A Obra Devido a nossa atividade profissional somos muito conhecidos, motivo pelo qual sempre procuramos nos preservar principalmente em nossa cidade, procurando chamar a aten��o o menos poss�vel e sempre que queremos aprontar alguma sa�mos para grandes cidades onde a possibilidade de reconhecimento � bem menor. N�s moramos em uma casa de dois andares em uma das principais e mais movimentadas ruas de nossa pequena cidade. No segundo andar tem uma sacada maravilhosa que � protegida por um pequeno muro de aproximadamente 60 cm. de altura. Eu uso esta sacada para tomar banho de sol e geralmente fico nuazinha j� que devido a altura nem os vizinhos conseguem me enxergar. Certa feita devido a problemas hidr�ulicos tivemos que quebrar e refazer todo o piso de parte da sala e desta sacada. Ligamos para uma Empresa e eles ficaram de nos mandar o mais r�pido poss�vel um profissional. Certo dia pela manh� chegou o profissional... e que profissional... aquilo n�o era encanador, nem bombeiro hidr�ulico, era um Deus ... Lindo ... Lindo ... Lindo ... Simp�tico, sorridente, maravilhoso, mais parecia um manequim ou modelo. Come�amos a conversar e perguntar sobre sua vida e ele nos confidenciou que estava fazendo Educa��o F�sica e que aquele emprego para ele era um bico que fazia na Empresa de seu pai, e que tamb�m lhe garantia um dinheiro bom e sem muito sacrif�cio. Eu estava me derretendo toda... descaradamente... RC sentiu a maldade e disse ao meu ouvido: - Olha bem o que vais fazer... N�o v� arrumar confus�o que vais te arrepender mais tarde... Ap�s foi trabalhar... Pensei bem e vi que RC tinha raz�o e resolvi controlar minha tes�o... O que n�o pude segurar foi a vontade de provocar nosso amigo que nos disse se chamar Carlos. Tomei um banho e coloquei um shortinho hiper apertado sem calcinha e fiquei desfilando para l� e para c�. O Carlos continuava trabalhando ou pelo menos tentava, pois n�o conseguia desgrudar os olhos de mim. Eu por minha vez estava adorando e aproveitava a oportunidade e fazia mil e uma poses para ele que por sua vez descaradamente j� demonstrava n�o estar t�o concentrado assim no trabalho. Ele sabia que era bonito e havia notado que havia mexido comigo n�o perdendo a oportunidade de me encarar e tentar puxar conversa. Assim se passou o primeiro dia ficamos s� nesta de paquera e brincando de gata e rato durante quase todo o tempo. No segundo dia ele veio com outra apar�ncia, bem barbeado, com uma roupa caprichada e bem perfumadinho, quando chegou pediu licen�a para usar o banheiro e trocar de roupa... Quando saiu quase tive um desmaio, ele estava com um shortinho bem justo de lycra que real�ava seu instrumento... e que instrumento... e com uma camiseta regata que real�ava seus m�sculos e corpo perfeito e bronzeado. N�o teve como n�o notar o efeito de admira��o que esta vis�o causou em mim, ent�o abriu um largo sorriso e come�ou a trabalhar... Resolvi nesse momento mandar a precau��o para o espa�o e ver o que daria. Liguei para RC e disse vou comer o encanador... RC deu uma risada e disse de ti n�o duvido nada... N�o te queixa depois... Voltei a sala pedi para minha secret�ria fazer-lhe companhia e fui tomar um relaxante e demorado banho. Quando voltei vestia um micro vestido branco que era um esc�ndalo, hiper curto, hiper transparente e rodado... Por baixo uma mini tanga enterrada no rabo e sem nada na parte de cima... Dispensei a secret�ria o resto do dia e fiquei sozinha com meu gato, ou ser� rato... Com este vestido cada vez que me abaixava, curvava ou at� mesmo movimentava dava para ver at� a minha alma e l�gico que eu fazia isto a todo momento, descaradamente... Quem ficou sem respira��o e sem conseguir falar agora foi o Carlos, ficou boquiaberto e me admirando sem falar nada. Ficamos conversando por um longo tempo na sacada, eu estava recostada no murinho e ele continuava trabalhando no piso... Nesse meio tempo ouvi me chamarem da cal�ada em frente... me curvei... Era minha sogra acompanhada de minha cunhada que estavam indo as compras...Ficamos conversando e eu me debrucei na amurada e me