Sexo em fam�lia |
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Em janeiro desse ano comecei a namorar o Carlos. Um cara muito legal, gostoso, que tem uma fam�lia tarada por sexo. Explico melhor. Recentemente Carlos me convidou para conhecer sua casa. Era um S�bado de muito sol e quando chegamos l� tive minha primeira surpresa. A m�e e a irm� dele tomavam banho de piscina inteiramente nuas. Fiquei meio sem gra�a, mas Carlos disse para eu me acostumar com aquilo. Antes de ele me levar para cumpriment�-las, fomos trocar de roupa. Coloquei um biquini fio-dental que quase n�o escondia nada. Mais que isso, feito de croch� e deixava � mostra os bicos dos meus seios e os cabelinhos da boceta. Quando me viram, ambas se levantaram e vieram me cumprimentar com beijinhos. A m�e de Carlos, uma mulher muito bonita e com um corpo de dar inveja a qualquer ninfeta, encostou seu rosto no meu. No contato, tive o prazer tamb�m de sentir seus seios ro�arem nos meus. Aquilo me deixou arrepiada e os bicos das minhas tetas se levantaram. A irm� de Carlos tamb�m me beijou e comentou que meu biquini era muito sensual. Mas n�o ficou apenas no elogio, ela colocou a m�o sobre meus seios dizendo que gostaria de sentir o tecido do biquini. A m�e pediu que eu desse uma voltinha e n�o economizou palavras para elogiar meu corpo. Olhei para Carlos e percebi que ele estava excitado, seu pinto j� estava duro por baixo da sunga. Foi quando fui surpreendida pela irm� dele, que me pediu que deixasse experimentar meu biquini. Fiquei sem a��o, pois n�o sabia se tirava o biquini ali mesmo. Carlos olhou para mim e em encorajou dizendo: "V� em frente". Fiquei nua na frente de todos. Carlos j� passava a l�ngua nos l�bios de tes�o. A irm� que tamb�m tinha um corpo magn�fico, vestiu o biquini e ficou muito bem com ele. E assim como em mim, os pelinhos da boceta ficavam � mostra nas laterais. Quando pedi meu biquini de volta, ela disse que eu n�o precisava recoloc�-lo, j� que todos ali ficavam nus. Novamente Carlos me acenou positivamente. Em pouco tempo eu j� estava mais � vontade. Deitei-me ao lado do Carlos e ele elogiou meu corpo. A m�e dele olhou para n�s e comentou com o filho que ele tamb�m deveria tirar a sunga, que n�o havia raz�o para vergonha. O que despontou foi uma pica quase dura, grossa e comprida apontando para mim. Meu corpo estremeceu inteiro, minha xoxota ficou molhada. O ambiente de erotismo estava me deixando maluca e cheia de tes�o. Carlos pegou um bronzeador e se aproximou de mim. Senti sua m�o deslizar pelo meu corpo passando pelos seios, barriga e boceta. Enquanto me massageava aplicando o bronzeador, Carlos aproveitou para brincar com meu clit�ris e enfiar dois dedos em minha vagina, toda encharcada. Depois virei-me de costas e ele passou o bronzeador na minha bundinha, onde dedilhou meu cuzinho. M�e e filha n�o perdiam tempo, dedicavam-se a uma deliciosa masturba��o vendo o filho me acariciar. Quando Carlos enfiou o dedo em meu rabinho, fazendo movimentos circulares, n�o pude evitar uma gozada maravihosa. Precisei me levantar para respirar melhor. Ent�o perguntei � m�e e a irm� do Carlos se elas conheciam a massagem tailandesa. Pedi a Carlos que se deitasse para fazer uma demonstra��o. Ele ficou com a barriga para cima, exibindo seu caralho duro e grosso. Iniciei a massagem passando o bronzeador em seu peito e fui descendo. Quando cheguei �quele pauz�o, comecei a punhet�-lo levemente e acariciar seu saco. Carlos se contorcia de prazer e seu pinto latejava. Foi quando dei