Fl�via e a Praia Como contamos anteriormente iniciamos a Fl�via em algumas sacanagens na primeira vez que ela dormiu l� em casa. Mas em outro final de semana n�s ligamos para ela e a convidamos para viajar conosco para Itapema em Santa Catarina onde ir�amos passar alguns dias de f�rias. Ela prontamente aceitou e nos a buscamos em casa num s�bado pela manh�, quando fomos direto para a praia. N�s hav�amos alugado uma casa de 02 andares, muito aconchegante com lareira e todo conforto que poder�amos desejar. L� chegando colocamos nossas coisas num quarto de casal e colocamos a Fl�via num quarto de solteiro em frente ao nosso. No primeiro dia fomos a praia curtir o sol e sempre que pod�amos aproveit�vamos para tirar uma casquinha dela, pass�vamos bronzeador nas suas pernas, coxas, seios e quando t�nhamos oportunidade pux�vamos tudo para baixo deixando-a com os seios ou a chana de fora. A noite j� em casa resolvemos sair para jantar, pegamos o carro e fomos para um restaurante onde tinha pista de dan�a e ficamos at� em torno da 01:00 da manh� quando resolvemos ir embora, convidamos a Fl�via para ir embora e ela disse que ficaria mais um pouco, j� que estava dan�ando com um namoradinho que havia arrumado por l�, mas que n�o se demoraria muito. Fomos embora e em torno de 04:00 hs. a Fl�via chegou silenciosamente com o namoradinho e ficou em um cantinho na escada de acesso a casa, no maior amasso. Da janela do quarto onde est�vamos v�amos perfeitamente o que os dois estavam fazendo. A Fl�via tem um corpo maravilhoso, estava com uma mini saia e uma mini blusa super sexy e o garot�o, alucinado, come�ou a beija-la no que foi plenamente correspondido. Ap�s come�ou a alisar as coxas da Fl�via e levantou sua sainha, a puxou para dentro da prote��o da escada, onde era mais escondido para quem estava na rua e tirou o pau para fora e deu para ela segurar. Ela agarrou e come�ou a punhetear ele, ele tentou tirar as calcinhas dela e queria enfiar o cacete na chaninha de qualquer jeito. Ela estava completamente louquinha e acho que s� n�o deu ali com medo que n�s os v�ssemos e a repreend�ssemos. Com o ocorrido n�s j� sab�amos que ela n�o era t�o tolinha quanto queria parecer ser e decidimos come-la todinha. No outro dia levantamos como se nada tivesse acontecido, e fomos tomar banho, passeamos nus o tempo todo dentro de casa, como se n�o nos aperceb�ssemos da presen�a dela. Fomos a praia e na volta ao ir para o banho eu a convidei para ir comigo, ela ficou meia relutante mas terminou aceitando. Em baixo do chuveiro eu lhe dei banho, ensaboei suas costas, coxas, seios, me esfreguei nela e me detive principalmente no meio de suas coxas, quando ensaboei toda a chaninha dela e enfiei o dedo, brincando ainda longamente com o seu grelinho, ela respirava pesadamente e vi que estava muito excitada. Sa�mos do banho, a sequei pedi que ela me secasse e fomos para a sala, meu marido l� estava e n�s pedimos a Fl�via que tirasse algumas fotos nossa trepando, ela ficou meia encabulada, mas terminou aceitando. Tiramos nossa roupa e enfiei o pau dele goela abaixo, ele chupou minha chana, meteu na minha bunda, gozou no meu c�zinho, melou minha cara e seios... e a Fl�via... fotografando tudo. Quando sentamos para descansar um pouco eu lhe disse que adoraria v�-la nua e ela sem muita hist�ria tirou toda a roupa ficando nuazinha, mas saiu correndo imediatamente para seu quarto. Fui atr�s e vi que ela estava toda vermelha do sol,lhe falei que seria bom passar um hidratante para n�o doer nem descascar. Ela a in�cio recusou, mas depois ficando s� de calcinha e suti� deixou que eu passasse o creme em seu corpo. Me detinha e caprichava muito nas curvas da bunda, seios, coxas. Com jeitinho fui tirando a parte de cima e arranquei a parte de baixo, fui bolinando, enfiando os dedos, alisando, fui baixando e enfiei a cara naquela chana novinha e cheirosa. Ela fechou os olhos e eu subi para cima dela... chupei os seios... mordi... alisei... Meu marido que a tudo observava meio escondido e que a esta altura j� estava nu e com o pau que era um ferro se aproximou e come�ou a se esfregar em mim. Eu enfiei a l�ngua na chaninha dela e chupei aquele grelo maravilhoso enquanto ele metia na minha chana que estava completamente arrega�ada. Ela abriu os olhos e viu o que estava acontecendo... n�o esbo�ou nenhuma rea��o... eu comecei a chupar o pau dele e a puxei para me acompanhar... ela resistiu... ent�o a deitei novamente e comecei a beijar sua boca... meu marido veio por cima dela e enterrou o pau naquela chaninha rosada e cheirosa, que estava alagada de tanta tes�o. Ela gozava, urrava, enquanto era fodida eu enfiava a l�ngua no rabo dela e esfreguei minha boceta na