MANUAL DE AJUDA A FAMILIA  DO DOENTE MENTAL










MANUAL  DE    AJUDA  A  FAMILIA   DO   DOENTE MENTAL







                                                                                             





MEDO-ANSIEDADE- ANG�STIA-  PANICO- INCERTEZA - AFLI��O





           

















                                    AGRADECIMENTOS


A TODOS AQUELES QUE ENTREGAM O CONHECIMENTO.




MENSAGEM

N�O S�O AS CA�DAS, NEM AS DERROTAS QUE
FAZEM FRACASSAR AS NOSSAS VIDAS,
E SIM A FALTA DE CORAGEM DE LEVANTARMOS
E SEGUIRMOS A FRENTE.
                                                                                                                                                      SAMAEL AUM WEOR

                                      FELICIDADE  ?

                  PROCURANDO  A ?

     S� teremos felicidade quando tivermos um centro de gravidade permanente dentro de n�s.       





  ACONSELHAMENTO
     
   A conselhamos  ler o livro de Jos� Arguelles  que escreveu o (FATOR  MAIA) ( Um Caminho Al�m da Tecnologia)  publicado em 1994 pela Editora Cultrix  em S�o  Paulo.




        NOME:  LUCIANO DELMO DE ALENCAR
        E-MAIL    [email protected]


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  FIM   DO   CALEND�RIO  MAIA

COLOCAR FIGURA  DO CALED�RIO
Est� a parte  ( Papel)

AQUI DEVE FICARA  A FIGURA ESCANEADA

12 DE AGOSTO DE 2012

  CONTAGEM REGRESSIVA PARA O GRANDE EVENTO


Contagem regressiva




Adicionando a Contagem Regressiva a sua p�gina

HOJE 17 DE AGOSTO DE 2004

FALTAM        2826 DIAS
FALTAM                67800  HORAS
PARA O GRANDE ACONTECIMENTO.  EM 12 DE AGOSTO DE 2012

O QUE VIR� DEPOIS? N�O SDABEMOS.

SEGUE FOLHA A PARTE CALCULANDO OUTROS DIAS, POIS N�O SEI O DIA QUE VOCE VAI COME�AR A  FAZER A P�GINA


CALEND�RIO  MAIA

Todos n�s sabemos   que o calend�rio Maia, verdadeiro en�gma  para a humanidade,  teve o seu in�cio em 13 de agosto 3113 antes de Cristo  e com previs�o para terminar  em 12 de agosto de 2012 �s 24:horas, fechando um ciclo de 5125 da traget�ria  humana.
               Muitos estudiosos, atrav�s dos tempos, teem   feito estudos a respeito deste calend�rio, lan�ando muitas hip�teses do que poder� acontecer ap�s o dia 12 de agosto de 2012.E, como j� estamos bem perto, podemos  notar  que n�o aprendemos, ainda, a conviver com as dificuldades do cotidiano, haja visto, as guerras em que o mundo est� sendo submetido, e por esta raz�o vivemos enfiados  nesta ang�stia sem saber o que fazer  com as nossas vidas.
              Por esta raz�o, nestes tempos de Ang�stia,  de Incertezas,  de Afli��o, escrev�  este pequeno Manual de  ajuda   em Problemas mentais, que  poder� ocorrer  nas mais variadas classes sociais.








 

  DEDICAT�RIAS

      *  Aos funcion�rios do Hospital Psiqui�trico da Vila Mariana, S�o Paulo, que, ao longo de trinta  anos, construiram uma hist�ria.E a todos os integrantes da Sa�de,que neste longo Brasil trabalham para a sa�de de todos.

     *   A  todos aqueles que entregam   o   conhecimemto.



MENSAGEM


N�O  S�O AS CA�DAS E NEM AS DERROTAS  QUE PODEM  FAZER FRACASSAR AS NOSSAS VIDAS. E SIM A FALTA DE CORAGEM DE LEVANTARMOS E SEGUIR  ADIANTE.

                                                       SAMAEL  AUM WEOR



ACONSELHAMENTO


Aconselhamos  ler os livros de Jos� Arguelles  que escreveu  o livro. ( O  FATOR  MAIA) ��Um caminho al�m da  tecnologia�� Publicado pela Editora  Cultrix   em 1994 
em S�o  Paulo









MANUAL  DE    AJUDA  A  FAMILIA   DO   DOENTE MENTAL

CAPITULOS
CRISE  CONVULSIVA
PESSOAS COM TENTATIVA DE SUIC�DIO
PESSOAS COM AGITA��O PSICOMOTORA
PESSOAS COM COMPORTAMENTO BIZARRO
PACIENTES EM TRATAMENTO POR ELETROCONVULSOTERAPIA   (ECT)
COMPOSTAMENTO  EPL�TICO

( ALGUNS TIPOS DE PERSONALIDADES )

PERSONALIDADE  EVASIVA
PERSONALIDADE OBCESSIVA  COMPULSIVA
PERSONALIDA  PASSIVA OU REPRESSIVA
PERSONALIDA  INVASIVA
PERSONALIDADE  ANTI  SOCIAL

COMPORTAMENTO  HIST�RICO
PSICOSE MANIA DEPRESSIVA
O DEFICIENTE  MENTAL
PESSOAS COM DIST�RBIO DE CONDUTA
PESSOAS COM INTOXICA��O EX�GENA
S�NDROME DE ABSTINENCIA ALCO�LICA
PESSOAS EM USO DE NEUROL�PTICO
SINDROME  NEUROL�GICA DE NEUROL�PTICO
PACIENTES EM TRATAMENTO POR INSULINOTERAPIA           ( Hist�rico)
PESSOAS  COM  INSONIA
PESSOAS ENCAMINHADAS AO  EXAME DE ELETROENC�FALOGRAMA (E.C.G.)
PESSOAS COM HIV POSITIVO INTERNADO EM HOSPITAL PSIQUI�TRICO 
GLOSS�RIO






                                            CRISE CONVULSIVA

                                            SINAIS E SINTOMAS

            A pessoa  epil�ptica  com crise convulsiva apresenta abalos cl�nicos e t�nicos que podem ser generalizados, isto �, em todos os membros do corpo, ou em um s� membro. Por exemplo: convuls�o apenas em um lado do corpo, ou apenas em um bra�o ou em um dos membros inferiores.
Para a Assist�ncia de Enfermagem Psiqui�trica n�s s� vamos abordar o paciente que apresenta crise convulsiva generalizada.
Para alguns autores a crise convulsiva tem a ver com o Porte Psiqui�trico em si. Por�m como muitos pacientes que apresentam  crise convulsiva tem modifica��o de comportamento, vamos relacionar os cuidados que devemos ter na hora da crise.
Muitos pacientes antes de ter a crise apresentam modifica��o de comportamento : - Fazem refer�ncias de sentir coisas estranhas dentro do seu corpo, ou come�am a falar com dificuldade, enrolando a l�ngua, ou apresentando dislalia, e, �s vezes, apresentam o chamado;Grito do Pav�o; muito conhecido popularmente. � um grito em tom alto e fino, e, logo em seguida apresenta os abalos cl�nicos e t�nicos, caindo no ch�o, se estiver em p�. A esses sintomas da modifica��o do comportamento e o grito do pav�o, chamamos de AUREA que s�o o an�ncio da;crise; em poucos segundos.
Existem 250 causas conhecidas de crise convulsiva. Desde intoxica��o ex�gena por subst�ncia qu�mica, ars�nico, etc., luz estrobosc�pica, trauma de cr�nio encef�lico, beber �gua em excesso, etc.
A crise convulsiva tem o seu per�odo de dura��o que geralmente varia de 30 a 60 segundos. Perdendo a consci�ncia , haver� libera��o dos esf�ncteres. Pode haver, tamb�m, contratura mandibulares e podendo morder a l�ngua. Pode haver tamb�m saliva em excesso. Esta saliva em excesso nada tem a ver com a transmiss�o da doen�a segundo a cren�a popular.
O paciente epil�ptico que tem crise convulsiva pode apresentar uma modifica��o de comportamento ao longo do tempo, ficando irritado com qualquer coisa, evitando reuni�es de pessoas. H� possibilidade, com o correr do tempo de esquecimento de fatos simples ou modifica��es  da  personalidade. A pessoa sente que � outra pessoa, muda de nome e em casos raros, pode mudar at� de endere�o, constituir nova fam�lia. A literatura especializada apresenta bastante exemplos nestes casos.

ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM

1. Assim que notar modifica��o do comportamento em um paciente epil�ptico, coloc�-lo em posi��o tal que o proteja de quedas;
2. Na hora da crise colocar um pano entre os seus dentes para que n�o morda a l�ngua;
3. Se o paciente cair no ch�o, ou mesmo estiver deitado no leito, coloc�-lo em dec�bito lateral afim de que n�o sufoque com a saliva;
4. Se estiver na hora da refei��o abrir a boca do paciente retirar com os dedos, protegidos com um pano, os restos de alimentos para n�o sufoc�-lo;
5. Durante a crise manter  a cabe�a do paciente protegida de fatores contundentes;
6. Ap�s a crise o paciente pode ter um estado de agita��o PSICOMOTORA, apresentar os olhos exoft�lmicos;
7. Ap�s passada a crise e o paciente recobrar novamente a consci�ncia, manter seguro pelas m�os para evitar quedas;
8. Trat�-lo com naturalidade;
9. Dirigir-lhe a palavra sempre na mesma TONALIDADE;
10. Ap�s a crise n�o fazer nenhum coment�rio sobre o que ocorreu, evitando assim constrangimento;
11. Manter o paciente em observa��o durante mais ou menos 2 horas devido a OBNUBILIDADE;
12. Lembrar ao paciente das suas obriga��es assumidas em reuni�o de grupo.
13. Trat�-lo com naturalidade.