in�cio, de fato, � massagem tailandesa. Esparramei bastante bronzeador no corpo dele e no meu. Deitei-me por cima dele e comecei a esfregar meu corpo no dele. Deslizei-me at� seu cacete e o coloquei entre minhas tetas. Subi meu corpo e rocei minha bunda em seu peito, em seu rosto e em sua boca. Aproveitei e esfreguei tamb�m minha boceta na cara dele. Carlos n�o se conteve e deu umas lambidas no meu grelinho. A m�e dele se contorcia na cadeira, enquanto a irm� metia o dedo na xoxota e outro no cu. Meu namorado n�o ag�entava mais de tes�o. Fui arrastando novamente meu corpo at� o cacete para esfregar a boceta nele, mas sem deix�-lo me penetrar. O segredo da massagem era esse. Quando percebi, Carlos n�o seguraria uma gozada por muito tempo, pedi que ele se levantasse e ficasse em p� na minha frente. Ajoelhada, segurei o mastro pela base e, mesmo banhado de bronzeador, o coloquei na boca por inteiro. Comecei a chupar freneticamente, batendo-lhe uma gostosa punheta. Meu tes�o era redobrado, pois o espet�culo tinha como plat�ia a m�e e a irm� dele. Acelerei o ritmo de entra-e-sai na minha boca e ele despejou golfadas de porra na minha garganta. Eu engolia tudo sem parar de chupar gemendo alucinadamente. As duas come�aram a bater palmas para mim. Mas eu queria mais do que isso. Puxei Carlos e nos deitamos ali mesmo. Ele veio por cima de mim e colocou sua pica todinha em minha xota. A m�e dele parecia endoidar de tanto tes�o. A irm� gemia feito doida com dois dedos na xoxota e olhando a gente trepar. Carlos fazia um vaiv�m r�pido, quase violento, e estava a ponto de gozar. Debaixo daquele sol forte, nossos corpos estavam mais quentes ainda. Meu namorado soltou um grito de prazer e despejou sua porra dentro da minha vagina. Eu balan�ava as ancas freneticamente, fazia aquele pinto entrar e sair cada vez mais r�pido de minha bocetinha para chegar a mais um gozo delicioso. Relaxamos com mais um banho de piscina e no deitamos em cadeiras. J� se passavam das seis da tarde, mas o sol continuava brilhando. Eis que surge um coroa bonito, elegante, vestindo terno e gravata. Era o pai do Carlos, que acabava de chegar do escrit�rio. Ele se aproximou de n�s. A m�e de Carlos estava ansiosa em v�-lo, pois seu tes�o era incontrol�vel. Ela foi at� o marido e deu-lhe um beijo quente e molhado na boca, antes de apresent�-lo para mim. Fiquei paralisada ao ver que o homem me examinou dos p�s � cabe�a, parando por um momento em minha boceta. Ficou admirando meus l�bios vaginais, que estavam saltando para fora devido � metida que acabara de dar com seu filho. O coroa me cumprimentou com um beijinho no rosto, mas sua m�o boba ro�ou levemente meus seios. Ele se retirou dizendo que precisava tomar um banho, porque estava muito cansado. Ao despedir-se convidou-me para que eu voltasse para tomar sol no dia seguinte. Respondi que teria o maior prazer e dei-lhe mais um beijinho. Em seguida, pedi a Carlos que me levasse embora, pois j� estava ficando tarde. Vestimos as nossas roupas e formos para minha casa. Carlos comentou que tinha adorado aquele S�bado e esperava que o Domingo fosse ainda melhor. Nos despedimos depois de trocar car�cias dentro do carro, o que nos deixou loucos para mais uma foda. Mas combinamos que ficaria para o dia seguinte. No Domingo bem cedo, Carlos passou me casa para me pegar. Fui para a casa dele e desta vez nem me preocupei em levar biquini. O trio j� estava a minha espera na piscina. Todos nus. O pai de Carlos estava deitado de barriga para cima, ostentando um