sua cara. Depois enfiei minha cara na chotinha dela e meu marido atolou a pica no c�zinho dela como da primeira vez, continuamos a transar a noite inteira. Ela nos revelou que depois daquela primeira experi�ncia l� em casa, andava dando para um namoradinho. No dia seguinte a levamos para tomar banho no chuveiro conosco, e fizemos ela me chupar e meu marido gozou na cara e seios dela. Transamos com ela quase todo dia, ensinando tudo que sab�amos e tudo que gost�vamos, lhe falei que ador�vamos sexo em grupo, menage, nudismo e muita sacanagem. Na frente da casa que hav�amos alugado tinha um grupo de cinco rapazes que ficava alucinados cada vez que nos viam, e n�s faz�amos de tudo para provoca-los. And�vamos sem roupa dentro de casa, cheg�vamos na sacada peladas. Eu, principalmente, que adoro isto, andava sem calcinha e sempre que poss�vel abria as pernas para me mostrar, e eles sem coragem de se chegar com medo de meu marido. Em uma conversa com ele, disse que adoraria trepar com aquela gurizada e a Fl�via disse que tinha curiosidade de ver como era e que gostaria de experimentar o sexo em grupo. Ent�o combinamos que far�amos um contato inicial com eles para tirar uma febre e ver possibilidades. Meu marido teve que ir a Camburi� e n�s ficamos em casa, aproveitamos para puxar conversa com eles e vimos que eles estavam louquinhos para nos comer, se sabiam o que era isto, e n�s est�vamos ainda mais louquinhas para dar para eles. Aproveitei a oportunidade para avan�ar o sinal e ataquei o garoto que eu estava mais interessada e que vou chamar de Carlos, numa desta avan�adas ele criou coragem me enfiou a m�o no meio das pernas, puxou minha calcinha para o lado e s� n�o me comeu ali mesmo porque meu marido chegou e fez barulho com o carro. Putz, foi uma correria s� da gurizada. Quando meu marido subiu estava todo mundo bem comportadinho e foram apresentados como amigos da Fl�via. Ao irem embora contamos tudo o que havia ocorrido para meu marido e confirmamos nossa firme inten��o de comer aquela gurizada toda. Ele disse que tudo bem s� que ele gostaria muito de ver. Ent�o combinamos que um dia antes de irmos embora ele fingiria viajar, deixaria o carro em outro lugar e voltaria, ficando escondido sem dar bandeira, mas vendo o que iria acontecer. Um dia antes de terminar nossa estada l�, avisamos os rapazes que ficar�amos sozinhas a tarde e parte da noite, pois meu marido estava viajando e que gostar�amos que nos fizessem companhia. No dia eu estava com a chana alagada de tanta tes�o, me banhei, perfumei, vesti uma mini tanga, um vestido transparente que mostrava at� minha alma, n�o coloquei suti�; a Fl�via mais moderada e com medo por ser sua inicia��o, colocou um mini vestido bem justo que real�ava suas formas, mas estava lindinha. A gurizada chegou em torno de 16:00 hs. servimos refrigerantes, cerveja, conversamos e como n�o gosto de muita enrola��o convidei o Carlos (aquele mais espertinho e mais afobadinho) para dan�ar, me esfregando toda nele,. O agarrei, apertei e dei-lhe um beijo na boca ... os outros... s� olhando. Ele tomou coragem e levantou meu vestido, mostrando minha bundinha e enfiando a m�o por dentro de minha calcinha... a plat�ia n�o desgrudava os olhos de n�s. Ap�s algum tempo de bolina��o, mandei que ele sentasse no sof� e busquei a Fl�via a convidando para fazer um strip comigo... ela n�o sabia nem dan�ar e s� ria. N�o topou de jeito nenhum, ent�o eu fiz algo diferente, peguei um baralho de cartas e propus que quem tirasse a menor carta tinha que tirar uma pe�a de roupa. Adivinhem que foi a primeira a ficar pelada, l�gico que eu, pois estando s� com o vestido e a tanguinha, ficou f�cil de ,me pelarem. L� pelo meio do jogo tudo j� era festa, era m�o nos seios, beijos, chup�es, bolina��o e amassos, o Carlos tinha um pau bastante grosso que eu n�o resisti e enfiei na boca. A Fl�via estava agarrada com outro garoto. Eles quiseram nos levar para os quartos, mas n�s dissemos que somente continuar�amos se fic�ssemos juntas e com todos eles. Eu acabei tendo que dar conta de todos eles, chupei meti, deu a chaninha, o rabinho. A Fl�via me disse que transou transou com tr�s deles e adorou a farra. Ap�s muitos gozos e sacanagens os meninos foram embora e n�s duas tivemos que atender meu marido que estava com o pau que era uma estaca. No outro dia logo ao amanhecer pegamos nossas coisas e nos mandamos, sem despedidas e sem maiores detalhes. Este fato muito me marcou e com certeza marcou mais ainda a Fl�via, que se tornou nossa companheira insepar�vel participando de muitas sacanagens conosco at� bem pouco tempo, quando engravidou, casou e n�o tem tanto tempo dispon�vel para n�s, embora quando nos a encontramos...