Amante ocasional Meu marido � muito safado e adora que eu use mini saias, roupas transparentes e muito curtas, adora mais ainda me exibir para outros machos, sente a maior tes�o em me ver sendo bolinada e comida por outras pessoas sejam homens, mulheres ou casais. A algum tempo atr�s alugamos uma caixa postal e escrevemos para uma revista especializada colocando um an�ncio e nos propondo a fazer contato com mulheres, homens e casais para amizade ou algo mais. Em fun��o do an�ncio e da foto colocada, que era muito sexy, recebemos centenas de cartas, mas uma em especial me chamou a aten��o, era de um homem, chamado Renato e que mostrava possuir um cacete enorme, o que me deixou bastante interessada e com muita tes�o, pois adoro sentir um pau enorme na m�o, na boca ou em qualquer outro buraco do corpo, me rasgando e me alargando. Come�amos a trocar correspond�ncias e passado algum tempo me mandou um telefone, prontamente liguei para ele e come�amos a trocar fantasias, experi�ncias e o questionei sobre o que realmente queria, l�gico que a resposta era inevit�vel, queria me conhecer, me chupar todinha e meter aquele pauz�o em mim. Ficamos conversando somente por telefone durante v�rias semanas, at� que comentando com meu marido, que havia gostado do papo dele e que gostaria de conhece-lo, ele deu a maior for�a e sugeriu que o fizesse, que ligasse para ele e que marcasse um encontro num local p�blico o que possibilitaria uma retirada estrat�gica, se n�o houvesse afinidade. Liguei para ele e marquei um encontro no Shopping Praia de Belas, fui com um micro vestido preto e por baixo uma mini tanga que mal cobria meu rabo, estava cheia de tes�o. Meu marido me levou ao encontro e l� chegando ficou rondando por perto, de olho no que estava ocorrendo. Nos sentamos em um dos barzinhos ali existentes, tomamos caf� e conversamos muito, eu cruzava e descruzava as pernas propositadamente e ele n�o tirava os olhos das minhas coxas. Ap�s um certo tempo alegando que n�o poder�amos ficar a noite toda ali inventei que estava na hora que havia combinado para meu marido vir me buscar e teria que aguarda-lo no estacionamento, perguntei se n�o gostaria de me levar at� o carro e como ele imaginava que eu estivesse sozinha prontamente me acompanhou. L� chegando e alegando que meu marido ainda iria demorar um pouco convidei-o para sentar a meu lado, para continuarmos o bate papo no carro. Meu marido a tudo assistia de um lugar privilegiado e previamente escolhido, como disse anteriormente eu estava vestindo um mini vestido preto que a esta altura devido a um movimento proposital j� estava quase na cintura. Ele estava bem louquinho e s� me fazia elogios e n�o tirava os olhos das minhas coxas, e da mini tanga que mal tapava minha chana, mas como estava preparada para o que poderia acontecer ali fazia que n�o escutava e que nem estava interessada. N�o se contendo come�ou a passar as m�os em minhas pernas e quis saber se estava com a calcinha da foto lhe disse que sim, o que demonstrei na hora levantando todo o vestido. A� ele n�o resistiu, me agarrou, deitou o banco do carro, tirou minha meia cal�a e come�ou a passar a m�o nas minhas pernas e coxas, me beijou e enfiou o dedo na minha chana, acendendo a luz interna do carro pediu para mostrar-lhe como estava a tanguinha enterrada no rabo e na xota. Deitei no banco de bunda para cima e ele enfiou a l�ngua na minha racha e na minha bunda, eu por minha vez estava grudada no seu pau que era realmente enorme. Tudo isto ainda ficava mais excitante pois t�nhamos que nos cuidar dos vigias do estacionamento que come�aram a ficar de olho em n�s dentro do carro a tanto tempo e no maior enrosco. Ficamos neste amasso e bolina��o durante uns 40 minutos, ele me pelou no carro, me chupou, beijou, me bolinou de todas as maneiras, me enfiou a l�ngua na xota e na bunda e me deixou bem maluca, fiquei numa tes�o louca, chupei o pau dele, botei o pau nas coxas e quase que dei para ele ali no estacionamento mesmo, mas achei melhor deixar para outro dia, pois achei que seria muito arriscado e perigoso, sem contar que j� era muito tarde e que meu marido estava l� fora fazia mais de uma hora, devendo estar com o saco do�do de tanta tes�o. Quando nos despedimos com muitos beijos e amassos ele terminou levando minha calcinha, prometendo me entregar outro dia, ap�s meu marido entrou no carro e enfiou dois dedos em minha chana super alagada, me beijou e me bolinou e eu dei uma chupada no pau dele at� ele gozar encher minha boca de porra. Fomos para casa e com o tes�o que n�s est�vamos transamos v�rias vezes, dei minha xota e cuzinho de todas as posi��es poss�veis e imagin�veis, enquanto lhe contava com detalhes tudo que havia acontecido. Alguns dias depois o Renato ligou e me convidou para