caralho t�o grande quanto o do filho, tamb�m muito grosso, mas semiduro. O coroa logo se levantou para me cumprimentar. Aproveitou para comentar que ficara sabendo da massagem tailandesa e que gostaria muito de experimentar. Fiquei sem gra�a e provavelmente com o rosto vermelho. Carlos, mais uma vez, olhou para mim e disse que n�o tinha problema. Sua m�e refor�ou o est�mulo dizendo que ficaria muito contente em me ver massageando o marido. Ainda assim, estava um pouco embara�ada. O pai de Carlos se deitou, passei um �leo em seu corpo e logo a sua pica ficou dura. Eu ainda n�o me sentia � vontade. A coisa s� come�ou a melhorar para mim quando o namorado da irm� do Carlos tamb�m chegou � piscina e logo foi tirando a roupa. Havia agora tr�s cacetes para admirar. E logo pensei comigo que a irm� do Carlos era uma garota de sorte, pois seu namorado tamb�m tinha um caralho maravilhoso. N�o era assim t�o comprido, mas tinha um grosso calibre, era robusto e cheio de veias. Fiquei morrendo de tes�o. A m�e do Carlos percebeu minha excita��o e veio ajudar a massagear o seu marido. Brincamos em dupla com o pinto dele e decidimos abocanh�-lo juntas. O coroa ficou enlouquecido com os movimentos de minha l�ngua. Enquanto eu lhe chupava a cabe�a e a esposa lambia! o seu saco e aproveitava para passar a l�ngua delicadamente em seu cu. N�o demorou muito e o homem come�ou a gozar, espirrando abundantemente sua porra em todas as dire��es. Foi maravilhoso. Era a primeira vez que eu experimentava uma porra t�o doce na minha vida. Bebi tudo o que pude, numa disputa acirrada com a verdadeira dona daquele caralho delicioso. Para completar, ela disse que queria me ver fodendo com seu marido. J� que a coisa tinha chegado �quele ponto, n�o me fiz de rogada e nem ao menos consultei meu namorado. Mas quando a m�e do Carlos me colocou sentada em cima daquela vara, que insistia em permanecer dura mesmo depois da tremenda gozada, Carlos n�o resistiu e veio participar. Foi a� que aconteceu a transa mais incr�vel de toda a minha vida. Fui fodida por pai e filho ao mesmo tempo. Senti-me em estado de gra�a. Sentei-me naquela pica enorme e a atolei na boceta, enquanto Carlos se colocava por tr�s e atolava sua ferramenta na minha bunda. Jamais imaginava ser ensanduichada daquela maneira. Estava adorando Ter dois cacetes monumentais dentro de mim. A cena, naturalmente, deixou todos na piscina em ponto de explodir em gozo. Enquanto metia alucinadamente, olhei para o lado e tive mais uma surpresa. A m�e e a irm� do Carlos comiam literalmente o rapaz que havia chegado � pouco. Elas chuparam o cara e depois ficaram de quatro para levar rola na boceta. N�o resisti ao prazer e gozei junto com Carlos e meu sogr�o. Os dois despejaram uma torrente de esperma dentro da minha bunda e xoxota. Ao lado o namorado da irm�o do Carlos tamb�m gozava em cima das duas mulheres, que esparramavam a porra em seu seios, rosto e boca. Devo dizer que aquele final de semana foi o mais incr�vel e prazeroso da minha vida. Trepamos o dia toda � beira da piscina, entre um mergulho e outro. Trepei gostoso tamb�m como o namorado da minha cunhadinha, numa transa muito gratificante. O rapaz tinha um cacete delicioso, principalmente para chupar, j� que n�o era muito comprido e se encaixava perfeitamente dentro da minha boca. O melhor de toda hist�ria � que essas transas se repetiram durante todo o ver�o. |
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Me envie seu conto!!! |
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