Textos Escolhidos 3
Gastão Virtual
Continuação ...
15o. Texto
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A Cotovia e Os sapos (adaptação livre de uma fábula chinesa) Era uma vez uma sociedade de sapos que vivia no fundo de um poço escuro e profundo, do qual absolutamente nada se via do mundo exterior. .Eram governados por um enorme Sapo-Chefe, valentão que afirmava, sob pretextos um tanto dúbio, ser dono do poço e de tudo quanto ele saltava ou rastejava. O sapo-Chefe jamais movia uma palha para se alimentar ou se manter, vivendo do trabalho de diversos sapos trabalhadores com os quais ele compartilhava o poço. Essas pobres criaturas passavam todas as horas de seus dias escuros e muitos de suas noites tenebrosas a se matar na umidade e no lodo para encontrar os vermes e os insetos que engordavam o Sapo-Chefe. De vez em quando, uma cotovia excêntrica voava para dentro do poço (sabe Deus por quê!) e contava para os sapos as maravilhas que vira em suas viagens pelo imenso mundo lá fora. Falava do sol, da lua e das estrelas, das montanhas altaneiras, dos vales férteis e dos vastos mares, e ainda da delícia de explorar o espaço infinito. Sempre que a cotovia chegava de visita, o Sapo-Chefe recomendava aos sapos trabalhadores que escutassem atentamente tudo o que o pássaro tinha para contar. “Ela lhes esta falado”,explica o Sapo-Chefe (que, de qualquer modo, era meio surdo e nunca sabia direito o que a cotovia estava dizendo; achava aquela ave esquisita e inteiramente maluca), “a terra feliz para onde vão todos os sapos bons...”È possível que um dia os sapos trabalhadores se houvessem iludido daquilo que o Sapo-Chefe lhes dizia. Com o tempo, porem, haviam se tornado céticos em relação aos contos da carochinha e chegado à conclusão de que aquela cotovia tinha um parafuso a menos. Além disso, haviam sido convencidos por alguns sapos livre-pensadores de que aquele pássaro estava sendo usado pelo Sapo-Chefe para consolá-los e distraí-los com historias das maravilhas que existem no céu para os que morrem. “E isso é mentira”, coaxavam furiosamente os sapos trabalhadores. Entretanto, havia entre eles um Sapo-Filósofo que formulava uma idéia nova e interessante a respeito da cotovia. “O que a cotovia diz não é exatamente uma mentira”, dizia ele. “Nem é loucura. Na verdade ao falar dessa maneira esquisita, ela esta se referindo ao lugar maravilhoso em que poderíamos transformar esse poço se quiséssemos. Quando fala do sol e da lua, esta se referindo às magníficas formas de iluminação moderna que poderíamos adotar para afugentar as trevas em que vivemos. Quando canta os céus altos, refere-se à saudável ventilação de que devíamos gozar, ao invés dos ares úmidos e fétidos a que nos acostumamos. Quando louva a embriagues que vive ao lançar-se pelos céus, refere-se à delicia dos sentidos liberados que todos nos conheceríamos se não fôssemos obrigados a desperdiçar nossas vidas nesta labuta opressiva. E o que é mais importante: quando a cotovia enaltece o vôo altivo e livre entre as estrelas, refere-se à liberdade que todos teremos quando nos livrarmos da opressão do Sapo-Chefe. Vêem? Não devemos desdenhar do passado. Em primeiro lugar disso, ele deve ser apreciado e louvado por nos proporcionar uma inspiração que nos livra do desespero.” Graças ao Sapo-Filósofo, sapos trabalhadores passaram a olhar a cotovia com afeição. Na verdade, quando chegou afinal a revolução (pois as revolução sempre acabam vindo), os sapos trabalhadores até mesmo pintaram a imagem da cotovia em seus estandartes e marcharam para as barricadas fazendo o máximo que podiam para, com o seu coaxar, imitar –lhe o belo canto. Derrubando o Sapo-Chefe, o poço escuro e úmido tornou-se magnificamente iluminado e ventilado, transformando-se num lugar muito melhor para viver. Além disso, os sapos experimentaram um novo e gratificante lazer, acompanhado de muitas delícias dos sentidos – justamente como o Sapo-Filósofo havia previsto. Entretanto, a cotovia continuou a visitar o poço, contando histórias do sol, da lua e das estrelas, de montanhas, vales e oceanos, e de esplendidas aventuras que vivera nos céus. “Quem sabe – conjeturou o Sapo-Filósofo – se afinal de contas esse pássaro não seja mesmo louco? Já não temos necessidade alguma dessas canções enigmáticas. E, seja como for, e muito cansativo ter de escutar fantasias quando já perderam sua relevância social.”Assim, um dia, os sapos conseguiram capturar a cotovia. Depois, empalharam-na e colocaram-na no recém construído Museu Cívico(entrada gratuita...) em lugar de honra .Trecho extraído do livro “Ética e cidadania
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16o. texto
As Cores dos Amigos
| Amigos são "cores", cada qual com seu matiz, e um jeito sempre muito marcante. |
| Há o Amigo "cor verde" : é aquele que em tudo ressalta a beleza da Vida e põe esperança nela. Ele nos ergue ! |
| Há o Amigo "cor azul" : ele sempre traz palavras de paz e de serenidade, dando-nos a impressão, ao ouvi-lo, de que estamos em contato direto com o céu ou com o profundo azul do mar. |
| Ele nos eleva ! |
| Há o Amigo ele nos aquece, assim como o sol; |
| faz-nos rir, sorrir e enxergar o amarelo brilho das estrelas bem ao alcance das nossas mãos. |
| Há o Amigo "cor vermelha" : é aquele que domina as regras de viver, é como nosso sangue. |
| Ele acusa perigos, mas nunca nos abala a coragem.
