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QUADRINHOS - OBRAS
THE BIRTH CAUL THE BIRTH CAUL de Alan Moore foi um impressionante exemplo de poesia,
de autobiografia, de magia e de invenção; foi iluminado,
como que por flashes de relâmpago, com momentos de reconhecimento.
As notícias de que Eddie Campbell vai estar adaptando THE BIRTH
CAUL para os quadrinhos é algo que eu imagino ser espantosamente
excitante, sob diferentes aspectos. - Neil Gaiman THE BIRTH CAUL se iniciou como uma peça de leitura e performance de Alan Moore em 1995, em Newcastle, Inglaterra, onde se gravou seus sons, que subseqüentemente foram relançados como um CD (por sinal, muito difícil de se obter). Reconhecido como um dos melhores trabalhos escritos de Alan Moore, o texto é por sua vez autobiográfico e surrealista. Nos leva a uma odisséia que nunca poderemos empreender, uma viagem até do útero e além, em direção a alma. Campbell diz que é o trabalho de arte mais excitante por
ele empreendido e que mergulhou no material a um nível emocional
de intenso comprometimento: Toda página é uma nova aventura,
me desafiando à aproximações incomuns de expressar
as palavras ou em seus complementos com outra camada de significado. Em
uma página, carregando o esmagador colapso da vida provocado por
um sujeito cardíaco e viciado em trabalho, eu destrui um despertador
e colei suas peças no papel. Mais adiante no livro, onde Alan
consegue capturar, de maneira imaginativa, a magia do mundo infantil,
recortei pedaços de dois pijamas de criança para fazer um
pequeno casal de cinco polegadas de altura, que então eu usei fisicamente
para fazer o desenho. É um trabalho muito denso que recompensará
muitos leitores; de cabeça, não posso imaginar nenhum outro
quadrinho que apresente tantos acontecimentos em 48 páginas. É
basicamente como aconteceu em Do Inferno, mas com mais imagens de página
inteiras e arranjos incomuns de quadrinhos intercalados. cada página
é uma experiência diferente, e as conexões são
sutis e excitantes como você esperaria em um grande e perfeitamente
planejado trabalho de Alan Moore.
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