curvei para a frente , dando uma vis�o geral e irrestrita ao Carlos de minha chana, rabo e de todo o resto... Conversamos por v�rios minutos, diversos assuntos e eu fui me abrindo e me exibindo cada vez mais a meu espectador privilegiado... Senti que ele veio "trabalhando"... se aproximando... at� chegar bem juntinho a mim... podia sentir sua presen�a bem pr�xima as minhas pernas... sentia seu olhar me analisando e queimando minhas carnes... fui me abrindo mais... senti quando uma m�o come�ou a acariciar timidamente meus tornozelos... N�o pude conter um suspiro... A m�o criou coragem e acariciou minhas pernas e coxas... Como n�o teve rea��o acariciou minha bunda e esfregou os dedos na minha chaninha... Minha tes�o estava evidente, pois escorria por minha pernas... Quase n�o conseguia manter uma conversas coerente com minha sogra... Aquela situa��o ins�lita me deixava mais alucinada ainda... se a velha sonhasse o que estava acontecendo ali na sua frente... Comecei a respirar e falar com dificuldade... Senti um h�lito quente subindo por minhas coxas... Senti que duas m�os afastavam minha calcinha para o lado... Senti quando uma l�ngua �gil e vigorosa me penetrou, explorando toda a minha racha... Senti quando esta l�ngua foi enfiada com carinho no meu cuzinho me deixando louca... o gozo foi imediato... forte...Senti as pernas falsearem... Minha cunhada notou minha "indisposi��o" e perguntou o que eu estava sentindo, se estava bem? Lhe respondi que havia ficado em casa pois estava indisposta e que iria me recostar um pouco... Se prontificaram a entrar e me fazer companhia, o que energicamente recusei � claro! Dizendo que precisava s� de um pouco de descanso. Me despedi e sai do muro, entrei na casa seguida pelo meu macho, que me agarrou e me beijou com paix�o... eu me derreti toda e agarrei aquele pic�o por sobre o shortinho... Tirei para fora e caindo de boca chupei e lambi aquele cacete maravilhoso... Agarrando, apertando, lambendo e chupando aquelas bolas che�ssimas de tes�o... Ele sem se conter encheu minha boca de esperma... Assim mesmo aquele mastro n�o desanimou... O puxei para o banheiro comigo e entramos para o chuveiro onde eu pedi que ele me penetrasse por tr�s me estocando forte... Ele me agarrava, apertava... me chamava de putinha... mordia minha nuca e aproveitando a posi��o come�ou a pincelar a entrada do meu cuzinho... Era tudo que eu queria... Facilitei o que pude e ele entrou em mim de uma s� vez.... Finalmente pude sentir as bolas de meu macho batendo nas minhas coxas, num alucinado movimento de vai e vem... O gozo veio maravilhoso... intenso... Ele encheu meu cuzinho de porra enquanto confidenciava ao meu ouvido que era o que sonhou fazer comigo desde que me viu pela primeira vez... Depois contei para o RC o que havia acontecido e ele ficou puto da cara comigo... Disse que eu n�o tinha ju�zo e que se desse problema ele n�o queria nem saber. .. Me perguntou ainda onde estava toda aquela preocupa��o de seguran�a e imagem que sempre procurei manter... Entendi a mijada e l�gico que reconheci que ele tinha raz�o, mas disse a ele: "foi t�o bom"... Ele dei uma risada e no final terminei contando tudo com detalhes para ele e terminamos dando uma trepada maravilhosa... O Carlos ainda trabalhou mais alguns dias l� em casa, mas eu procurei n�o estar mais presente nos hor�rios em que ele estava trabalhando, ou pelo menos procurei n�o ficar sozinha mais com ele, para n�o dar mais sorte ao azar. No final dos trabalhos RC tomou as r�deas e fez a verifica��o final... Nunca mais o vi... No final de semana mais precisamente no s�bado pensei vou ter que limpar minha barra que est� um pouco suja... Fazia um tempo horr�vel em que n�o nos possibilitaria ir a praia ou outro tipo de passeio convencional... Comecei a pensar o que poder�amos fazer, sair com alguns amigos... Ir a uma boate de casais ou ir a um cinema, ou quem sabe trazer algu�m para passar a noite conosco... talvez dan�ar... Me lembrei de um amigo nosso que estava de anivers�rio e que havia nos convidado para ir a uma festa numa boate em Porto