É pródigo em palavras apaixonadas e repletas de caloroso amor. |
| Há o Amigo "cor laranja" : ele nos traz a sensação de vigor, saúde |
| enriquece nosso espírito com energias que são verdadeiras vitaminas para o nosso crescimento. |
| Há o Amigo "cor cinza" : ele nos ensina o silêncio, a internalização e o autoconhecimento. |
| É um indutor a pensamentos e reflexões. Ajuda-nos a nos aprofundarmos em nós mesmos. |
| Há o Amigo "cor roxa" : ele traz à tona nossa essência majestosa, como a dos reis e dos magos. |
| Suas palavras têm nobreza, autoridade e sabedoria. |
| Há o Amigo "cor preta" : ele é mestre em mostrar nosso lado mais obscuro, com palavras geralmente duras, |
| atinge-nos sem "anestesia" e, com boas intenções,
leva-nos a melhor considerar nossas atitudes perante a vida. |
| ... E há o Amigo "cor branca" : esse nos revela verdades nascidas da vivência e da incorporação de conhecimentos. |
| Ele nos prova que, não só ele, mas também todos os outros, têm verdades aprendidas para partilhar conosco. |
| e todos num Grande Encontro, |
| veremos um arco-íris de Amor ! |
| Autor desconhecido |
17o. Texto
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Poesia Matemática Às
folhas tantas Millor Fernandes |
18o. Texto
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Pensamentos de Aristóteles Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue sua alegria, sua paz, sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém. Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja. A razão da sua vida é você mesmo. A tua paz interior é a tua meta de vida, Quando sentires um vazio na alma, quando acreditares que ainda está faltando algo, mesmo tendo tudo,remete teu pensamento para os teus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe em você. Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante de você.. Não coloque objetivos longe demais de suas mãos, abrace os que estão ao seu alcance hoje . Se andas desesperado por problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos familiares, busca em teu interior a resposta para acalmar-te, você é reflexo do que pensas diariamente. Com um sorriso no rosto as pessoas terão as melhores impressões de você, e você estará afirmando para você mesmo, que está "pronto"para ser feliz. Trabalhe, trabalhe muito a seu favor. Pare de esperar a felicidade sem esforços. Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda. Critique menos, trabalhe mais. E, não se esqueça nunca de agradecer. Agradeça tudo que está em sua vida nesse momento, inclusive a dor . Nossa compreensão do universo, ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida. Por fim, acredite que não estaremos sozinhos em nossas caminhadas, um instante sequer... se nossos passos forem dados em busca de justiça e igualdade!!! "A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las." O autor, “Aristóteles”, filósofo grego, discípulo de Platão e este de Sócrates, escreveu
esta mensagem
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19o. Texto
Tornar-se Oceano" A vida é como um rio que mesmo olhando para trás segue o caminho que vê à frente. Vê um oceano tão vasto, que entrar nele nada mais é que desaparecer para sempre. Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar. Voltar é impossível na existência. E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece. Porque apenas então o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano, mas tornar-se o oceano. Por um lado é desaparecimento, e por outro é renascimento. Assim somos nós. Voltar é impossível na existência. Você pode ir em frente e se arriscar: Tornar-se oceano..." (Albert Einstein) |
20o. Texto
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Bom Dia, Todas as
Cores! Alegre, no
céu. |
É claro que o
nosso amigo Vocês agora já
sabem como era o Camaleão. Quando o sol
começou a se pôr no horizonte, E mais cansado
ainda de tanto Ruth Rocha
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21o. Texto
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Olhe... Charles Chaplin |