O Dentista Meu dentista � um homem que pode-se chamar de muito bonito, alto, cabelos grisalhos, em torno de 40 anos, muito elegante e educado. N�o me trato a muito tempo com ele, mas neste per�odo sempre me tratou com o maior respeito e sempre manteve a distancia recomend�vel a sua profiss�o. Eu sempre que podia fazia tudo para provoca-lo, em todas minhas consultas ia com saias ou vestidos super curtos ou transparentes e com as minhas j� famosas mini tanguinhas transparentes enterradas no rabo. Ele ficava bastante desconcertado e nervoso quando eu entrava no consult�rio, trope�ava, deixava as coisas cair, ficava desajeitado e tudo piorava quando protestando sentir alguma dor imagin�ria abria ou levantava minhas pernas mostrando at� o buraco de meu umbigo. Em uma dessas ocasi�es decidi incrementar mais ainda a situa��o. Depilei completamente minha chaninha e rabinho, coloquei um micro vestido super curto e transparente e fui para a consulta... sem calcinha. Esse vestido tem apenas um bot�o que o fecha e qualquer movimento que fa�a mais brusco intencional ou n�o me deixa com os seios ou com a chana de fora. Quando cheguei no consult�rio ele me tratou como sempre, am�vel e delicadamente... Me p�s semi deitada naquela posi��o tradicional que � at� meio er�tica e ao subir na cadeira ele percebeu e viu que eu estava sem calcinha. Ficou p�lido, meio sem a��o... N�o sabia se olhava ou se fugia, mas ficou firme como se nada tivesse acontecido. Quando foi colocar aquele guardanapo, ou babeiro, ou sei l� como se chama, no meu pesco�o, viu claramente os meus seios, pois na posi��o em que fora colocada e em virtude de um jeitinho proposital que eu havia dado, meu vestido estava totalmente aberto. Me encarou firmemente e come�ou a me examinar... N�o sei se foi por coincid�ncia ou n�o come�ou a se ro�ar em mim de vez em quando. Eu por minha vez escancarei as pernas mostrando completamente a minha chaninha que estava completamente encharcada. Notei que o volume nas cal�as dele havia come�ado a aumentar e quando ele se encostou em mim de modo mais ousado agarrei o cacete dele. Ele levou um grade susto, creio que n�o esperava. Meio que se afastou, mas logo voltou para onde estava. Olhou fixamente para mim, se aproximou e me deu um longo beijo de l�ngua, enquanto explorava com a m�o o meio de minhas pernas... Espalmou a m�o e enfiou os dedos na minha chaninha... Foi descendo e come�ou a me chupar... Enfiava a l�ngua bem no fundo de minha chana... lambia... mordia... chupava o grelinho me deixando alucinada... Quando estava bem excitada ele lubrificou um dedo com meu l�quido vaginal e enterrou no meu c�zinho... O gozo veio forte... violento... Sentia todos os nervos do meu corpo vibrar de tes�o e de prazer... Foi um gozo intenso... maravilhoso... Me senti amolecer toda, devido as diversas vezes que gozei... O gozo vinha em ondas... fortes... enormes... Quando ele finalmente levantou abri o seu z�per e coloquei o cacete na boca, era muito grosso e estava extremamente duro. Comecei a lamber a cabecinha em c�rculos... Apertava as bolas... Abri o �nico bot�o do vestido, ficando nuazinha... Passava o cacete nos seios... Vinha lambendo desde a raiz at� a glande, onde fazia uma suc��o maior... Enfiava tudo na boca, enquanto passava a l�ngua na glande... Massageava as bolas... Senti que o gozo se aproximava... ele quis tirar da minha boca... eu o segurei, prendi... O esperma batei forte no fundo de minha garganta, quase me afogando... Apertei a cabe�a na minha boca... apertei e massageei o saco... Lambi o restinho para n�o perder nada... Notamos que for�aram a ma�aneta da porta... Por nossa sorte estava trancada... Bateram suavemente na porta... Nos recompomos e ele foi abrir a porta, meio com cara de culpado. Era a Secret�ria que nos olhou de modo meio estranho. Ser� que escutou ou percebeu algo? N�o sei! Ap�s fui me embora. Na pr�xima consulta creio que vai necess�rio fazer um tratamento mais profundo... Creio que vai ser necess�rio usar alguma broca para �obturar ou tapar� meus buracos.