Minha menininha

Esse fato ocorreu quando eu tinha 16 anos. Os nomes foram trocados para evitar problemas. No meu pr�dio tinha uma garota, Carlinha. Ela tinha s� 12 anos, mas j� era um pequeno tes�o. Embora fosse baixinha, tinha um corpinho lindo: bundinha empinada, peitinho come�ando a se desenvolver e uma bucetinha que n�o havia um homem que quando passasse por ela n�o olhasse. Tudo isso era refor�ado pelas roupas que ela usava, uns shortinhos min�sculos, que deixavam a bucetinha marcada. Os caras mais novos do pr�dio eram doidos para peg�-la, mas ela s� deixava uma m�o boba e nada mais. Eu sempre tinha tido vontade de peg�-la, e foi ent�o que ela come�ou a dar mole para mim. Ela ficava sempre junto de mim, quando sentava junto sempre botava a perna sobre a minha, ficava naquelas brincadeirinhas que me deixavam cada vez mais louco. No come�o eu fiquei com receio, at� por ach�-la muito nova, mas eu estava numa situa��o insustent�vel. Ent�o resolvi partir para o ataque. Um dia n�s est�vamos conversando na entrada do pr�dio, quando ela disse que iria subir. Eu me despedi do resto do pessoal e fui subir com ela. Quando entramos no elevador, havia um monte de gente nele, e, no aperto, com ela na minha frente, a safada ficou encostando a bundinha em mim. Meu pau ficou duro na hora. Assim que as outras pessoas desceram, faltavam dois andares para o dela, e ent�o eu agi: dei um belo beijo nela. O andar dela passou, e o beijo n�o acabava. Ela beijava sem jeito, nunca tinha beijado, mas estava completamente entregue � mim. Eu estava sozinho em casa, meus pais estavam viajando, ent�o fiz com que ela fosse para l�. Ela era t�o inocente mas ao mesmo tempo t�o decidida que merecia ser comida com todo o carinho, pois n�o � todo dia que se encontra uma menina desse tipo: bonita, virgem e disposta a tudo. N�s come�amos nos beijando no sof�, e com a m�o comecei a percorrer o corpinho dela. Passava a m�o pelos pequenos peitos, pelas pernas, pela bunda, e ela cada vez mais submissa. Ent�o eu a virei de costas e comecei a beijar a sua nuca, e minha m�o foi direto na sua bucetinha. Ela se arrepiou na hora, e eu resolvi tirar sua camisa. Quando vi aqueles peitinhos fiquei doido: eram pequenos, mas com o mamilo rosado e os biquinhos completamente duros. Comecei a chup�-los, n�o conseguia parar, era realmente uma del�cia. Enquanto chupava, minha m�o tratou de tirar o short dela. Ela ainda estava de calcinha, ent�o eu pedi para ela esperar um pouco enquanto eu ia pegar umas camisinhas no banheiro. Quando eu chego, ela j� estava completamente nua. A vis�o daquela bucetinha, com aqueles poucos cabelinhos loiros, fez meu pau doer de t�o duro. Eu a levei para o meu quarto, e comecei a percorrer todo seu corpo com minha l�ngua. Quando cheguei na buceta, comecei a lamber s� por fora, o suficiente para arrancar gemidos dela. Mal enfiei a l�ngua l� dentro, ela pareceu que ia enlouquecer: gemia, gemia alto, e eu caprichando cada vez mais nas lambidas. Quando ela gozou, deu um grito que todas as pessoas do pr�dio devem ter ouvido. Eu parei, e ela continuou deitada no ch�o, meio que desfalecida. Ent�o eu tirei minha bermuda, e embora eu n�o tenha nada extraordin�rio, o tamanho � normal, ela ficou meio assustada: a buceta dela era realmente apertadinha, seria dif�cil de entrar, mas ela estava realmente apaixonada, queria ir at� o fim. Eu coloquei a camisinha e comecei a pincelar na frente da buceta, tentei entrar, mas estava realmente apertado. Fui ent�o bem devagar, a cabe�a mal entrou ela come�ou a gritar dizendo que estava doendo, mas agora j� era tarde: fui empurrando e quando vi j� estava quase toda dentro. Fiquei parado por um tempinho para ela se acostumar e ent�o comecei a movimentar. Quando eu come�ava a tirar, ela gemia, e ent�o eu empurrava e ela gritava. Ela n�o parava de gemer, devia estar doendo muito, mas em pouco tempo a dor virou puro prazer, e n�s gozamos juntos. Eu ent�o tirei meu pau e vi o sangue escorrendo no meio das pernas dela. Ela estava com os olhos cheios de l�grimas, numa mistura de dor, felicidade e prazer. Eu passei a beij�-la, mas logo ela deu sinal de querer mais. Eu perguntei se ela estava disposta a aprender tudo, e ela disse que faria qualquer coisa por mim. Ent�o eu botei ela de quatro e comecei a lamber a buceta e o cu. Minha l�ngua passava pelos dois buracos, e aquele cuzinho n�o parava de piscar. Depois de bem lubrificado, comecei a tentar penetr�-lo. Estava dif�cil, mas pedi para ela rebolar, e depois que a cabe�a entrou eu puxei ela de uma s� vez. O grito que ela deu foi incr�vel, o sangue come�ou a escorrer, mas comecei a bombear, e ela n�o parava de gemer e falar umas coisas que n�o consegui entender. Ela estava doida, o prazer que ela estava tendo e me dando era algo incr�vel. O meu pau saiu sem querer, e ela mudou de posi��o: sentou no meu pau, de costas para mim. Enquanto ela subia e descia, eu beijava seu pesco�o e com minha m�o fazia car�cias na buceta. Meti dois dedos, depois tr�s, e ent�o ela gozou. Eu ainda n�o tinha gozado, ent�o voltei para a buceta, dessa vez com ela de quatro. Metia sem parar, e ela sempre pedindo mais. Meti at� o fim, meti tudo, e gozei. J� estava cansado, mas ent�o ela pegou meu pau e passou a chup�-lo sem jeito, mas com muito tes�o. Em pouco tempo ela pegou o jeito. Como dessa vez eu estava sem camisinha, avisei que iria gozar, e foi a� que minha menina me surpreendeu: come�ou a chupar cada vez mais r�pido e engoliu cada gota do meu gozo. Eu ent�o a levei para o banheiro, e ficamos nos abra�ando e trocando car�cias. Ela disse que tinha que ir embora, pois estava ficando tarde, mas queria gozar mais uma vez. Eu a coloquei sobre o vaso, com as pernas para cima, e comecei a enfiar na bucetinha. O volume de l�quido que escorria da buceta era grande, ela, com os olhos fechados, dizia que queria dar para mim pelo resto da vida. Quando ela gozou, nos despedimos e prometi que passar�amos muitas noites iguais �quela. Aguardem relatos de outras transas com minha menininha.

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