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GASTRONOMIA GUINÉ BISSAU
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Este trabalho enside sobre a gastronomia guinensse. Falar da gastronomia da Guiné implica conhecer um bocado daquilo que é o seu territorio, situação geografica, povo, e cultura
Guiné é um território
plano, com poucas elevações e muitos rios e canais, é constituída
por algumas ilhas, umas muito próximas da costa (Bissau, Bolama, Como,
Melo, Caió e Pecixe) e pelo arquipélago dos Bijagós, no qual se
salientam, entre outras, as ilhas Caravela, Formosa, Roxa,
Galinhas, Orango, Ponta e Maio. O primeiro império
a invadir o território foi o Gana, por volta do século V. Apesar de
animistas, estabeleceram relações amistosas com os árabes do
Magreb e foram tolerantes com o islamismo. Alguns foram convertidos à
religião muçulmana e apelidados de almorávidas. Estes, no século XI,
empreenderam uma guerra santa a partir do Senegal, tendo-se expandido até
á Península Ibérica. Acabaram por destruir o império do Gana e
libertaram muitos povos que estavam dominados, como os Mandigas, os
quais iriam invadir o actual território da Guiné no século XIII. Os portugueses chegaram à actual Guiné em 1446, quando andavam a explorar a costa africana. O conceito de Guiné do século XV era muito amplo, abrangia abrangia garnde parte da África Ocidental, a sul do Cabo do Bojador, dobrado em 1434 por Gil Eanes. Em 1466, a Coroa concedeu a administração da Guiné, desde o Rio Senegal até à Serra Leoa, com excepção das ilhas de Arguim. incluindo o trafego de escravos, aos capitães de Cabo Verde. Os espanhóis tentaram por diversas vezes conquistar esta região, do que forma afastado pelo Tratado de Alcáçovas (1480). No segundo quartel do século XVI há uma grande intervenção da pirataria e traficantes franceses, a que se seguiram os ingleses ANTERIOR - PROXIMA
Guiné-Bissau situa-se na costa
ocidental da África, tendo em norte a República do Senegal, a este e
sudeste a República da Guiné, a sul e a oeste o Oceano Atlântico. A sua superfície é de 36.125 km2,
sendo 1.500km2 o arquipélago dos bijagos. Com uma extensão máxima de 300Km,
e uma largura de cerca de 250Km, a Guiné-Bissau permite um acesso rápido
aos países vizinhos. Guiné-Bissau tem um clima tropical
húmido, sendo as temperaturas médias anuais de 24°C - 27°C, as
temperaturas médias anuais do mar de 23°C e os índices pluviométricos
muitos elevados. Com duas estações anuais, a da
seca (de Dezembro a Maio) e a da chuva (de Junho a Novembro), o país
sofre grande influência dos ventos alísios e das passagens de convergência
intertropical. Os solos abundantes da planície
costeira são típicos da cultura do arroz e do palmar. As precipitações
nesta região, variam anualmente, entre 1500 mm a norte e 3000 mm a sul.
A planície marítima é caracterizada pelas florestas - galerias que
percorrem os rios e as "lalas", solos cobertos de capim
espesso. O interior distingue-se pelas savanas com arbustos menos
densos, cujas máximas anuais nunca ultrapassam os 1250 mm a norte e os
2000 mm a sul.
A língua nacional é o crioulo,
sendo o oficial o português. Ainda se falam várias línguas
negro-africanas (dialectos) sendo as mais faladas o balanta, o fula, o
manjaco, o papel, o mancanha, o mandinga, entre outros A Guiné-Bissau possui uma herança
cultural bastante rica e diversificada. Esta cultura que varia de etnia
para etnia, passando desde da diferença linguistica, da dança, de
expressão artística, de profissão, de tradição musical até às
manifestações culturais. A dança é contudo, uma verdadeira expressão artística dos diferentes grupos étnicos. Os povos animistas caracterizam-se pelas suas belas e coloridas coreografias. No dia a dia, estas fantásticas manifestações culturais podem ser observadas na altura das colheitas, dos casamentos, dos funerais, das cerimonias de iniciação.
Nas cidades, a musica é denominada
pelo conhecido gumbé Guineense.
