Garota de Programa Sou casada com um cara que adora sacanagens e principalmente me ver fazendo as mais variadas coisas, tipo me exibindo ou transando com homens, mulheres e casais, e eu adoro chupar, lamber, arranhar, dar a bunda, ser penetrada por duas picas ou mais ao mesmo tempo, enfim curtir tudo que o sexo puder me proporcionar. Meu marido me incentiva as mais diversas sacanagens e adora quando eu ando com roupas bem curtas, mini-saias, mini-blusas, roupas bem transparentes, de saia curta e sem calcinhas, etc... Um de nossos divertimentos favoritos e pegar o carro e ir por gasolina (em postos bem afastados de nossa casa). L�gico que sempre estou sem calcinhas, e me abro toda, escancarando as pernas e deixando os homens do posto bem loucos e de pau duro. N�o preciso nem dizer que sempre somos maravilhosamente bem tratados nos postos e o atendimento, principalmente na parte dianteira do carro, onde d� maior e melhor vis�o (vidros dianteiros, �gua e bateria), � sempre de primeira. Outra loucura que ele adora fazer � ligar para uma tele pizza ou tele galeto e fazer uma encomenda, quando o entregador chega, eu estou com um vestido ou camisola super transparente, com uma min�scula tanguinha enterrada no rabo, ou ent�o estou simplesmente enrolada em uma toalha grande que estrategicamente deixo cair, no momento certo, ficando nuazinha para espanto e deleite do meu desprevenido espectador. Tamb�m fico nua, ou quase nua dentro do carro e vamos passear por ruas movimentadas de Porto Alegre, causando verdadeiro furor quando encostamos ao lado de �nibus ou caminh�es e fa�o de tudo para que os motoristas me vejam, ou ent�o vamos ao Parque Marinha do Brasil, na beira do rio Gua�ba, e transamos dentro do carro, com as portas abertas, para que nos vejam. Uma das maiores tes�es que tenho e que at� hoje n�o pude realizar � encontrar um negr�o, bonito, simp�tico, com um pau enorme, descomunal, de prefer�ncia, para que eu possa fazer com ele as maiores loucuras que me vierem na cabe�a. Mas isso � vontade e passarei a contar a seguir um dos lances mais ousados que fizemos, at� hoje: Existe uma rua aqui em Porto Alegre, que se chama Volunt�rios da P�tria, nesta rua diversas prostitutas e Travestis fazem ponto, nos lugares mais afastados do centro. Um dia o meu marido me pediu para por uma mini tanguinha e um micro vestido, que n�o tapava nem as polpas de minha bunda e se dirigiu para aquele local. A in�cio n�o entendi muito bem o esp�rito da coisa, mas quando l� chegamos ele me pediu para descer do carro e ficar caminhando como se estivesse fazendo ponto naquele local, ele continuou observando de dentro do carro, um pouco afastado vendo diversos carros pararem, me oferecendo carona e alguns perguntando quanto eu cobrava por programa. Para provocar ainda mais tirei o vestido ficando apenas com a tanguinha, que mal cobria meu rego, ai foi demais, buzinas, cantadas e ofertas de programa choveram., quando a coisa come�ou a sair do controle sa�mos do local e fomos para uma rua mais escura, onde tinha um barzinho com alguns homens bebendo. Ficamos a uns 100 m. do bar e ele me colocou de quatro por sobre o carro tirou meu vestido e me comeu al� mesmo. Que tes�o estar ali na rua sendo fodida e com plat�ia. Quando sentimos que os �nimos come�aram a se exaltar e que a barra estava pesando, pegamos o carro e fomos embora. Aquela id�ia de ser tratada como uma prostituta ficou na minha cabe�a e comentei com meu marido, ele l�gico, prontamente adorou a id�ia e me sugeriu que eu fizesse um programa por dinheiro, poderia por um an�ncio no jornal me oferecendo, ou contatar�amos uma conhecida nossa que gerenciava uma casa de meninas de programa, pedindo para que arrumasse um programa para mim. Procurei nossa amiga e ela me indicou a um rapaz que vou chamar de Ricardo, que vem de S�o Paulo periodicamente a Porto Alegre, e que havia lhe ligado dizendo querer fazer um programa. Como ele j� era cliente antigo de minha amiga, pude ir a luta, despreocupadamente, tomei banho, passei �leo no corpo, me perfumei, vesti uma mini tanguinha, com um micro suti�, uma mini-saia preta e um casaco com um decote que mais mostrava tudo que escondia e fui para o ponto programado de encontro. N�o tive que esperar muito. pois logo em seguida o Ricardo chegou, em um Logus prateado, ele era um homem muito bonito e sensual. Entrei no carro e ele imediatamente come�ou a passar as m�os em minhas pernas, enfiou as m�os pelo meu decote, alisou meus seios, come�amos a conversar e ele disse tudo o que gostaria de fazer comigo, a esta altura j� estava toda ensopada de excita��o, fui descendo a m�o pela sua perna e agarrei o seu pau que j� estava completamente duro, abri o seu z�per e abocanhei com toda a tes�o do mundo, ele se contorcia, sua respira��o se tornou ofegante e eu brincava com minha l�ngua na cabe�a daquele caralho. Chegamos a um motel e ele come�ou a me beijar , me chamar de putinha, se esfregar em mim, ao que lhe pedi que se deitasse, e comecei a dan�ar para ele, como se fosse a mais vagabunda das putas, me esfregava no seu pau, subia em cima dele beijava sua boca, mordia e agarrava o pau por cima da cal�a, esfregava a buceta na sua cara. Ap�s muita bolina��o ele se levantou veio por tr�s de mim, abriu o meu casaco tirando-o, ap�s tirou minha saia deixando-me de calcinha e suti�, depois tirou a parte de cima e por ultimo tirou minha calcinha, n�o preciso dizer que tudo isto foi cercado de muita bolina��o, chupadas, esfregadas e bolina��es e que j� tinha gozado umas tres vezes. Ap�s ele me deixou de pernas abertas e enfiou aquele caralh�o em mim, fodemos como doidos, eu por cima, ele por tr�s, chupei-o todinho ele enfiou a l�ngua em minha chana e no meu c�, chupei com vontade o pau dele e depois ele me virou de costas e come�ou a pincelar meu cuzinho. Fiquei com medo pois o seu pau era muito grosso e resisti (um pouquinho), ao que ele me pegou a for�a e come�ou a tentar enfiar de qualquer maneira, resisti enquanto pude, (mas n�o muito) e ele finalmente introduziu aquele cacet�o no meu c�, me arrombando e me fazendo gritar de dor e de prazer. Gozamos e pedi para ele enfiasse em mim pela frente e que me chamasse de putinha, batendo na minha cara, coisa que ele fez com prazer, sem eu ter que pedir duas vezes, me levando a gozos convulsivos e intensos. Acho que ele n�o entendeu muito, como uma "Profissional" era t�o dedicada ao trabalho, e gozava daquela maneira. Ap�s saciada e muito dolorida, "peguei meu Pagamento" e fui embora... Meu marido estava me aguardando, j� de pica dura, para que lhe contasse como havia sido a aventura, e nem preciso dizer que foram mais algumas horas de trepada. Ap�s este dia soube que o Ricardo esteve outras vezes em Porto Alegre, e tentou me localizar atrav�s de minha amiga, que tinha instru��es para dizer que eu havia mudado de cidade.