                              

                                 PESSOAS  COM TENTATIVA DE SUIC�DIO

                   A pessoa que tem tentativa de suic�dio pode apresentar-se deprimido, isolado, n�o gosta de estabelecer contato social. Permanece v�rias horas isolado em um canto da casa ou se estiver internado, em um canto da Enfermaria. Fica de cabe�a baixa, com olhar inexpressivo. N�o se interessa por nenhuma atividade de recrea��o. N�o atende �s solicita��es sempre se esquivando, dizendo quaisquer palavras que justifiquem sua atitude.


CUIDADOS DE ENFERMAGEM


Os objetivos dos cuidados da enfermagem � traz�-lo � realidade usando sempre os meios de socializa��o, grupos operativos e, �ltima an�lise, o relacionamento terap�utico. Devemos permanecer a seu lado quando o mesmo se esquiva. Convid�-lo para as refei��es nos hor�rios estabelecidos, oferecer-lhe novas oportunidades. Estabelecer o Rapport.


ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM


1. Convid�-lo para sua higiene matinal;
2. Convid�-lo e insistir para as refei��es. Lev�-lo � Sala de Recrea��es;
3. Participar de jogos com o paciente;
4. Participar e convid�-lo a participar de reuni�es da Enfermaria. Nunca deix�-lo sozinho;
5. Retirar de sua presen�a objetos contundentes que ofere�am riscos de se mutilar;
6. Nunca deix�-lo sozinho, principalmente no per�odo noturno, onde a sua cama deve ficar sob a vigil�ncia dos funcion�rios ;
7. Verificar se ele realmente est� dormindo ou apenas simulando. Estar atento quando ele for ao banheiro;
8. Considerar as insinua��es do paciente;
9. Manter sempre di�logo com o paciente procurando trazer-lhe a realidade. Pedir-lhe opini�o sobre assunto que foi visto na televis�o ou nos jornais para prender sua aten��o. Responder-lhe as perguntas objetivamente;
10. Apresent�-lo � equipe mult iprofissional, por ocasi�o de sua admiss�o;
11. Durante as visitas de familiares, manter um ambiente calmo e tranq�ilo, orientando aos familiares que n�o tragam problemas particulares de fam�lia para o paciente;
12. Discutir com o paciente a sua alta juntamente com toda a equipe malte profissional,    orientando-o que toda equipe de sa�de mental est� a sua disposi��o para a continuidade do tratamento
                              

PESSOAS  COM TENTATIVA DE SUIC�DIO

A pessoa que tem tentativa de suic�dio pode apresentar-se deprimido, isolado, n�o gosta de estabelecer contato social. Permanece v�rias horas isolado em um canto da casa ou se estiver internado, em um canto da Enfermaria. Fica de cabe�a baixa, com olhar inexpressivo. N�o se interessa por nenhuma atividade de recrea��o. N�o atende �s solicita��es sempre se esquivando, dizendo quaisquer palavras que justifiquem sua atitude.


CUIDADOS DE ENFERMAGEM


Os objetivos dos cuidados da enfermagem � traz�-lo � realidade usando sempre os meios de socializa��o, grupos operativos e, �ltima an�lise, o relacionamento terap�utico. Devemos permanecer a seu lado quando o mesmo se esquiva. Convid�-lo para as refei��es nos hor�rios estabelecidos, oferecer-lhe novas oportunidades. Estabelecer o Rapport.


ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM


1. Convid�-lo para sua higiene matinal;
2. Convid�-lo e insistir para as refei��es. Lev�-lo � Sala de Recrea��es;
3. Participar de jogos com o paciente;
4. Participar e convid�-lo a participar de reuni�es da Enfermaria. Nunca deix�-lo sozinho;
5. Retirar de sua presen�a objetos contundentes que ofere�am riscos de se mutilar;
6. Nunca deix�-lo sozinho, principalmente no per�odo noturno, onde a sua cama deve ficar sob a vigil�ncia dos funcion�rios ;
7. Verificar se ele realmente est� dormindo ou apenas simulando. Estar atento quando ele for ao banheiro;
8. Considerar as insinua��es do paciente;
9. Manter sempre di�logo com o paciente procurando trazer-lhe a realidade. Pedir-lhe opini�o sobre assunto que foi visto na televis�o ou nos jornais para prender sua aten��o. Responder-lhe as perguntas objetivamente;
10. Apresent�-lo � equipe multi profissional, por ocasi�o de sua admiss�o;
11. Durante as visitas de familiares, manter um ambiente calmo e tranq�ilo, orientando aos familiares que n�o tragam problemas particulares de fam�lia para o paciente;
12. Discutir com o paciente a sua alta juntamente com toda a equipe multi profissional,    orientando-o que toda equipe de sa�de mental est� a sua disposi��o para a continuidade do tratamento ambulatorial.







                                         PACIENTES COM AGITA��O PSICOMOTORA
                                                                             (internados em hospital    Psiquiatrico)


SINTOMAS


         Geralmente os pacientes com agita��o psicomotora s�o pessoas jovens, fortes, com surto agudo de psicose que apareceu em Pronto-Socorro. Alguns deles deixaram de tomar a medica��o ambulatorial por descuido da fam�lia e quando mesmo � trazido ao PS de Psiquiatria torna-se agitado.


OBJETIVOS


1. Proteger os pacientes das agress�es contundentes;
2. Estabelecer os v�nculos familiares;
3. Devolv�-lo � sociedade em condi��es de tratamento ambulatorial;
4. Ou intern�-lo em institui��o para tratamento mais ou menos prolongado.


ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM


1. Deixar o paciente falar � vontade antes do atendimento m�dico;
2. Na aplica��o de inje��es solicitar ajuda de mais funcion�rios;
3. Se o paciente come�ar a atirar objetos em cima das pessoas, pegar um colch�o para prote��o e ir a dire��o do mesmo;
4.  Fazer a conten��o do mesmo.Protegendo -o
5. Verificar a conten��o de hora em hora;
6. Solicitar ajuda de mais funcion�rios para conter o paciente;
7. N�o permitir que familiares fiquem junto no momento da assist�ncia, pois �s vezes o paciente est� criticando a fam�lia e a presen�a da mesma s� atrapalha;
8. Quando o paciente acalmar, manter comunica��o terap�utica.

                             PESSOAS    COM    COMPORTAMENTO     BIZARRO


CONSIDERA��ES
     Comportamento Bizarro n�o � nenhum problema em  s�, mas quando a  situa��o  passa a ser exacerbada pode gerar algum problema dependendo da ocasi�o.

       Pessoas com comportamento bizarro � aquela que gosta de estar colocando uma ap�ndice a sua vestimenta ou incrementando-a com uma dobrinha � mais em qualquer parte do corpo roupas coloridas, sem nenhum objetivo.
Pode apresentar tamb�m comportamento na maneira de agir e falar, al�m de falar radiando o assunto, isto �, falando em c�rculos, falando a mesma frase ele fica balan�ando o corpo. Embora n�o tenha sido o comportamento Bizarro que motivou a interna��o, neste per�odo este comportamento � exacerbado e para isto � preciso um certo procedimento t�cnico adequado.




OBJETIVOS


1. Adequar o comportamento do paciente dentro da sociedade;
2. Preparar a fam�lia e a comunidade para compreend�-lo;
3. Orienta��o para acompanhamento ambulatorial ap�s a alta;
4. Diminuir ao m�ximo o n�mero de interna��es.


ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM


1. Manter  a pessoa  sempre ocupado em atividades;
2. Impor limites adequado;
3. Exigir-lhe o cumprimento das regras estabelecidas pelo grupo de enfermagem;
4. Exigir-lhe um comportamento normal de acordo com a ocasi�o. Ex. Na hora de reuni�o de enfermaria, hor�rio de visita, refei��o etc.;
5. Mostrar-lhe que somente ele est� tendo esse tipo de comportamento;
6. Propiciar-lhe um ambiente terap�utico;
7. Estabelecer o RAPPORT;
8. Nunca criticar seu comportamento;
9. Ouvir as queixas do paciente sem critic�-lo.