Presidente: Koumba
Yalá Capital:
Bissau Localização:
A Guiné Bissau, com 36.125 km2 de superfície, situa-se na Costa
Ocidental de África, estendendo-se, no litoral, desde o Cabo Roxo até
à ponta Cagete. Tem fronteira, a norte, com o Senegal, a este e sudeste
com a República da Guiné e a sul e oeste com o Oceano Atlântico. Além
do território continental, o país integra ainda cerca de 40 ilhas que
constituem o arquipélago dos Bijagós, separado do Continente pelos
canais de Geba, Pedro Álvares, Bolama e Canhabaque. Relevo, vegetação
e hidrografia: A superfície
continental consiste numa parte costeira semi-pantanosa e numa zona planáltica
pouco elevada. Numerosos rios, dos quais o Cachéu, o Mansôa e o Gêba
são os mais importantes, percorrem o território e são as melhores
vias de penetração no interior. Clima: O clima é tropical, embora marítimo. A temperatura média é de 20º C
População:
1,2 milhão (2001); nacionalidade: guineense; composição: balantas
30%, fulanis 20%, maniacas 14%, mandingas 13%, papeles 7%, outros 16%
(1996).
Grupos
Etno-linguísticos: Existem
diversos grupos étnicos, dos quais se destacam os Balantas (27%) , os
Fulas (22%), os Mandigas (12%), os Nianjacos (11%) e os Papéis (10%).
Antes da independência, a população de origem não africana era, na
sua maioria, constituída por funcionários públicos e comerciantes
Portugueses, assim como comerciantes da Síria e Líbano. História: O navegador português Nuno Tristão chegou a terras da Guiné em 1446. Estabeleceram-se, a partir de então, contactos contínuos com entrepostos na Costa Ocidental de África. Colónia portuguesa desde então, a Guiné-Bissau iniciou a sua revolta armada nos anos 60, através do PAIGC - Partido Africano de Independência da Guiné e Cabo Verde. A independência foi unilateralmente declarada em 24 de Setembro de 1973, vindo a ser reconhecida por Portugal a 10 de Setembro de 1974. Política:
República da Guiné Bissau. Representações
Diplomáticas: Organizações
Internacionais: Banco Mundial, FMI, OMC, ONU, OUA. Perfil económico:
A
escrita das antigas colónias portuguesas hoje Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau,
São Tomé e Príncipe e Moçambique é a menos exaustiva e( ao mesmo
tempo) menos conhecida das literaturas africanas, dentro das línguas
europeias. O império africano de Portugal era pequeno, comparado com os
impérios francês, inglês e as obras lusófonas não se encontram tão
disponíveis para serem traduzidas como as obras francesas. O
contacto de Portugal com África (o mais longo dentre qualquer dos
outros países europeus) remonta ao séc. XV e deu lugar a uma
"classe" intelectual composta por brancos europeus que viviam
nos centros urbanos, africanos e mestiços (pessoas com ascendência
africana e europeia). Os membros desta "classe" são os
responsáveis pela literatura africana em português.
2
fatias de bacon picadas fininhas -2 colheres (sopa) de cebolinha picada
2 xícaras de milho em lata escorrido -2 colheres (sopa) de manteiga 2
colheres (sopa) de farinha de trigo -2 xícaras de leite 1 colher (chá)
de sal -1/2 colher (chá) de pimenta.
2
fatias de bacon picadas fininhas -2 colheres (sopa) de cebolinha picada
2 xícaras de milho em lata escorrido -2 colheres (sopa) de manteiga 2
colheres (sopa) de farinha de trigo -2 xícaras de leite 1 colher (chá)
de sal -1/2 colher (chá) de pimenta.
Caldo
de mancarra
Leva-se
ao lume o óleo de palma com as cebolas às rodelas e os jagatus.
Tempera-se com sal e piripiri.
Este
trebalho tem como objectivo dar a conhecer os habitos e custume do
povo guineense sua maneira de estar seu modo de pensar e de agir .neste meu trabalho que realizo para cadeira de cultura portuguesa quero realsar sobre tudo a gastronomia deste povo.
www.guine
bissau .com TRABALHO ELABORADO POR - CELMA SOARES DA SILVA N' 60 DO CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DA
UNIVERSIDADE INDEPENDENTE |
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