Alegre, que ele havia fechado para fazer sua festinha particular... Me lembrei ainda de uma amiga que vou chamar de Paula, que tamb�m � casada e que fazia programas durante o dia, n�o porque precisasse, mas porque ela era pura tes�o... Eu j� havia participado de algumas festas e surubas junto com ela, mas em todas as vezes o que o RC nunca pode estar presente, embora a conhec�ssemos a bastante tempo... O RC era vidrado nesta menina, e ela realmente era linda, morena., cabelos negros longos, 1:76 altura, corpo de manequim, rosto de boneca... e muito putinha... Adora dar o rabo... Liguei para ela e como seu marido estava viajando ela aceitou ir no anivers�rio conosco... Lhe falei que �amos sair para algum local desconhecido e dan�ar e ela achou ser uma op��o muito legal. Ligamos para alguns amigos e avisamos que est�vamos indo para a tal boate dan�ar e nos divertir um pouco, tomar v�rias, bater papo e Deus l� sabe o que mais pintasse... Coloquei um micro vestido vermelho, meia cal�a de redinha e um sapato de salto bem alto, que real�a sobremaneira minhas formas. Meus cabelos soltos e um batom vermelho davam um toque especial naquela noite. RC brincou comigo dizendo que eu estava uma tes�o e muito com�vel... Encontramos a Paula e ela estava maravilhosa, com um mini vestido preto... cinta liga e maravilhosa como nunca... Na boate come�amos a dan�ar no meio da pista sensualmente e despudoradamente... Me esfregava nela e no RC e tamb�m nos nossos amigos... Eu estava com muita tes�o e dan�amos at� quase n�o ag�entar mais... Rebol�vamos , pux�vamos mais ainda nossos vestidos t�o curtos... Notei que tinha um monte de homens que estavam nos olhando... nos desejando... Isto nos deu mais tes�o ainda... Creio que aqui cabe uma pequena observa��o, o aniversariante e a esposa eram companheiros de festa e suruba, bem como alguns amigos que estavam presentes, mas a maioria dos convidados eram amigos ou pessoas da fam�lia dele e nem sonhavam o que corria nos bastidores... Bebemos muito, tomamos tudo o que t�nhamos direito naquela noite e eu estava a fim de soltar a franga. Como voc�s j� sabem sou danada quando s�bria, b�bada ent�o rasgo a bandeira e perco completamente o controle... O grupo automaticamente foi se separando. Foram ficando os da sacanagem em um canto mais escuro e os da fam�lia num outro ponto mais afastado.... Ap�s �s 02:00 o pessoal mais recatado foi embora ficando a maioria do nosso grupo... A� come�ou a sacanagem mesmo... Era m�o na bunda.... Agarrar de paus... beijos.... RC me agarrou por tr�s e levantou meu vestido enquanto se esfregava na minha bunda.... O aniversariante aproveitou e chupou meus peitos... Dancei de rosto colado com a Paula e nos beijamos apaixonada e demoradamente... Como ainda era um ambiente fam�lia e a Paula tinha que chegar relativamente cedo em casa nos prontificamos a leva-la embora. Ao entrarmos no carro chovia muito e sentamos os tr�s na frente... O RC come�ou a dirigir e a passar a m�o em nossas coxas ... A tes�o come�ou a aumentar e quando est�vamos trafegando pela Av. Prot�sio Alves em Porto Alegre eu e a Paula est�vamos nos beijando e uma com a m�o na chaninha da outra... O RC encostou o carro em uma rua lateral, deitou o banco do carro e ficou nos olhando. Tiramos os vestidos e ficamos nos beijando... esfregando e chupando.... ficamos nuazinhas e fizemos um sessenta e nove.... O RC com o pau dur�ssimo veio por tr�s da Paulinha e enfiou de uma s� estocada o pau na sua chaninha.... Ela urrava pois eu estava mordendo sua chana e com todo o seu grelinho na boca. Depois ele ensalivou o buraquinho da Paulinha e encostou a cabecinha do pau, pedindo para ela fazer entrar rebolando e for�ando a bunda para tr�s... Eu intensificava a chupada na sua chaninha e grelo e v� de modo privilegiado o cacete do RC ser engolido at� o cabo pelo cuzinho de minha amiga.... Ap�s fomos deixa-la em casa e voltamos para a festa, que foi acabar na casa do aniversariante , com uma suruba de quatro casais... Creio que fui perdoada do assunto do encanamento pois nunca mais RC tocou no assunto... Nem eu!