PACIENTES EM TRATAMENTO POR  ELETROCONVULSOTERAPIA (E.C.T.)
(Internado em hospital  psiquiatrico)


CONSIDERA��ES

      O tratamento do E.C.T. foi idealizado pelos irm�os Celerte e Bini na It�lia no in�cio do s�culo  20. Todavia a hist�ria registra que na Roma Antiga, os m�dicos faziam o tratamento de eletrochoque em enguias el�tricas. H� registro tamb�m nos papiros que Rams�s II, rei do Egito Antigo, foi tratado com eletrochoque por m�dico daquela �poca. De 1985 para c� ofereceu no mundo psiqui�trico uma verdadeira guerra contra os tratamentos de Eletrochoques. Existem muitos congressos de Psiquiatria que condenaram o tratamento em si, e outros que o defenderam. De uma maneira geral ele est� fora de uso. Mas alguns psiquiatras de renome s�o de opini�o que, quando bem  indicado o E.C.T. resolve alguns problemas psiqui�tricos. Geralmente as causas mais indicadas para o E.C.T. s�o depress�es muito acentuadas, psicose inespec�fica com grande agita��o psicomotora e psicose pos parto em pacientes jovens sem problemas f�sicos.
De acordo com a lei da natureza o equil�brio tem de ser mantido. Se um tratamento por E.C.T. pode desaparecer um sintoma grave citado anteriormente, por outro lado, o tratamento por E.C.T., pode deixar seq�elas que n�o devem ser esquecidas.
Outra considera��o � o preparo psicol�gico da equipe multi profissional que vai tratar o paciente. Algumas pessoas acham que o tratamento � um castigo para o paciente. Se houver algum membro da equipe que pense dessa maneira, precisa ser rediscutido o assunto.


OBJETIVOS

O tratamento por e deve ser discutido pela equipe multi   profissional, devido as opini�es diversas a respeito do tratamento e bem indicado tem o seguinte objetivo:

1. diminuir as depress�es com tentativa de suic�dio;
2. diminuir as ang�stias;
3. em grandes agita��es psicomotoras em que os Neuropl�ticos n�o deram resultados;
4. em agita��es de pacientes com Psicose Pos-Partum.


ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM

1. Conversar com o paciente sobre a decis�o da equipe multidisciplinar sobre o tratamento proposto;
2. Manter comunica��o terap�utica  com o paciente 24 horas antes do tratamento;
3. Inform�-lo do jejum de 12 horas antes;
4. Uma hora antes do tratamento permanecer ao lado do paciente, conversando;
5. Lev�-lo para o quarto de tratamento e deit�-lo no div�;
6. Coloc�-lo de dec�bito dorsal, retirando pr�tese;
7. Molhar a regi�o temporal com �gua e sal;
8. Segurar a regi�o mandibular com a m�o direita aberta e outra pessoa segurar os membros inferiores e superiores nas articula��es, durante a aplica��o dos eletrodos na regi�o temporal e manter seguro enquanto permanecer em;crise;;
9. Ap�s o tratamento manter o paciente em dec�bito lateral afim de evitar aspirar secre��o;
10. Quando o paciente acordar, ainda obnubilado, lev�-lo a enfermaria, acompanh�-lo ao chuveiro e ap�s oferecer-lhe o desjejum;
11. N�o tecer coment�rios a respeito do tratamento, s� o fazendo se a equipe multidisciplinar assim o desejar;
12. Mant�-lo em observa��o durante todo o dia e anotar as queixas e medicar


                                                 COMPORTAMENTO EPL�TICO


                   CONSIDERA��ES

         Pessoas com comportamento epl�tico � aquela que se interna com grande agita��o psicomotora, falante,deambulando  de um lado para outro sem causa aparente. Provoca brigas com outros pacientes. Este paciente n�o apresenta crise convulsiva completa como foi explicado em p�ginas anteriores. Por�m  podem apresentar aus�ncias;que s�o verdadeiras;. Hiatos no tempo onde eles n�o tem no��o do que acontece no per�odo de aus�ncia, ganham outra personalidade, adquirem outros costumes:, mudam de cidade, adquirem outra personalidade, podem entrar em furor epl�tico com grande agita��o psicomotora quase que incontrol�vel e esse furor epl�tico pode ser provocado por alguns est�mulos externos : agita��o de outro paciente, atitudes n�o terap�uticas da equipe, abstin�ncia da medica��o ou outros fatores intr�nsecos  com o comportamento da enfermaria, como ru�dos excessivos ou brigas de outros pacientes.
Geralmente estes comportamentos epl�ticos podem ser gerados por muitas causas.

CAUSAS

Desde traumatismo cranio encef�lico durante o parto, transmiss�o gen�tica, trauma psicol�gico durante os primeiros meses de vida, at� traumatismo cr�nio encef�lico na fase adulta.
N�o esquecer que todos os problemas podem agravar com a problem�tica social e cultural. Ex.; qualquer doen�a desenvolve de maneira diferente em fam�lia de n�vel s�cio-cultural abastado em rela��o � fam�lia que veio da regi�o pobre do pa�s e vem morar em favelas nas grandes cidades.
A literatura especializada conta casos de pessoas que entraram em aus�ncia no meio da rua sem nenhum motivo, ganharam outra personalidade, viajaram para outros lugares, adquiriram fam�lia e s� voltaram da aus�ncia por est�mulo externo acontecendo ocasionalmente.
O indiv�duo n�o tem no��o do tempo que ficou em aus�ncia.
Aquele fato que provocou a aus�ncia, apesar de j� ter passado anos, para ele tem se a impress�o de que aconteceu h� poucos segundos. E n�s, membros da equipe devemos compreender perfeitamente essa situa��o.
Este tipo de paciente se entrar em crise convulsiva aplicar os mesmos procedimentos em crise convulsivas.


ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM


1. Propiciar-lhe um ambiente terap�utico;
2. Mant�-lo o maior tempo em recrea��o;
3. Usar luzes indireta nos quarto;
4. Aconselh�-lo ouvir m�sica suave (as m�sicas de Beethoven, Vivaldi, s�o aconselh�veis);
5. Orientar grupo de fam�lia que o controle ambulatorial � muito importante;
6. Se entrar em crise convulsiva usar os procedimentos j� descrito.



ALGUNS TIPOS DE PERSONALIDADES


1. PERSONALIDADE EVASIVA

    S�o aquelas pessoas que geralmente s�o hipersens�veis � rejei��o e tem medo de iniciar um novo relacionamento sem estarem bem certo da aceita��o sem cr�tica.

2. PERSONALIDADE OBCESSIVA-COMPULSIVA 

    S�o pessoas que tem alto n�vel de aspira��o, mas tamb�m tem tend�ncia a ser perfeccionista e, freq�entemente incapazes de obter satisfa��o adequada em suas conquistas. S�o confi�veis, ordeiras e met�dicas; s�o cautelosas e pesam todos os aspectos de um problema, prestando aten��o a cada detalhe. Por qualquer assunto banal pode entrar em agita��o psicomotora.

3. PERSONALIDADE PASSIVA E/OU OPRESSIVA

    � caracterizada por impot�ncia depend�ncia pegajosa e protela��o. A aparente passividade � para chamar aten��o e ganhar afeto. Elas podem ser provocativas e argumentativas, especialmente com aqueles que tem autoridade. Tal comportamento, geralmente serve para negar ou esconder necessidades altamente dependentes. Geralmente apresentam atitudes hipocondr�acas e predisposi��o contra si mesmo, que s�o mecanismos de defesa comum.

4. PERSONALIDADE ANTI-SOCIAL

     S�o pessoas que apresentam dificuldade para estabelecer rela��es co outras pessoas. Sempre querem prevalecer o seu ponto de vista. No in�cio quando rec�m chegado a um determinado local mant�m toda aten��o sobre si, principalmente se � jovem. Mas logo depois desfaz toda aquela apar�ncia, pois ele n�o consegue manter um v�nculo de amizade permanente com as pessoas, caindo na incompatibilidade das pessoas. Geralmente este tipo de pessoa n�o sabe esperar e quer sempre  ter a sua opini�o. Fazem tudo perturbar a ordem constuida; n�o aceitam regras de valores, precisam de imposi��o r�gida de limites.


ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM

1. Imposi��o de limites;
2. Exigir cumprimento de regras de valores


5. PERSONALIDADE INVASIVA

    S�o pessoas que n�o respeitam regras de valores tentam a todo momento invadir a vida alheia, com perguntas ou intromiss�o desnecess�ria. Este tipo de pessoa praticam toda esta a��o involuntariamente, sem perceber a sua cr�tica destrutiva. Geralmente quando lhes � imposto limite, o mesmo n�o reconhece e fica prevaricando com suas atitudes  incompat�veis.
    Este tipo de personalidade � dif�cil de ser tratada ou orientada, pois as pessoas n�o aceitam que s�o inconvenientes. Quando se apresentam com outra patologia psiqui�trica, tornam-se mais dif�cil ainda a abordagem terap�utica.





ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM

1. Impor limites r�gidos;
2. Exigir cumprimento das regras de valores;
3. Dar atividades cont�nuas.





                                        COMPORTAMENTO HIST�RICO


           Pessoas com comportamento hist�rico � aquele que dentro do hospital psiqui�trico gosta de chamar aten��o sobre si em todas as suas atitudes. S�o manipuladores, apresentando comportamento teatral em quase todas as situa��es que podem incluir tentativa de suic�dio, como por exemplo : tomar c�ndida meio copo ou ingerir quantidades m�nimas de comprimidos ansiol�tico. Ao chegarem no Pronto Socorro para serem atendidos, para uma lavagem g�strica, apresentam atitudes de injusti�ados, se adaptam perfeitamente ao tratamento. E, ap�s o tratamento, permanecem em atitudes passivas at� adquirir novamente o comportamento hist�rico.


ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM


1. Manter estreito relacionamento social com o paciente, ganhar-lhe a confian�a;
2. Solicitar do paciente um comportamento adequado de acordo com a situa��o. Por exemplo, se ele est� na sala de lazer, n�o deixar que ele manipule a mesa de jogos;
Se perder o jogo, n�o deixar que o mesmo brigue com outros pacientes ou abandonar o jogo, e sim, ele deve acatar a decis�o de ser vencido. Pois ele ter� de jogar novamente para tentar a sorte. Antes, por�m, de iniciar um jogo, explicar-lhe todas as regras do mesmo;
3. Propiciar-lhe um ambiente terap�utico;
4. Durante as horas noturnas, solicitar ao paciente, respeitar o sono das outras pessoas, colocando o seu leito �s vistas do pessoal da enfermagem;
5. Quando o paciente for participar do (G.O.) Grupo Operativo, explicar, para todos, que as responsabilidades s�o iguais e que o tempo de fala de cada membro do grupo � igual;
6. Durante a visita de familiares conversar com os mesmos orientando quanto � necessidade da imposi��o de limites afim de que o paciente aprenda que os seus atos impulsivos podem ter uma conseq��ncia desastrosa para ele;
7. Propiciar-lhe um ambiente terap�utico e saud�vel.


                               PSICOSE     MAN�A- DEPRESSIVA


FASE MAN�ACA


DEFINI��O

� um epis�dio psic�tico recorrente de natureza afetiva, que pode apresentar os dois conjuntos de    cl�nicos: depress�o ou mania.
O paciente com psicose man�aco depressiva (P.M.P.) caracteriza-se por epis�dios de tristeza e euforia com uma perda apreci�vel do ju�zo de realidade, acompanhado de retardo motor ou hiper atividade. No retardo motor temos as depress�es profundas, onde o paciente permanece em distanciamento, dificuldade de estabelecer rela��es inter-pessoais e tend�ncia ao isolamento.
Na hiper atividade o paciente pode apresentar exalta��o extrema, aniquilamento do amor pr�prio, del�rio de grandeza, etc.


ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM

FASE MAN�ACA

1. Quando temos na enfermaria um paciente P.M.D. na fase man�aca, precisamos controlar as suas atividades, colocando hor�rios para suas atividades;
2. Durante a noite manter a ordem e o sil�ncio ap�s as 22:00 horas;
3. Ouvir o paciente com aten��o �s suas reclama��es e depois explicar-lhe os motivos pelos quais o seu pedido n�o pode ser atendido;
4. Durante a visita manter vigil�ncia quanto aos objetos trazidos pela fam�lia;
5. Manter estreita rela��o entre fam�lia e equipe multidisciplinar, explicando a import�ncia do tratamento e o retorno ao ambiente familiar o mais breve poss�vel.




FASE DEPRESSIVA

1. Conversar com o paciente,mesmo que ele n�o responda;
2. Manter estreita vigil�ncia durante a hora de maior movimento na enfermaria, ou seja, hor�rio de almo�o, de caf� na hora de passar o plant�o, pois nestas horas de vigil�ncia  mais fraca, o paciente pode aproveitar para tentar o suic�dio;
3. Na hora do lazer convidar o paciente para participar dos jogos em grupo, podendo ser t�mbola, baralho, bingo etc. Tem de ser um tipo de jogo onde ele seja obrigado a falar e participar;
4. Na fase aguda da depress�o, insistir na alimenta��o assistida;
5. Propiciar-lhe um ambiente terap�utico.





                                                         O DEFICIENTE MENTAL


                      CONSIDERA��ES


                      O paciente deficiente mental, geralmente � internado em hospital psiqui�trico por outra patologia psiqui�trica que n�o seja sua doen�a de origem. Um paciente oligofr�nico, qualquer que seja o seu grau de oligofrenia ele pode apresentar os seguintes sintomas:
- Surto Psic�tico
- Psicose Epil�ptica
- Ou mesmo crises convulsivas por epilepsia

Observa��o:

    N�o fazer confus�o com dem�ncia. A dem�ncia se d� em paciente psic�tico em estado prec�rio de tratamento. Ent�o costuma-se dizer : Ele ficou;demenciado;enquanto que oligofr�nico j� nasceu desta forma.


ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM


1. Colocar o paciente em enfermaria mais calma;
2. Mant�-lo vestido adequadamente;
3. Convid�-lo  para se aliment�-lo na hora de costume;
4. Solicitar exames cl�nicos peri�dicamente, pois o paciente n�o reclama;
5. Ministrar a medica��o em hor�rio normal, n�o esquecendo sua origem oligofr�nica;
6. Deixar que o paciente expresse suas id�ias;
7. Nunca deix�-lo junto com  paciente anti-social ou paciente agitado e agressivo;
8. Orientar familiares por ocasi�o da alta quanto aos cuidados que o mesmo necessita;
9. Em grupo de fam�lia e/ou funcion�rios, orientar como ter uma vida saud�vel para si e para os seus filhos;
10. Dar �nfase que :
1. O uso abusivo de drogas psico-ativas durante a gesta��o (Iatrogenia);
2. Tentativa de aborto por drogas vendidas em farm�cias;
3. Idade materna alta;
4. Traumatismo de cr�nio ao nascimento;
5. Hipoxia cerebral no momento do nascimento, pode causar nascimento de crian�as com     defici�ncia mental, assim como a S�ndrome de Down e outros;
6. Orientar aos jovens que no exame pr�-nupcial, fazer pesquisas da �rvore gen�tica,       onde esta pesquisa pode mostrar a percentagem da probabilidade de ter um filho     deficiente mental



                                        PESSOAS COM DIST�RBIO DE CONDUTA


              Pessoas com dist�rbio de conduta  que � internado em hospital psiqui�trico, � bastante cooperador com o Pessoal de Enfermagem. E, sua interna��o se deve a outras patologias, e n�o somente o dist�rbio de conduta, que � apenas uma faceta de patologia.
Sendo jovem, o que � mais freq�ente, procura conversar com pessoas do mesmo sexo e gosta de manter-se mais atraente perante os outros pacientes. Normalmente este tipo de paciente procura fora seus amigos, as pessoas mais jovem que ele. Geralmente se � do sexo feminino gosta de manter relacionamento amoroso com mocinhas, jovens, adolescentes. Se � do sexo masculino gosta de manter como amigo os rapazes mais jovens do que ele.
O que � preciso entender � que as pessoas com dist�rbio de conduta s�o doentes. ou seja,;Elas s�o de polaridade gen�tica invertida E, como doentes mentais, devem ser tratadas. Estas pessoas n�o tem consci�ncia dos seus atos e por esta raz�o n�o se acham doente, e a Assist�ncia de Enfermagem pode ser t�o eficaz no tratamento dessas pessoas, que podemos at� mudar os seus h�bitos. Todavia, n�o podemos isolar a patologia pela qual ela foi internada.
Este tipo de paciente gosta de ajudar a todos na enfermaria em detrimento de algumas regalias, e assim, ele vai ganhando a confian�a dos Profissionais de Enfermagem at� conseguir o seu intento que � ter conduta inadequada com outros pacientes, principalmente em hor�rio onde a vigil�ncia � mais t�nue.


ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM


1. Sempre tratar o paciente de acordo com o seu sexo definido no prontu�rio. por exemplo : Sim Senhor ! - Sim Senhora; , falando seu nome;
2. Impor-lhe limites controlados;
3. Convid�-lo a participar do Grupo-Operativo;
4. Distribuir as tarefas de acordo com as decis�es das Reuni�es do Grupo-Operativo;
5. Propiciar-lhe uma comunica��o terap�utica no sentido da pessoa tomar consci�ncia das suas atitudes de acordo como o seu sexo;
6. Se o paciente manifestar desejo de readaptar a um novo conceito de vida, fazer de tudo para ajud�-lo incentivando as novas mudan�as;
7. Orientar ao paciente em forma de di�logo que a mudan�a precisa ser radical e depende exclusivamente da pessoa. Porque o trabalho � interno em cada um, e s� depende dele;
8. Durante as visitas de familiares orientar a fam�lia no sentido de ajuda o paciente a resolver os seus problemas;
9. Estimular o paciente a fazer tratamento ambulatorial como egresso, por ocasi�o da alta;
10. Se o paciente realmente quiser fazer uma mudan�a radical em sua vida em rela��o a sua vida sexual, propor-lhe um relacionamento terap�utico.



