A Secretaria

Eu estava trabalhando h� pouco tempo naquele escrit�rio de produ��es art�sticas, mas j� tinha criado uma gostosa intimidade com a secret�ria do chefe. Sandra � o nome dela. Vamos l�: uma tarde est�vamos quase ao final do expediente, e eu conversava, na minha mesa, ao lado de uma janela, com a Sandrinha. O tema da conversa era sexo, e de repente ela disse:Eu sei dar a bunda;. Levantou-se da cadeira, encostou na janela, empinou a bunda, que ali�s � muito gostosa, e disse: ;� assim...;. Desse dia em diante, fiquei com a id�ia fixa e s� pensava em comer aquela bunda. Comecei a convid�-la para tomar um chope, para almo�ar, enfim, para tudo que pudesse nos deixar sozinhos. Depois de v�rias sa�das, comecei a falar da minha fixa��o por mot�is e a dizer que era um lugar tranquilo para almo�ar, sem necessariamente ter de trepar. Ela concordou e no outro dia fomos a um motel n�o muito perto do trabalho, � claro. Nesse dia ela veio de minissaia. No quarto, enquanto com�amos - eu n�o conseguia engolir nada, s� pensava em comer a Sandrinha - fiquei, sem disfar�ar, olhando fixamente para as suas morenas e arredondadas coxinhas. Estava com o pau dur�ssimo, e mesmo de cal�as deslizava a minha pr�pria m�o pelo pau, sem me importar com o que Sandrinha viesse a dizer. Ela levantou-se, foi ao banheiro, de onde voltou enrolada numa toalha. N�o resisti mais e a agarrei, arrancando a toalha fora. Comecei a beij�-la no pesco�o, fui descendo e, de joelhos, comecei a lamber aquela buceta, ao mesmo tempo em que acariciava aquela bunda durinha. Ela gemia e, de repente empurrou a minha cabe�a para tr�s, dizendo: ;Voc� chupa muito gostoso, e eu j� gozei:. Levou-me para a cama e come�ou a chupar meu pau, sua respira��o quente esquentava ainda mais a cabe�a do meu cacete. Eu estava quase gozando em sua boca quando ela parou de me chupar, levantou-se, foi at� a janela, arrebitou aquela bunda, exatamente como tinha feito no escrit�rio, e me ofereceu como se fosse um banquete. Dei uma �ltima olhada, encostei naquele reguinho e, devagarinho, fui procurando seu cuzinho. O pau entrou de uma s� vez. Percebi que tinha do�do, mas ela n�o disse nada, deixou que eu ficasse entrando e saindo, at� gozar uma nunca vista quantidade de porra. Outros almo�os, lanches e jantares continuam acontecendo, o que quer dizer que, de vez em quando, damos uma boa trepada, mas ela nunca mais quis me dar a bunda. Agora ela quer que eu me masturbe olhando para aquela bunda e pede: suja ela com a tua porra, suja... Assim mesmo, continua sendo muito bom.

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