Amarrada, vendada e estuprada Lendo uma revista F�rum com meu marido, nos chamou a aten��o o relato que uma mulher fez, de que ela e o marido a procura de sacanagens e aventuras, fizeram uma viagem ao interior, se hospedaram em um hotel. O marido ent�o a amarrou a uma cadeira, nuazinha, ligando a seguir chamando o camareiro, e se escondendo. Ela relata que quando o rapaz entrou, ficou sem saber o que fazer. Ao v�-la amarrada e com os olhos vendados, e se apercebendo que estava sozinho com ela e que n�o poderia ser reconhecido, come�ou a bolina-la, tirou o pau para fora, se esfregou nela, enfiou o pau na sua boca e terminou gozando sobre ela. Este relato acendeu nossas fantasias e come�amos a planejar uma maneira de fazer algo semelhante. Come�amos fazendo encomendas de pizza ou de comida chinesa atrav�s das tele-entregas, quando o entregador chegava eu o atendia com camisolas hiper transparentes e mini tanguinhas que mal escondiam meu rabo, deixando tamb�m metade de minha chaninha para fora. Outras vezes atendia-os somente com a camisola, sem nada por baixo, fazendo quest�o de me arreganhar toda e mostrar minha chaninha para eles. Outras vezes ainda atendia a porta com uma toalha enrolada no corpo, nuazinha por baixo e quando ia fazer o pagamento dava um jeitinho da toalha cair, me deixando completamente pelada diante de meu aturdido espectador. Os entregadores ficavam completamente loucos, mas durante todo o tempo em que fizemos isso nunca encontramos nenhum que tivesse a coragem de me enfiar a m�o, embora eu os provocasse de todas as maneiras para isso. Certo dia meu marido chegou em casa com jeito de safado, me mandou tomar banho mais cedo, me pediu para colocar um maio lil�s que � super cavado e f�cil de tirar pois � todo amarrado nos lados e me disse para deitar. Vendou meus olhos, amarrou meus pulsos na cabeceira da cama e os tornozelos nos p�s da cama. Testou para ver se eu n�o podia me soltar e come�ou a me bolinar, me deixando bem acesa. Soltou a parte de baixo de meu mai� e passando um creme na minha chana, come�ou a me depilar todinha. Como comecei a protestar e a tentar cair fora... sem que eu esperasse ele me deu uns tapas na cara e nas coxas... e eu me molhei toda de tes�o. Ap�s me deixar completamente raspada e lisinha, recolocou meu mai� e saiudo quarto. Escutei quando ele fez uma liga��o e falou com algu�m. Passados uns dez minutos tocaram a campainha, escutei mais atentamente e vi que algu�m entrava no apartamento, n�o tinha nem id�ia de quem era... mas uma sensa��o estranha come�ou a tomar conta de mim... N�o sabia se era medo ou tes�o... imaginava, o que estava para acontecer? Notei que sentaram na beira da cama... tentei me encolher, mas as cordas n�o deixavam... senti que come�aram a passar a m�o nas minhas coxas... nos meus seios... senti me bolinarem o corpo inteiro... Senti puxarem o mai� para o lado... tirando meus seios para fora... Sentia v�rias m�os agarrando e apertando meu corpo... senti que nos meus dois seios tinham bocas que chupavam, lambiam e mordiam os biquinhos, me deixando alucinada... senti que as bocas desciam para minha barriga... chupavam as coxas... eu queria me soltar... queria fugir... mas n�o podia... Eu n�o sabia o que fazer... tentava adivinhar quem estava me bolinando, me chupando... imaginava diversos nomes... Poderia ser algu�m desconhecido? .. Aquela incerteza me dava mais tes�o ainda... Senti quando desamarraram meu mai� e me deixaram peladinha... a sensa��o de estar depilada me deixava com a impress�o de estar mais nua ainda... senti enfiarem a l�ngua no meio das minhas coxas... senti quando a l�ngua deslizou para dentro de minha chana lisinha... Tentei escapar... fui agarrada rudemente... quando comecei a me contorcer algu�m me beijou e enfiou a l�ngua na minha garganta... eu n�o podia fugir... me sentia indefesa...A boca logo