                            PACIENTE COM INTOXICA��O EXOGENA


CONSIDERA��ES

O paciente com Intoxica��o Ex�gena quando � trazido pelos familiares os mesmos informam qual foi a subst�ncia que o mesmo ingeriu, facilitando o trabalho da equipe de sa�de. Sabendo o nome da subst�ncia ingerida e o tempo de ingest�o at� a chegada ao hospital

                                 SINAIS E SINTOMAS

                    Pessoas com intoxica��o ex�gena quando da entrada no pronto-socorro, pode apresentar os seguintes sintomas: - Palidez, sudorese, bradicardia, hipotens�o arterial, olhar inexpressivo, prostrado, respondendo pouco aos est�mulos dolorosos, h�lito com cheiro da subst�ncia ingerida, n�vel de consci�ncia baixo, podendo tamb�m apresentar um quadro de confus�o mental. O Cap�tulo das intoxica��es ex�genas � muito extenso e n�o podemos esquecer aqui do Diagn�stico diferencial onde o paciente pode apresentar os mesmos sintomas acima e n�o estando em intoxica��o ex�gena. Podemos citar os casos mais complicados da intoxica��o end�gena e as infec��es gerais. Como por exemplo a;Loucura Card�aca; e a loucura ur�mica de   Dieulafoy  m�dico  neurologista francesas les�es infecciosas do c�rebro provocam os mesmos sintomas. Em outros casos, a evolu��o da doen�a mental pode ser via de acesso ou epis�dio evolutivo de del�rios cr�nicos, esquizofrenia, epilepsia, dem�ncia senil.
     Les�es infecciosas do enc�falo muitas vezes provocam confus�o mental, ap�s traumatismo craniano,  hemorragia cerebral, amolecimento cerebral e tumores cerebrais. Outro diagn�stico diferencial que n�o podemos esquecer � a neurose conversiva onde as emo��es s�o transferidas para o m�sculo estriado, deixando a pessoa em torpor, palidez, olhar inexpressivo, por�m n�o apresentando bradicardia, o pulso est� firme e forte. Enfim, o estado confusional pode suceder a uma emo��o violenta, assim como a s psicoses de guerra e depois de acidentes automobil�sticos, em que a confus�o n�o sup�e necessariamente como��o cerebral.


ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM


1. Levantar a cabe�a para evitar aspira��o endo-traquial;
2. Aquecer o paciente com cobertores e jornal;
3. N�o fazer coment�rio jocoso, mesmo com o paciente semi-consciente;
4. Ligar soro fisiol�gico, se press�o arterial baixa, ap�s prescri��o;
5. Se for prescrito lavagem g�strica, passar sonda naso-g�strica e fazer a sanfonagem, ou seja : Introduzir 100ml de Soro Fisiol�gico; deixar mais ou menos 2 minutos o l�quido no est�mago, deixar refluir o l�quido do est�mago at� completar a quantidade de 100ml, observando o aspecto do l�quido de retorno. Continuar colocando o l�quido e fazer o retorno at� sair completamente limpo. N�o devemos colocar mais do que 100ml de soro fisiol�gico de uma vez, pois grande quantidade de l�quido no est�mago pode emigrar para o intestino onde a subst�ncia pode ser absorvida mais rapidamente;
6. Terminado a lavagem g�strica manter o paciente em observa��o mantendo apoio psico- espiritual.









S�NDROME NEUROL�GICA DE NEUROL�TICO (S.N.N.)  -                                                            IMPREGNA��O


SINAIS E SINTOMAS

              Pessoas com S.N.N. � aquele que est� em uso de medica��o neurol�ptica por mais de um dia e pode apresentar os seguintes sintomas: Sialorr�ia, ecolalia, marco autom�tica, andar em bloco, contraturas musculares e libera��o de esf�ncteres.
Os sintomas da S.N.N. s�o semelhantes aos da S�ndrome de PARKINSON, quando a pessoa em idade avan�ada come�a a apresentar tremores incontrol�veis de m�os e membros inferiores.


OBJETIVOS


O objetivo do cuidado de enfermagem � manter o paciente em contato com a pequena comunidade sem nenhuma restri��o de sua liberdade assegurando-lhe as condi��es necess�rias para sua recupera��o.


ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM


1. Oferecer l�quidos constantemente, convid�-lo a usar o vaso sanit�rio, n�o deixar objetos contundentes que possam fer�-lo;
2. Trocar-lhe as roupas diariamente;
3. Conversar com o paciente mesmo que ele n�o responda;
4. Auxili�-lo na alimenta��o;
5. Convid�-lo a deambular para relaxar a musculatura.

Observa��o :
Como a medica��o anti-parkinsoniana pode causar depend�ncia ps�quica, muitos pacientes podem simular impregna��o com o intuito de receber um comprimido de Artane ou Akineton. Alguns usu�rios de drogas tamb�m podem simular impregna��o.
Para sabermos se est� realmente impregnado, podemos fazer o teste da RODA DENTADA:
Com a m�o esquerda pegamos no cotovelo do paciente apoiando-o em nossa m�o. Com a m�o direita, pegamos na m�o do paciente e fazemos movimento no sentido de  ABDU��O: Se apresentar como se estivesse desfazendo uma roda de dente, o paciente est� realmente  ;impregnado se n�o apresentar esta resist�ncia n�o existe a impregna��o.





                                      S�NDROME DE ABSTIN�NCIA ALCO�LICA


               Pessoas com S�ndrome de Abstin�ncia Alco�lica pode apresentar uma pr�-s�ndrome que � a modifica��o de comportamento estando internado em uma enfermaria por problemas cl�nico, cir�rgico, ortop�dico, etc. come�a a dizer coisas incoerentes e sem nexo com a realidade. Fica muito alegre com risos imotivados, deambulando de um lado para o outro, claudicando ora para a direita ora para a esquerda, enfia os dedos nas grades, nos buracos das fechaduras, fica gritando nomes de pessoas que est�o ausentes. Recusa-se a alimentar prevaricando de todas as recomenda��es. A esta situa��o podemos chamar de Pr�-s�ndrome de Abstin�ncia Alco�lica.
Em uma segunda fase ele come�a a sentir-se perseguido por animais. Esta situa��o � chamada de ZOOPSIAS, ou t�m alucina��es auditivas e del�rio de persegui��o. Neste per�odo pode sentir-se perseguido por pessoas agride as pessoas para se defender. Ou come�a a fazer movimentos com as m�os como se estivesse puxando linha. O pensamento � confuso e desagregado. �s vezes quer sair pela janela ou por qualquer outra sa�da existente.
Todos estes sinais e sintomas s�o devido a falta de �lcool et�lico, que � a S�ndrome de Abstin�ncia Alco�lica. Nesta fase � prescrito Po��o de TODD para o paciente. A Po��o de TODD � composta de 75% de �gua + 24% de �lcool + 1% de tintura de canela. Ferve-se durante 5 minutos e deixa esfriar + a��car. Este tipo de medica��o � feito por prescri��o m�dica e, assim que o paciente come�a a tornar melhorar daquele quadro de abstin�ncia.
O paciente alco�latra, alcoolista, apresenta logorr�ia viscosidade, tem humor jocoso, fazendo piadas e trocadilho com quase tudo que se fala com ele. Podendo tamb�m apresentar  numa fase j� de melhora:
- Stress
- Isolamento
- Vergonha de seus atos
- Falta de cr�tica
- Desestrutura��o familiar


ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM E SEUS OBJETIVOS


1. Proteger o paciente das rea��es f�sicas e ps�quicas;
2. Ajudar os familiares no tratamento do paciente;
3. Mostrar a comunidade que o alcoolismo � uma doen�a, que deve ser tratada como qualquer outra;
4. Orientar pacientes e fam�lia sobre a import�ncia da continuidade do tratamento;
5. Trat�-lo com naturalidade, ajudando a conscientizar das suas responsabilidade e deveres;
6. Nunca criticar as suas atitudes por meio de palavras chulas ou depreciativas;
7. N�o expor aos familiares as suas atitudes de enfermaria;
8. Manter restri��es de movimentos adequada na fase aguda;
9. Manter o paciente sempre higienizado;
10. Estimular o paciente e os familiares a participarem de reuni�es na A.A.A., por ocasi�o da alta;
11. Manter comunica��o terap�utica;
12. Estimular que o paciente participe de Reuni�es de Enfermaria ou Grupos-Operativos;
13. Propiciar-lhe um ambiente terap�utico.








                                            PESSOAS EM USO DE NEUROL�PTICO






CONSIDERA��ES


                          Todo neurol�ptico usado na psiquiatria tem algo em comum, que � o efeito colateral. Podemos citar:
- Excita��o do Sistema extra-piramidal;
- Modifica��o do metabolismo;
- Aumento da Prolactina no sangue. A  hiperprolactinemia d� ao paciente em uso   de medica��o neurol�ptica por muito tempo, aquele olhar caracter�stico,   lombroso, cara de lua cheia, ou um cheiro de suor caracter�stico que desaparece   com a diminui��o da medica��o;
- Ins�nia;
- Contraturas;
- Marcha Autom�tica;
- Andar em bloco;


ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM


1. Verificar a press�o arterial e pulso antes e depois da medica��o;
2. Manter o paciente higienizado durante todo o dia;
3. Trocar a roupa de cama diariamente;
4. Manter observa��o rigorosa em rela��o a marchas sialorr�ia;
5. Ministrar a medica��o neurol�ptica e dosagem no hor�rio estabelecido;
6. Distribuir a medica��o de tal maneira que o menor n�mero de comprimidos seja dado � noite;
7. N�o apresentar neurol�ptico se o paciente apresentar crise convulsiva;
8. Anotar diariamente h�bito intestinal do paciente;
9. Orientar aos funcion�rios que o paciente em  uso de neuroleptico pode ter uma impot�ncia sexual transit�ria ou pode haver um aumento exacerbado da pot�ncia sexual, devendo manter maior vigil�ncia neste per�odo, ou haver invers�o de comportamento sexual;
10. Ministrar o Gardenal via oral, de meia a uma hora antes de deitar;
11. Quando o paciente estiver recebendo o carbol�tio n�o deve receber lasix, pois h� uma intera��o com o s�dio duodenal e o litio;
12. O Ttriptanol deve ser dado antes de deitar e pode causar bloqueio card�aco e constipa��o intestinal;
13. O Anatensal Depat pode causar contraturas musculares, inclusive contratura na glote e pode causar  no fim processo intestinal cr�nico;
14. Verificar diurese de 24 horas.
1. Verificar a press�o arterial e pulso antes e depois da medica��o;
2. Manter o paciente higienizado durante todo o dia;
3. Trocar a roupa de cama diariamente;
4. Manter observa��o rigorosa em rela��o a marchas sialorr�ia;
5. Ministrar a medica��o neurol�ptica e dosagem no hor�rio estabelecido;
6. Distribuir a medica��o de tal maneira que o menor n�mero de comprimidos seja dado � noite;
7. N�o apresentar neurol�ptico se o paciente apresentar crise convulsiva;
8. Anotar diariamente h�bito intestinal do paciente;
9. Orientar aos funcion�rios que o paciente em  uso de neuroleptico pode ter uma impot�ncia sexual transit�ria ou pode haver um aumento exacerbado da pot�ncia sexual, devendo manter maior vigil�ncia neste per�odo, ou haver invers�o de comportamento sexual;
10. Ministrar o Gardenal via oral, de meia a uma hora antes de deitar;
11. Quando o paciente estiver recebendo o carbol�tio n�o deve receber lasix, pois h� uma intera��o com o s�dio duodenal e o litio;
12. O triptanol deve ser dado antes de deitar e pode causar bloqueio card�aco e constipa��o intestinal;
13. O Anatensal Depot pode causar contraturas musculares, inclusive contratura na glote e pode causar  no fim processo intestinal cr�nico;
14. Verificar diurese de 24 horas.






PACIENTES EM TRATAMENTO POR COMA DE     INSULINOTERAPIA

                                                      HIST�RICO

              O tratamento por Insulinoterapia no hospitais psiqui�tricos foi largamente usado at� os 80. Usava-se o coma insul�nico para tratar uma das fases da esquizofrenia. O paciente era submetido a aplica��o de insulina simples at� entrar em coma, onde  ent�o era prescrito o tempo que ficaria em coma. Por exemplo:
At� 15 minutos: ou ent�o prescrevia-se coma com BABINSKI presente. Depois que passasse o tempo estipulado, aplicava-se Glicose Hipert�nica 50% e o paciente recobrava a consci�ncia.
O esquema de tratamento era feito da seguinte maneira:
1� dia : Prescrevia-se, por exemplo, 5 u.i. de Insulina simples intramuscular. O paciente permanecia deitado no leito durante duas horas, e se n�o entrasse em coma, interrompia-se o tratamento com 20 ml de glicose hipert�nica e o paciente deixava a sala de tratamento.
2� dia : Era aumentada a dose de insulina e repetia-se os mesmos procedimentos citados no primeiro dia e assim sucessivamente at� o paciente come�ar a entrar em coma. Desde que entrasse em coma a primeira, o m�dico prescrevia  quantos coma era preciso e a dura��o do mesmo, e quantidade de insulina era mantida at� o final do tratamento.
�s vezes acontecia que o paciente n�o entrava em coma, assim sendo era usado uma aplica��o de insulina, um termo chamado ZIGUE-ZAGUE que consistia em aplicar uma determinada dose de insulina em um dia e, se n�o entrasse em coma, no dia aplicava uma quantidade menor, e assim sucessivamente at� entrar em coma.
Alguns pacientes mais sens�veis come�avam a apresentar os primeiros sinais e sintomas da Hipoglicemia, logo ap�s o segundo dia: que era sudorese intensa, palidez, tremores de extremidades, n�vel de consci�ncia em rebaixamento. A este tipo de paciente diz�amos que ele era sens�vel ao tratamento e poderia entrar em coma mais r�pido que os outros pacientes menos sens�veis e, para estes dev�amos ter aten��o voltada com mais intensidade.
A Insulinoterapia  era um tipo de tratamento para os pacientes portadores de esquizofrenia na fase hebefr�nica, onde o paciente jovem tinha um surto de agita��o s�bita e incontrol�vel com del�rio persecut�rio e, �s vezes, agressividade e, a id�ia do tratamento daquela �poca era desmanchar os traumas atrav�s do coma controlado. Hoje este tratamento est� totalmente abandonado. Tamb�m as doen�as mentais sofreram outras classifica��es e a esquizofrenia Hebefr�nica hoje � tratada de outra maneira.
Os objetivos do tratamento eram :
- Desmanchar os traumas ps�quicos, trazendo o paciente � realidade;
- Interromper uma agita��o psicomotora;
- Devolver o paciente � comunidade  em melhor estado de sa�de mental;


ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM


1. Conversar com o paciente, explicando como era o tratamento;
2. Vest�-lo com roupas leves e folgadas;
3. Aplicar-lhe a insulina prescrita e observar poss�veis rea��es de imediato;
4. Mant�-lo em repouso no leito;
5. Manter comunica��o terap�utica com o paciente durante todo o tempo do tratamento, mesmo que se ele estiver em coma;
6. Verificar a press�o arterial de quinze em quinze minutos;
7. Verificar batimentos card�acos de quinze em quinze minutos;
8. Observar sinais e sintomas da Hipoglicemia, anotando em prontu�rio pr�prio quanto tempo gastou entre a aplica��o da insulina  e o aparecimento dos primeiros sintomas;
9. Retirar do coma no hor�rio estabelecido, aplicando a glicose hipert�nica endovenosa;
10. Encaminh�-lo ao chuveiro para higieniza��o;
11. Mant�-lo em observa��o durante o restante do dia, pois pode aparecer o “coma tardio.
12. Manter comunica��o terap�utica com o paciente.


CONSIDERA��ES


Como foi dito este tratamento j� est� em desuso nos Hospitais Psiqui�tricos. Tamb�m podemos lembrar aqui que os pacientes em tratamento por insulinoterapia depois de tr�s meses que haviam feito o tratamento come�avam a  apresentar uma erup��o cut�nea Por todo o corpo, e qualquer solu��o de continuidade demorava para cicatrizar e a pessoa tornava-se suscept�vel a qualquer estado infeccioso ou mesmo gripe.
O tratamento de insulinoterapia foi desenvolvido durante muitos anos no Hospital Psiqui�trico da Vila Mariana, desde a sua funda��o at� os anos 70.


                                                                     PACIENTES COM INS�NIA


CONSIDERA��ES
              Pessoas que apresenta ins�nia quando est� internado em hospital psiqui�trico pode ter diversas causas: a mudan�a de rotina di�ria, os seus familiares que est�o ausentes, o uso de medica��o neuropl�tica (ex. Haldol, Anatensol, etc) ou mesmo mudan�a de h�bito, paciente dorme de dia e de noite n�o tem sono.   Levando em considera��o os motivos acima, podemos ter as seguintes atitudes que s�o os objetivos.

OBJETIVOS

Propiciar ao paciente um ambiente terap�utico onde os problemas de ins�nia n�o intervenha no tratamento.


ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM


1. Manter o paciente em atividade a maior parte do tempo durante o dia;
2. Oferecer-lhe l�quidos com freq��ncia para maior diurese e consequente elimina��o residual medicamentosa;
3. � noite, antes de deitar, conversar com o paciente assuntos de interesse do mesmo;
4. Ter uma atitude terap�utica;
5. Ouvir as queixas do paciente;
6. Dividir o n�mero de comprimidos neurol�pticos  por dia de tal maneira, que � noite seja o m�nimo. Ex. prescri��o m�dica 5 comprimidos Hadol por dia, ministrar 2 de manh�, 2 � tarde e 1 � noite;
7. Se tiver prescri��o de Diazepino e outra medica��o que tenha como efeito colateral, o sono, s� ministr�-lo uma hora antes de deitar;
8. Durante a noite, verificar se o paciente est� dormindo;
9. De manh� conversar com o paciente indagando se o  mesmo dormiu bem � noite;
10. N�o permitir que se fale alto ou tenha aparelhos de som ap�s o hor�rio estabelecido para dormir;
11. N�o esquecer que o paciente com ins�nia � um paciente com problemas mentais e portanto devemos v�-lo como um todo e n�o somente a ins�nia.




         PACIENTE ENCAMINHADO. A   E. E.G.     (ELETROENCEFALOGRAMA)
                                         CONSIDERA��ES HIST�RICA

                     O E.E.G. apareceu por volta de 1939 e � um aparelho que mede as ondas el�tricas do c�rebro. Foi usado muito nos anos 50 e 60, por�m existem muitas escalas organicistas que usam o E.E.G. para diagn�sticos.
Durante os anos 70 e 80, do s�culo XX, algumas escolas de medicina s� davam alta ao paciente ap�s a realiza��o do E.E.G., e muitos dos exames ou quase todos eram normais. Outro exemplo de nulidade deste exame � quando se faz em paciente com comportamento anti-social e o resultado � o E.E.G. sem nenhuma altera��o, ali�s � uma condi��o sine qua non,  para o indiv�duo ter diagn�stico de (P.A.S.) personalidade anti social. Por�m se algum m�dico solicitar o E.E.G., devemos ter os seguintes cuidados.
POST  SCRIPTUUM
       (Candidatos a  piloto de aereonaves  tinham pavor deste exame nos anos 1960. Pois sabiam que apenas um leve desvio, ele n�o eram aprovados.)