almo�armos, n�o pude dizer que n�o, eu estava louca para saber se ele sabia usar toda aquela ferramenta que tinha no meio das pernas e se seria t�o bom como imaginava, ent�o marquei um encontro e sa�mos. Ele me pegou no seu carro durante a tarde em uma avenida de Porto Alegre e eu estava com um mini vestido que mais mostrava tudo do que tapava, uma mini tanguinha vermelha e um suti� da mesma cor. Logo que entrei no carro ele me agarrou e me beijou, passou a m�o nas minhas pernas e eu j� me agarrei no pau dele dando umas mordidas e chupadas. Ele me levou a um motel, foi muito simp�tico e delicado com um belo papo de conquistador, ao chegamos l� come�ou a me beijar, me agarrar me apertar, me p�s de frente para o espelho e come�ou a tirar meu vestido, eu me esfregava nele como uma vagabunda, ele tirou o pau para fora e o p�s no meio das minhas coxas, esfregava aquela cabe�a enorme no meio do meu rabo, se esfregava na minha xota, nos meus seios e na minha cara. Me agarrou , me apertou, me beijou, me fez muitos carinhos e dizia o tempo todo que n�o acreditava que eu estivesse ali com ele, e que era melhor ainda ao vivo que na foto da revista. Me colocou na cama e come�ou a me beijar toda, chupou e mordeu meus seios, pernas e minha xota me deixando cheia de tes�o. Eu por minha vez passava a m�o em seu corpo, mordia agarrava aquele pau enorme e bem duro me deixando mais maluca ainda, deitou por cima de mim se ro�ando todo , esfregando o pau nos meus seios e na minha cara, ai n�o resisti mais, agarrei puxei e coloquei o que pude na boca, fui chupando e passando a l�ngua na cabe�a, abocanhava at� onde podia quase sufocando, apertava e lambia o seu saco e ele quase gozou em minha boca. Ap�s me colocou de quatro e meteu tudo de uma s� vez, enlouqueci, parecia que ia me rasgar toda, me chamava de putinha, de vagabunda, e eu rebolava, sentindo aquele pau maravilhoso, tocar meu �tero, bem no fundo, n�o resistimos muito tempo gozamos alucinadamente e ele me encheu de porra. Ap�s fomos tomar um banho, ele aproveitou e pediu uma garrafa de vinho, da qual tomei meia garrafa e fiquei mais louca ainda, com tes�o redobrada e doidinha para come-lo. Esta vez quem come�ou a bolina-lo e chupa-lo foi eu, fui beijando e chupando aquele pau enorme, coloquei tudo na boca, depois sentei em cima ficando de frente para o espelho vendo o cacete entrando e saindo todinho de dentro de mim, gozei varias vezes ele , tirou de dentro e me colocou deitada de costas, me mordeu, chupou enfiou a l�ngua no meu rabo e na minha xota at� que gozei em sua boca, quando ele subiu para cima de mim e meteu novamente o cacete bombeando at� gozarmos juntos novamente. Deitamos para descansar um pouco e ele come�ou a se esfregar na minha bunda e beijar e morder minhas costas, botou o bra�o por cima de mim e me abra�ava e acariciava, ficamos conversamos e eu fui me ajeitando, colocando o cacete novamente no meu buraquinho, rebolando e for�ando a entrada, come�amos a nos beijar, nos acariciar, e quando me dei por conta estava tudo dentro novamente. Ap�s me mandou ficar de quatro e enterrou de uma s� vez e com toda a for�a aquele caralh�o, sem ter d� nem piedade, parecia que tinha sido atolada por um caminh�o, me senti rasgada, estuprada e arrombada, que sensa��o maravilhosa. Entrava e saia de mim quase com viol�ncia, eu gozava alucinadamente, j� me sentia desfalecer, quando ele foi gozar tirou o pau de mim e gozou na minha cara, boca e seios, eu lambi e engoli tudo o que pude. N�o tinha for�as nem para caminhar, sentia cheiro e escorria porra em todas as partes do meu corpo, da minha cara, boca, seios, bunda e da minha xota alargada e ardida saia um rio de esperma. A� fomos tomar um banho onde ainda teve muita chupa��o, l�ngua na xota, na bunda e muito esfrega esfrega. Logo ap�s o Renato me levou para casa, j� era noite e ainda rolou mais uns amassos no carro. Ao chegar em casa meu marido j� estava me esperando de pau duro e ansioso para saber o que tinha acontecido. Sem muita conversa me jogou na cama e atolou o pau na minha boceta, foi uma penetra��o f�cil pois minha xota estava encharcada de porra e arrombada pelo cacet�o do Renato. Trepamos diversas vezes enquanto lhe contava tudo que o Renato havia feito comigo, pois meu marido adora quando conto situa��es ou hist�rias er�ticas ou de putaria que acontecem comigo e sempre me pede para contar para ele com todos os detalhes poss�veis, enquanto estamos fazendo amor. Depois disso sa�mos outras vezes e em uma delas fomos os tr�s a um Drive in, em virtude do pouco tempo que t�nhamos, mas assim mesmo chupei e dei para os dois. Agora estamos programando uma ida a tr�s a um Motel e espero que seja logo, pois quero aproveitar muito aquele pauz�o maravilhoso, enquanto sinto um dupla penetra��o.