foi substitu�da por um cacete... que percebi enorme... grosso... queria agarra-lo n�o podia... Al�ngua voltou a brincar com meu grelinho... me deixando alucinada.... Senti outra presen�a ao meu lado... Mais um pau procurou minha boca... eu chupava... lambia... e, a l�ngua me deixando alucinada... Senti quando me desamarraram os p�s... senti levantarem minhas pernas e enterrarem ainda mais a l�ngua na minha chana... senti que come�aram a brincar com o meu c�zinho... enfiando e tirando os dedos e l�ngua sem parar... Eu estava cada vez mais desesperada... percebi quando uma das pessoas que estava com o pau na minha boca, se afastou... percebi que a l�ngua parou de lamber meu grelo... a tes�o era enorme.. imaginava o que ainda estava para acontecer... Senti quando levantaram e abriram bem minhas pernas... ao mesmo tempo senti que uma mulher sentava sobre meu rosto, esfregando a chana na minha cara....Senti um cacete enorme pincelando minhas coxas e a entrada do meu buraquinho j� alagado...senti aquela boceta se esfregando na minha cara e eu lambi... chupei... queria agarrar... n�o podia, continuava com as m�os amarradas. Senti quando em uma s� estocada... violentamente...rudemente... enterraram um cacete em mim... Tentei gritar... fugir...escapar... in�til... estava adorando... gozava convulsivamente... gemia... lambia... chupava e enfiava cada vez mais fundo a l�ngua dentro daquela boceta que estava sobre meu rosto... senti que come�aram a falar no meu ouvido, me chamando de putinha, vagabunda, safada... n�o reconheci a voz... n�o era ningu�m conhecido... a tes�o dobrou de tamanho. Senti quando me desamarraram as m�os... percebi quando me puxaram para sentar sobre um cacete... que foi enterrado na minha chana de um s� golpe at� o saco... senti que me beijavam... a l�ngua enfiada na minha boca... agarrei aquele rosto... era uma mulher... Percebi que come�aram a pincelar um cacete no meu c�zinho... tentei fugir... fui presa por v�rias m�os e for�ada e me abaixar mais um pouco... fui for�ada a me abrir toda... senti medo... passaram um creme no meu c�zinho... senti que come�aram a for�ar a cabecinha... a sensa��o de tes�o crescendo alucinadamente e eu fui me abrindo toda... senti o cacete entrando de uma vez s� no meu c�zinho, me alargando, me arrombando toda... que sensa��o de dor maravilhosa... Come�ou o vai e vem sincronizado onde eu sentia perfeitamente os dois cacetes entrando e saindo de dentro de mim ao mesmo tempo... sentia um ro�ar no outro atrav�s da minha pele mais sens�vel. O gozo veio num crescendo... me atingindo violentamente... aquela mulher continuava me beijando... me chupando... agarrando... se esfregando em mim, agarrando minha cabe�a e esfregando convulsivamente a boceta em minha boca. Senti que gozaram dentro de mim, senti encherem minha boceta e o meu c�zinho de porra... senti a mulher gozar na minha boca... engoli o que pude... senti que grande parte escorria pelo meu rosto... Meia tonta ainda, percebi que tiravam a venda dos meus olhos, olhei ao redor e vi os participantes do meu "estupro": Eram o Pedro (nome fict�cio) que se tornou nosso amigo e temos v�rias outras hist�rias com ele, uma amiga �ntima, muito �ntima, que vou chamar de Marlene e � l�gico meu marido. Ap�s me restabelecer fomos para o banho e continuamos com a putaria, o Pedro metia em mim e meu marido metia na Marlene, enquanto nos beij�vamos e nos chup�vamos. Depois voltamos para a cama e transamos n�s duas para eles verem, terminamos com um sessenta e nove, e enquanto nos chup�vamos o Pedro comia meu rabinho e meu marido metia no da Marlene. Depois n�s os chupamos ao mesmo tempo at� gozarem na nossa cara e encherem nossa boca de esperma. Disputamos cada gota do leitinho... lambendo e engolindo at� n�o sobrar nada. Depois disso tivemos diversas outras hist�rias juntos que contarei em outra oportunidade.