                                 ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM


1. Conversar com o paciente explicando toda a rotina do exame;
2. Procurar acalm�-lo dizendo que o exame � apenas um diagn�stico;
3. Inform�-lo de que ser� colocado uns eletrodos em sua cabe�a e que esses n�o lhe far�o nenhum mal;
4. Lavar a cabe�a na noite anterior com sab�o neutro, n�o usar �leos ou brilhantina;
5. Retirar toda medica��o 48 horas antes do E.E.G., a crit�rio m�dico;
6. Conversar com o paciente na noite anterior, acalmando-o sobre o exame;
7. No dia do exame fazer a refei��o matinal, acompanhar o paciente at� o local do exame ficando ao seu lado at� o t�rmino do exame;
8. Terminado o exame, lavar a cabe�a do paciente com sab�o neutro e sec�-la.




PACIENTES COM H.I.V.(+) POSITIVO EM HOSPITAL PSIQUI�TRICO


                     CONSIDERA��ES
             Pessoas com H.I.V. (+) grau 1 ou grau 2 quando procura assist�ncia m�dica em hospital psiqui�trico, na maioria das vezes, apresenta-se deprimido e angustiado em raz�o da grande propaganda nos meios de comunica��o, incutindo na popula��o a evitar a doen�a porque a cura � imposs�vel.
Assim, alguns pacientes sabem que sendo positivo o H.I.V. ele poder� entrar em um quadro de defici�ncia imunol�gica, o que lhe causar� a morte em um determinado tempo. E como todos n�s gostamos de;negar a morte; e, inevitavelmente um dia partiremos, ele pode apresentar os seguintes sintomas:
- Nega��o
- Tristeza
- Isolamento
Quando ele procura o servi�o de assist�ncia especializada � porque ainda existe uma margem grande de esperan�a para a vida e � a� que n�s devemos atuar com a nossa posi��o terap�utica.
Podemos lembrar ao paciente que pelo simples fato de estar com H.I.V. (+) n�o � raz�o para dizer que estamos com a doen�a e vamos morrer em breve. Pode ter acontecido v�rias hip�teses:

1. O sangue pode ter sido trocado no laborat�rio;
2. Muitas pessoas com H.I.V. (+) n�o desenvolveram a doen�a;
3. Consol�-lo de tal maneira que, sendo todos n�s mortais, muitas pessoas podem morrer, at� mesmo sendo mais jovem por outros fatores. Isto seria uma racionaliza��o e que devemos ter bastante cuidado e t�tica para expor ao paciente.


CUIDADOS


1. Apresentar-se ao paciente como membro da equipe multi profissional;
2. Mant�-lo orientado � respeito dos exames realizados;
3. Seguir rigorosamente os procedimentos t�cnicos;
4. Nunca mentir para o paciente;
5. Todos da equipe devem ter uma �nica atitude perante o paciente, por quaisquer que sejam as raz�es que ele contraiu a enfermidade.


ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM


1. Manter o paciente psiquicamente saud�vel;
2. Prolongar a vida do paciente;
3. Manter toda a equipe de sa�de e toda comunidade alerta para a preven��o desta doen�a;
4. Prevenir, pervenir, prevenir;
5. Proporcionar-lhe um ambiente terap�utico;
6. Aconselh�-lo a participar da reuni�o de grupo-operativo;
7. Lembrar aos familiares visitantes os cuidados para preven��o;
8. Usar a m�scara e avental quando o paciente est� acometido de Tuberculose;
9. Colocar as agulhas e seringas descart�veis usadas em um recipiente fechado;
10. Usar luvas descart�veis quando for fazer curativos ou manusear o paciente;
11. Usar luvas quando for fazer a limpeza concorrente e terminal;
12. Colocar a roupa de cama usada em um saco pl�stico;
13. Colocar em solu��o de hipoclorito a 0,5% nas lou�as e talheres por 30 minutos antes de serem lavados;
14. Colocar o lixo do quarto do paciente em saco pl�stico e rotular contaminado;
15. Lavar a m�o antes e depois de entrar em contato com o paciente;
16. Usar luvas, avental e �culos quando for colher material para exame;


PRECAU��ES UNIVERSAIS DE PREVEN��O

- Dar privil�gios de ir a sala de TV ou recrea��o quando deambular;
- Em caso de exposi��o acidental de sangue contaminado, ou  ferimento contuso, comprimir o local do ferimento durante cinco minutos e lavar com �gua e sab�o durante cinco minutos;
- Se for respingo nos olhos ou na boca, lavar com �gua ou soro fisiol�gico;
- Fazer a comunica��o de Acidente de Trabalho atrav�s do servi�o especializado de Medicina e Seguran�a do Trabalho;
- O funcion�rio acidentado dever� fazer exames peri�dicos de 06 em 06 meses de H.I.V., durante 05 anos. Seu estado de sa�de ser� documentado pela Seguran�a e Medicina do Trabalho.









PACIENTES COM COMPORTAMENTO ANTI-SOCIAL


                A pessoa com comportamento anti-social � o mais dif�cil de se controlar em enfermaria psiqui�trica. E existe o mais agressivo e o menos agressivo. N�o mant�m v�nculo social duradouro.
A pessoa com comportamento anti-social a princ�pio � um indiv�duo muito atraente, cordial e est� sempre pronto a cooperar com os membros da enfermagem, por�m quando as suas vontades n�o s�o correspondidas, ele come�a a fazer agita��o na enfermaria, induzindo os menos agressivos a fazer a agita��o e ele pode passar como uma pessoa;boazinha
Geralmente este tipo de paciente � internado  por outra raz�o que n�o seja o seu comportamento.
Os usu�rios de drogas, �lcool tamb�m pode apresentar um comportamento desta natureza, associados a outras Patologias Psiquicas.


ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM


1. Trat�-lo como uma pessoa normal;
2. Estabelecer o RAPPORT;
3. N�o dar privil�gios;
4. Mant�-lo sempre em observa��o;
5. S� aceitar colabora��o se assim for decidido pelos membros da enfermaria e que o porte da coopera��o destinada, � na mesma propor��o para outro paciente;
6. Mant�-lo sempre ocupado com algum exerc�cio ou atividade;
7. Impor limites r�gidos;
8. Abreviar-lhe a alto
9. Orientar a fam�lia e comunidade como tratar este paciente e aceita��o do mesmo.


PACIENTES TOXIC�MANO  -  USU�RIOS DE DROGAS;


CONSIDERA��ES


                Geralmente os pacientes toxic�manos s�o jovens e apresentam outra patologia  ao ser internado que n�o seja toxicomania. Apresentam-se nas emerg�ncias psiqui�tricas agitados, �s vezes agressivos, reclamando de todo contexto familiar ou da sociedade. Podem apresentar, tamb�m, depend�ncia ps�quica da droga que est� usando e ficar ansioso, procurando por todo meio usar qualquer tipo de droga novamente para diminuir o;Fissura
O Consumo de drogas aumentam em uma sociedade durante a �poca de contesta��o de valores, por exemplo durante a Guerra do Vietn�, o consumo de drogas nos EE.UU. aumentou muito, porque os jovens n�o encontravam respostas para uma guerra t�o complicada como foi aquela. Todos querem ser diferentes na sua �poca. Quando chegam aos 40 anos, passam a ser ocasional ou trocam pelo �lcool.
A altera��o de comportamento resulta da decad�ncia ps�quica, dem�ncia precoce, marginaliza��o social e familiar. Havendo modifica��o da personalidade, passando a racionalista, mentirosos e com atitudes jocosas. E inventam aspecto cultural:
-;Saber beber � machismo;O vinho � bom e d� vida longa.  O uso de drogas leva � viagens  maravilhosas;.


ASSIST�NCIA DE ENFERMAGEM


1. Ter muito cuidado ao abordar o problema de t�xico;
2. Deixar primeiro que o paciente fale de seus problemas;
3. Nunca contestar o uso de drogas;
4. Estabelecer o RAPPORT;
5. Orientar familiares e comunidade, que o uso de drogas � irrevers�vel  como mal para a sa�de e s� aparece no futuro;
6. Enviar mensagens ao adolescente utilizando os �dolos da juventude;
7. Utilizar mensagens de acordo com os padr�es culturais;
8. Organizar grupo de estudo com atitudes situacionais de que as drogas prejudicam a sociedade inteira;
9. Convidar o paciente a participar das reuni�es de enfermaria e de grupos operativos;
10. Durante todo o per�odo de interna��o, devemos ganhar a confian�a do paciente fazendo- lhe entender que, para deixar o uso da droga, depende exclusivamente dele e que n�s podemos apenas ajudar se assim ele quiser.



