para cima dele e fez eu sentar em cima do seu cacete... meu rabo ficou aberto... senti que estavam tentando enfiar um cacete no meu rabo... senti sendo for�ada por um cacet�o... quis sair de cima ... tentei fugir... me agarraram pelos cabelos... e pelos bra�os... ao tentar resistir novamente fui avisada que iria levar mais alguns tapas... Me aquietei e procurei relaxar... para que tudo entrasse da forma mais f�cil poss�vel.... mas era muita pica para pouco rabo... senti que estava sendo rasgada... gritei... colocaram um pau na minha boca... tentei gritar novamente... enfiaram mais um.... tentei fugir me agarraram e enfiaram mais violentamente ainda... senti os pelos encostados na minha chana e na minha bunda... estava tudo dentro... comecei a rebolar... comecei a mexer...senti jatos de esperma na minha cara... no fundo da minha garganta... no fundo de minha chana... senti um rio de esperma no meu reto... sentia vibrar todos os m�sculos do meu corpo e que a minha tes�o fora despertada... eu estava excitada ao m�ximo... Comecei a participar ativamente... ao observar meus parceiros vi que cada um tinha uma pica maior que o outro... deviam ter sidos escolhidos criteriosamente... n�o resisti mais, chupava um... beijava outro... sentava no colo de um... me esfregava no outro... Fiquei de quatro... senti que fui preenchida por um cacete... senti que quando um saia o buraco era imediatamente preenchido por outro... J� n�o sentia mais dor, ard�ncia nada... s� tes�o... Dei a chana, o rabo, chupei, lambi e engoli a porra de todos eles... Fiquei completamente dolorida e ardida, at� que me deram um sossego e foram falar com meu marido... quando pensei que j� estava tudo terminado o voltou mulat�o me pegou no colo... me fez colocar as pernas na sua cintura... me penetrou de p�... eu estava alagada... arrombada... a penetra��o foi f�cil... senti ent�o um cacete super duro procurando a entrada do meu rabo... a esta altura alargado e muito dolorido... olhei para tr�s e vi que era meu marido... relaxei... Ap�s isso tudo os 4 rapazes foram embora e n�s ficamos na ilha, nus curtindo o final do tal churrasco que j� estava mais do que queimado. Entre algumas cervejas e algumas mordiscadas os dois meteram em mim ainda diversas vezes, at� que n�o ag�entei mais... Quando nos prepar�vamos para ir embora, por volta de 17:00 hs., me lembrei que meu biqu�ni havia sido destru�do, foi quando meu marido tirou da lancha um novo biqu�ni e me deu para vestir, bem como uma pomadinha para aliviar a ard�ncia de minha chana e rabo. Esse passeio ficou na minha mem�ria de forma inesquec�vel, como a realiza��o de uma das maiores fantasias que j� possu�.