MENSAGEM - ESTRUTURA                                                                                                                        VOLTAR

 

PARTES                    

SEÇÕES

POEMAS

I. Brasão

Os campos

 

1º: O dos castelos

2º: O das quinas

 

 

Os castelos

1º: Ulisses*

2º: Viriato

3º: O conde d. Henrique*

4º: D. Tareja

5º: D. Afonso Henriques*

6º: D. Dinis

7º: (I) D. João o Primeiro

7º: (II) D. Filipa de Lencastre

 

 

As quinas

1º: D. Duarte - rei de Portugal*

2º: D. Fernando, - infante de Portugal

3º: D. Pedro, - regente de Portugal

4º: D. João, - infante de Portugal

5º: D. Sebastião, - rei de Portugal*

 

 

A coroa

Nun`Álvares Pereira

 

 

O timbre

A cabeça do grifo:O infante D. Henrique

Uma asa do grifo:d. João o Segundo

A outra asa do grifo: Afonso de Albuquerque

 

II. Mar Português

 

I.O infante*

II.Horizonte                            

III.Padrão*

IV.O mostrengo

V. Epitáfio de Bartolomeu Dias

VI.Os colombos

VII. Ocidente

VIII. Fernão de Magalhães  

IX.Ascensão de Vasco da Gama

X. Mar português

XI.A última nau

XII.Prece

 

III. O Encoberto

Os símbolos

1º: D. Sebastião

2º: O Quinto Império

3º: O Desejado

4º: As ilhas afortunadas                                        

5º O Encoberto

 

 

Os avisos

1º: O Bandarra

2º: Antônio Vieira

3º: [‘Screvo meu livro à beira-mágoa

 

 

Os tempos

1º: Noite

2º: Tormenta

3º: Calma

4º: Antemanhã

5º: Nevoeiro

 


 

          GLOSSÁRIO

 

          Ulisses. Segundo a lenda, o herói homérico teria dado origem ao nome Lisboa. A designação antiga da cidade, Olisipo, seria derivada de Ulisses + pona (=boa), a cidade de Ulisses.

             Conde d. Henrique. (1057-1114). Nobre e militar francês, de Borgonha, alistou-se em 1086 no exército de Afonso VI, rei de Leão e Castela, para guerrear contra os mouros. Casou-se com Teresa, ou Tareja, filha bastarda desse rei, e em 1093 foi nomeado governador do condado de Portucale, embrião do que viria a ser Portugal.

             D. Afonso Henriques. (1111-1185). Primeiro rei de Portugal, cognominado o Conquistador, empenhou-se em sucessivas batalhas contra os leoneses e os mouros. Segundo a lenda, Cristo apareceu-lhe em visão às vésperas da batalha de Ourique (1139). A visão foi inscrita no primeiro escudo de armas português, na forma das cinco quinas, que representam as chagas de Cristo. Foi reconhecido como rei de Portugal pelo tratado de Samora, de 1143, com os leoneses.

             D. Duarte. (1391-1438). O Eloqüente, primogênito de d. João I, a quem sucedeu no trono, em 1433. Dedicou-se às letras (O leal conselheiro) e teve um reinado breve e infeliz, sendo vitimado pela peste, em Tomar.

              D. Sebastião. (1554-1578). Filho do príncipe d. João e neto de d. João III. Com a morte deste, foi declarado maior e subiu ao trono, em 1568. Realizou uma primeira expedição africana, a Tanger e Ceuta, em 1573, e em seguida arremeteu contra Abd al-Malik, no norte da África, vindo a desaparecer na batalha do Alcácer Quibir, em 1578. Conhecido como o Desejado ou o Encoberto.

               Infante d. Henrique. (1394-1460). Conhecido como o Navegador, filho do Mestre de Avis, participou da tomada de Ceuta e empenhou-se a fundo na expansão marítima. Teria sido o fundador, em Sagres, de uma escola de navegação, dotada de observatório astronômico e estaleiros.

               Padrão. Marco, monumento de pedra que os navegadores portugueses erigiam nos locais conquistados.

Hosted by www.Geocities.ws

1