                                                     GLOSS�RIO


A.A.A. - Associa��o dos Alco�latras An�nimos, onde os alco�latras se reunem para se tratar.
AUREA - Aviso que vai acontecer alguma coisa; ventos anunciadores; estado crepuscular da crise convulsiva.
ANG�STIA - Estado de tristeza, desesperador, sem consolo emocional.
AGITA��O PSICOMOTORA - Estado confusional da mente provocando brigas e falando coisas que n�o tem rela��o coma realidade.
AKINETON - Medica��o Anti Parkinsoniana tamb�m usada em paciente impregnado.
AMBIENTE TERAP�UTICO - Todas as condi��es f�sica, ps�quica, administrativa, ornamental de um local para tratamento e desenvolvimento da sa�de mental.
ABSTIN�NCIA ALCO�LICA - Sinal e sintomas da pessoa que parou moment�neamente de tomar �lcool.
APOIO PSICO-ESPIRITUAL - Dialogar procurando elevar o estado emocional das pessoas.
ANATENSOL - Medica��o usada em paciente psic�tico.
ABALO CL�NICO
ABALO T�NICO  - Movimentos dos m�sculos na hora da crise convulsiva.
ANDARILHO - Andando sem destino.
ANDAR EM BLOCO - Andar com as m�os paradas levantadas e sem movimento normais de pernas e bra�os, como se fosse um rob�.

B

BRADIC�RDIO - Movimento lento do cora��o.
BIZARRO - Atitudes das pessoas, colocando roupas extravagantes, colorida, colocando um ap�ndice na roupa.

C

CONTUNDENTE - Que contunde, que machuca.
CRISE CONVULSIVA - Doen�a epil�tica.
COMUNICA��O TERAP�UTICA - Exposi��o de assuntos, palavras que melhoram as condi��es f�sica e ps�quicas das pessoas.
CONSCI�NCIA - A parte mental das pessoas.
CONTUS�O - Aquilo que contundiu. Machucou-se.

D

DISLALIA - Falar com dificuldade, gaguejar.
DEFENESTRA��O.  Sair pela janela (fenetre).
DESAGREGADO - Pensamento confuso, sem no��o da realidade.
DIST�RBIO DE CONDUTA - Pessoas que n�o sabe se comportar no meio de outras pessoas.
DIAGN�STICO DIFERENCIAL - Mesmos sintomas e sinais de outra doen�a.
DEM�NCIA SENIL- Empobrecimento mental em pessoas idosas por calcifica��o das art�rias do c�rebro.
DEPRESS�O - Doen�a psiqui�trica onde a pessoa n�o tem �nimo para viver.
DEPRIMIDO - Pessoas que se encontram triste, sem �nimo, sem consolo, ap�tica.
DEFICI�NCIA IMUNOL�GICA - Aus�ncia de defesa do organismo contra as doen�as e infec��es.
DEPEND�NCIA PS�QUICA DE DROGAS - A necessidade de voltar a usar ou qualquer subst�ncia psico-ativa.
DEFICIT MENTAL- Baixo n�vel intelectual e mental.

E

EFEITO COLATERAL - O efeito n�o desejado de uma medica��o.
ECOLALIA - Atitude da pessoa que repete tudo o que se fala com ela; ato de repetir as coisas.
ESF�NCTERES - Pertuitos naturais do corpo humano. Abertura por onde saem as secre��es.
�NFASE - Colocar em n�vel superior o assunto que est� se falando.
EVAS�O - Fugir do lugar de onde est�.
EXACERBADO - Elevado em mais alto grau um determinado assunto ou atitude.
EQUIPE MULTIDISCIPLINAR - M�dico, enfermeiro, assistente social, psic�logo, terap�uta ocupacional, dentista, enfim todos que trabalham em conjunto.
EST�MULOS DOLOROSOS - Aplica��o de objetos contundentes no corpo humano, aguardando uma resposta.
EMIGRAR - Sair de um lugar para outro.
ENGUIA EL�TRICA - Peixe el�trico de alta voltagem.
E.C.T. - Eletroconvulsoterapia.
�TICO NORMATIVO - Conjunto de regras de Valores  em uma sociedade.
E.E.G. - Exame de eletroenc�falograma.
EVASIVA - Atitudes fugitivas de pessoas que n�o gostam de contato com as pessoas.
ESQUIVAR-SE  - Sair de perto das pessoas, n�o contactuar.

F

FALTA DE CR�TICA - Aus�ncia de educa��o, pr�tica de atos contr�ria a boa educa��o.
FACETA - Apenas um lado do problema, da situa��o.
FISSURA - Atitude do Usu�rio de drogas que est� na depend�ncia. Fica ansioso para usar a droga.

G

GRUPOS OPERATIVOS - Reuni�o de pessoas com objetivo de resolver problemas do grupo.
GRITO DO PAV�O- Grito em tom alto na hora da crise do epl�tico.

H

HALDAL - Medica��o neurol�ptica.
HIV + - Doen�a f�sica que provoca defici�ncia imunol�gica.
HIP�TESE - Teoria relativa a alguma situa��o.
HIPOC�NDRIO - Lado direito ou esquerdo do est�mago, tamb�m chamado flanco.
HIP�XIA CEREBRAL - Aus�ncia de oxig�nio no c�rebro.
HIPER PROLACTINA - Aumento da proteina do leite.
HIATO - Aus�ncia de alguma coisa.

I

IMPREGNA��O - Aumento da medica��o com efeito colateral.
INEXPRESSIVO - Aquilo que n�o expressa algo.
INSTITUI��O - Local, casa, abrigo, onde cuida de pessoas.
INSINUA��O - Amea�ando praticar um ato com objetivos sujos.
INTOXICA��O EX�GENA - Ingest�o de subst�ncias nocivas ao organismo.
IMPOR LIMITES - N�o deixar que a pessoa fa�a tudo aquilo que quer para prejudicar os outros.
ISOLAMENTO SOCIAL - Manter-se longe do grupo, ficar sozinho.
IMPREGNADO -
INTR�NSECO - Relativo a alguma coisa.

J

K

L

LUZ ESTROBOSC�PICA - luz de boite  (buate), piscando, fluorescente.
LOGORREICO  - Falando muito e coisas sem nexo.
LOUCURA UR�MICA - Estado confusional das pessoas quando a ur�ia encontra em taxa alta no organismo.

M

MEIOS DE SOCIALIZA��O - O relacionamento social, a comunica��o, jogos, etc.
MODIFICA��O DE COMPORTAMENTO - Tendo um comportamento diferente daquele que tinha.
METABOLISMO - Toda a transforma��o qu�mica do organismo humano.

N

NEUROL�PTICO - Medica��o psiqui�trica que modifica o comportamento. Ex. Haldol, Decepam, Tofranil, etc.
NECESSIDADE FISIOL�GICA - Ato de comer, beber �gua, urinar, etc.

O

OLIGOFRENIA - Doen�a mental grave; baixo n�vel mental.
OBNUBILIDADE - N�vel de consci�ncia rebaixado, sonolento.

P

PROLACTINA - Horm�nio do leite no organismo humano.
PSICO-ATIVA/DROGAS - Subst�ncia que causa depend�ncia ps�quica.
PSICOSE EPLETICA - Doen�a mental do epl�tico.
POLIQUEIXOSO - Aquele que se queixa de tudo.
PARKINSON - Doen�a caracterizada por temores na pessoa idosa.
PO��O DE TODD - Bebida feita com �lcool + �gua + canela + a��car, para o alco�latra que est� em s�ndrome/abstin�ncia.
POLARIDADE INVERTIDA - Termo usado em Psicologia para definir homosexuais.
PUXANDO LINHAS - Estado confusional do alco�latra que fica fazendo movimento com as m�os.
PAPIRO - Antigo papel usado no Egito Antigo.
PREVARICANDO -  Mudando de assunto, posi��o, etc.
PROPICIAR - Dar oportunidade.


Q

R

RODA DENTADA - Movimentos interrompidos dos m�sculos em adu��o quando o indiv�duo est� impregnado por medica��o neurol�ptica.
RAPPORT - Estabelecer v�nculo, dar confian�a, ser amigo.
RISOS IMOTIVADOS - Rir sem motivos.
RITUAL - Atos repetitivos com uma simbologia interna.
REGRAS DE VALORES - Conceitos un�nimes de uma determinada lei.
RAMS�S II - Fara� do antigo Egito.
RACIONALIZA��O - Mecanismo de defesa do superego para o indiv�duo n�o sofrer. Exemplo o jovem que n�o passou no vestibular diz assim : - “Ainda bem que n�o passei no vestibular porque aquela escola � muito ruim”.

S

SIALORR�IA - Grande quantidade de saliva na boca, sem deglutir.
STRESS - Cansa�o mental e f�sico por problemas emocionais e f�sico.
SUDORESE - Vem de suor, grande suor pelo corpo.
SONOTERAPIA  - Tratamento de traumas ps�quico atrav�s do sono.
SURTO-PSIC�TICO - Doen�a mental grave surgida de  repente.

T

T�NUE - Leve, fraco, sens�vel.
T�TICA - Meio artificial para conseguir um intento.

U

USU�RIO DE DROGAS - O toxic�maco que usa drogas psico-ativas.

V

X

Z

ZOO

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